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HR MAGAZINE
ISSN 2965-7105 DISTRIBUIÇÃO ON LINE E GRATUITA JULHO 2026
DIVERSIDADES
EDIÇÃO 46
ANO 3
AGORA COM MAIS
ACESSIBILIDADE
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BRASILEIRA DE
LIBRAS E ÁUDIOS
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QUALQUER
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Capa Karen Jordão
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HR Magazine,
sempre ao seu lado!
Essa Revista Digital; é um portal de
inspiração, conhecimento e cultura que
desperta emoções e convida à reflexão a
cada edição. Em nossas páginas, você
encontrará um mosaico de conteúdos
exclusivos que vão da literatura ao ar-
tesanato, da tecnologia à saúde, tudo
cuidadosamente criado para enriquecer
sua mente e tocar seu coração. Cada
matéria é uma oportunidade de
mergulhar em novas ideias e redescobrir
a beleza e complexidade da vida e da
humanidade. Convidamos você a
embarcar nessa jornada conosco, onde
cada página não é apenas uma leitura,
mas uma experiência, uma porta para
novas descobertas e emoções profundas.
Explore o universo da HR Magazine e
deixe-se surpreender pelo poder
transformador da criatividade e da
informação.
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Pensando em tornar sua experiência
de leitura ainda mais interativa, a HR
Magazine agora conta com o suporte
da Inteligência Artificial. Ao navegar
pelas nossas páginas, você notará
botões especiais que surgem
dinamicamente ao longo dos textos.
Ao clicar neles, você poderá ativar
nossa IA para aprofundar conteúdos,
esclarecer dúvidas e interagir com
matérias de forma totalmente nova e
personalizada. Explore esses pontos
de inovação e descubra o futuro da
informação na ponta dos seus dedos!
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Índice
7 Editorial
9 Apresentação
11 Expediente
12 A Encantadora de Cães - Karen Jordão
16 O Futuro da Leitura na HR Magazine - a Inclusão Digital
A Última Fronteira Humana 18
22 Conexões de Inverno
Quando foi a última vez que você teve
28 Medo? - Por Maristela Pozitano
Seção AMIGO PET 32
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Dia Mundial das Zoonoses -34
Por Dra. Cláudia Araújo
Filhotes de Pastor Alemão36
Golden Retriever38
Meus Nudes - Poesia Por Mauro A.Evaristo40
42 A Revolução do Feito à Mão
46 O Pilar Invisível - A Educação
50 A Metamorfose do Futebol na Copa do Mundo
Professor Luis Roberto Nascimento é54
Condecorado como Comendador
58 Cremildo Vigilante - O Protetor de quem Protege
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Editorial
O inverno já bate à nossa porta com toda a sua intensidade. Desde o dia 21 de junho de
2026, quando cruzamos oficialmente o solstício, o hemisfério sul respira a atmosfera da
estação mais charmosa e elegante do ano. Se maio e junho funcionaram como um
prelúdio, julho chega como o coração do inverno, convidando-nos a desfrutar plenamente
de tudo o que esta temporada tem de melhor.
Longe de ser apenas uma queda nos termômetros, o inverno é um estado de espírito. É o
momento em que a rotina ganha um ritmo mais calmo e introspectivo, as paisagens
urbanas e serranas se revestem de uma luz única e o cotidiano se volta para o aconchego.
A busca pelo bem-viver se manifesta nos pequenos rituais: no prazer de um bom vinho
compartilhado à beira da lareira, no resgate de uma gastronomia rica em texturas e
sabores calóricos, e em um guarda-roupa que exala sofisticação através de
sobreposições, lãs e tons profundos.
Nesta edição de julho, nossa proposta é celebrar o inverno em sua plenitude. Preparamos
uma curadoria exclusiva com os destinos mais fascinantes para escapar no fim de
semana, além de crônicas, análises e reportagens especiais para acompanhar os seus
momentos de pausa.
O frio lá fora é o pretexto perfeito para aquecer o corpo e a mente com boas leituras e
ótimas experiências. Convidamos você a vestir o seu casaco favorito, preparar uma bebida
quente e se deixar envolver por cada página que planejamos detalhadamente para esta
edição.
Aproveite o inverno de 2026 e tenha uma leitura inspiradora!
Joyce Reis
Editora Chefe
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Apresentação www.editorahr.com | HR Magazine
É com grande entusiasmo que entregamos a você a mais nova edição da HR Magazine,
um espaço onde o jornalismo de profundidade, a sensibilidade humana e a inovação
caminham lado a lado neste inverno de 2026.
Noutra vertente de destaque, nossa matéria de capa traz a inspiradora trajetória de
Karen Jordão: A Encantadora de Cães. Ainda no universo dos nossos grandes
companheiros, a seção Amigo Pet conta com a preciosa contribuição da Dra. Cláudia
Araújo, que traz um texto fundamental de conscientização sobre as Zoonoses,
acompanhado de vídeos apaixonantes de nossos amigos peludos que vão derreter seu
coração através da nossa plataforma digital.
Esta edição também nos convida à reflexão e ao resgate da nossa própria história.
Dedicamos uma reportagem especial à Geração de 1952 a 1979, a última fronteira
humana a crescer no asfalto e a primeira a desbravar o mundo digital, celebrando a
resiliência única daqueles que moldaram a vida moderna. No campo das emoções, a
escritora Maristela Pozitano nos provoca com uma pergunta visceral e necessária:
"Quando foi a última vez que você teve medo?", um texto poderoso sobre
vulnerabilidade e coragem.
A sensibilidade artística ganha vida com a belíssima e tocante poesia de Mauro A.
Evaristo, oferecendo o aconchego ideal para os dias frios. E, falando em baixas
temperaturas, nossa seção Conexões de Inverno traz um roteiro fascinante com os
destinos mais acolhedores para desfrutar o ápice da estação, além de análises
profundas sobre os principais assuntos da atualidade que estão moldando o nosso
panorama social e econômico.
Por fim, abrimos as portas para o amanhã. Apresentamos nesta edição o novo
ecossistema digital da HR Magazine. Acreditamos que a cultura e o conhecimento não
devem conhecer fronteiras. Por isso, implementamos tecnologias assistivas de última
geração: a partir de agora, nossa revista rompe barreiras geográficas e linguísticas. Ao
ser acessada em qualquer país do globo, nossa plataforma detecta a localização e
ativa automaticamente a audioleitura adaptada e humanizada no idioma
correspondente. É a engenharia da inclusão a serviço do pensamento crítico.
Aconchegue-se, vista seu casaco favorito e permita-se viajar por estas páginas e telas
que foram preparadas com o mais alto rigor editorial.
Uma excelente leitura!
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Expediente
Jornalista (DRT: 96124/SJ - SP)
DIRETOR DE JORNALISMO E
DIRETOR RESPONSÁVEL
COMENDADOR DOM HELIO REIS
Editora chefe, redatora e Jornalista (DRT 97508/SJ - SP)
JOYCE REIS
Matriz
Campinas - SP
CNPJ
51.712.559/0001-85
Distribuição
Gratuita
Mês e Ano da Publicação
Julho de 2026
Ano e Número da Publicação
Ano 3 e Número 46
Tipo
Digital
ISSN
2968-7105
ISBN Nº
978-65-981435-6-5
Publicação Por
Editora HR
Instagram e Facebook
@editora.hr
Whatsapp
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E-mail
contato.hreditora@gmail.com
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A Encantadora de Cães: Como Karen Transforma a
Convivência e Devolve a Harmonia aos Lares
Aos 29 anos, Karen carrega consigo não apenas o título de especialista em
comportamento canino, mas uma vida inteira dedicada à proteção e à
compreensão do ecossistema animal. O que para muitos é uma profissão, para
ela sempre foi uma vocação inata. Muito antes de se consolidar no universo do
adestramento de alto nível, sua jornada foi moldada pelo olhar atento, pela
sensibilidade e pelo compromisso inegociável com o bem-estar dos seres mais
vulneráveis.
Seu histórico revela uma profissional forjada na prática e na entrega: Karen
atuou bravamente no resgate e reabilitação de cães em situação de extremo
abandono, além de ter estendido seus braços à fauna silvestre, devolvendo a
animais nativos a chance de retornar ao seu habitat natural. Essas vivências
profundas foram o catalisador que despertou o seu desejo de ir além — era
preciso entender a mente animal para, de fato, transformar realidades.
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O divisor de águas veio após consolidar sua experiência atuando como
adestradora em uma empresa do setor. Movida pelo desejo de voar mais alto,
Karen decidiu dar um passo ousado rumo ao empreendedorismo. Ao abrir sua
própria escola de adestramento, ela uniu a realização pessoal ao mundo dos
negócios, transformando o que mais ama fazer — cuidar e entender os animais —
em um modelo de excelência no segmento. A partir desse marco, mergulhou
profundamente na ciência do comportamento canino, criando um espaço de
referência. Com cinco anos de atuação sólida e refinada, ela transcendeu os
métodos tradicionais. Para ela, educar um cão não se resume a ensinar
comandos mecânicos ou obter obediência cega; trata-se de uma verdadeira
lapidação de convivência.
"Descobri que, por trás de cada comportamento, existe uma linguagem oculta.
Meu papel é ser a ponte de comunicação entre o tutor e o cão."
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Essa reconexão vai muito além da rotina técnica. Karen defende que seres
humanos e animais compartilham a mesma essência e fazem parte da mesma
natureza. A presença de um animalzinho — um ser de pura luz, completamente
desprovido de maldade — tem o poder de revolucionar o ambiente familiar. Essa
convivência harmônica atua diretamente na saúde mental das pessoas,
funcionando como um verdadeiro bálsamo contra o estresse do dia a dia e
proporcionando uma qualidade de vida incomparável.
Hoje, o propósito de Karen é elevar o padrão das relações entre tutores e seus
cães. Ao decodificar as necessidades e as emoções dos animais, ela constrói
pontes indestrutíveis baseadas em confiança mútua, respeito e harmonia. É essa
busca incessante pela evolução, pela saúde da mente e pelo bem-estar integrado
que a motiva diariamente, consolidando seu nome como uma das mentes mais
brilhantes e empáticas do cenário atual.
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Adestramento e Hotelzinho
@harmonicanina
Contato: 19 - 9996-85237
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O Futuro da Leitura: Onde a Excelência
Editorial Encontra a Inclusão Digital
A história da Editora HR Ltda sempre foi pautada pelo compromisso inegociável
com a curadoria de qualidade. Em um ecossistema saturado de informação
efêmera, nossa missão tem sido oferecer o contraponto: a análise reflexiva, o
rigor investigativo e a profundidade que transformam leitores em pensadores.
No entanto, a verdadeira excelência no século XXI não se sustenta apenas pela
qualidade do conteúdo, mas pela universalidade e globalização do acesso.
É com um senso de responsabilidade renovado que anunciamos a
implementação de tecnologias assistivas de última geração em nossa
plataforma. Não se trata de um mero ajuste técnico, mas de uma declaração de
princípios: acreditamos que a cultura e o saber não podem conhecer fronteiras
geográficas ou linguísticas. A partir desta edição, a experiência de leitura na
Editora HR Ltda rompe os limites do formato tradicional, tornando-se uma
experiência multissensorial, inclusiva e global.
Engenharia de Inclusão: Detalhando Nossas Novas Tecnologias
Para assegurar que nossa curadoria chegue a todos, em qualquer parte do
mundo, investimos em uma infraestrutura digital robusta. Conheça as inovações
que agora integram nosso portfólio:
I. Sistema de Audioleitura Global e Inteligência Cognitiva
Superamos as vozes robóticas do passado e as barreiras de idioma. Nossa nova
ferramenta de Audioleitura de Alta Fidelidade utiliza redes neurais que
processam a prosódia, a entonação e as pausas dramáticas do texto, criando
uma experiência de narração quase humana.
Diferencial Estratégico Multilíngue: Nossa plataforma foi desenhada para a
total inclusão internacional. A revista pode ser lida em qualquer idioma e,
basta ser acessada em qualquer país do globo, que o sistema detecta a
localização e ativa automaticamente a audioleitura no idioma
correspondente daquela região. Além disso, diferente de leitores de tela
genéricos, o sistema compreende o contexto editorial, garantindo a
pronúncia exata de citações e termos técnicos.
Aplicação Prática: Ideal para o público global de alta performance que deseja
absorver conhecimento profundo em seu próprio idioma nativo durante o
deslocamento diário, eliminando fronteiras e otimizando o tempo de estudo.
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II. Tradução Dinâmica em Libras (Língua Brasileira de Sinais)
A acessibilidade para a comunidade surda é uma lacuna histórica em grande
parte da mídia. Na Editora HR Ltda, preenchemos esse espaço com a integração
de Libras Nativo para os acessos em território nacional.
Diferencial Estratégico: Não utilizamos avatares estáticos. Nossas janelas
de tradução exibem intérpretes humanos que preservam as expressões
faciais e corporais — elementos vitais para a semântica da Libras. Isso
garante que a carga emocional e a nuance intelectual de cada artigo sejam
transmitidas com fidelidade absoluta.
Aplicação Prática: Ao clicar no ícone de acessibilidade em nossos
conteúdos, o leitor terá acesso a uma tradução fluida, permitindo que a
profundidade do nosso jornalismo seja plenamente acessível, promovendo
uma real integração cultural.
Rumo a um Horizonte de Leitura Sem Limites
Em um mercado que privilegia a superficialidade, a Editora HR Ltda posiciona-se
como um porto seguro para o leitor que busca substância. Nosso modelo foca
puramente no seu desenvolvimento pessoal e profissional, democratizando o
conhecimento sem barreiras financeiras.
"Aos leitores da Editora HR Ltda, entregamos mais do que páginas: entregamos
conexão global. Seja através da fluidez sonora da nossa audioleitura
automatizada para cada país ou da precisão visual da nossa tradução em Libras,
garantimos que a sofisticação do nosso conteúdo seja um bem de todos. A
inovação tecnológica é o veículo; a excelência do pensamento é a nossa
essência."
Convidamos você a explorar esta edição especial. Ao fazê-lo, você interage com
uma curadoria impecável e faz parte de um projeto editorial que prioriza a
inclusão global como pilar do prestígio intelectual.
A tecnologia de hoje é o ponto de partida, não o limite. A Editora HR Ltda
reafirma seu compromisso de continuar investindo em ferramentas que
diminuam a distância entre a informação, o idioma e o indivíduo. Estamos
cientes de que a inovação exige um processo contínuo de aprendizado e
adaptação; por isso, seu feedback é a nossa bússola.
Convidamos cada leitor e colaborador a explorar as novas funcionalidades em
nossa plataforma digital. Ao derrubar as barreiras da acessibilidade e do idioma,
não estamos apenas tornando nossa revista mais inclusiva — estamos tornando
o diálogo internacional mais rico, diversificado e, acima de tudo, mais humano.
Obrigado por caminhar conosco nesta nova jornada. Boa leitura, em todos os
sentidos e em qualquer lugar do mundo.
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A Última Fronteira Humana: Por Que a Geração
de 1952 a 1979 Foi a Mais Forte que Já Existiu
Nascidos no limiar do asfalto e criados no olho do furacão tecnológico, os filhos
dessa era foram os únicos a experimentar a liberdade absoluta antes que o
mundo fosse confinado pelas telas.
Existe uma linhagem humana viva que testemunhou uma fratura intransponível
na história. Aqueles que nasceram entre 1952 e 1979 não são apenas
sobreviventes de uma transição de época; eles são os atores principais de uma
metamorfose que seus pais jamais ousariam sonhar. Rotulados por mentes
acadêmicas e algoritmos preguiçosos como "Geração X" — um termo que carrega
um tom quase depreciativo, como se valessem menos —, esse grupo carrega, na
verdade, o maior selo de distinção da história moderna: o de serem a última
ponte entre a matéria e o virtual.
Pouco comparado com o quê? Com a fragilidade hiperconectada dos tempos
atuais?
A verdade, incômoda para muitos, é que esta geração foi a última a aprender o
significado bruto da palavra liberdade. Foram os últimos a brincar na rua até o
anoitecer, a esfolar os joelhos no cimento jogando queimada, esconde-esconde
ou bolinha de gude, e a resolver seus conflitos no olho no olho, sem a mediação
covarde de telas.
Criaram anticorpos comendo o pão que caía no chão da rua e dividindo o mesmo
refrigerante de garrafa de vidro com dez amigos. Se a infância de hoje é
milimetricamente higienizada por medo de bactérias, aquela foi forjada na
resistência.
Pioneiros do Amanhã, Guardiões do Ontem
Mas não se engane: não se trata apenas de um manifesto bucólico sobre o
passado. Essa mesma geração que ouvia novelas no rádio de tubo dos avós e LPs
de acetato a 45 RPM foi a que, com um pioneirismo audaz, desbravou o futuro.
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A Invasão Digital: Foram eles que seguraram os primeiros joysticks do Atari, que
viram o nascimento do Pac-Man e que tatearam as teclas dos primeiros
computadores de cinescópio quando a internet ainda parecia uma promessa de
um mundo livre.
A Revolução de Bolso: Do surgimento do Walkman e das fitas cassete gravadas
direto das estações de rádio, até o assombro de carregar os primeiros celulares
que pareciam tijolos, essa geração desenhou a infraestrutura da vida moderna.
O paradoxo é gritante. Essa geração aprendeu a usar tecnologias que seus pais
nem sabiam que existiam, mas, ao contrário das "crianças intelectuais" de hoje,
nunca olharam para os mais velhos com o desprezo arrogante de quem os
considera atrasados. Havia respeito pelo analógico porque eles sabiam o esforço
necessário para construir o concreto.
"Para saber se existíamos, não precisávamos de um feed no Instagram ou de uma
validação digital no TikTok. Bastava um assobio na esquina ou um grito como o
de Tarzan para que o quarteirão inteiro ganhasse vida."
A Força da Responsabilidade sem Filtros
Culturalmente, foi uma era de colossos. Uma geração alimentada pela rebeldia
magnética de Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin e Guns N' Roses, que mais
tarde se fundiu à identidade latina de Soda Stereo, Mecano e à essência popular
de Los Bukis e Los Tigres del Norte.
Na televisão, o imaginário era povoado por heróis analógicos e caricaturas
imortais: de Ultraman e Os Flintstones a Don Gato e Bonanza.
Não havia rótulos tribalistas como os de hoje. No grupo da rua, os apelidos eram
diretos — o gordo, o magro, a sarda, o maluco —, mas todos faziam parte do
mesmo ecossistema. Ninguém era excluído pelo algoritmo do cancelamento.
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Olhando para trás, sob a ótica protecionista de hoje, parece um milagre que
estejam vivos. Viajava-se por 12 horas em estradas de terra, sem cinto de
segurança, sem cadeirinhas especiais e sem airbags, em carros que eram
verdadeiras caixas de ferro.
Os balanços dos parquinhos eram de metal puro e os escorregadores tinham
quinas enferrujadas. E, ainda assim, o mundo girava.
A grande verdade que assusta a modernidade é que a geração de 1952 a 1979
tornou-se responsável à força. Não havia um botão de "deletar" para os erros,
nem pais que processavam a escola por um tombo no recreio. Carregava-se o
peso das consequências. Tiveram liberdade real, sofreram fracassos reais,
colheram sucessos reais e, acima de tudo, aprenderam a crescer com a espinha
ereta.
À última geração que sabe viver sem sinal de Wi-Fi, um brinde. Vocês não foram a
geração X. Vocês foram a geração que sustentou o mundo antes que ele ficasse
frágil.
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CONEXÕES DE INVERNO: Tecnologia, nostalgia
e os roteiros que aquecem a temporada
O mês de julho chega trazendo consigo aquela brisa clássica que nos convida a
puxar o casaco do armário e desacelerar o passo. O inverno, com sua luz suave
e noites mais longas, possui uma mística própria: ele nos move para dentro —
tanto para o aconchego de nossas casas quanto para o interior de nossas
próprias memórias. Mas engana-se quem pensa que a estação mais fria do ano
é feita de isolamento. Em 2026, o inverno se revela um poderoso ponto de
encontro.
Nesta edição especial, convidamos você a embarcar em uma jornada que
conecta três universos aparentemente distintos, mas que se fundem
perfeitamente sob o termômetro da estação. Das telas inteligentes que moldam
nosso conforto aos acordes nostálgicos que aquecem a alma, até as estradas
que nos levam a refúgios encantadores, descubra como viver a temporada em
sua máxima plenitude.
Aconchego Tecnológico – O Futuro dentro de Casa
A tecnologia, muitas vezes rotulada como fria e impessoal, assume um papel
surpreendentemente caloroso quando as temperaturas caem. Hoje, nossas
casas se transformaram em verdadeiros ecossistemas de bem-estar. Com um
simples comando de voz ou um toque na tela, as luzes se transformam em tons
âmbar, a temperatura se ajusta perfeitamente e a inteligência artificial desenha a
trilha sonora ideal para uma noite de caldos e vinhos. Mais do que conveniência,
a inovação digital em 2026 trabalha a serviço do acolhimento, transformando o
ato de "ficar em casa" em uma experiência imersiva de puro conforto e alta
conectividade.
O Calor da Nostalgia – O Som e a Memória que Aquecem
Existe uma linha invisível que liga o frio ao saudosismo. Quando o vento sopra lá
fora, o coração pede o conforto do que é familiar. É por isso que julho é o palco
perfeito para o resgate cultural. Os grandes clássicos da música, os sucessos
memoráveis das décadas de 70, 80 e 90, e os formatos analógicos ganham um
novo fôlego. Seja ao colocar um disco de vinil para rodar, ao resgatar um livro
físico na cabeceira ou ao rever aquele filme que marcou época, a nostalgia atua
como um autêntico "cachecol para a alma", nos lembrando de que as melhores
conexões são aquelas que resistem ao tempo.
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Roteiros que Aquecem – O Charme de Viajar em Julho
Mas se o convite de casa é forte, o chamado das estradas é irresistível para
quem busca o turismo de experiência. Julho transforma as paisagens ao nosso
redor. Os destinos de proximidade, as charmosas cidades serranas e os hotéis
de campo ganham contornos europeus com a neblina matinal e o crepúsculo
dourado. Viajar no inverno é buscar o calor das lareiras, a riqueza da
gastronomia sazonal, as rotas de vinhos e o prazer de caminhar por vilas
históricas onde o tempo parece passar mais devagar. É a fuga perfeita para
renovar as energias e colecionar novas histórias.
Nas páginas seguintes, prepare o seu café ou o seu chá favorito e acompanhe o
nosso mergulho detalhado em cada um desses atos. Descubra as tendências, os
roteiros e as memórias que vão transformar o seu inverno.
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A Orquestração dos Sentidos
Durante muito tempo, a palavra "tecnologia" evocou imagens de laboratórios
assépticos, telas frias e robôs impessoais. No entanto, o inverno de 2026
consolida uma tendência que vinha se desenhando nos últimos anos: a
tecnologia se humanizou. Ela deixou de ser apenas funcional para se tornar
sensorial. Quando as temperaturas caem e o vento gelado de julho dita o ritmo lá
fora, a casa inteligente (smart home) deixa de ser um símbolo de status e passa
a ser o ápice do acolhimento.
Hoje, a inovação não serve para nos afastar do mundo, mas para criar o cenário
perfeito onde podemos nos recolher com o máximo de conforto.
Imagine cruzar a porta de casa após um dia longo e frio. Você não precisa
procurar interruptores ou regular termostatos. Através da automação residencial
integrada a sistemas de inteligência artificial, a casa "sabe" que o inverno
chegou.
Iluminação Biodinâmica: As lâmpadas inteligentes abandonam
automaticamente o brilho branco e estimulante do dia para adotar tons de
âmbar, cobre e dourado, mimetizando o calor de uma lareira ou o pôr do sol.
Climatização Inteligente: O ambiente é aquecido de forma silenciosa e
inteligente, reconhecendo quais cômodos estão ocupados para otimizar a
energia e manter o piso e o ar na temperatura ideal.
Mais do que automação, trata-se de sensibilidade digital. A tecnologia aprende a
rotina dos moradores e cria transições suaves que acalmam o sistema nervoso,
preparando o corpo para o descanso.
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O Som e a Memória que Aquecem
A nostalgia funciona como um autêntico "cachecol para a alma".
Existe uma magia inegável em ouvir música no inverno. Mas por que, em pleno
ano de 2026, as canções que mais nos confortam continuam sendo os grandes
hits das décadas de 1970, 1980 e 1990?
A resposta está na textura emocional dessas melodias. Seja o pop sofisticado
de Elton John, o balanço irresistível do Earth, Wind & Fire, as linhas de baixo
marcantes do The Police ou a rebeldia genial da nossa eterna Rita Lee; essas
músicas carregam uma identidade que atravessa gerações. O interessante é
notar que esse movimento não é apenas dos saudosistas: o público jovem
também está adotando esses hinos, provando que a boa música não tem prazo
de validade. No inverno, essas canções criam uma atmosfera acolhedora
instantânea, transformando qualquer sala de estar em um refúgio de boas
energias.
Além da música, a nostalgia de inverno se materializa nos objetos e nos hábitos.
É o momento perfeito para desacelerar o relógio e valorizar o toque, o físico, o
palpável.
O Ritual do Vinil: O ato de escolher um LP, colocá-lo na vitrola e ouvir o leve
chiado da agulha antes de a música começar é uma experiência quase
sagrada para os dias frios. O vinil exige atenção plena — algo raro hoje em
dia.
A Literatura de Cabeceira: Trocar as telas iluminadas pelo cheiro do papel de
um bom livro físico, folheando as páginas sem pressa sob uma manta
quentinha.
Jogos de Tabuleiro e Memórias: O resgate das reuniões familiares ao redor
da mesa para jogos clássicos, revivendo histórias de infância e partilhando
risadas sinceras, longe das notificações dos celulares.
O calor da nostalgia não vive de melancolia pelo que passou, mas sim da
celebração de histórias que nos conectam com quem somos e com as pessoas
que amamos. Sentar-se para conversar sobre o passado, rever álbuns de
fotografias ou reapreciar uma antiga tradição familiar são as pontes que unem
pais, filhos e avós.
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O Charme de Viajar em Julho
Se o aconchego da casa inteligente nos acolhe e a nostalgia acalma nossa mente, o
inverno de 2026 também faz um convite irrecusável para colocar o pé na estrada.
Cruzar paisagens cobertas pela névoa da manhã, ver o sol se pôr em tons de
dourado e buscar o calor de uma lareira acolhedora são prazeres únicos que só julho
proporciona.
Viajar nesta temporada não é apenas mudar de coordenada geográfica; é vivenciar o
turismo de experiência. É desacelerar o ritmo para saborear a vida, valorizando o
charme dos destinos de proximidade e a riqueza da cultura local.
O Charme das Cidades Serranas e do Interior Paulista
Para quem busca uma escapada revigorante sem a necessidade de longos voos, as
montanhas e o interior guardam refúgios que parecem saídos de cartões-postais
europeus. Cidades que valorizam a tranquilidade e a boa mesa tornam-se os grandes
polos de atração em julho.
Pousadas de Charme & Lareiras: O grande destaque da temporada são os hotéis
boutique e as pousadas de campo que apostam nos detalhes: lençóis térmicos,
banheiras de imersão e, claro, a clássica lareira a lenha para embalar as
conversas ao cair da noite.
Natureza Contemplativa: O inverno oferece os dias mais límpidos do ano.
Caminhar por trilhas em meio à mata, respirar o ar puro da montanha ou
simplesmente contemplar o horizonte em um mirante com um bom agasalho são
atividades que renovam a alma.
MALA DE INVERNO: ESSENCIAIS
O que não pode faltar no seu roteiro de charme neste mês:
Um bom casaco corta-vento ou sobretudo elegante.
Cachecol e luvas de lã fina para as caminhadas noturnas.
Um livro físico para os momentos de leitura à beira da lareira.
Uma câmera (ou smartphone) pronta para registrar o pôr do sol.
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QUANDO FOI A ÚLTIMA VEZ QUE VOCÊ TEVE
MEDO?
Por Maristela Pozitano
Ou melhor: quando foi a última vez que o medo o impediu?
Nós somos os únicos no planeta que sabem que vão morrer. E talvez também os únicos
que morrem um pouco todos os dias, sem perceber. Não de doença. De acomodação.
O medo do novo, do desconhecido, tem nome antigo: sobrevivência. Nosso cérebro foi
programado para amar o que é previsível. Há milhares de anos, um barulho diferente
no mato podia ser um predador. Hoje, o barulho diferente é uma proposta de
emprego, um convite para mudar de cidade, um "eu te amo" que você não esperava. O
corpo reage da mesma forma: trava, sua, foge. Repetir o caminho de ontem garante
que você chegue vivo hoje. Só que a conta não fecha mais. Porque repetir o que dói, só
porque é conhecido, virou a nova forma de morrer em vida.
O sofá velho que lhe dá dor nas costas ainda parece mais seguro do que a loja de
móveis. O emprego que o adoece, todo domingo à noite ainda parece mais seguro do
que um currículo atualizado. Um grande número de pessoas desenvolveu uma espécie
de síndrome de Estocolmo com a própria rotina. Sequestra a própria vida e ainda
agradece ao sequestrador por ter horário certo para comer.
É aí que entra a armadilha da comparação.
A gente olha para o lado não para se inspirar, mas para se justificar. "Fulano também
não arriscou." "Está todo mundo no mesmo barco furado." A comparação virou
muleta, analgésico moral. Inspiração é quando você olha e pensa: "Se ele foi, eu
também posso." Comparação é quando você olha e pensa: "Se ele não foi, eu estou
certo em ficar." A gente usa a estagnação do outro como alvará para a nossa própria. E
chama isso de "sensatez".
Somos racionais demais para o nosso próprio bem. Sabemos da finitude. Carregamos
um relógio invisível no pulso desde que entendemos o que é um caixão. E essa
consciência deveria ser combustível para viver, mas virou freio de mão puxado. A gente
tem mais medo da morte do que amor à vida. Por isso, aceita o relacionamento que
definha, a cidade que sufoca, o corpo que pede socorro. Porque o terror do abismo
desconhecido parece maior do que a dor do chão que já conhecemos. Algumas pessoas
preferem uma prisão com endereço certo, CEP e conta de luz no nome a uma liberdade
sem placa na porta. 28
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Pense comigo: o quanto temos facilidade de nos acomodar até no sofrimento. A
neurociência explica: o cérebro gasta menos energia com aquilo que lhe é
familiar, mesmo que seja infernal. A dor conhecida vira zona de conforto. O "está
ruim, mas está bom" é o mantra de quem trocou a vida por uma sobrevida
administrativa. Você administra os seus dias. Não os vive. O conhecido machuca,
mas não surpreende. E o ser humano odeia mais a surpresa da mudança do que
a dor. Porque a surpresa exige presença e esforço. E a presença e o esforço doem
em quem desaprendeu a sentir e se contenta em apenas sobreviver.
Nietzsche já dizia que "aquele que tem um porquê para viver pode suportar
quase qualquer como". A gente inverteu a lógica: suporta qualquer "como",
qualquer chefe tóxico, qualquer boleto da angústia, qualquer segunda-feira, para
não ter que encarar um novo "porquê". Porque um novo porquê exige que você
admita que o antigo morreu. E admitir a morte, mesmo que seja a de uma versão
sua, dá trabalho. Dá medo.
O ser humano cria teologias inteiras para justificar a paralisia. "Não é o
momento." "Ano que vem eu começo." "Quando meus filhos crescerem."
"Quando a economia melhorar." A gente terceiriza a coragem para o calendário. E
o calendário não perdoa. Ele apenas passa.
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Então, a pergunta que fica, e que eu queria lhe deixar mastigando até o café
esfriar na xícara, é: quando foi a última vez que você teve a coragem de fazer algo
pela primeira vez?
Não vale dizer: "Comi um sabor novo de pizza" ou "Mudei o caminho para o
trabalho". Vale o frio na barriga real. Aquela sensação boa de quem está vivo e
toma a própria vida nas mãos. Pedir demissão sem ter outro emprego. Terminar o
que já acabou há três anos, mas você mantém por costume. Começar o projeto
que não tem garantia de dar certo, mas tem potencial. Dizer "eu te amo" sem
calcular a resposta. Dizer "não te amo mais" com a mesma coragem. Mudar de
cidade com duas malas e um diploma de incerteza. Trocar a certeza medíocre,
essa que lhe paga em dia, mas lhe cobra a alma em juros, pela dúvida que faz o
sangue circular. Permitir-se ser vulnerável, com coragem para viver novas
possibilidades e realizar sonhos.
Porque, no fim, a gente não tem medo da morte. A gente tem pavor de chegar ao
último quarto da vida, olhar para trás e descobrir que apenas ensaiou. Que foi
figurante da própria biografia. Que confundiu existência com resistência. O novo
assusta. Mas o velho, que o mata aos poucos, em prestações de anos a fio,
deveria assustar mais. Muito mais.
O desconhecido é o único lugar onde a vida ainda acontece. Tudo o que você ama
hoje um dia foi um desconhecido que lhe deu medo. Sua música preferida. Sua
pessoa preferida. Sua versão preferida de si mesmo.
E aí, vai continuar no que já conhece ou vai ter coragem de se apresentar a si
mesmo pela primeira vez?
Porque, no fundo, no silêncio entre um gole e outro de café, você sabe. Você
sempre soube. A mentira que você conta para si mesmo pode assumir várias
versões; porém, por mais que as invente, a verdade será sempre uma só:
Só vivemos esta vida uma vez. Faça valer a pena. Aproveite a jornada, permitindo-
se ir ao novo e ao desconhecido todos os dias.
Porque a felicidade que você deseja reside no momento presente, bem vivido.
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Mini Bio
Comendadora da Paz Madre Tereza de
Cálcutá,
Embaixadora Literária pelo Institut Cultive
Suisse BrésiL/Genebra;
Notório Saber em Cultura de Paz
Comunicação Não Violenta.
Mediadora de Conflitos e Educadora Social
Membro da Academia de Letras do Brasil – “Idealizadora e apresentadora do “Programa
Pernambuco Trilha Social” exibido na TV
Formação em radialismo e comunicação, Assembleia de Alagoas, há 16 anos.
Escritora infanto juvenil desde 1999, Título de Mulher Evidência – Pernambuco
livros trabalhados pelas redes públicas de Título de Cidadã Maceioense
educação de Maceió, ESMAL - Escola Superior Compositora com músicas gravadas por
de Santana “o cantador”, Altemar Dutra Junior,
Magistratura de Alagoas através do “programa Márcia Porto, saudoso Zé Mocó, chameguinho,
cidadania e justiça nas escolas”, Ong’s e Marlon Rossi.
escolas Idealizadora e compositora das músicas
particulares em outras cidades. dos vídeos clipes “Desarme-se em busca de
Livros lançados nas últimas 07 (sete) paz”
edições da “Bienal Internacional do Livro em e “Esquecidos”
Alagoas” (desde 2009); Formação em constelação familiar,
Livros lançados na Feira do Livro de Genebra pensamento sistêmico complexo, constela-
(2024) ção estrutural e coaching sistémico, terapeuta
Artigos publicados mensalmente na revista integrativa, tanatóloga, mestra em Reiki, cro-
virtual HR Magazine que corre o mundo. moterapêuta, reflexologista e coach em bem
estar nos últimos 30 anos.
Fundadora e atual Diretora Executiva
da ONG Maceió Voluntário, que desenvolve
trabalhos voltados ao fortalecimento e in-
trodução do voluntariado, através de uma
cultura pela paz e valores humanos há mais
de 22 anos.
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seção AMIGO PET
W W W. EDI TOR A HR .COM 32
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Dia Mundial das Zoonoses - 6 de julho
Por Dra. Cláudia Araújo
Este dia busca promover o
conhecimento sobre doenças que
têm origem em animais e podem
ser transmitidas para humanos e
incentivar medidas preventivas.
Medidas preventivas
Higiene adequada das mãos após o contato com animais de estimação ou gado;
preparo seguro de alimentos; acesso à água potável e à coleta adequada de
dejetos; vacinar animais de estimação.
Segundo o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças, USA),
aproximadamente 60% de todas as doenças infecciosas existentes podem ser
transmitidas entre animais e humanos. Isso evidencia a importância dessas
doenças na saúde global.
A saúde das pessoas está intimamente ligada à saúde dos animais e ao nosso
ambiente compartilhado, envolvendo a colaboração entre os setores de saúde
humana, animal e ambiental. Quando prevenimos doenças em animais,
protegemos a saúde das pessoas.
3 coisas que você precisa saber sobre a raiva (hidrofobia) um exemplo de
doenças zoonóticas.
1. É uma doença 100% evitável - A vacinação dos animais protege os animais e as
pessoas que convivem com eles.
2. Em caso de mordedura de animal a primeira medida é lavar bem a ferida, com
água e sabão.
3. Quase metade das vítimas são crianças.
Vacine seu animal de estimação - É um equívoco pensar que animais que
vivem dentro de casa não precisam de vacinação antirrábica.
Apoie um abrigo para animais - Trabalhar em abrigos de animais pode ser
desafiador, mas é gratificante.
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Mini Bio
Mãe, avó, médica, homeopata, 35 anos de emergência em pediatria, mais de 500 mil
pessoas atendidas, docente de cursos de pós-graduação, terapeuta holística, palestrante,
escritora.
Membro do IHMdoBrasil- Instituto de Homeopatia e Mesmerismo do Brasil, Acadêmica da
ABRAMES- Academia Brasileira de Médicos Escritores, Acadêmica da AILA- Academia
Irajaense de Letras e Artes, Associada da AJEB/RJ- Associação de Jornalista e Escritoras do
Brasil, Título de Comendador pela Confederação do Elo Social Brasil, Diretora de Inclusão do
Portal Confraria Brasil.
Autora do livro “Crie Saúde & Sabedoria”. Coautora da Coletânea PES- Poesia, Educação &
Saúde, com 11 livros paradidáticos para todo o ensino básico e em diversos outros livros.
Colunista de jornais e revistas. Apresentadora do Programa– “Manual Infantil” pela
TVBahia3 e YouTube Papo de Artista.
CEO da CRESCER SAÚDE, empresa dedicada a ajudar escolas através de tele assistência
médica e educação continuada em saúde.
Contatos:
www.crescersaude.com
Instagram claudiaaraujocrescersaude.com
claudiaaraujo@gmail.com
loja.grupocrescersaude.com
21 985301587
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Filhotes de Pastor
Alemão
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Golden Retriever Golden Retriever
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Meus nudes
Por Mauro A Evaristo
Ela gosta dos meus nudes mentais
Que posto nas redes sociais,
Faz carinho no meu cabelo pixaim,
Tudo indica que gosta de mim.
Ela apoia meus nudes emocionais
Que posto nas redes sociais,
Faz afagos no meu cabelo pixaim,
Indica que gosta mesmo de mim.
Ela fala coisas que preciso ouvir,
Fala verdades sem ferir
E consegue meu jeito entender,
Na tristeza me busca para sorrir
Encherga o bem que não posso ver,
Desperta o poder infinito em meu Ser.
feradapoesia.blogspot.com
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MINI BIOGRAFIA
Mauro Antônio, um autor em Betim, Minas
Gerais, Brasil, de 60 anos de idade.
Livros Publicados:
"Banco" (2019) - Ed. Koinonia - MG - Clube do
Livro Frutificando - RJ.
"Namastê" (2013) - Editora Protexto - PR.
"Cisne negro" (1992) - Grupo Scortecci - SP.
"Simples poesia" (1990) - Grupo Scortecci - SP.
Participações: Desde 1989, Mauro Antônio
participa de Antologias.
Autor do blog:
feradapoesia.blogspot.com.
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A Revolução Silenciosa do "Feito à Mão": Arte,
Afeto e Respiro na Era Digital
Em um mundo governado por algoritmos, telas brilhantes e respostas
instantâneas, um movimento silencioso e profundamente tátil vem ganhando
força nos lares e ateliês contemporâneos. Longe de ser apenas um passatempo
do passado, o artesanato fino — com destaque para o bordado, a costura e o
manuseio de texturas — vive um resgate histórico, consolidando-se como uma
das maiores expressões de luxo, exclusividade e bem-estar da atualidade.
Mais que um Hobby, uma Filosofia de Vida
O termo mindfulness (atenção plena) encontrou na ponta das agulhas e nos
novelos o seu porto seguro. Especialistas apontam que o ato de criar algo com as
próprias mãos funciona como uma verdadeira "fuga terapêutica". Ao desacelerar
o ritmo para acompanhar o compasso de um ponto, o cérebro entra em um
estado de fluxo que reduz a ansiedade e estimula a concentração — um
contraponto perfeito à estafa mental causada pelo excesso de conexões virtuais.
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O perfil de quem pratica também mudou. Hoje, jovens profissionais, intelectuais e
entusiastas da arte se reúnem em clubes de bordado e workshops especializados.
Há uma busca latente pela transição entre o rústico e o erudito: técnicas
tradicionais agora se fundem com o design moderno, transformando peças
utilitárias, como toalhas de lavabo, enxovais e telas decorativas, em verdadeiras
obras de arte personalizadas.
"O feito à mão carrega o ativo mais escasso do século XXI: o tempo. Quando alguém
borda uma peça, deposita ali horas de dedicação, técnica e identidade. É o oposto da
produção em massa."
@pontocruzonline
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Envio para todo Brasil
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O Encontro das Técnicas: Da Tradição à Pintura com Agulha
O grande diferencial deste novo momento do "feito à mão" é a sofisticação
técnica. Não se trata apenas de repetir padrões, mas de dominar a matéria-
prima.
Entre as tendências que mais crescem nos espaços criativos, destacam-se:
Ponto Russo (Punch Needle): Uma técnica que utiliza uma agulha oca para
criar relevos e texturas aveludadas incríveis, trazendo tridimensionalidade e
modernidade aos tecidos.
Pintura com Agulha: Onde os fios de meada são tratados como pinceladas de
tinta. A transição sutil de cores e o sombreado criam efeitos realistas
impressionantes em flores, retratos e paisagens.
Valorização de Tecidos Nobres: O uso de bases como o linho puro, o algodão
egípcio e o veludo eleva o artesanato ao status de alta decoração e alfaiataria.
O Novo Luxo é Afetivo
Investir no feito à mão — seja produzindo ou adquirindo de artesãos
independentes — virou sinônimo de sofisticação. Em uma época onde tudo é
replicável e descartável, possuir uma peça que carrega a digital, o tempo e o afeto
de quem a fez é o ápice da exclusividade.
O resgate dessas tradições não é um retrocesso; é um manifesto de que, por mais
tecnológica que a nossa rotina se torne, a nossa necessidade de tocar, criar e
sentir o mundo com as próprias mãos permanece essencialmente humana.
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O Pilar Invisível: Por Que a Educação é a Base
de uma Sociedade Harmônica e em Progresso
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Quando pensamos nos alicerces de uma grande civilização, é comum
lembrarmos instantaneamente de infraestrutura, de uma economia forte ou de
leis rigorosas. No entanto, há uma força mais silenciosa e profunda que sustenta
tudo isso. Sem ela, os prédios são apenas concreto e as leis, apenas papel.
Estamos falando da educação — o verdadeiro código de programação que
permite a uma sociedade fluir de forma harmônica, justa e em constante
evolução.
Educar vai muito além do ato de memorizar fórmulas ou datas históricas; trata-se
de pavimentar o caminho para a convivência e para o desenvolvimento humano.
O Alicerce da Harmonia: Empatia e Cidadania
Uma sociedade harmônica não é aquela onde todos pensam igual, mas aquela
onde as diferenças coexistem com respeito mútuto. É justamente aí que a
educação atua como o primeiro grande equalizador social.
Desenvolvimento da Empatia: Através do conhecimento, aprendemos a
enxergar o mundo sob a perspectiva do outro. Isso reduz distâncias, abranda
preconceitos e substitui o confronto pelo diálogo.
Consciência de Direitos e Deveres: O cidadão educado compreende o seu
papel na engrenagem coletiva. Ele entende que a sua liberdade termina onde
começa a do próximo e que o espaço público é um patrimônio de todos.
Fortalecimento dos Laços Sociais: Escolas, universidades e centros de
formação são os primeiros ambientes onde exercitamos a alteridade — a
capacidade de se colocar no lugar do outro e construir soluções coletivas.
"A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas. As pessoas
transformam o mundo."
— Paulo Freire
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O Motor do Progresso: Inovação e Espírito Crítico
Se a harmonia garante a paz social no presente, é a educação que financia o
progresso do futuro. Não existe crescimento econômico sustentável ou avanço
tecnológico que prescinda de mentes bem preparadas.
Uma sociedade que prioriza o saber desenvolve três competências essenciais
para o amanhã:
1.Pensamento Crítico: Indivíduos instruídos não aceitam respostas prontas. Eles
questionam, analisam dados, identificam falácias e tomam decisões baseadas
na racionalidade, blindando a sociedade contra o retrocesso e a
desinformação.
2.Capacidade de Inovação: Os grandes gargalos da humanidade — na saúde, no
meio ambiente ou na segurança — só encontram respostas através da
pesquisa científica e do intelectovo lapidado.
3.Produtividade e Autonomia: A qualificação técnica e intelectual gera empregos
de maior valor agregado, tira famílias da vulnerabilidade e transforma o
potencial de um país em riqueza real e distribuída.
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Um Compromisso Coletivo
O fluxo perfeito de uma comunidade depende do entendimento de que a
educação não é obrigação exclusiva dos professores ou do Estado. Ela começa no
exemplo de civilidade dentro de casa, estende-se pelas empresas que incentivam
o aprendizado contínuo e consolida-se nos meios de comunicação que espalham
o conhecimento de qualidade.
Apostar na educação é o investimento de maior retorno que uma nação pode
fazer. É o único caminho seguro para garantir que as próximas gerações herdem
não apenas um mundo mais tecnológico, mas um mundo genuinamente mais
humano, próspero e pacífico.
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AAA MetamorfoseMetamorfoseMetamorfose dododo FutebolFutebolFutebol nanana CopaCopaCopa dododo MundoMundoMundo
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Dos gramados históricos da Cidade do México às arenas futuristas dos
Estados Unidos e Canadá, a Copa do Mundo de 2026 redefine o
espetáculo global — e prova que a nova arquitetura do futebol não
perdoa favoritismos.
O ano de 2026 já está gravado na antologia do esporte como o momento
em que o futebol decidiu abraçar a sua própria imensidão. Longe de ser
apenas mais um capítulo na história dos mundiais, a edição que se
estende de 11 de junho a 19 de julho representa uma metamorfose
estrutural, cultural e geográfica. Sob o teto compartilhado de três nações
— Estados Unidos, México e Canadá —, o torneio celebra a diversidade
em uma escala jamais testemunhada.
A monumentalidade desta Copa se traduz nos números, mas se consolida na
experiência. Pela primeira vez, o tradicional ecossistema de 32 seleções deu
lugar a um formato expandido de 48 equipes, culminando em uma maratona
de 104 partidas distribuídas por 16 cidades-sedes. Se outrora temia-se que a
diluição do número de participantes pudesse mitigar o elitismo técnico do
torneio, o que se observa em campo é o oposto: uma oxigenação do futebol,
onde novas forças herdam o direito de desafiar a aristocracia da bola.
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A Nova Arquitetura do Tabuleiro: O Drama dos 32 Avos
A expansão exigiu uma nova engenharia de disputa. Divididas em 12
grupos de quatro integrantes, as seleções enfrentaram uma primeira fase
de margens estreitas. A grande inovação estrutural desta edição, contudo,
reside no surgimento de uma nova fronteira eliminatória: a inédita fase de
32 avos de final. Ao conceder passagem aos dois melhores de cada grupo e
aos oito melhores terceiros colocados, a FIFA adicionou uma camada extra
de drama, desgaste físico e urgência ao mata-mata.
Nesta nova ordem, o caminho até a glória exige resiliência absoluta e
uma profundidade de elenco que testa os limites da preparação
contemporânea. É um tabuleiro onde o erro estratégico cobra um
preço imediato e implacável.
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O Choque Escandinavo: O Fim do Sonho do Hexa
À medida que o funil da competição se estreita com contornos
dramáticos, a nova arquitetura do torneio provou que camisas históricas já
não garantem passagem. O Brasil, após liderar seu grupo com solidez e
superar os primeiros testes dessa maratona ao vencer o Japão, colidiu de
frente com a nova realidade do futebol global.
Nas oitavas de final, a Seleção Brasileira viu o sonho do hexacampeonato
desmoronar diante de uma disciplinada e surpreendente Noruega. O revés
por 2 a 1 em solo norte-americano interrompeu abruptamente a jornada
verde-amarela, transformando o otimismo inicial em uma dolorosa sessão
de autocrítica. O tropeço brasileiro é o reflexo perfeito deste novo
ecossistema: um futebol mais físico, taticamente impiedoso e globalizado,
onde a distância entre o topo e os novos desafiantes encolheu
drasticamente.
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A Coroa da Consistência: A Fúria Domina o Novo Mundo
Se a queda precoce de gigantes como o Brasil provou que o peso da
camisa já não bastava, o desfecho da competição tratou de coroar a equipe
que melhor decodificou os enigmas desta maratona de 104 jogos. Em uma
final eletrizante que paralisou o planeta neste 19 de julho, a Espanha
sagrou-se bicampeã mundial, consolidando sua hegemonia e provando
que, na nova arquitetura do futebol, a inteligência coletiva e a
profundidade de elenco são as armas mais letais.
A campanha vitoriosa da Fúria foi uma ode à resiliência. Enquanto o
torneio moía fisicamente as seleções que dependiam excessivamente de
lampejos individuais, os espanhóis ditaram o ritmo do mundial através de
uma rotatividade cirúrgica e de um controle de jogo sufocante. Passando
pelo calvário inédito do mata-mata expandido, a Espanha não apenas
sobreviveu ao desgaste, mas cresceu nos momentos de maior pressão,
transformando o gramado norte-americano em um tabuleiro de xadrez
perfeitamente dominado.
Ao erguer a Taça FIFA sob os refletores da grande final, a seleção
espanhola não apenas carimbou mais uma estrela em seu peito, mas
também validou o novo formato do espetáculo. A Copa de 2026 começou
cercada de ceticismo quanto ao seu gigantismo, mas termina com uma
certeza incontestável: o futebol mudou.
Entre o choque escandinavo que eliminou o Brasil e a consagração técnica
da Espanha, a América do Norte testemunhou o nascimento de uma nova
era. O mapa da bola foi definitivamente redesenhado e, a partir de agora,
o topo do mundo pertence àqueles que entendem que a genialidade sem
estrutura é apenas uma vulnerabilidade à espera de ser explorada. A
metamorfose está completa.
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Excelência e Mérito: Professor Luiz Roberto Nascimento
é Condecorado como Comendador do Elo Social
É com imenso orgulho e senso de dever cumprido que a nossa
publicação destaca um momento de singular relevância para a educação
e a gestão do nosso país. O renomado Professor Luiz Roberto
Nascimento foi oficialmente indicado, aprovado e foi laureado, aclamado
e diplomado com o prestigioso título de Comendador da Ordem do
Mérito do Elo Social, no grau de Comendum/Adeptus, concedido pela
Confederação do Elo Social Brasil.
Essa honraria é o reflexo de uma trajetória de vida e carreira marcadas
pela dedicação incansável ao conhecimento, à ética profissional e à
transformação social por meio do magistério e da administração.
Uma Trajetória Acadêmica e Profissional Exemplar
O novo Comendador possui uma bagagem intelectual sólida e
multifacetada, construída ao longo de décadas de dedicação:
Mestrado em Administração pela AD HOMINES / Radial (2002–2003);
Habilitação ao Magistério Superior em Administração Financeira pelo
CPGA/UFMG (1982/1993), consolidando sua vocação acadêmica;
Pós-graduação em Administração Financeira pela tradicional FECAP
(1978);
Graduação em Administração de Empresas pela UniCapital (1976);
Formação Técnica em Contabilidade pelo Colégio Vitor Viana (1972),
a base de sua brilhante visão financeira.
Além de sua forte atuação em solo nacional, o Professor Luiz Roberto
Nascimento elevou o padrão da profissão ao conquistar certificações
internacionais de altíssimo nível em 2008, tornando-se:
Master Financial Professional (MFP)
Registered Financial Specialist (RFS)
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O Significado do Título
A outorga do grau Comendum/Adeptus pela Confederação do Elo Social Brasil
não é apenas um prêmio, mas o reconhecimento público a um cidadão que
escolheu a excelência como norte. Ao diplomar o Professor Luiz Roberto como
Comendador, a instituição chancela sua contribuição indelével para o
desenvolvimento social e educacional do Brasil.
Nós, da Redação, expressamos nossas mais sinceras felicitações ao
Comendador Professor Luiz Roberto Nascimento por esta merecidíssima
honraria. Que seu exemplo continue a inspirar futuras gerações de
administradores e educadores.
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O Protetor de Quem Protege:
Cremildo Vigilante se Consolida
como a Voz da Segurança Privada
Com uma trajetória marcada pelo chão de fábrica e pelo conhecimento real das
ruas, liderança surge como o principal elo entre a categoria e a busca por
direitos concretos.
Quem passa pelos postos de serviço, portarias e guaritas das grandes cidades
muitas vezes não enxerga os rostos por trás dos uniformes. São homens e
mulheres que abrem mão do convívio familiar, enfrentam madrugadas frias e
colocam a própria vida em risco para garantir a tranquilidade do patrimônio
alheio e das pessoas. É justamente para dar visibilidade a esse exército invisível
que surge a figura de Cremildo Vigilante.
Com uma missão clara e bem definida, Cremildo assumiu a responsabilidade de
ser o porta-voz de uma das categorias mais essenciais e, paradoxalmente, mais
desvalorizadas do mercado de trabalho atual: a segurança privada.
A Realidade de Quem Sabe o que Passa na Pele
Diferente de lideranças que constroem discursos baseados em teorias,
Cremildo estruturou sua caminhada no conhecimento prático. Ao longo de anos
de dedicação, ele acompanhou de perto a rotina exaustiva de vigilantes,
porteiros, controladores de acesso e fiscais de piso.
Essa proximidade permitiu que ele enxergasse as principais dores do setor.
Segundo Cremildo, a dedicação extrema de quem protege a sociedade precisa
ser via de mão dupla.
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A Realidade de Quem Sabe o que Passa na Pele
Diferente de lideranças que constroem discursos baseados em teorias, Cremildo
estruturou sua caminhada no conhecimento prático. Ao longo de anos de
dedicação, ele acompanhou de perto a rotina exaustiva de vigilantes, porteiros,
controladores de acesso e fiscais de piso.
Essa proximidade permitiu que ele enxergasse as principais dores do setor.
Segundo Cremildo, a dedicação extrema de quem protege a sociedade precisa
ser via de mão dupla.
"Acredito piamente que quem dedica sua vida a proteger pessoas e patrimônios
merece respeito, valorização e, acima de tudo, melhores condições de trabalho",
afirma o líder.
Essa percepção da realidade foi o combustível necessário para transformá-lo em
um defensor incansável de pautas que tocam o coração do trabalhador, como:
Abertura de novas frentes de emprego para o setor;
Luta por salários dignos e compatíveis com o risco da profissão;
Investimento em qualificação profissional e reciclagem técnica;
Fiscalização rigorosa do cumprimento dos direitos trabalhistas pelas
empresas contratantes.
Uma Visão Ampla: Da Segurança ao Bem-Estar Social
Embora sua base e seu coração estejam na segurança privada, Cremildo entende
que o bem-estar do trabalhador não se limita ao ambiente de trabalho. Uma
sociedade segura é fruto de um ecossistema saudável. Por isso, suas bandeiras
se estendem para além das guaritas.
Ele defende ativamente políticas públicas integradas que abranjam a saúde,
educação, segurança pública e a geração de empregos de forma geral. Para ele, o
papel de um verdadeiro representante é manter os ouvidos atentos à população
para propor soluções reais, desatando os nós da burocracia que travam o
desenvolvimento social.
Em tempos de polarização e discursos vazios, a postura de Cremildo se destaca
pela sobriedade. Sua atuação é pautada em três pilares inegociáveis:
responsabilidade, transparência e diálogo.
Cremildo Vigilante não se posiciona apenas como um crítico do sistema, mas
como uma ponte viva entre a categoria e as soluções. Onde houver um
profissional de segurança privada precisando de amparo, ou um cidadão em
busca de uma sociedade mais justa, ali estará uma voz firme e corajosa pronta
para ecoar.
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Minibiografia
Cremildo vigilante é profissional da segurança privada e defensor da
valorização dos trabalhadores do setor. Com experiência na área,
dedica sua atuação à defesa dos direitos dos vigilantes e à busca por
melhores condições de trabalho, qualificação profissional e
geração de empregos.
Também atua na construção de propostas para fortalecer a
segurança pública, a saúde, a educação e o desenvolvimento social,
acreditando que o diálogo e o compromisso com a população são
fundamentais para transformar a realidade das pessoas.
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