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Edição 046 — Karen Jordão — Diversidades e acessibilidade

Revista HR Magazine. Identidade documental: pdf-046. Data editorial: julho de 2026.

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HR MAGAZINE ISSN 2965-7105 DISTRIBUIÇÃO ON LINE E GRATUITA JULHO 2026 DIVERSIDADES EDIÇÃO 46 ANO 3 AGORA COM MAIS ACESSIBILIDADE LINGUAGEM BRASILEIRA DE LIBRAS E ÁUDIOS INTERAÇÃO COM IA ACESSO EM QUALQUER IDIOMA CONFORME SEU PAÍS DE LOCALIZAÇÃO Capa Karen Jordão WWW.EDITORAHR.COM

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www.editorahr.com | HR Magazine HR Magazine, sempre ao seu lado! Essa Revista Digital; é um portal de inspiração, conhecimento e cultura que desperta emoções e convida à reflexão a cada edição. Em nossas páginas, você encontrará um mosaico de conteúdos exclusivos que vão da literatura ao ar- tesanato, da tecnologia à saúde, tudo cuidadosamente criado para enriquecer sua mente e tocar seu coração. Cada matéria é uma oportunidade de mergulhar em novas ideias e redescobrir a beleza e complexidade da vida e da humanidade. Convidamos você a embarcar nessa jornada conosco, onde cada página não é apenas uma leitura, mas uma experiência, uma porta para novas descobertas e emoções profundas. Explore o universo da HR Magazine e deixe-se surpreender pelo poder transformador da criatividade e da informação. Site Oficial www.editorahr.com Nos Siga no Facebook e Instagram @editora.hr Whatsapp (19) 9 9822-4249 E-Mail admin.editorahr@gmail.com. APOIADORES DA REVISTA HR MAGAZINE 2 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Pensando em tornar sua experiência de leitura ainda mais interativa, a HR Magazine agora conta com o suporte da Inteligência Artificial. Ao navegar pelas nossas páginas, você notará botões especiais que surgem dinamicamente ao longo dos textos. Ao clicar neles, você poderá ativar nossa IA para aprofundar conteúdos, esclarecer dúvidas e interagir com matérias de forma totalmente nova e personalizada. Explore esses pontos de inovação e descubra o futuro da informação na ponta dos seus dedos! 3 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Índice 7 Editorial 9 Apresentação 11 Expediente 12 A Encantadora de Cães - Karen Jordão 16 O Futuro da Leitura na HR Magazine - a Inclusão Digital A Última Fronteira Humana 18 22 Conexões de Inverno Quando foi a última vez que você teve 28 Medo? - Por Maristela Pozitano Seção AMIGO PET 32 4 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Dia Mundial das Zoonoses -34 Por Dra. Cláudia Araújo Filhotes de Pastor Alemão36 Golden Retriever38 Meus Nudes - Poesia Por Mauro A.Evaristo40 42 A Revolução do Feito à Mão 46 O Pilar Invisível - A Educação 50 A Metamorfose do Futebol na Copa do Mundo Professor Luis Roberto Nascimento é54 Condecorado como Comendador 58 Cremildo Vigilante - O Protetor de quem Protege 5 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Editorial O inverno já bate à nossa porta com toda a sua intensidade. Desde o dia 21 de junho de 2026, quando cruzamos oficialmente o solstício, o hemisfério sul respira a atmosfera da estação mais charmosa e elegante do ano. Se maio e junho funcionaram como um prelúdio, julho chega como o coração do inverno, convidando-nos a desfrutar plenamente de tudo o que esta temporada tem de melhor. Longe de ser apenas uma queda nos termômetros, o inverno é um estado de espírito. É o momento em que a rotina ganha um ritmo mais calmo e introspectivo, as paisagens urbanas e serranas se revestem de uma luz única e o cotidiano se volta para o aconchego. A busca pelo bem-viver se manifesta nos pequenos rituais: no prazer de um bom vinho compartilhado à beira da lareira, no resgate de uma gastronomia rica em texturas e sabores calóricos, e em um guarda-roupa que exala sofisticação através de sobreposições, lãs e tons profundos. Nesta edição de julho, nossa proposta é celebrar o inverno em sua plenitude. Preparamos uma curadoria exclusiva com os destinos mais fascinantes para escapar no fim de semana, além de crônicas, análises e reportagens especiais para acompanhar os seus momentos de pausa. O frio lá fora é o pretexto perfeito para aquecer o corpo e a mente com boas leituras e ótimas experiências. Convidamos você a vestir o seu casaco favorito, preparar uma bebida quente e se deixar envolver por cada página que planejamos detalhadamente para esta edição. Aproveite o inverno de 2026 e tenha uma leitura inspiradora! Joyce Reis Editora Chefe 7 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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Apresentação www.editorahr.com | HR Magazine É com grande entusiasmo que entregamos a você a mais nova edição da HR Magazine, um espaço onde o jornalismo de profundidade, a sensibilidade humana e a inovação caminham lado a lado neste inverno de 2026. Noutra vertente de destaque, nossa matéria de capa traz a inspiradora trajetória de Karen Jordão: A Encantadora de Cães. Ainda no universo dos nossos grandes companheiros, a seção Amigo Pet conta com a preciosa contribuição da Dra. Cláudia Araújo, que traz um texto fundamental de conscientização sobre as Zoonoses, acompanhado de vídeos apaixonantes de nossos amigos peludos que vão derreter seu coração através da nossa plataforma digital. Esta edição também nos convida à reflexão e ao resgate da nossa própria história. Dedicamos uma reportagem especial à Geração de 1952 a 1979, a última fronteira humana a crescer no asfalto e a primeira a desbravar o mundo digital, celebrando a resiliência única daqueles que moldaram a vida moderna. No campo das emoções, a escritora Maristela Pozitano nos provoca com uma pergunta visceral e necessária: "Quando foi a última vez que você teve medo?", um texto poderoso sobre vulnerabilidade e coragem. A sensibilidade artística ganha vida com a belíssima e tocante poesia de Mauro A. Evaristo, oferecendo o aconchego ideal para os dias frios. E, falando em baixas temperaturas, nossa seção Conexões de Inverno traz um roteiro fascinante com os destinos mais acolhedores para desfrutar o ápice da estação, além de análises profundas sobre os principais assuntos da atualidade que estão moldando o nosso panorama social e econômico. Por fim, abrimos as portas para o amanhã. Apresentamos nesta edição o novo ecossistema digital da HR Magazine. Acreditamos que a cultura e o conhecimento não devem conhecer fronteiras. Por isso, implementamos tecnologias assistivas de última geração: a partir de agora, nossa revista rompe barreiras geográficas e linguísticas. Ao ser acessada em qualquer país do globo, nossa plataforma detecta a localização e ativa automaticamente a audioleitura adaptada e humanizada no idioma correspondente. É a engenharia da inclusão a serviço do pensamento crítico. Aconchegue-se, vista seu casaco favorito e permita-se viajar por estas páginas e telas que foram preparadas com o mais alto rigor editorial. Uma excelente leitura! 9 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Expediente Jornalista (DRT: 96124/SJ - SP) DIRETOR DE JORNALISMO E DIRETOR RESPONSÁVEL COMENDADOR DOM HELIO REIS Editora chefe, redatora e Jornalista (DRT 97508/SJ - SP) JOYCE REIS Matriz Campinas - SP CNPJ 51.712.559/0001-85 Distribuição Gratuita Mês e Ano da Publicação Julho de 2026 Ano e Número da Publicação Ano 3 e Número 46 Tipo Digital ISSN 2968-7105 ISBN Nº 978-65-981435-6-5 Publicação Por Editora HR Instagram e Facebook @editora.hr Whatsapp (19) 9 9822-4249 E-mail contato.hreditora@gmail.com site Oficial www.editorahr.com APOIADORES DA REVISTA HR MAGAZINE 11 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine A Encantadora de Cães: Como Karen Transforma a Convivência e Devolve a Harmonia aos Lares Aos 29 anos, Karen carrega consigo não apenas o título de especialista em comportamento canino, mas uma vida inteira dedicada à proteção e à compreensão do ecossistema animal. O que para muitos é uma profissão, para ela sempre foi uma vocação inata. Muito antes de se consolidar no universo do adestramento de alto nível, sua jornada foi moldada pelo olhar atento, pela sensibilidade e pelo compromisso inegociável com o bem-estar dos seres mais vulneráveis. Seu histórico revela uma profissional forjada na prática e na entrega: Karen atuou bravamente no resgate e reabilitação de cães em situação de extremo abandono, além de ter estendido seus braços à fauna silvestre, devolvendo a animais nativos a chance de retornar ao seu habitat natural. Essas vivências profundas foram o catalisador que despertou o seu desejo de ir além — era preciso entender a mente animal para, de fato, transformar realidades. 12 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O divisor de águas veio após consolidar sua experiência atuando como adestradora em uma empresa do setor. Movida pelo desejo de voar mais alto, Karen decidiu dar um passo ousado rumo ao empreendedorismo. Ao abrir sua própria escola de adestramento, ela uniu a realização pessoal ao mundo dos negócios, transformando o que mais ama fazer — cuidar e entender os animais — em um modelo de excelência no segmento. A partir desse marco, mergulhou profundamente na ciência do comportamento canino, criando um espaço de referência. Com cinco anos de atuação sólida e refinada, ela transcendeu os métodos tradicionais. Para ela, educar um cão não se resume a ensinar comandos mecânicos ou obter obediência cega; trata-se de uma verdadeira lapidação de convivência. "Descobri que, por trás de cada comportamento, existe uma linguagem oculta. Meu papel é ser a ponte de comunicação entre o tutor e o cão." 13 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Essa reconexão vai muito além da rotina técnica. Karen defende que seres humanos e animais compartilham a mesma essência e fazem parte da mesma natureza. A presença de um animalzinho — um ser de pura luz, completamente desprovido de maldade — tem o poder de revolucionar o ambiente familiar. Essa convivência harmônica atua diretamente na saúde mental das pessoas, funcionando como um verdadeiro bálsamo contra o estresse do dia a dia e proporcionando uma qualidade de vida incomparável. Hoje, o propósito de Karen é elevar o padrão das relações entre tutores e seus cães. Ao decodificar as necessidades e as emoções dos animais, ela constrói pontes indestrutíveis baseadas em confiança mútua, respeito e harmonia. É essa busca incessante pela evolução, pela saúde da mente e pelo bem-estar integrado que a motiva diariamente, consolidando seu nome como uma das mentes mais brilhantes e empáticas do cenário atual. 14Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Adestramento e Hotelzinho @harmonicanina Contato: 19 - 9996-85237 15 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Futuro da Leitura: Onde a Excelência Editorial Encontra a Inclusão Digital A história da Editora HR Ltda sempre foi pautada pelo compromisso inegociável com a curadoria de qualidade. Em um ecossistema saturado de informação efêmera, nossa missão tem sido oferecer o contraponto: a análise reflexiva, o rigor investigativo e a profundidade que transformam leitores em pensadores. No entanto, a verdadeira excelência no século XXI não se sustenta apenas pela qualidade do conteúdo, mas pela universalidade e globalização do acesso. É com um senso de responsabilidade renovado que anunciamos a implementação de tecnologias assistivas de última geração em nossa plataforma. Não se trata de um mero ajuste técnico, mas de uma declaração de princípios: acreditamos que a cultura e o saber não podem conhecer fronteiras geográficas ou linguísticas. A partir desta edição, a experiência de leitura na Editora HR Ltda rompe os limites do formato tradicional, tornando-se uma experiência multissensorial, inclusiva e global. Engenharia de Inclusão: Detalhando Nossas Novas Tecnologias Para assegurar que nossa curadoria chegue a todos, em qualquer parte do mundo, investimos em uma infraestrutura digital robusta. Conheça as inovações que agora integram nosso portfólio: I. Sistema de Audioleitura Global e Inteligência Cognitiva Superamos as vozes robóticas do passado e as barreiras de idioma. Nossa nova ferramenta de Audioleitura de Alta Fidelidade utiliza redes neurais que processam a prosódia, a entonação e as pausas dramáticas do texto, criando uma experiência de narração quase humana. Diferencial Estratégico Multilíngue: Nossa plataforma foi desenhada para a total inclusão internacional. A revista pode ser lida em qualquer idioma e, basta ser acessada em qualquer país do globo, que o sistema detecta a localização e ativa automaticamente a audioleitura no idioma correspondente daquela região. Além disso, diferente de leitores de tela genéricos, o sistema compreende o contexto editorial, garantindo a pronúncia exata de citações e termos técnicos. Aplicação Prática: Ideal para o público global de alta performance que deseja absorver conhecimento profundo em seu próprio idioma nativo durante o deslocamento diário, eliminando fronteiras e otimizando o tempo de estudo. 16Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine II. Tradução Dinâmica em Libras (Língua Brasileira de Sinais) A acessibilidade para a comunidade surda é uma lacuna histórica em grande parte da mídia. Na Editora HR Ltda, preenchemos esse espaço com a integração de Libras Nativo para os acessos em território nacional. Diferencial Estratégico: Não utilizamos avatares estáticos. Nossas janelas de tradução exibem intérpretes humanos que preservam as expressões faciais e corporais — elementos vitais para a semântica da Libras. Isso garante que a carga emocional e a nuance intelectual de cada artigo sejam transmitidas com fidelidade absoluta. Aplicação Prática: Ao clicar no ícone de acessibilidade em nossos conteúdos, o leitor terá acesso a uma tradução fluida, permitindo que a profundidade do nosso jornalismo seja plenamente acessível, promovendo uma real integração cultural. Rumo a um Horizonte de Leitura Sem Limites Em um mercado que privilegia a superficialidade, a Editora HR Ltda posiciona-se como um porto seguro para o leitor que busca substância. Nosso modelo foca puramente no seu desenvolvimento pessoal e profissional, democratizando o conhecimento sem barreiras financeiras. "Aos leitores da Editora HR Ltda, entregamos mais do que páginas: entregamos conexão global. Seja através da fluidez sonora da nossa audioleitura automatizada para cada país ou da precisão visual da nossa tradução em Libras, garantimos que a sofisticação do nosso conteúdo seja um bem de todos. A inovação tecnológica é o veículo; a excelência do pensamento é a nossa essência." Convidamos você a explorar esta edição especial. Ao fazê-lo, você interage com uma curadoria impecável e faz parte de um projeto editorial que prioriza a inclusão global como pilar do prestígio intelectual. A tecnologia de hoje é o ponto de partida, não o limite. A Editora HR Ltda reafirma seu compromisso de continuar investindo em ferramentas que diminuam a distância entre a informação, o idioma e o indivíduo. Estamos cientes de que a inovação exige um processo contínuo de aprendizado e adaptação; por isso, seu feedback é a nossa bússola. Convidamos cada leitor e colaborador a explorar as novas funcionalidades em nossa plataforma digital. Ao derrubar as barreiras da acessibilidade e do idioma, não estamos apenas tornando nossa revista mais inclusiva — estamos tornando o diálogo internacional mais rico, diversificado e, acima de tudo, mais humano. Obrigado por caminhar conosco nesta nova jornada. Boa leitura, em todos os sentidos e em qualquer lugar do mundo. 17 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine A Última Fronteira Humana: Por Que a Geração de 1952 a 1979 Foi a Mais Forte que Já Existiu Nascidos no limiar do asfalto e criados no olho do furacão tecnológico, os filhos dessa era foram os únicos a experimentar a liberdade absoluta antes que o mundo fosse confinado pelas telas. Existe uma linhagem humana viva que testemunhou uma fratura intransponível na história. Aqueles que nasceram entre 1952 e 1979 não são apenas sobreviventes de uma transição de época; eles são os atores principais de uma metamorfose que seus pais jamais ousariam sonhar. Rotulados por mentes acadêmicas e algoritmos preguiçosos como "Geração X" — um termo que carrega um tom quase depreciativo, como se valessem menos —, esse grupo carrega, na verdade, o maior selo de distinção da história moderna: o de serem a última ponte entre a matéria e o virtual. Pouco comparado com o quê? Com a fragilidade hiperconectada dos tempos atuais? A verdade, incômoda para muitos, é que esta geração foi a última a aprender o significado bruto da palavra liberdade. Foram os últimos a brincar na rua até o anoitecer, a esfolar os joelhos no cimento jogando queimada, esconde-esconde ou bolinha de gude, e a resolver seus conflitos no olho no olho, sem a mediação covarde de telas. Criaram anticorpos comendo o pão que caía no chão da rua e dividindo o mesmo refrigerante de garrafa de vidro com dez amigos. Se a infância de hoje é milimetricamente higienizada por medo de bactérias, aquela foi forjada na resistência. Pioneiros do Amanhã, Guardiões do Ontem Mas não se engane: não se trata apenas de um manifesto bucólico sobre o passado. Essa mesma geração que ouvia novelas no rádio de tubo dos avós e LPs de acetato a 45 RPM foi a que, com um pioneirismo audaz, desbravou o futuro. 18 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine A Invasão Digital: Foram eles que seguraram os primeiros joysticks do Atari, que viram o nascimento do Pac-Man e que tatearam as teclas dos primeiros computadores de cinescópio quando a internet ainda parecia uma promessa de um mundo livre. A Revolução de Bolso: Do surgimento do Walkman e das fitas cassete gravadas direto das estações de rádio, até o assombro de carregar os primeiros celulares que pareciam tijolos, essa geração desenhou a infraestrutura da vida moderna. O paradoxo é gritante. Essa geração aprendeu a usar tecnologias que seus pais nem sabiam que existiam, mas, ao contrário das "crianças intelectuais" de hoje, nunca olharam para os mais velhos com o desprezo arrogante de quem os considera atrasados. Havia respeito pelo analógico porque eles sabiam o esforço necessário para construir o concreto. "Para saber se existíamos, não precisávamos de um feed no Instagram ou de uma validação digital no TikTok. Bastava um assobio na esquina ou um grito como o de Tarzan para que o quarteirão inteiro ganhasse vida." A Força da Responsabilidade sem Filtros Culturalmente, foi uma era de colossos. Uma geração alimentada pela rebeldia magnética de Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin e Guns N' Roses, que mais tarde se fundiu à identidade latina de Soda Stereo, Mecano e à essência popular de Los Bukis e Los Tigres del Norte. Na televisão, o imaginário era povoado por heróis analógicos e caricaturas imortais: de Ultraman e Os Flintstones a Don Gato e Bonanza. Não havia rótulos tribalistas como os de hoje. No grupo da rua, os apelidos eram diretos — o gordo, o magro, a sarda, o maluco —, mas todos faziam parte do mesmo ecossistema. Ninguém era excluído pelo algoritmo do cancelamento. 20 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Olhando para trás, sob a ótica protecionista de hoje, parece um milagre que estejam vivos. Viajava-se por 12 horas em estradas de terra, sem cinto de segurança, sem cadeirinhas especiais e sem airbags, em carros que eram verdadeiras caixas de ferro. Os balanços dos parquinhos eram de metal puro e os escorregadores tinham quinas enferrujadas. E, ainda assim, o mundo girava. A grande verdade que assusta a modernidade é que a geração de 1952 a 1979 tornou-se responsável à força. Não havia um botão de "deletar" para os erros, nem pais que processavam a escola por um tombo no recreio. Carregava-se o peso das consequências. Tiveram liberdade real, sofreram fracassos reais, colheram sucessos reais e, acima de tudo, aprenderam a crescer com a espinha ereta. À última geração que sabe viver sem sinal de Wi-Fi, um brinde. Vocês não foram a geração X. Vocês foram a geração que sustentou o mundo antes que ele ficasse frágil. 21 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine CONEXÕES DE INVERNO: Tecnologia, nostalgia e os roteiros que aquecem a temporada O mês de julho chega trazendo consigo aquela brisa clássica que nos convida a puxar o casaco do armário e desacelerar o passo. O inverno, com sua luz suave e noites mais longas, possui uma mística própria: ele nos move para dentro — tanto para o aconchego de nossas casas quanto para o interior de nossas próprias memórias. Mas engana-se quem pensa que a estação mais fria do ano é feita de isolamento. Em 2026, o inverno se revela um poderoso ponto de encontro. Nesta edição especial, convidamos você a embarcar em uma jornada que conecta três universos aparentemente distintos, mas que se fundem perfeitamente sob o termômetro da estação. Das telas inteligentes que moldam nosso conforto aos acordes nostálgicos que aquecem a alma, até as estradas que nos levam a refúgios encantadores, descubra como viver a temporada em sua máxima plenitude. Aconchego Tecnológico – O Futuro dentro de Casa A tecnologia, muitas vezes rotulada como fria e impessoal, assume um papel surpreendentemente caloroso quando as temperaturas caem. Hoje, nossas casas se transformaram em verdadeiros ecossistemas de bem-estar. Com um simples comando de voz ou um toque na tela, as luzes se transformam em tons âmbar, a temperatura se ajusta perfeitamente e a inteligência artificial desenha a trilha sonora ideal para uma noite de caldos e vinhos. Mais do que conveniência, a inovação digital em 2026 trabalha a serviço do acolhimento, transformando o ato de "ficar em casa" em uma experiência imersiva de puro conforto e alta conectividade. O Calor da Nostalgia – O Som e a Memória que Aquecem Existe uma linha invisível que liga o frio ao saudosismo. Quando o vento sopra lá fora, o coração pede o conforto do que é familiar. É por isso que julho é o palco perfeito para o resgate cultural. Os grandes clássicos da música, os sucessos memoráveis das décadas de 70, 80 e 90, e os formatos analógicos ganham um novo fôlego. Seja ao colocar um disco de vinil para rodar, ao resgatar um livro físico na cabeceira ou ao rever aquele filme que marcou época, a nostalgia atua como um autêntico "cachecol para a alma", nos lembrando de que as melhores conexões são aquelas que resistem ao tempo. 22 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Roteiros que Aquecem – O Charme de Viajar em Julho Mas se o convite de casa é forte, o chamado das estradas é irresistível para quem busca o turismo de experiência. Julho transforma as paisagens ao nosso redor. Os destinos de proximidade, as charmosas cidades serranas e os hotéis de campo ganham contornos europeus com a neblina matinal e o crepúsculo dourado. Viajar no inverno é buscar o calor das lareiras, a riqueza da gastronomia sazonal, as rotas de vinhos e o prazer de caminhar por vilas históricas onde o tempo parece passar mais devagar. É a fuga perfeita para renovar as energias e colecionar novas histórias. Nas páginas seguintes, prepare o seu café ou o seu chá favorito e acompanhe o nosso mergulho detalhado em cada um desses atos. Descubra as tendências, os roteiros e as memórias que vão transformar o seu inverno. 23 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine A Orquestração dos Sentidos Durante muito tempo, a palavra "tecnologia" evocou imagens de laboratórios assépticos, telas frias e robôs impessoais. No entanto, o inverno de 2026 consolida uma tendência que vinha se desenhando nos últimos anos: a tecnologia se humanizou. Ela deixou de ser apenas funcional para se tornar sensorial. Quando as temperaturas caem e o vento gelado de julho dita o ritmo lá fora, a casa inteligente (smart home) deixa de ser um símbolo de status e passa a ser o ápice do acolhimento. Hoje, a inovação não serve para nos afastar do mundo, mas para criar o cenário perfeito onde podemos nos recolher com o máximo de conforto. Imagine cruzar a porta de casa após um dia longo e frio. Você não precisa procurar interruptores ou regular termostatos. Através da automação residencial integrada a sistemas de inteligência artificial, a casa "sabe" que o inverno chegou. Iluminação Biodinâmica: As lâmpadas inteligentes abandonam automaticamente o brilho branco e estimulante do dia para adotar tons de âmbar, cobre e dourado, mimetizando o calor de uma lareira ou o pôr do sol. Climatização Inteligente: O ambiente é aquecido de forma silenciosa e inteligente, reconhecendo quais cômodos estão ocupados para otimizar a energia e manter o piso e o ar na temperatura ideal. Mais do que automação, trata-se de sensibilidade digital. A tecnologia aprende a rotina dos moradores e cria transições suaves que acalmam o sistema nervoso, preparando o corpo para o descanso. 24 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Som e a Memória que Aquecem A nostalgia funciona como um autêntico "cachecol para a alma". Existe uma magia inegável em ouvir música no inverno. Mas por que, em pleno ano de 2026, as canções que mais nos confortam continuam sendo os grandes hits das décadas de 1970, 1980 e 1990? A resposta está na textura emocional dessas melodias. Seja o pop sofisticado de Elton John, o balanço irresistível do Earth, Wind & Fire, as linhas de baixo marcantes do The Police ou a rebeldia genial da nossa eterna Rita Lee; essas músicas carregam uma identidade que atravessa gerações. O interessante é notar que esse movimento não é apenas dos saudosistas: o público jovem também está adotando esses hinos, provando que a boa música não tem prazo de validade. No inverno, essas canções criam uma atmosfera acolhedora instantânea, transformando qualquer sala de estar em um refúgio de boas energias. Além da música, a nostalgia de inverno se materializa nos objetos e nos hábitos. É o momento perfeito para desacelerar o relógio e valorizar o toque, o físico, o palpável. O Ritual do Vinil: O ato de escolher um LP, colocá-lo na vitrola e ouvir o leve chiado da agulha antes de a música começar é uma experiência quase sagrada para os dias frios. O vinil exige atenção plena — algo raro hoje em dia. A Literatura de Cabeceira: Trocar as telas iluminadas pelo cheiro do papel de um bom livro físico, folheando as páginas sem pressa sob uma manta quentinha. Jogos de Tabuleiro e Memórias: O resgate das reuniões familiares ao redor da mesa para jogos clássicos, revivendo histórias de infância e partilhando risadas sinceras, longe das notificações dos celulares. O calor da nostalgia não vive de melancolia pelo que passou, mas sim da celebração de histórias que nos conectam com quem somos e com as pessoas que amamos. Sentar-se para conversar sobre o passado, rever álbuns de fotografias ou reapreciar uma antiga tradição familiar são as pontes que unem pais, filhos e avós. 25 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Charme de Viajar em Julho Se o aconchego da casa inteligente nos acolhe e a nostalgia acalma nossa mente, o inverno de 2026 também faz um convite irrecusável para colocar o pé na estrada. Cruzar paisagens cobertas pela névoa da manhã, ver o sol se pôr em tons de dourado e buscar o calor de uma lareira acolhedora são prazeres únicos que só julho proporciona. Viajar nesta temporada não é apenas mudar de coordenada geográfica; é vivenciar o turismo de experiência. É desacelerar o ritmo para saborear a vida, valorizando o charme dos destinos de proximidade e a riqueza da cultura local. O Charme das Cidades Serranas e do Interior Paulista Para quem busca uma escapada revigorante sem a necessidade de longos voos, as montanhas e o interior guardam refúgios que parecem saídos de cartões-postais europeus. Cidades que valorizam a tranquilidade e a boa mesa tornam-se os grandes polos de atração em julho. Pousadas de Charme & Lareiras: O grande destaque da temporada são os hotéis boutique e as pousadas de campo que apostam nos detalhes: lençóis térmicos, banheiras de imersão e, claro, a clássica lareira a lenha para embalar as conversas ao cair da noite. Natureza Contemplativa: O inverno oferece os dias mais límpidos do ano. Caminhar por trilhas em meio à mata, respirar o ar puro da montanha ou simplesmente contemplar o horizonte em um mirante com um bom agasalho são atividades que renovam a alma. MALA DE INVERNO: ESSENCIAIS O que não pode faltar no seu roteiro de charme neste mês: Um bom casaco corta-vento ou sobretudo elegante. Cachecol e luvas de lã fina para as caminhadas noturnas. Um livro físico para os momentos de leitura à beira da lareira. Uma câmera (ou smartphone) pronta para registrar o pôr do sol. 26 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine 27 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine QUANDO FOI A ÚLTIMA VEZ QUE VOCÊ TEVE MEDO? Por Maristela Pozitano Ou melhor: quando foi a última vez que o medo o impediu? Nós somos os únicos no planeta que sabem que vão morrer. E talvez também os únicos que morrem um pouco todos os dias, sem perceber. Não de doença. De acomodação. O medo do novo, do desconhecido, tem nome antigo: sobrevivência. Nosso cérebro foi programado para amar o que é previsível. Há milhares de anos, um barulho diferente no mato podia ser um predador. Hoje, o barulho diferente é uma proposta de emprego, um convite para mudar de cidade, um "eu te amo" que você não esperava. O corpo reage da mesma forma: trava, sua, foge. Repetir o caminho de ontem garante que você chegue vivo hoje. Só que a conta não fecha mais. Porque repetir o que dói, só porque é conhecido, virou a nova forma de morrer em vida. O sofá velho que lhe dá dor nas costas ainda parece mais seguro do que a loja de móveis. O emprego que o adoece, todo domingo à noite ainda parece mais seguro do que um currículo atualizado. Um grande número de pessoas desenvolveu uma espécie de síndrome de Estocolmo com a própria rotina. Sequestra a própria vida e ainda agradece ao sequestrador por ter horário certo para comer. É aí que entra a armadilha da comparação. A gente olha para o lado não para se inspirar, mas para se justificar. "Fulano também não arriscou." "Está todo mundo no mesmo barco furado." A comparação virou muleta, analgésico moral. Inspiração é quando você olha e pensa: "Se ele foi, eu também posso." Comparação é quando você olha e pensa: "Se ele não foi, eu estou certo em ficar." A gente usa a estagnação do outro como alvará para a nossa própria. E chama isso de "sensatez". Somos racionais demais para o nosso próprio bem. Sabemos da finitude. Carregamos um relógio invisível no pulso desde que entendemos o que é um caixão. E essa consciência deveria ser combustível para viver, mas virou freio de mão puxado. A gente tem mais medo da morte do que amor à vida. Por isso, aceita o relacionamento que definha, a cidade que sufoca, o corpo que pede socorro. Porque o terror do abismo desconhecido parece maior do que a dor do chão que já conhecemos. Algumas pessoas preferem uma prisão com endereço certo, CEP e conta de luz no nome a uma liberdade sem placa na porta. 28 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Pense comigo: o quanto temos facilidade de nos acomodar até no sofrimento. A neurociência explica: o cérebro gasta menos energia com aquilo que lhe é familiar, mesmo que seja infernal. A dor conhecida vira zona de conforto. O "está ruim, mas está bom" é o mantra de quem trocou a vida por uma sobrevida administrativa. Você administra os seus dias. Não os vive. O conhecido machuca, mas não surpreende. E o ser humano odeia mais a surpresa da mudança do que a dor. Porque a surpresa exige presença e esforço. E a presença e o esforço doem em quem desaprendeu a sentir e se contenta em apenas sobreviver. Nietzsche já dizia que "aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como". A gente inverteu a lógica: suporta qualquer "como", qualquer chefe tóxico, qualquer boleto da angústia, qualquer segunda-feira, para não ter que encarar um novo "porquê". Porque um novo porquê exige que você admita que o antigo morreu. E admitir a morte, mesmo que seja a de uma versão sua, dá trabalho. Dá medo. O ser humano cria teologias inteiras para justificar a paralisia. "Não é o momento." "Ano que vem eu começo." "Quando meus filhos crescerem." "Quando a economia melhorar." A gente terceiriza a coragem para o calendário. E o calendário não perdoa. Ele apenas passa. 29 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Então, a pergunta que fica, e que eu queria lhe deixar mastigando até o café esfriar na xícara, é: quando foi a última vez que você teve a coragem de fazer algo pela primeira vez? Não vale dizer: "Comi um sabor novo de pizza" ou "Mudei o caminho para o trabalho". Vale o frio na barriga real. Aquela sensação boa de quem está vivo e toma a própria vida nas mãos. Pedir demissão sem ter outro emprego. Terminar o que já acabou há três anos, mas você mantém por costume. Começar o projeto que não tem garantia de dar certo, mas tem potencial. Dizer "eu te amo" sem calcular a resposta. Dizer "não te amo mais" com a mesma coragem. Mudar de cidade com duas malas e um diploma de incerteza. Trocar a certeza medíocre, essa que lhe paga em dia, mas lhe cobra a alma em juros, pela dúvida que faz o sangue circular. Permitir-se ser vulnerável, com coragem para viver novas possibilidades e realizar sonhos. Porque, no fim, a gente não tem medo da morte. A gente tem pavor de chegar ao último quarto da vida, olhar para trás e descobrir que apenas ensaiou. Que foi figurante da própria biografia. Que confundiu existência com resistência. O novo assusta. Mas o velho, que o mata aos poucos, em prestações de anos a fio, deveria assustar mais. Muito mais. O desconhecido é o único lugar onde a vida ainda acontece. Tudo o que você ama hoje um dia foi um desconhecido que lhe deu medo. Sua música preferida. Sua pessoa preferida. Sua versão preferida de si mesmo. E aí, vai continuar no que já conhece ou vai ter coragem de se apresentar a si mesmo pela primeira vez? Porque, no fundo, no silêncio entre um gole e outro de café, você sabe. Você sempre soube. A mentira que você conta para si mesmo pode assumir várias versões; porém, por mais que as invente, a verdade será sempre uma só: Só vivemos esta vida uma vez. Faça valer a pena. Aproveite a jornada, permitindo- se ir ao novo e ao desconhecido todos os dias. Porque a felicidade que você deseja reside no momento presente, bem vivido. 30Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Mini Bio Comendadora da Paz Madre Tereza de Cálcutá, Embaixadora Literária pelo Institut Cultive Suisse BrésiL/Genebra; Notório Saber em Cultura de Paz Comunicação Não Violenta. Mediadora de Conflitos e Educadora Social Membro da Academia de Letras do Brasil – “Idealizadora e apresentadora do “Programa Pernambuco Trilha Social” exibido na TV Formação em radialismo e comunicação, Assembleia de Alagoas, há 16 anos. Escritora infanto juvenil desde 1999, Título de Mulher Evidência – Pernambuco livros trabalhados pelas redes públicas de Título de Cidadã Maceioense educação de Maceió, ESMAL - Escola Superior Compositora com músicas gravadas por de Santana “o cantador”, Altemar Dutra Junior, Magistratura de Alagoas através do “programa Márcia Porto, saudoso Zé Mocó, chameguinho, cidadania e justiça nas escolas”, Ong’s e Marlon Rossi. escolas Idealizadora e compositora das músicas particulares em outras cidades. dos vídeos clipes “Desarme-se em busca de Livros lançados nas últimas 07 (sete) paz” edições da “Bienal Internacional do Livro em e “Esquecidos” Alagoas” (desde 2009); Formação em constelação familiar, Livros lançados na Feira do Livro de Genebra pensamento sistêmico complexo, constela- (2024) ção estrutural e coaching sistémico, terapeuta Artigos publicados mensalmente na revista integrativa, tanatóloga, mestra em Reiki, cro- virtual HR Magazine que corre o mundo. moterapêuta, reflexologista e coach em bem estar nos últimos 30 anos. Fundadora e atual Diretora Executiva da ONG Maceió Voluntário, que desenvolve trabalhos voltados ao fortalecimento e in- trodução do voluntariado, através de uma cultura pela paz e valores humanos há mais de 22 anos. 31 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine seção AMIGO PET W W W. EDI TOR A HR .COM 32

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www.editorahr.com | HR Magazine Dia Mundial das Zoonoses - 6 de julho Por Dra. Cláudia Araújo Este dia busca promover o conhecimento sobre doenças que têm origem em animais e podem ser transmitidas para humanos e incentivar medidas preventivas. Medidas preventivas Higiene adequada das mãos após o contato com animais de estimação ou gado; preparo seguro de alimentos; acesso à água potável e à coleta adequada de dejetos; vacinar animais de estimação. Segundo o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças, USA), aproximadamente 60% de todas as doenças infecciosas existentes podem ser transmitidas entre animais e humanos. Isso evidencia a importância dessas doenças na saúde global. A saúde das pessoas está intimamente ligada à saúde dos animais e ao nosso ambiente compartilhado, envolvendo a colaboração entre os setores de saúde humana, animal e ambiental. Quando prevenimos doenças em animais, protegemos a saúde das pessoas. 3 coisas que você precisa saber sobre a raiva (hidrofobia) um exemplo de doenças zoonóticas. 1. É uma doença 100% evitável - A vacinação dos animais protege os animais e as pessoas que convivem com eles. 2. Em caso de mordedura de animal a primeira medida é lavar bem a ferida, com água e sabão. 3. Quase metade das vítimas são crianças. Vacine seu animal de estimação - É um equívoco pensar que animais que vivem dentro de casa não precisam de vacinação antirrábica. Apoie um abrigo para animais - Trabalhar em abrigos de animais pode ser desafiador, mas é gratificante. 34 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Mini Bio Mãe, avó, médica, homeopata, 35 anos de emergência em pediatria, mais de 500 mil pessoas atendidas, docente de cursos de pós-graduação, terapeuta holística, palestrante, escritora. Membro do IHMdoBrasil- Instituto de Homeopatia e Mesmerismo do Brasil, Acadêmica da ABRAMES- Academia Brasileira de Médicos Escritores, Acadêmica da AILA- Academia Irajaense de Letras e Artes, Associada da AJEB/RJ- Associação de Jornalista e Escritoras do Brasil, Título de Comendador pela Confederação do Elo Social Brasil, Diretora de Inclusão do Portal Confraria Brasil. Autora do livro “Crie Saúde & Sabedoria”. Coautora da Coletânea PES- Poesia, Educação & Saúde, com 11 livros paradidáticos para todo o ensino básico e em diversos outros livros. Colunista de jornais e revistas. Apresentadora do Programa– “Manual Infantil” pela TVBahia3 e YouTube Papo de Artista. CEO da CRESCER SAÚDE, empresa dedicada a ajudar escolas através de tele assistência médica e educação continuada em saúde. Contatos: www.crescersaude.com Instagram claudiaaraujocrescersaude.com claudiaaraujo@gmail.com loja.grupocrescersaude.com 21 985301587 35 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Filhotes de Pastor Alemão 36 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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Golden Retriever Golden Retriever 38 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Meus nudes Por Mauro A Evaristo Ela gosta dos meus nudes mentais Que posto nas redes sociais, Faz carinho no meu cabelo pixaim, Tudo indica que gosta de mim. Ela apoia meus nudes emocionais Que posto nas redes sociais, Faz afagos no meu cabelo pixaim, Indica que gosta mesmo de mim. Ela fala coisas que preciso ouvir, Fala verdades sem ferir E consegue meu jeito entender, Na tristeza me busca para sorrir Encherga o bem que não posso ver, Desperta o poder infinito em meu Ser. feradapoesia.blogspot.com 40 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine MINI BIOGRAFIA Mauro Antônio, um autor em Betim, Minas Gerais, Brasil, de 60 anos de idade. Livros Publicados: "Banco" (2019) - Ed. Koinonia - MG - Clube do Livro Frutificando - RJ. "Namastê" (2013) - Editora Protexto - PR. "Cisne negro" (1992) - Grupo Scortecci - SP. "Simples poesia" (1990) - Grupo Scortecci - SP. Participações: Desde 1989, Mauro Antônio participa de Antologias. Autor do blog: feradapoesia.blogspot.com. 41 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine A Revolução Silenciosa do "Feito à Mão": Arte, Afeto e Respiro na Era Digital Em um mundo governado por algoritmos, telas brilhantes e respostas instantâneas, um movimento silencioso e profundamente tátil vem ganhando força nos lares e ateliês contemporâneos. Longe de ser apenas um passatempo do passado, o artesanato fino — com destaque para o bordado, a costura e o manuseio de texturas — vive um resgate histórico, consolidando-se como uma das maiores expressões de luxo, exclusividade e bem-estar da atualidade. Mais que um Hobby, uma Filosofia de Vida O termo mindfulness (atenção plena) encontrou na ponta das agulhas e nos novelos o seu porto seguro. Especialistas apontam que o ato de criar algo com as próprias mãos funciona como uma verdadeira "fuga terapêutica". Ao desacelerar o ritmo para acompanhar o compasso de um ponto, o cérebro entra em um estado de fluxo que reduz a ansiedade e estimula a concentração — um contraponto perfeito à estafa mental causada pelo excesso de conexões virtuais. 42 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O perfil de quem pratica também mudou. Hoje, jovens profissionais, intelectuais e entusiastas da arte se reúnem em clubes de bordado e workshops especializados. Há uma busca latente pela transição entre o rústico e o erudito: técnicas tradicionais agora se fundem com o design moderno, transformando peças utilitárias, como toalhas de lavabo, enxovais e telas decorativas, em verdadeiras obras de arte personalizadas. "O feito à mão carrega o ativo mais escasso do século XXI: o tempo. Quando alguém borda uma peça, deposita ali horas de dedicação, técnica e identidade. É o oposto da produção em massa." @pontocruzonline Whatsapp 19 99822-4249 Envio para todo Brasil 43 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Encontro das Técnicas: Da Tradição à Pintura com Agulha O grande diferencial deste novo momento do "feito à mão" é a sofisticação técnica. Não se trata apenas de repetir padrões, mas de dominar a matéria- prima. Entre as tendências que mais crescem nos espaços criativos, destacam-se: Ponto Russo (Punch Needle): Uma técnica que utiliza uma agulha oca para criar relevos e texturas aveludadas incríveis, trazendo tridimensionalidade e modernidade aos tecidos. Pintura com Agulha: Onde os fios de meada são tratados como pinceladas de tinta. A transição sutil de cores e o sombreado criam efeitos realistas impressionantes em flores, retratos e paisagens. Valorização de Tecidos Nobres: O uso de bases como o linho puro, o algodão egípcio e o veludo eleva o artesanato ao status de alta decoração e alfaiataria. O Novo Luxo é Afetivo Investir no feito à mão — seja produzindo ou adquirindo de artesãos independentes — virou sinônimo de sofisticação. Em uma época onde tudo é replicável e descartável, possuir uma peça que carrega a digital, o tempo e o afeto de quem a fez é o ápice da exclusividade. O resgate dessas tradições não é um retrocesso; é um manifesto de que, por mais tecnológica que a nossa rotina se torne, a nossa necessidade de tocar, criar e sentir o mundo com as próprias mãos permanece essencialmente humana. 44 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Pilar Invisível: Por Que a Educação é a Base de uma Sociedade Harmônica e em Progresso 46 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Quando pensamos nos alicerces de uma grande civilização, é comum lembrarmos instantaneamente de infraestrutura, de uma economia forte ou de leis rigorosas. No entanto, há uma força mais silenciosa e profunda que sustenta tudo isso. Sem ela, os prédios são apenas concreto e as leis, apenas papel. Estamos falando da educação — o verdadeiro código de programação que permite a uma sociedade fluir de forma harmônica, justa e em constante evolução. Educar vai muito além do ato de memorizar fórmulas ou datas históricas; trata-se de pavimentar o caminho para a convivência e para o desenvolvimento humano. O Alicerce da Harmonia: Empatia e Cidadania Uma sociedade harmônica não é aquela onde todos pensam igual, mas aquela onde as diferenças coexistem com respeito mútuto. É justamente aí que a educação atua como o primeiro grande equalizador social. Desenvolvimento da Empatia: Através do conhecimento, aprendemos a enxergar o mundo sob a perspectiva do outro. Isso reduz distâncias, abranda preconceitos e substitui o confronto pelo diálogo. Consciência de Direitos e Deveres: O cidadão educado compreende o seu papel na engrenagem coletiva. Ele entende que a sua liberdade termina onde começa a do próximo e que o espaço público é um patrimônio de todos. Fortalecimento dos Laços Sociais: Escolas, universidades e centros de formação são os primeiros ambientes onde exercitamos a alteridade — a capacidade de se colocar no lugar do outro e construir soluções coletivas. "A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas. As pessoas transformam o mundo." — Paulo Freire 47 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Motor do Progresso: Inovação e Espírito Crítico Se a harmonia garante a paz social no presente, é a educação que financia o progresso do futuro. Não existe crescimento econômico sustentável ou avanço tecnológico que prescinda de mentes bem preparadas. Uma sociedade que prioriza o saber desenvolve três competências essenciais para o amanhã: 1.Pensamento Crítico: Indivíduos instruídos não aceitam respostas prontas. Eles questionam, analisam dados, identificam falácias e tomam decisões baseadas na racionalidade, blindando a sociedade contra o retrocesso e a desinformação. 2.Capacidade de Inovação: Os grandes gargalos da humanidade — na saúde, no meio ambiente ou na segurança — só encontram respostas através da pesquisa científica e do intelectovo lapidado. 3.Produtividade e Autonomia: A qualificação técnica e intelectual gera empregos de maior valor agregado, tira famílias da vulnerabilidade e transforma o potencial de um país em riqueza real e distribuída. 48 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Um Compromisso Coletivo O fluxo perfeito de uma comunidade depende do entendimento de que a educação não é obrigação exclusiva dos professores ou do Estado. Ela começa no exemplo de civilidade dentro de casa, estende-se pelas empresas que incentivam o aprendizado contínuo e consolida-se nos meios de comunicação que espalham o conhecimento de qualidade. Apostar na educação é o investimento de maior retorno que uma nação pode fazer. É o único caminho seguro para garantir que as próximas gerações herdem não apenas um mundo mais tecnológico, mas um mundo genuinamente mais humano, próspero e pacífico. 49 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine AAA MetamorfoseMetamorfoseMetamorfose dododo FutebolFutebolFutebol nanana CopaCopaCopa dododo MundoMundoMundo Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD Dos gramados históricos da Cidade do México às arenas futuristas dos Estados Unidos e Canadá, a Copa do Mundo de 2026 redefine o espetáculo global — e prova que a nova arquitetura do futebol não perdoa favoritismos. O ano de 2026 já está gravado na antologia do esporte como o momento em que o futebol decidiu abraçar a sua própria imensidão. Longe de ser apenas mais um capítulo na história dos mundiais, a edição que se estende de 11 de junho a 19 de julho representa uma metamorfose estrutural, cultural e geográfica. Sob o teto compartilhado de três nações — Estados Unidos, México e Canadá —, o torneio celebra a diversidade em uma escala jamais testemunhada. A monumentalidade desta Copa se traduz nos números, mas se consolida na experiência. Pela primeira vez, o tradicional ecossistema de 32 seleções deu lugar a um formato expandido de 48 equipes, culminando em uma maratona de 104 partidas distribuídas por 16 cidades-sedes. Se outrora temia-se que a diluição do número de participantes pudesse mitigar o elitismo técnico do torneio, o que se observa em campo é o oposto: uma oxigenação do futebol, onde novas forças herdam o direito de desafiar a aristocracia da bola. 50 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine A Nova Arquitetura do Tabuleiro: O Drama dos 32 Avos A expansão exigiu uma nova engenharia de disputa. Divididas em 12 grupos de quatro integrantes, as seleções enfrentaram uma primeira fase de margens estreitas. A grande inovação estrutural desta edição, contudo, reside no surgimento de uma nova fronteira eliminatória: a inédita fase de 32 avos de final. Ao conceder passagem aos dois melhores de cada grupo e aos oito melhores terceiros colocados, a FIFA adicionou uma camada extra de drama, desgaste físico e urgência ao mata-mata. Nesta nova ordem, o caminho até a glória exige resiliência absoluta e uma profundidade de elenco que testa os limites da preparação contemporânea. É um tabuleiro onde o erro estratégico cobra um preço imediato e implacável. 51 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Choque Escandinavo: O Fim do Sonho do Hexa À medida que o funil da competição se estreita com contornos dramáticos, a nova arquitetura do torneio provou que camisas históricas já não garantem passagem. O Brasil, após liderar seu grupo com solidez e superar os primeiros testes dessa maratona ao vencer o Japão, colidiu de frente com a nova realidade do futebol global. Nas oitavas de final, a Seleção Brasileira viu o sonho do hexacampeonato desmoronar diante de uma disciplinada e surpreendente Noruega. O revés por 2 a 1 em solo norte-americano interrompeu abruptamente a jornada verde-amarela, transformando o otimismo inicial em uma dolorosa sessão de autocrítica. O tropeço brasileiro é o reflexo perfeito deste novo ecossistema: um futebol mais físico, taticamente impiedoso e globalizado, onde a distância entre o topo e os novos desafiantes encolheu drasticamente. 52 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine A Coroa da Consistência: A Fúria Domina o Novo Mundo Se a queda precoce de gigantes como o Brasil provou que o peso da camisa já não bastava, o desfecho da competição tratou de coroar a equipe que melhor decodificou os enigmas desta maratona de 104 jogos. Em uma final eletrizante que paralisou o planeta neste 19 de julho, a Espanha sagrou-se bicampeã mundial, consolidando sua hegemonia e provando que, na nova arquitetura do futebol, a inteligência coletiva e a profundidade de elenco são as armas mais letais. A campanha vitoriosa da Fúria foi uma ode à resiliência. Enquanto o torneio moía fisicamente as seleções que dependiam excessivamente de lampejos individuais, os espanhóis ditaram o ritmo do mundial através de uma rotatividade cirúrgica e de um controle de jogo sufocante. Passando pelo calvário inédito do mata-mata expandido, a Espanha não apenas sobreviveu ao desgaste, mas cresceu nos momentos de maior pressão, transformando o gramado norte-americano em um tabuleiro de xadrez perfeitamente dominado. Ao erguer a Taça FIFA sob os refletores da grande final, a seleção espanhola não apenas carimbou mais uma estrela em seu peito, mas também validou o novo formato do espetáculo. A Copa de 2026 começou cercada de ceticismo quanto ao seu gigantismo, mas termina com uma certeza incontestável: o futebol mudou. Entre o choque escandinavo que eliminou o Brasil e a consagração técnica da Espanha, a América do Norte testemunhou o nascimento de uma nova era. O mapa da bola foi definitivamente redesenhado e, a partir de agora, o topo do mundo pertence àqueles que entendem que a genialidade sem estrutura é apenas uma vulnerabilidade à espera de ser explorada. A metamorfose está completa. 53 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Excelência e Mérito: Professor Luiz Roberto Nascimento é Condecorado como Comendador do Elo Social É com imenso orgulho e senso de dever cumprido que a nossa publicação destaca um momento de singular relevância para a educação e a gestão do nosso país. O renomado Professor Luiz Roberto Nascimento foi oficialmente indicado, aprovado e foi laureado, aclamado e diplomado com o prestigioso título de Comendador da Ordem do Mérito do Elo Social, no grau de Comendum/Adeptus, concedido pela Confederação do Elo Social Brasil. Essa honraria é o reflexo de uma trajetória de vida e carreira marcadas pela dedicação incansável ao conhecimento, à ética profissional e à transformação social por meio do magistério e da administração. Uma Trajetória Acadêmica e Profissional Exemplar O novo Comendador possui uma bagagem intelectual sólida e multifacetada, construída ao longo de décadas de dedicação: Mestrado em Administração pela AD HOMINES / Radial (2002–2003); Habilitação ao Magistério Superior em Administração Financeira pelo CPGA/UFMG (1982/1993), consolidando sua vocação acadêmica; Pós-graduação em Administração Financeira pela tradicional FECAP (1978); Graduação em Administração de Empresas pela UniCapital (1976); Formação Técnica em Contabilidade pelo Colégio Vitor Viana (1972), a base de sua brilhante visão financeira. Além de sua forte atuação em solo nacional, o Professor Luiz Roberto Nascimento elevou o padrão da profissão ao conquistar certificações internacionais de altíssimo nível em 2008, tornando-se: Master Financial Professional (MFP) Registered Financial Specialist (RFS) 54 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Significado do Título A outorga do grau Comendum/Adeptus pela Confederação do Elo Social Brasil não é apenas um prêmio, mas o reconhecimento público a um cidadão que escolheu a excelência como norte. Ao diplomar o Professor Luiz Roberto como Comendador, a instituição chancela sua contribuição indelével para o desenvolvimento social e educacional do Brasil. Nós, da Redação, expressamos nossas mais sinceras felicitações ao Comendador Professor Luiz Roberto Nascimento por esta merecidíssima honraria. Que seu exemplo continue a inspirar futuras gerações de administradores e educadores. 55 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine O Protetor de Quem Protege: Cremildo Vigilante se Consolida como a Voz da Segurança Privada Com uma trajetória marcada pelo chão de fábrica e pelo conhecimento real das ruas, liderança surge como o principal elo entre a categoria e a busca por direitos concretos. Quem passa pelos postos de serviço, portarias e guaritas das grandes cidades muitas vezes não enxerga os rostos por trás dos uniformes. São homens e mulheres que abrem mão do convívio familiar, enfrentam madrugadas frias e colocam a própria vida em risco para garantir a tranquilidade do patrimônio alheio e das pessoas. É justamente para dar visibilidade a esse exército invisível que surge a figura de Cremildo Vigilante. Com uma missão clara e bem definida, Cremildo assumiu a responsabilidade de ser o porta-voz de uma das categorias mais essenciais e, paradoxalmente, mais desvalorizadas do mercado de trabalho atual: a segurança privada. A Realidade de Quem Sabe o que Passa na Pele Diferente de lideranças que constroem discursos baseados em teorias, Cremildo estruturou sua caminhada no conhecimento prático. Ao longo de anos de dedicação, ele acompanhou de perto a rotina exaustiva de vigilantes, porteiros, controladores de acesso e fiscais de piso. Essa proximidade permitiu que ele enxergasse as principais dores do setor. Segundo Cremildo, a dedicação extrema de quem protege a sociedade precisa ser via de mão dupla. 56 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine A Realidade de Quem Sabe o que Passa na Pele Diferente de lideranças que constroem discursos baseados em teorias, Cremildo estruturou sua caminhada no conhecimento prático. Ao longo de anos de dedicação, ele acompanhou de perto a rotina exaustiva de vigilantes, porteiros, controladores de acesso e fiscais de piso. Essa proximidade permitiu que ele enxergasse as principais dores do setor. Segundo Cremildo, a dedicação extrema de quem protege a sociedade precisa ser via de mão dupla. "Acredito piamente que quem dedica sua vida a proteger pessoas e patrimônios merece respeito, valorização e, acima de tudo, melhores condições de trabalho", afirma o líder. Essa percepção da realidade foi o combustível necessário para transformá-lo em um defensor incansável de pautas que tocam o coração do trabalhador, como: Abertura de novas frentes de emprego para o setor; Luta por salários dignos e compatíveis com o risco da profissão; Investimento em qualificação profissional e reciclagem técnica; Fiscalização rigorosa do cumprimento dos direitos trabalhistas pelas empresas contratantes. Uma Visão Ampla: Da Segurança ao Bem-Estar Social Embora sua base e seu coração estejam na segurança privada, Cremildo entende que o bem-estar do trabalhador não se limita ao ambiente de trabalho. Uma sociedade segura é fruto de um ecossistema saudável. Por isso, suas bandeiras se estendem para além das guaritas. Ele defende ativamente políticas públicas integradas que abranjam a saúde, educação, segurança pública e a geração de empregos de forma geral. Para ele, o papel de um verdadeiro representante é manter os ouvidos atentos à população para propor soluções reais, desatando os nós da burocracia que travam o desenvolvimento social. Em tempos de polarização e discursos vazios, a postura de Cremildo se destaca pela sobriedade. Sua atuação é pautada em três pilares inegociáveis: responsabilidade, transparência e diálogo. Cremildo Vigilante não se posiciona apenas como um crítico do sistema, mas como uma ponte viva entre a categoria e as soluções. Onde houver um profissional de segurança privada precisando de amparo, ou um cidadão em busca de uma sociedade mais justa, ali estará uma voz firme e corajosa pronta para ecoar. 57 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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www.editorahr.com | HR Magazine Minibiografia Cremildo vigilante é profissional da segurança privada e defensor da valorização dos trabalhadores do setor. Com experiência na área, dedica sua atuação à defesa dos direitos dos vigilantes e à busca por melhores condições de trabalho, qualificação profissional e geração de empregos. Também atua na construção de propostas para fortalecer a segurança pública, a saúde, a educação e o desenvolvimento social, acreditando que o diálogo e o compromisso com a população são fundamentais para transformar a realidade das pessoas. 58 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

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Sempre a Seu Lado 60

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