Ir para o conteúdo

Edição 026 — Dr. Christiano Biggi Dias — Segurança de Campinas

Revista HR Magazine. Identidade documental: pdf-030. Data editorial: dezembro de 2025.

Fonte: Abrir publicação original. Transcrição automática ainda não revisada integralmente. Em caso de divergência, prevalece a revista.

Voltar à Estante

Páginas: 80. Com transcrição: 72. Sem transcrição: 8.

Página 1 de 80

ISSN 2965-70 DIVERSIDA REVISTA FR SD & Entrevista Dr. Christiano Clique aqui versao em portugués © Clique aqui versao em inglés É J TORAHR.COM EDIÇÃO 26 ANO 3 Capa Dr.Christiano Biggi Dias Secretário de Segurança de Campinas - SP

Consultar página 1 no original

Página 2 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine o , sernpre ac sew lade! Essa Revista Digital; é um portal de inspiragao, conhecimento e cultura que desperta emocoes e convida a reflexao a cada edicao. Em nossas paginas, vocé encontrara um mosaico de conteudos exclusivos que vao da literatura ao ar- tesanato, da tecnologia a saude, tudo culdadosamente criado para enriquecer Sua mente e tocar seu coracao. Cada matéria é uma oportunidade de mergulhar em novas ideias e redescobrir a beleza e complexidade da vida e da humanidade. Convidamos vocé a embarcar nessa jornada conosco, onde cada pagina nao é apenas uma leitura, mas uma experiéncia, uma porta para novas descobertas e emocoes profundas. Explore o universo da HR Magazine e deixe-se surpreender pelo poder transformador da _ criatividade e da informacao. Site Oficial www.editorahr.com Nos Siga no Facebook e Instagram @editora.hr Whatsapp (19) 9 9822-4249 E-Mail contato.hreditora@gmail.com.br APOIADORES DA REVISTA HR MAGAZINE Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 2 no original

Página 3 de 80

al Or o E © a. o 1 o =) o fe) _ o ® n — fe) to = xe) O

Consultar página 3 no original

Página 4 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine . REVISTA ndice : * & 6 Editorial 8 Apresentação 10 — Expediente |Z Entrevista — Exclusiva — Secretário de Segurança de Campinas Dr.Christiano Biggi Dias 22.0 Espirito de Natal 26 Dezembro Vermelho as A 34 Trilhos de Ouro 38 Musicas Inesqueciveis 38 Tiro ao Alvaro 40 Goodbye Yellow Brick Road NR a Identidade” * Ws =

Consultar página 4 no original

Página 5 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine REVISTA 5 Q..Amizade entre Criangas e Pets HR p 52 O Instinto de Proteção < s& 5 A Reflexões 56 Secdo SAUDE E BEM ESTAR 58 Provocagées: A Linguagem Oculta dos Relacionamentos Humanos Por Maristela Pozitano 6 2 Dia da Acessibilidade Por Dra. Cláudia Araújo 6 4 .Seção VIAGEM E TURISMO 6 6 Presenteie um Novo Horizonte 68 Patagonia: O Verao no Fim do Mundo /1 Maldivas: A Fuga Tropical que vocé merece /4 Seção CELEBRIDADES 76 "Modelo Priscila Latoja conhece a Croácia 78 Premio Comunicação 2025 Copia ou reprodução parcial oustotal é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 5 no original

Página 6 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Chegamos a ultima pagina de um ano desafiador e transformador. Esta edicao, que chega as suas maos no limiar de dezembro, més de intensa circulação de pessoas, celebracdes e, infelizmente, também de aumento de vulnerabilidades urbanas, reflete sobre um tema crucial: Seguranca Publica. Nossa capa de hoje, estampando a figura do Secretario de Seguranca Publica de Campinas, Dr. Christiano Biggi Dias, nado é apenas um retrato, mas um convite a reflexao sobre a complexa engrenagem que mantém nossa cidade em funcionamento. Campinas RMC, um polo de tecnologia e inovação e uma das mais importantes metrdopoles do interior paulista, exige uma gestao de seguranga a altura de sua dinamica. O Foco na Inteligéncia e na Proximidade A seguranga urbana moderna nao se resolve apenas com rondas ostensivas; ela exige inteligéncia, tecnologia e, acima de tudo, a participacao civica. Vemos em Campinas um esforco continuo para integrar esses pilares. O investimento em monitoramento por cameras, o uso estratégico de dados para mapear hotspots criminais e a integracao entre as forcas municipais (Guarda Municipal) e estaduais (Policias Civil e Militar) sao passos fundamentais. A Revista HR MAGAZINE convida vocé, leitor, a se aprofundar na entrevista com o Secretario nas paginas seguintes. Conhecer as estratégias, as metas e os obstaculos é o primeiro passo para nos tornarmos parceiros ativos na construgcao de uma Campinas mais justa e segura. Afinal, a seguranca publica é a base sobre a qual se constrdi toda a prosperidade. Que a intelig@éncia, a ação coordenada e o senso de comunidade nos guiem para um 2026 de paz e desenvolvimento. Joyce Reis Editora Chefe e Redatora Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 6 no original

Página 7 de 80

o = N © On © = a T = o ") 4 = © San <) T Me = S

Consultar página 7 no original

Página 8 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Chegamos ao dia 30 de novembro com a edicao que prepara vocé para 2026! A HR Magazine traz uma visao 360° que conecta segurang¢a, historia, bem-estar e a gestao de pessoas. Entrevista exclusiva com o Dr. Christiano Biggi Dias, Secretario de Seguranca de Campinas, sobre gestao de crises e a importancia da intelig@éncia estratégica na protecao da comunidade e dos negocios. Celebramos os 150 Anos da Cia. Paulista de Estradas de Ferro — uma licao de logistica, inovagao e o impacto duradouro na força de trabalho da regiao. Na secao Bem-Estar, mergulhe em Provocacdes nos Relacionamentos Humanos e a importancia da Acessibilidade e do Dezembro Vermelho para um ambiente de trabalho e vida mais inclusivo e consciente. Planeje seu recharge com nossos guias de viagem para a aventura épica na Patag6nia ou o luxo tranquilo nas Ilhas Maldivas! E para fechar o ano com emocao, nossa Secao Pet e Cultura traz musicas inesqueciveis e reflexes para celebrar o amor incondicional e o equilibrio. prepare sua jornada de 2026 com estratégia e bem-estar ótima Leitura Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 8 no original

Página 9 de 80

Dezembro Vermelho Més de Combate ao HIV, Aids e IST a¥s

Consultar página 9 no original

Página 10 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Jornalista (DRT: 96124/SJ - SP) DIRETOR DE JORNALISMO E DIRETOR RESPONSAVEL COMENDADOR DOM HELIO REIS Editora chefe, redatora e Jornalista (DRT 97508/SJ - SP) JOYCE REIS Matriz Campinas - SP CNPJ 91.712.559/0001-85 Distribuição Gratuita Mês e Ano da Publicação Dezembro de 2025 Ano e Número da Publicação Ano 3 e Número 26 Tipo Digital ISSN 2968-7105 Publicação Por Editora HR Instagram e Facebook @editora.hr Whatsapp (19) 9 9822-4249 E-mail contato.hreditora@gmail.com site Oficial www.editorahr.com APOIADORES DA REVISTA HR MAGAZINE FEBACLA Cépia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD 10

Consultar página 10 no original

Página 11 de 80

Transcrição indisponível para esta página. Consulte a publicação original. Não foi criado texto artificial.

Consultar página 11 no original

Página 12 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Entrevista com o Secretario de Seguranca de Campinas Dr. Christiano Biggi Dias GESTAO E INOVACAO NA SEGURANGA PUBLICA MUNICIPAL Entrevista Exclusiva para a HR Magazine Entrevistado: Exmo. Sr. Dr. Secretario da Segurancga Publica de Campinas HR Magazine: Qual é a sua terra natal? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Segurancga Publica de Campinas: Campinas. HR Magazine: O que o motivou a seguir a carreira/area em que o senhor atua? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Assim como uma consideravel parcela dos jovens, meu desejo primordial desde a infancia era ingressar nas forcas policiais. Deste modo, como etapa inicial para o ingresso na carreira de Policia Civil, aos 18 anos, optei pela graduacao em Direito com o intuito de futuramente me tornar Delegado de Policia. Entretanto, no transcorrer da formagao académica, minha trajetoria sofreu uma inflexao. Em 2013, fui convidado pelo entao Prefeito Jonas Donizette para integrar sua equipe de gestao, inicialmente exercendo a funcao de Diretor Executivo por um periodo de quatro anos. Posteriormente, assumi o cargo de Secretario Executivo do Gabinete do Prefeito por mais quatro anos. Em setembro de 2020, em virtude de uma reestruturagao governamental, o Prefeito Jonas me enderecou o convite para acumular a Secretaria de Segurancga Publica. Inicialmente, demonstrei ponderacao. Contudo, na reiteração do convite para assumir o cargo, aceitei, sobretudo por ja contribuir com o panorama da seguranga publica, atuando como um elo articulador entre as corporacoes de seguranca e desenvolvendo iniciativas pragmaticas, que envolviam a integracao operacional entre as diversas forcas, enquanto ainda exercia minhas funções no gabinete. Em 2021, o Prefeito Dario Saadi, após ser eleito, reiterou o convite para que eu desse continuidade ao trabalho como Secretario de Segurança. Permaneci no cargo com grande satisfacao, concretizando, assim, o meu ideal de infancia de fazer parte do sistema de seguranca publica. HR Magazine: Qual foi a sua maior conquista até agora? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Na Secretaria de Segurança de Campinas, obtivemos inumeras realizações notaveis. Tao logo assumi a Pasta, meu desafio inaugural consistiu em promover a uniao no seio da Guarda Municipal e implementar transformagédes que alcancassem a totalidade do efetivo da corporacao, e nao apenas grupos especificos. 12 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 12 no original

Página 13 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine O segundo passo foi incentivar e valorizar nossos valorosos agentes, por meio da aquisicao de equipamentos de ultima geracao, tais como pistolas, fuzis, drones, novos fardamentos, além de um incremento de adicionais na ordem de 45%. Adicionalmente, podemos citar a renovacao integral da frota, com a introdução de novas motocicletas de alta performance e novas viaturas de quatro rodas. E relevante destacar que, durante o primeiro mandato do Prefeito Dario, registramos o maior contingente de contratacao de agentes para a Guarda Municipal. Tal medida permitiu o refor¢o da seguranca em toda a municipalidade, com foco particular na area Central, mediante a implantacao do programa Centro Mais Seguro e o restabelecimento da modalidade de patrulhamento a pé. Esta abordagem favorece o trabalho preventivo e uma maior interação com a sociedade civil, elevando significativamente a percepcao de seguranga na regiao central. Outro marco fundamental reside no investimento em tecnologia e integragao, com uma reestruturacao organizacional para permitir a interoperabilidade de todos os nossos equipamentos e o estabelecimento de uma nova doutrina e cultura institucional. Deste esforço, resultou a inauguragao do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), uma estrutura de aproximadamente 4 mil metros quadrados que congrega uma Central de Monitoramento de Campinas de vanguarda, o Centro de Comunicagao da GM, Policia Civil, Policia Militar, Policia Federal e ABIN, além de uma sala dedicada a gestao de crises. Ainda no ambito do fortalecimento do monitoramento por cameras na_ cidade, implementamos o Programa Monitora Campinas, que estabelece uma parceria estratégica entre o Poder Publico e a iniciativa privada para o compartilhamento de imagens de cameras de seguranga. Atualmente, contamos com a integracgao de mais de 1.700 cameras de parceiros ao monitoramento realizado no CICC. A adesao ao programa é isenta de Custos para o parceiro, e empresas, condominios e outras entidades privadas com CNPJ que integram o programa dispdem de um acesso direto e facilitado a Guarda Municipal. Em maio do corrente ano, ainda sob a égide da estrutura do CICC, Campinas sediou o Centro de Inteligéncia Metropolitano (CIM), um modelo pioneiro no cenario nacional. O CIM reune os setores de inteligéncia das Guardas Municipais de toda a Regiao Metropolitana de Campinas com o objetivo de troca de informagdes em tempo real, viabilizando o planejamento de ações coordenadas e, consequentemente, o combate a ilicitos que sao comuns aos diversos municipios. O CIM ja conduziu operagdoes de grande envergadura, como as destinadas a combater a receptacao de fios de cobre, por meio de fiscalizacdes em estabelecimentos de reciclagem, e a coibir o comércio de bebidas falsificadas, com inspeções em adegas e pontos de venda de bebidas. Nota sobre a Integracao (CICC e CIM): O CICC (Centro Integrado de Comando e Controle) representa um novo conceito de gestao, promovendo a integracao de servicos de emergéncia, defesa civil, transito e seguranca, unindo órgãos municipais, estaduais e federais. Ja o CIM (Centro de Inteligéncia Metropolitano) é um modelo pioneiro no pais, focado na producao de conhecimento estratégico e informacdes de inteligéncia para o planejamento e execucao de operacdes conjuntas entre as Guardas Municipais da Regiao Metropolitana de Campinas, visando dar respostas coordenadas ao crime organizado. 13 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 13 no original

Página 14 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine HR Magazine: O que o senhor aprendeu com suas experiéncias que gostaria de compartilhar com outras pessoas? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Eu sintetizaria este aprendizado em dois axiomas. O primeiro, de natureza aparentemente simples, mas de complexa execugao pratica, é: "Ninguém realiza nada de forma isolada". Isso pressupde que todas as nossas conquistas sao o resultado de um esforco coletivo. Minha funcao restringe-se a liderar este grupo, mas nosso propéosito primordial é assegurar que todos os membros progridam e prosperem em conjunto. O segundo axioma é um complemento do primeiro, e se configura como: "nao hesite em permitir que sua equipe alcance o seu maximo potencial; o éxito deles é o reflexo de sua lideranca’. HR Magazine: Como o senhor avalia a evolugao de sua area nos ultimos anos? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranca Publica de Campinas: Sem duvida, o tema da seguranca publica figura como um dos assuntos mais proeminentes na contemporaneidade e sera uma prioridade nas vindouras eleigdes. No contexto de politicas publicas, os topicos que invariavelmente emergem sao saude, educação e seguranca. Contudo, a seguranca publica é uma pauta que permeia todas as camadas da estrutura social. Entendo que este é um momento propicio para fomentar a integracao efetiva das forcas de seguranca em todos os niveis (municipal, estadual e federal) e promover a implementagao de politicas publicas sdlidas, sobretudo para fazer frente ao crime organizado, que se encontra entranhado em diversos setores da sociedade e demanda ser combatido com inteligéncia estratégica e coesao. Adicionalmente, as Guardas Municipais tem demonstrado um desenvolvimento exponencial, assumindo um papel basilar na seguranga publica, consolidando sua relevancia e obtendo um reconhecimento significativo por parte da sociedade. HR Magazine: Quais transformagées o senhor almejaria vislumbrar no futuro? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Uma uniao genuina entre todas as forcas de seguranca, de maneira ampla e irrestrita, superando as vaidades institucionais em prol de um objetivo comum: entregar a sociedade o mais elevado patamar possivel de seguranca. A viabilidade desta aspiracao reside na integração operacional das forcas de seguranca, trabalhando em cooperacao mutua, e na valorizacao, por parte da sociedade, dos nossos verdadeiros herdis fardados, que sao os agentes da seguranca publica. HR Magazine: De que maneira o senhor harmoniza sua vida pessoal e profissional? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: E desafiador alcancar um estado de equilibrio, visto que a atividade profissional exige uma dedicacao intensa. Nossas equipes da Guarda Municipal operam em um regime de 24 horas por dia, todos os dias. Por conseguinte, é imperativo estar continuamente acessivel para solucionar qualquer intercorréncia. HR Magazine: Quais sao as suas taticas para gerenciar o estresse e a pressao inerentes a fungao? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Usufruir dos momentos de maior serenidade e tranquilidade. 14 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 14 no original

Página 15 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine HR Magazine: O que o senhor aprecia fazer em seu tempo livre? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Segurança Publica de Campinas: Além de dedicar tempo a familia e aos amigos, tenho apreco pela pratica esportiva, notadamente o ciclismo e o tiro esportivo. HR Magazine: Como esses passatempos exercem influéncia em sua vida profissional? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Os passatempos exercem uma influéncia na medida em que contribuem para o equilibrio e a lucidez necessarios no momento de tomar decisões que terao um impacto direto em nossa sociedade. HR Magazine: Que orientagao o senhor daria a um individuo que esta iniciando em sua area? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Primeiramente, costumo afirmar que o profissional de seguranca publica é um auténtico vocacionado. Portanto, antes de qualquer coisa, aquele que almeja vestir uma farda deve pôr a prova sua vocagao, pois, uma vez nas ruas, estara dispondo de sua vida cotidianamente por individuos que sequer conhece, nao sera reconhecido por seus atos meritorios e sera severamente criticado por qualquer equivoco ou conduta inadequada. Ademais, tera de aprender a lidar com os reveses desta profissao, como, por exemplo, efetuar a prisao, repetidas vezes, de um individuo criminoso reincidente. HR Magazine: Ha alguma mensagem que o senhor gostaria de dirigir aos leitores da HR Magazine? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Tributem o devido valor aos nossos verdadeiros herdis fardados, nossos homens e mulheres que integram a seguranca publica. Nos momentos de maior adversidade, é recorrente a lembrancga de Deus e dos policiais. Os individuos ateus nao invocarao Deus, mas todos se recordarao dos policiais. HR Magazine: Quais sao os seus planos para o porvir? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: Se me fosse concedido o privilégio de eleger meu futuro profissional, meu grande anseio seria permanecer exatamente onde estou neste momento. HR Magazine: De que forma o senhor tenciona prosseguir contribuindo para sua area de atuacgao? Exmo. Sr. Dr. Secretario da Segurança Publica de Campinas: A intenção é dedicar-me com ainda maior afinco a segurança publica de nossa cidade, como um meio de retribuir a oportunidade que me foi conferida e a posição em que me encontro hoje para atuar neste setor. ã 15 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 15 no original

Página 16 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Exclusive Interview with the Secretary of Public Security: Leadership, Technology, and Team Valor Interviewee: The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas Personal Background and Career Trajectory HR Magazine: Where are you originally from? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: Campinas. HR Magazine: What motivated you to pursue the career or field you are currently in? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: Like a significant portion of young males, my primary aspiration since childhood was to join the police force. Consequently, as the initial step toward a career in Civil Police, | opted for a degree in Law at the age of 18, with the ultimate goal of becoming a Police Chief (Delegado). However, during the course of my academic education, my career trajectory shifted. In 2013, | was invited by the then-Mayor, Jonas Donizette, to join his administration, first serving as an Executive Director for four years. Subsequently, | assumed the position of Executive Secretary of the Mayor's Cabinet for another four years. In September 2020, following a government reorganization, Mayor Jonas extended an invitation for me to take on the Secretariat of Public Security concurrently. Initially, | exercised caution. Nevertheless, upon the reiteration of the offer to assume the role, | accepted, primarily because | was already actively contributing to the public safety landscape. | acted as an articulating link among the various security corporations and implemented pragmatic initiatives involving integrated operations while still serving in the Mayor's cabinet. In 2021, Mayor Dario Saadi, upon his election, reaffirmed the invitation for me to continue my work as Security Secretary. | have remained in this office with immense satisfaction, thereby realizing my childhood ambition of serving in public safety. HR Magazine: What has been your greatest accomplishment so far? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: Within the Secretariat of Security of Campinas, we have secured numerous remarkable achievements. Immediately upon assuming the portfolio, my initial challenge was to foster unity within the Municipal Guard and implement changes that would benefit the entire operational corps, rather than focusing on specific factions. The next step involved motivating and valorizing our distinguished agents through the acquisition of state-of-the-art equipment, such as pistols, rifles, drones, and new uniforms, alongside an increase in salary supplements of approximately 45%. Additionally, we can cite the complete renewal of the fleet, introducing high-performance new motorcycles and four- wheeled patrol vehicles. Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD 1 6

Consultar página 16 no original

Página 17 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Significantly, during Mayor Dario’s first mandate, we registered the largest contingent of agent hiring for the Municipal Guard. This measure facilitated the reinforcement of security across the municipality, particularly in the Central area, through the implementation of the "Centro Mais Seguro" (Safer Downtown) program and the reinstatement of foot patrol methodology. This approach supports preventive work and greater community engagement, substantially elevating the perception of safety in the downtown region. The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: Another fundamental milestone is the investment in technology and integration, requiring an organizational restructuring to ensure the interoperability of all our equipment and the establishment of a new institutional doctrine and culture. This effort culminated in the inauguration of the Integrated Command and Control Center (CICC), a facility spanning approximately 4,000 square meters that houses an advanced Campinas Monitoring Center, the Communication Center for the Municipal Guard, Civil Police, Military Police, Federal Police, and ABIN, along with a dedicated crisis management room. Furthermore, to enhance city-wide camera surveillance, we implemented the "Monitora Campinas" Program, which establishes a strategic partnership between the Public Sector and private initiative for Sharing security camera footage. We currently have the integration of over 1,700 partner cameras monitored at the CICC. Adherence to the program is cost-free for partners, and private entities with CNP] participating in the program gain direct and expedited access to the Municipal Guard. In May of this year, under the auspices of the CICC structure, Campinas inaugurated the Metropolitan Intelligence Center (CIM), a pioneering model nationally. The CIM convenes the intelligence sectors of the Municipal Guards from across the Campinas Metropolitan Region to facilitate real-time information exchange, enabling the planning of coordinated operations and, consequently, the combating of crimes common to multiple municipalities. The CIM has already conducted large-scale operations, such as those aimed at combating the receiving of stolen copper wires through inspections of recycling businesses and curtailing the trade of counterfeit beverages with inspections of liquor stores and other points of sale. Note on CICC and CIM: The CICC and CIM represent a deliberate strategy to shift from reactive policing to proactive, intelligence-driven regional security, leveraging technology to centralize communication and strategic response capabilities. Leadership Philosophy and Ethics HR Magazine: What have you learned from your experiences that you would like to share with others? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: | would condense this learning into two maxims. The first, which is deceptively simple yet challenging in practical application, is: "No one achieves anything alone." This presupposes that all our accomplishments are the result of collective endeavor. My role is solely to lead this group, but our paramount objective is to ensure that all members progress and thrive together. The second maxim is a corollary to the first: "Do not fear letting your team shine; their brilliance is a direct reflection of your leadership." 17 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 17 no original

Página 18 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine HR Magazine: How do you see the evolution of your field in recent years? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: Undeniably, the topic of public safety stands as one of the most prominent issues in contemporary society and is set to be a major priority in forthcoming elections. Within the context of public policy, the subjects that invariably surface are health, education, and security. However, public safety is an agenda item that pervades all strata of the social structure. | believe this constitutes an opportune moment to foster the effective integration of security forces at all levels (municipal, state, and federal) and promote the substantive implementation of robust public policies, particularly to confront organized crime, which is deeply embedded in various sectors of society and must be tackled with strategic intelligence and unified action. Furthermore, the Municipal Guards have demonstrated exponential development, assuming a pivotal role in public safety, solidifying their institutional space, and achieving significant societal recognition. HR Magazine: What changes would you like to see in the future? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: A genuine and comprehensive union among all security forces, which is broad and unrestricted, setting aside institutional vanities in pursuit of a common good: delivering the highest possible standard of security to the community. The feasibility of this ambition rests on the operational integration of security forces, working collaboratively and cooperatively, and the recognition, by society, of our true uniformed heroes, who are the public safety agents. HR Magazine: How do you balance your personal and professional life? The Honorable Dr. Secretario da Seguranga Publica de Campinas: It is challenging to attain a state of equilibrium, as professional duty requires intense dedication. Our Municipal Guard teams operate on a 24-hour, seven-days-a-week schedule. Consequently, it is imperative to be continually available to resolve any operational contingency. HR Magazine: What are your strategies for dealing with stress and pressure inherent in the role? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: To capitalize on moments of greater tranquility and serenity. HR Magazine: What do you enjoy doing in your free time? The Honorable Dr. Secretary of Public Security de Campinas: In addition to spending time with family and friends, | enjoy engaging in sports, notably cycling and competitive shooting. HR Magazine: How do these hobbies influence your professional life? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: Hobbies exert an influence in that they contribute to the balance and clarity required when making decisions that will directly impact our community. 18 Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 18 no original

Página 19 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine HR Magazine: What advice would you give to an individual who is starting out in your field? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: Primarily, | often assert that a public safety professional is a truly vocation-driven individual. Therefore, first and foremost, anyone aspiring to wear a uniform must test their vocation, because once on the streets, they will risk their lives daily for people they have never met, will not be recognized for their meritorious deeds, and will be severely criticized for any mistake or improper conduct. Moreover, they must learn to manage the inherent challenges of this profession, such as having to arrest the same repeat criminal offender numerous times. HR Magazine: Is there any message you would like to convey to the readers of HR Magazine? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: Pay due homage to our true uniformed heroes—our men and women in public safety. In the most challenging moments, we invariably remember God and the police. Atheists may not invoke God, but everyone remembers the police. HR Magazine: What are your plans for the future? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: If | were granted the privilege of selecting my professional future, my greatest desire would be to remain precisely where | am now. HR Magazine: How do you intend to continue contributing to your area of expertise? The Honorable Dr. Secretary of Public Security of Campinas: The intention is to dedicate myself with even greater commitment to the public safety of our city, as a means of reciprocating the opportunity | was given and the position | currently hold in this field. S i P =) Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD 19

Consultar página 19 no original

Página 20 de 80

& Codigo da Invisibilidade O que a Sociedade faz para Silenciar o Feminino Comendador Prof. Dr. Dom Helio Reis

Consultar página 20 no original

Página 21 de 80

Transcrição indisponível para esta página. Consulte a publicação original. Não foi criado texto artificial.

Consultar página 21 no original

Página 22 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine O Natal. A simples mengdo da palavra evoca uma sinfonia de emoções, imagens e sensacoes. Para muitos, é a €poca mais magica do ano, um periodo de reencontros, reflexdo, generosidade e, acima de tudo, esperanca. Mas o que torna o Natal tdo especial? É apenas uma data no calendario ou algo muito mais profundo? Desde as primeiras semanas de novembro, o ar ja começa a mudar. As cidades se iluminam com brilhos cintilantes, as vitrines das lojas ganham decoracoes elaboradas e uma melodia familiar de cangdes natalinas comeca a ecoar. É uma transformação quase que instantanea que nos transporta para um universo de sonhos e fantasias. É nesse cenario que a estrela principal, a arvore de Natal, ganha destaque. Decorada com bolas coloridas, festdes brilhantes e luzes que piscam Suavemente, ela se torna o centro das atengdes em muitos lares, guardia dos presentes e testemunha de alegrias. Mas a verdadeira magia ndo reside apenas nas luzes ou nas compras. Esta no proposito que esta época nos inspira. Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 22 no original

Página 23 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine » b : E EN= & O Natal é, essencialmente, a celebração do amor e do nascimento de uma nova esperanca. Em meio a correria do ano, ele nos forca a desacelerar, a olhar para dentro e, crucialmente, a olhar para o lado. Reencontros: E a desculpa perfeita para diminuir as distancias, fisicas e emocionais. O calor de um abracgo apertado, a risada compartilhada com familiares que nao vemos ha tempos, o ato de sentar-se a mesa e compartilhar o pao — estes são OS MOMentos que preenchem a alma. Generosidade: O espirito natalino nos move a ação. Nao apenas a troca de presentes, mas a disposi¢ao em dar algo de nos: nosso tempo, nossa atenção, nossa compaixdo. O Natal reaviva a chama da solidariedade e nos lembra da nossa responsabilidade em tornar o mundo um lugar mais justo e acolhedor para todos. Reflexdo: É um ponto de pausa para avaliar o ano que passou e renovar a fé no futuro. É a crenca inabalavel de que, nao importa as dificuldades, a vida sempre nos oferece a chance de um novo come co. O "Espirito do Natal" ndo é algo que se liga e desliga como as luzes da arvore. É um estado de espirito, uma emoção que se manifesta na bondade cotidiana, na paciéncia com o proximo e na capacidade de apreciar as pequenas bênçãos da vida. É a sensacdo acolhedora de aconchego, o cheiro de rabanada e pinho fresco, e a expectativa inocente de uma criança. É a nostalgia do passado misturada com a alegria do presente. Em resumo, o Natal é um lembrete anual e luminoso de quem podemos ser no nosso melhor: mais amorosos, mais conectados e mais esperancosos. E por isso que, mesmo apos a desmontagem das decoracgdes, o eco de sua emoção permanece, inspirando-nos a carregar a luz e a magia do Natal pory2 todos os outros dias do ano. Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 23 no original

Página 24 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine 0s, deces, de Cassin Biaggion: o saber que desperta o deseo Cassia Biaggioni não faz apenas doces; ela cria experiéncias que capturam o nosso desejo por completo. Em sua cozinha, cada ingrediente é misturado com um cuidado que transcende a receita, criando algo que irresistivelmente nos chama para provar. Quando vocé vé um dos doces de Cassia, a vontade ja comeca. A riqueza das cores, a perfeição das texturas e a apresentacdo elegante imediatamente ativam um gatilho para o prazer. É a visão que nos convida, gerando uma antecipação deliciosa antes mesmo da primeira mordida. Essa vontade de provar é uma resposta a um estimulo cuidadosamente criado para despertar a alegriae a expectativa do paladar. A maestria de Cassia esta em transformar essa vontade inicial em uma satisfacdo proftunda. Cada mordida é uma revelação: um equilibrio de sabores complexos e uma textura que derrete na boca. O sabor rico e a qualidade dos ingredientes reforgam a meméria da experiéncia, criando uma conexão emocional com aquele momento. Por isso, depois de provar, vocé não apenas se sente satisfeito, mas também fica com a lembranga vivida daquele momento de puro prazer. Dogura, protissionalismo e paixão em cada detalhe Além de despertar o paladar e a vontade, o trabalho de Cassia Biaggioni se destaca pela exceléncia em cada detalhe. A higiene é uma prioridade total em sua cozinha. Cada doce é preparado em um ambiente impecdvel, garantindo a tranquilidade e a confianga de cada cliente. A pontualidade é outro pilar de seu servigo. Os pedidos são entregues no prazo, frescos e prontos para serem apreciados. Esse compromisso com o cliente reflete a seriedade e o profissionalismo que Cassia dedica ao seu oficio. E para completar a experiéncia perfeita, a alta qualidade de seus doces é oferecida a um prego acessivel. Cassia acredita que todos devem ter a chance de sentir a alegria genuina que um doce feito com paixão e carinho pode proporcionar. Com Cassia Biaggioni, saborear um doce é uma experiéncia completa: ela nutre não só o corpo, mas também a alma, satisfazendo a vontade e provando que a verdadeira docura esta na unido do talento culindrio com a paixão e o protissionalismo. Seus doces são mais do que uma sobremesa; sGo uma celebração do sabor, da arte e da felicidade. A on 1 99682" ale wpycassiabl o 24 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 24 no original

Página 25 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine

Consultar página 25 no original

Página 26 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Dexombno Veumelho A Revolução Silenciosa: Da Sentença à Esperança, os Novos Horizontes do HIV no Brasil Quando dezembro chega, o vermelho toma conta de edifícios públicos e laços simbólicos adornam peitos em todo o país. Instituído no Brasil pela Lei nº 13.504/2017, o "Dezembro Vermelho" marca uma mobilização nacional na luta contra o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids). Mas, para além da iluminação cénica e dos protocolos oficiais, este mês carrega o peso de uma história que precisa ser recontada e ressignificada anualmente. Vivemos um paradoxo sanitário. Nunca tivemos tantas ferramentas para evitar, tratar e controlar o vírus. No entanto, o Brasil ainda regista milhares de novos casos anualmente, com uma concentração preocupante entre jovens. O Dezembro Vermelho não é apenas um lembrete para usar preservativo; é um chamado urgente para atualizar o "software" social com o qual encaramos a doença. A imagem aterrorizante de Cazuza ou Freddie Mercury nos anos 80 e 90 ficou no passado. Hoje, a face do HIV pode ser a de qualquer pessoa ao seu lado: saudável, ativa, trabalhadora e com uma expectativa de vida igual à de quem não tem o vírus. Para entender a importância da campanha, é preciso olhar para os dados. O Ministério da Saúde estima que cerca de um milhão de pessoas vivam com HIV no Brasil. O dado mais inquietante, contudo, é o das "pessoas silenciosas": estima-se que mais de 100 mil brasileiros têm o vírus e não sabem. São homens e mulheres que, por medo do diagnóstico ou por uma falsa sensação de invulnerabilidade, não fazem o teste. 26 Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 26 no original

Página 27 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Essa lacuna no diagnostico é o combustivel da epidemia. Quem ndo sabe que tem o virus ndo se trata e, consequentemente, pode transmiti-lo involuntariamente. O objetivo global da UNAIDS, conhecido como a meta 95-95-95, propde que, até 2030, 95% das pessoas vivendo com HIV sejam diagnosticadas; que 95% dessas estejam em tratamento; e que 95% das pessoas em tratamento tenham a carga viral suprimida. O Brasil avanga bem nas duas ultimas pontas, mas ainda tropeca no primeiro degrau: o diagnostico. Da "Peste Gay" a Epidemia Generalizada Historicamente, o estigma comegou com o rotulo equivocado de "peste gay" ou "cancer gay" no inicio da década de 80. Essa associagdo errOnea criou uma cicatriz profunda na sociedade, sugerindo que o HIV era um problema de "grupos de risco". Hoje, a medicina e a sociologia aboliram esse termo. Falamos em "comportamento de risco" e "populacdes- chave", mas a realidade bioldgica é implacavel e democratica: o virus nado escolhe orientação sexual, género, classe social, raga ou religido. Mulheres casadas em relacionamentos heterossexuais estaveis, idosos que redescobriram a vida sexual na terceira idade e jovens universitarios compdem fatias significativas dos novos diagnosticos. O Dezembro Vermelho serve para quebrar a falsa seguranca do "isso nao acontece comigo". Acontece. E a ignorancia é o maior fator de risco. A Nova Era da Prevengao Combinada Durante décadas, a prevengdo resumiu-se a uma Unica palavra: camisinha. Embora o preservativo continue a ser uma barreira fisica insubstituivel (protegendo também contra Sifilis, gonorreia, HPV e outras infeções), a estratégia de combate ao HIV evoluiu para um conceito mais amplo e sofisticado: a "Prevenção Combinada". 2/ Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 27 no original

Página 28 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Esta abordagem assemelha-se a uma "mandala" de opcodes, permitindo que cada individuo escolha o método que melhor se adapta ao seu estilo de vida e momento pessoal. PrEP (Profilaxia Pré-Exposigdo): Uma verdadeira revolugdo. Trata-se de um medicamento tomado regularmente por pessoas que nao tém o virus, mas que estão expostas a maior risco. A PrEP cria uma barreira quimica no sangue, impedindo que o virus se instale caso haja contacto. Disponivel gratuitamente no SUS, é uma estratégia de empoderamento, especialmente para casais sorodiferentes (onde um tem HIV e o outro nao). PEP (Profilaxia Pós-Exposição): A "pilula do dia seguinte" do HIV. Em casos de falha do preservativo, rutura ou violéncia sexual, a pessoa tem até 72 horas (idealmente nas duas primeiras horas) para iniciar um ciclo de 28 dias de medicagdo que pode impedir a infeção. É uma corrida contra o tempo que salva vidas. Indetectavel = Intransmissivel (I = 1) Se tivéssemos de escolher apenas uma informacdo para estampar em outdoors por todo o pais, seria esta equação: | = |. Estudos cientificos massivos, como o Partner 1 e Partner 2, acompanharam milhares de casais sorodiferentes que tiveram relagées sexuais sem preservativo durante anos. O resultado foi zero transmiss6es nos casos onde o parceiro com HIV estava em tratamento eficaz. Conclusdo cientifica) Uma pessoa vivendo com HIV, que toma a sua medicagdo regularmente e mantém a Carga viral "indetectavel" (quantidade de virus tao baixa que os exames padrdo nao contam) por mais de seis meses, ndo transmite o virus sexualmente. O impacto disto é monumental. O "| = I" desmonta a base do preconceito. Ele devolve a quem vive com HIV a possibilidade de amar sem medo, de ter filhos naturalmente e de se relacionar sem se sentir uma "ameaca". O tratamento, portanto, ndo é apenas para a saude individual do paciente; é a forma mais eficaz de prevenção coletiva. Tratar é prevenir. AZINE SPREAL NAW KO VERI VELHO fot] SN ol >) 951 -7\)\ (07. E O FIM DO PRECONCEITO Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 28 no original

Página 29 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine A Evolugao dos Antirretrovirais Longe vao os tempos do "coquetel" toxico, que exigia dezenas de comprimidos e causava lipodistrofia (alteragdo na distribuigdo de gordura corporal) ou diarreias constantes. A farmacologia moderna desenvolveu drogas de altissima poténcia e baixa toxicidade. Hoje, muitos pacientes controlam o HIV com apenas um ou dois comprimidos ao dia, com efeitos colaterais minimos ou inexistentes. O dolutegravir, por exemplo, atual carro-chefe do tratamento no Brasil, é considerado um dos melhores medicamentos do mundo, oferecido gratuitamente pelo SUS. O Virus Social: Estigma e Discriminagao Se a medicina resolveu a parte bioldgica, a sociedade ainda falha na parte humana. O medo da "morte civil" — a exclusdao social, a demissdo silenciosa, o afastamento de amigos e familia — é frequentemente maior do que o medo da doenga. Este fendmeno tem nome: sorofobia. Relatos de consult6rio mostram que o momento do diagnostico ainda é vivido como um luto. Nao pela satide, mas pela identidade. "Quem vai me querer agora?", "Como vou contar aos meus pais?". O estigma mata. Ele mata quando um jovem deixa de ir buscar o resultado do exame por vergonha de ser visto no Centro de Testagem. Ele mata quando um paciente abandona o tratamento porque tem medo que os colegas de trabalho descubram os remédios na sua bolsa. O Dezembro Vermelho precisa ser, acima de tudo, um exercicio de empatia. O HIV é uma condição cronica, como a diabetes ou a hipertensdo. Exige cuidados diarios, mas nao define o caracter nem a capacidade de ninguém. Ha um fendmeno geracional preocupante. Os jovens que nasceram apéos os anos 2000 ndo viram os seus idolos morrerem de Aids. Para eles, o HIV é uma doenca "que tem remédio". Essa banalização, somada a facilidade dos aplicativos de encontros e a baixa percecdo de risco, tem causado um aumento de casos na faixa dos 15 aos 24 anos. A comunicagao com este publico falha quando adota um tom moralista. O jovem ndo quer ouvir "ndo faga". Ele precisa de informação sobre "como fazer com seguranga". Falar de prazer, de sexualidade fluida e de reducdo de danos é mais eficaz do que a velha tatica do amedrontamento. A educação sexual nas escolas, constantemente atacada por viés ideoldgico, é uma ferramenta de saude publica que precisa ser retomada com urgéncia. Do outro lado da piramide, temos um fendmeno inédito e positivo: a primeira geração de pessoas envelhecendo com HIV. Gragas ao sucesso do tratamento, pessoas diagnosticadas nos anos 90 estão a chegar aos 60, 70 anos. Isso traz novos desafios para o sistema de saude. A geriatria brasileira comeca a adaptar-se para receber estes pacientes, que provam, com os seus cabelos brancos, a vitória da ciéncia sobre a morte prematura. Eles sdo os sobreviventes de uma guerra, e merecem um cuidado integral que olhe para além da contagem de CD4. 29 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 29 no original

Página 30 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine O Horizonte da Cura e Novas Tecnologias O mundo cientifico nunca parou de procurar a cura. Existem dois caminhos principais sendo trilhados: a cura esterilizante (eliminar totalmente o virus do corpo) e a cura funcional (o corpo controla o virus sem precisar de remédios, embora ele ainda esteja la dormente). Casos isolados, como o "Paciente de Londres" ou o "Paciente de Berlim", que se curaram apos transplantes de medula Ossea complexos, acendem luzes de esperanca, embora esses procedimentos ndo sejam replicaveis em massa devido ao alto risco. No horizonte mais proximo, a grande novidade sdo os injetaveis de longa duração. Ja aprovados em alguns paises e em analise no Brasil, esses medicamentos (como o cabotegravir) permitem que o tratamento oral diario seja substituido por uma injeção a cada dois meses. Isso promete revolucionar a adesdo, tirando do paciente a obrigação de lembrar do comprimido todos os dias e oferecendo mais privacidade. Cidadania Positiva O Brasil possui uma legislação robusta de protegdo. Pessoas vivendo com HIV podem sacar o FGTS, tém isengao de imposto de renda sobre aposentadoria (em certos casos) e, crucialmente, sao protegidas contra demissao discriminatoria. Exigir teste de HIV em exames admissionais é crime. O sigilo médico é sagrado. Conhecer esses direitos é parte da terapia, pois garante a segurança material necessaria para manter a saude. A luta ndo é só do governo. O mundo corporativo tem acordado para a pauta através das iniciativas de ESG (Governanga Ambiental, Social e Corporativa). Empresas que promovem palestras no Dezembro Vermelho, que acolhem funcionarios sem preconceito e que apoiam projetos sociais fazem a diferença. As ONGs, historicamente a ponta de langa dessa batalha, continuam a fazer o trabalho de formiga: ir onde o Estado ndo chega, acolher a populacdo de rua, as travestis, OS usuários de drogas, oferecendo testagem e, acima de tudo, dignidade. O Fim da Epidemia Comega em Nos a mensagem final é clara: a tecnologia existe, os remédios existem, a rede de apoio existe. O que falta para acabarmos com a epidemia de Aids? Falta que cada um de nos faça a sua parte. Fazer a sua parte é fazer o teste, sem medo. É conversar com os filhos sem tabus. É não fazer a piada preconceituosa no bar. É acolher o amigo que revela a sua sorologia com um abraço, e nado com um olhar de pena. O lago vermelho na lapela é bonito, mas a atitude inclusiva no dia a dia é o que realmente transforma. Que este Dezembro Vermelho ndo seja apenas mais um més no calendario, mas o momento em que decidimos, coletivamente, que nenhuma vida vale menos e que o virus do preconceito nado tera mais hospedeiros entre nos. 30 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 30 no original

Página 31 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine

Consultar página 31 no original

Página 32 de 80

VOLPÊ VEÍCULOS www. volpevetculos.com. br VOLPE VEICULOS: Padrao de exceléncia em seminovos e usados. Ha anos em Campinas, a escolha inteligente.

Consultar página 32 no original

Página 33 de 80

DD ae = Avenida José Bonifacio, 34 Jd. Flamboyant - Campinas - SP

Consultar página 33 no original

Página 34 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Trilhos de Ouro: A Saga da Companhia Paulista de Estradas de Ferro A Companhia Paulista de Estradas de Ferro, fundada ha mais de 150 anos, ndo apenas transportou cargas e passageiros; ela moldou o mapa, a economia e a identidade do estado de Sdo Paulo. De Jundiai ao sertão paulista, seus trilhos representaram a espinha dorsal do progresso. Conheça a historia da "Paulista", um Simbolo de efici@ncia e inovação que deixou marcas indeléveis na memoria ferroviaria brasileira. ee E A Companhia Paulista de Estradas de Ferro (CPEF) nasceu em 1868, no Patio do Colégio, em Sao Paulo, por iniciativa de fazendeiros do café e negociantes. O objetivo inicial era estender os trilhos da Sdo Paulo Railway (SPR), que ligava o Porto de Santos a Jundiai, até Campinas, coração da produção cafeeira. * 1870: Inicio da construgdo. * 1872: O primeiro trem inaugural circula no trecho entre Jundiai e Campinas. A CPEF rapidamente se destacou por sua gestdo eficiente e padrdo de qualidade, algo incomum para a €poca. A busca por autonomia tecnologica e a preocupação com a pontualidade eram marcas registradas, fazendo com que o povo dissesse que se podia "acertar o relogio" na chegada dos seus trens. O papel da Paulista na economia paulista e brasileira foi central. A ferrovia nado apenas facilitou o escoamento da principal riqueza do pais, o café, para o porto, mas tambem impulsionou a marcha para o oeste do estado. * Indutora de Cidades: A ferrovia frequentemente se adiantava a produção do café, sendo responsavel pela fundagdo de inumeras cidades e vilas ferroviarias em seu entorno, estruturando o territorio paulista. * Capacidade de Investimento: A CPEF possuia alto capital e utilizou a estratégia de expansdo através da compra e fusão de outras companhias, como a Estrada de Ferro Rio Claro em 1892, garantindo sua lucratividade e consolidando seu monopolio regional. * Pioneirismo Tecnologico: Foi a primeira no Brasil a utilizar a tragdo elétrica (a partir de 1922) e a introduzir carros-restaurante e vagões de luxo (tipo pullman), elevando o nivel Gg transporte de passageiros. Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 34 no original

Página 35 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Vantagens e Inovagao: O Selo de Qualidade Paulista A exceléncia da CPEF era resultado de uma série de inovações e praticas de gestão que a colocavam entre as melhores ferrovias do mundo. Vantagens * Padrdo de Qualidade: Pontualidade, manutenção rigorosa e dtimo atendimento. * Autonomia: Grande capacidade de construir e manter seu proprio material rodante e maquinismos em suas oficinas. * Formacgao de Mado de Obra: Foi pioneira ao criar a Escola para Aprendizes (1901) e o Centro Ferroviario de Ensino e Selecdo Profissional (1934), qualificando seus trabalhadores, em muitos casos, dando preferéncia aos filhos de ferrovidrios. * Sustentabilidade (Precursora): Foi pioneira em reflorestamento, criando hortos florestais (o primeiro em Jundiaf) para produzir a madeira necessaria para dormentes e lenha para as locomotivas a vapor. Desvantagens e o Inicio do Declinio Apesar de sua exceléncia, a Paulista também enfrentou desafios que, somados a politicas nacionais, acabaram por minar sua operacdo privada. Desvantagens/Desafios * Concorréncia Rodovidria: A partir de meados do século XX, a politica de transporte federal priorizou o modal rodoviario, resultando em menor investimento e concorréncia acirrada com os caminhGes, especialmente no transporte de combustiveis e cargas. * Endividamento: O sucateamento do parque ferroviario nacional e o alto endividamento do setor afetaram a Paulista, apesar de sua relativa saude financeira. * Conflitos Trabalhistas: Na década de 1960, a exacerbacdo dos conflitos entre a diretoria e o sindicato, com uma série de greves por melhores condições e salarios, foi o estopim para a intervencao estatal. Empregos, Sociedade e a Familia Ferroviaria A CPEF foi uma das maiores empregadoras do estado, e a carreira de ferroviario era sinônimo de orgulho, status social e estabilidade. * Criagdo de Empregos: Iniciando com 45 funcionarios em 1872, o quadro cresceu exponencialmente. A Companhia formou e qualificou milhares de trabalhadores, desde operários e maquinistas até engenheiros e técnicos de ponta. * Vilas Ferroviarias: A empresa construia vilas ferroviarias ao lado das estações e oficinas, criando um universo social e fisico Unico. AS casas passavam de geracdo para geracdo, reforcando o conceito de "familia ferroviaria". * Apoio Social: A propria iniciativa dos ferroviarios levou a criação de instituig6es como o Grémio Recreativo (1900) e a Associagao Protetora das Familias dos Empregados (1904), provendo seguranca e lazer. 35 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 35 no original

Página 36 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine A historia da Paulista é rica em detalhes que ilustram seu impacto cultural e social. * O Horto Florestal: O engenheiro agr6nomo Edmundo Navarro de Andrade instalou o primeiro Horto Florestal em Jundiai, com a CPEF chegando a ter 18 hortos. Seu objetivo era produzir eucalipto para ser usado como lenha e dormentes nas vias, mostrando uma visdo de longo prazo sobre o suprimento de matéria-prima. * Time de Futebol: O Companhia Paulista Futebol Clube, fundado em 1913 no patio de manobras de Jundiai, era um reflexo da forte identidade ferrovidria. * Exclusao Racial: Embora contratasse preferencialmente brasileiros e nado discriminasse por nacionalidade, a politica de contratagdo, na pratica, tendia a excluir negros e pardos dos cargos de maior qualificagdo e salario, refletindo a estrutura social da época. O destino da Companhia Paulista, a ultima grande ferrovia privada em operagao, foi selado em um contexto de crise do setor e de crescente intervencao estatal. * 1961: A Estatizagao: Em meio a crise econdmica e ao impasse com os trabalhadores, a empresa foi estatizada pelo governo do estado de Sdo Paulo, pondo fim a gestdo privada. * 1971: A FEPASA: Dez anos depois, a CPEF foi oficialmente incorporada a recém-criada Ferrovia Paulista S.A. (FEPASA), juntamente com a Mogiana e a Sorocabana. A FEPASA, por Sua vez, foi extinta e teve seus ativos incorporados a Rede Ferroviaria Federal S.A. (RFFSA), e hoje parte da malha esta sob concessdo privada (como a Rumo Logistica) e outra parte é operada pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) em servicgos urbanos. 36 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 36 no original

Página 37 de 80

www .editorahr.com | HR Magazine A Companhia Paulista de Estradas de Ferro, embora extinta há décadas, permanece viva na memoria, no patrimônio e na infraestrutura do estado. * O PatrimGnio Preservado: Muitas estacdes ferroviarias da antiga CPEF, como a de Jundiai (sede do Museu da Companhia Paulista) e Campinas, foram tombadas pelo Condephaat e se tornaram importantes bens culturais e lugares de memoria. A refuncionalizagao dessas estagdes para novos usos (culturais, comerciais ou de transporte moderno) é uma estratégia para garantir sua preservacdo. * A Infraestrutura Atual: A antiga malha da Paulista ainda é fundamental para o transporte de cargas (soja, açúcar, celulose) no interior de São Paulo sob concessdo, e o trecho de Jundiai a Campinas continua sendo um dos corredores logisticos mais importantes do pais. * 2025: Revitalizagdo e Memoria: O espirito de exceléncia e pioneirismo da Paulista inspira Os projetos de modernizacdo e expansão do modal ferroviario no Brasil. A preservagdo da memoria ferroviaria, garantida por lei (Lei n.° 11.483/2007), mantém a historia da CPEF acessivel para as novas geracoes. A CPEF nado é apenas uma historia do passado, é a fundacdo sobre a qual grande parte do desenvolvimento e da pujança do estado de Sdo Paulo foi construida. 37 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 37 no original

Página 38 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Musicas Inesqueciveis "TIRO AO ALVARO": A SUTILEZA DE ADONIRAN No panteao dos maiores cronistas de Sao Paulo, o nome de Adoniran Barbosa brilha com uma luz Unica. Seus sambas, repletos de humor, poesia e a genuina fala do paulistano humilde, sao verdadeiras paisagens sonoras da metropole. E entre elas, uma canção se destaca pela sagacidade da composição e pela histéria de superacao da censura: "Tiro ao Alvaro" (1960), em parceria com Oswaldo Moles. O Troféu da Paixao e o Trocadilho Génial A primeira vista, "Tiro ao Alvaro" é uma declaracao de amor sofrida, mas leve. O eu lirico lamenta que seu peito, de tanto levar "frechada do teu olhar", se parece com uma "taubua de tiro ao alvaro, nao tem mais onde furar". A genialidade de Adoniran reside em transformar o sofrimento amoroso em uma imagem visual forte e popular. O olhar da amada é mais perigoso que "bala de carabina", "veneno estriquinina" e até "atropelamento de automover", tudo com a ironia e o exagero tipicos do samba. A Historia por Tras da "Taubua" A cancao, porém, carrega uma camada de critica social e uma dose de resisténcia. Composta em um periodo da ditadura militar brasileira (embora só tenha sido lançada e ganho notoriedade anos depois, principalmente na gravacao de 1980 com Elis Regina), o titulo original, "Tiro ao Alvo", foi alterado. * O Ato de Génial: Adoniran, para evitar problemas com os censores, que consideravam "alvos" todos aqueles que se opunham ao regime, substituiu o termo pelo nome proprio "Alvaro". O trocadilho sutil camuflou a referéncia, permitindo que a musica sobrevivesse. * O Motivo da Censura: Ironicamente, a musica foi censurada mesmo assim, nao pelo seu subtexto politico, mas pela linguagem. Os censores consideraram de "mau gosto" e "marginal" a grafia e a pronuncia que Adoniran fielmente retratava: "frechada", "tauba", “automover" e "revorve". Adoniran Barbosa, o "filosofo da contramao", elevava a fala popular, com seus desvios gramaticais e sotaque italo-paulistano, a categoria de arte. A censura tentava impor a norma culta, mas o compositor defendia a autenticidade do seu povo. O Encontro de Gigantes O reconhecimento definitivo de "Tiro ao Alvaro" veio em 1980, no icônico album Elis, quando Elis Regina, a Pimentinha, convidou o sambista para canta-la em um dueto memoravel. O encontro entre a voz grave e coloquial de Adoniran e a poténcia técnica e moderna de Elis selou a cancao como um classico inquestionavel da Musica Popular Brasileira (MPB). Hoje, a cancao nao é apenas um samba, mas um documento cultural que celebra a beleza da linguagem popular e a arte da dissimulagao criativa. 38 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 38 no original

Página 39 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine ~ EM . A Em : - F —— — — - ED a e — rie Cr aq | 3 a? iii Ê ' e ulm & -

Consultar página 39 no original

Página 40 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine “Goodbye Yellow Brick Road" Em 1973, Elton John e seu parceiro lirico Bernie Taupin estavam no auge. E foi justamente nesse pico de fama e fortuna que eles criaram uma das cancdes mais melancolicas e introspectivas da historia do rock: "Goodbye Yellow Brick Road". Mais do que uma simples balada, a faixa-titulo do album homônimo é uma poderosa metafora sobre a ambicao, a desilusao e o desejo de voltar para casa, longe do brilho ofuscante do estrelato. A Inspiragao em 02 e o Significado Oculto O titulo e o conceito central da musica sao uma referéncia direta ao classico filme O Magico de Oz. A Estrada de Tijolos Amarelos (Yellow Brick Road) simboliza a promessa de sucesso, riqueza e fama, o caminho que todos em busca de gloria devem seguir até a cidade esmeralda. Contudo, na cancao, o narrador nao esta indo em direcao a essa estrada, ele esta dizendo adeus a ela. O letrista Bernie Taupin, que se sentia ambivalente em relacao a opuléncia e ao caos da vida de rockstar, escreveu a letra como um desabafo pessoal. Ele expressa o desejo de trocar a "cadillac do milionario" e a vida de "princesa de contos de fadas" pela simplicidade das suas raizes, a vida pacata da "fazenda". “Eu nao me importo de sair e fazer o que todo mundo esta fazendo, mas sempre precisei ter uma saida de emergéncia.” — Bernie Taupin, sobre o tema da cangao. A musica fala com clareza sobre o cansaco do sucesso e a busca por autenticidade. É uma reflexao sobre a vaidade da vida de celebridade, onde o luxo pode se tornar uma prisao dourada. A Magia de Elton John ao Piano Musicalmente, "Goodbye Yellow Brick Road" é uma obra-prima que demonstra a versatilidade de Elton John. A canção comeca com uma intro atmosférica, quase de conto de fadas, sustentada pelo piano elegante e vocalizações suaves. A performance de Elton ao piano é rica e emotiva, combinando a sensibilidade de uma balada pop com a sofisticação de uma composicao classica. O arranjo de cordas, dramatico e cinematografico, reforca o tom épico da despedida. Langada em um momento em que a dupla Elton/Taupin estava experimentando com diversos géneros musicais (o album contém desde glam rock até pop mais suave), esta faixa se destaca como o centro emocional do disco. Um Hino Atemporal de Desconexao “Goodbye Yellow Brick Road" tornou-se um dos maiores sucessos da dupla e permanece um hino atemporal para qualquer pessoa que ja se sentiu sobrecarregada pelas expectativas do mundo moderno. A cangao nos lembra que a verdadeira felicidade, muitas vezes, nao esta no final da estrada mais brilhante, mas sim na coragem de abandona-la e encontrar o caminho de volta para casa. AO Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 40 no original

Página 41 de 80

Transcrição indisponível para esta página. Consulte a publicação original. Não foi criado texto artificial.

Consultar página 41 no original

Página 42 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Sua identidade (Mauro Antonio) Quando foi o ultimo livro que vocé leu? Do que leu o quanto entendeu? Do que entendeu o que pos em pratica? Dessa pratica o quanto esta na sua fala? Este poema foi o algoritmo que Ihe trouxe Ou por acidente caiu no seu feed como post? Dos seus melhores influencers Qual deles traz liberdade ou prende? Vocé consegue ficar fora do mundo digital Ou sente tdo ruim que da ansiedade A ponto de nada aproveitar com intensidade? Que papel vocé exerce no seu natural Que Ihe faz sentir, ser uma pessoa legal? Sem internet vocé sabe sua identidade? feradapoesia.blogspot.com Copia ou reprodugao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD 42

Consultar página 42 no original

Página 43 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine MINI BIOGRAFIA Mauro Ant6nio, um autor em Betim, Minas Gerais, Brasil, de 60 anos de idade. Livros Publicados: "Banco" (2019) - Ed. Koinonia - MG - Clube do & Livro Frutificando - RJ. "Namastê" (2013) - Editora Protexto - PR. "Cisne negro" (1992) - Grupo Scortecci - SP. "Simples poesia" (1990) - Grupo Scortecci - SP. Participações: Desde 1989, Mauro Antônio participa de Antologias. Autor do blog: feradapoesia.blogspot.com. 43 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 43 no original

Página 44 de 80

Transcrição indisponível para esta página. Consulte a publicação original. Não foi criado texto artificial.

Consultar página 44 no original

Página 45 de 80

Se você gostou envie um pix para Editora HR - 51.712.559/0001-85 e sugestões para: contato.hreditora@gmail.com. Sera muito bem vindo!

Consultar página 45 no original

Página 46 de 80

Transcrição indisponível para esta página. Consulte a publicação original. Não foi criado texto artificial.

Consultar página 46 no original

Página 47 de 80

Transcrição indisponível para esta página. Consulte a publicação original. Não foi criado texto artificial.

Consultar página 47 no original

Página 48 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Reencontro com seus tutores

Consultar página 48 no original

Página 49 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine

Consultar página 49 no original

Página 50 de 80

www.editorahr.com :

Consultar página 50 no original

Página 51 de 80

wWwwWwWrseditorahr.com | HR Magazine é P á ; “ Y. à , s. “ ) t. 2/ L v F D S d ANA ey 1 - —. epi b A: PA eA Wie - -A ‘Se é eas SS R We É ,1;'9_ Sy ig Oy Wide eee of B . > ' A FP a Se tx ; A =, SS a aS > " "s ”. ~ _— — : x NA : "” - : 2/ 2 aa 4 4). Ser ee S s . a = ~~! > ? . * — ' N . - - .. » o . E * x. — P ~ .x —_ - “a... reproducao parcial OUtoMimeproibida sob sehornasda nce R ' ” s q p' a R C= Aa | e — — . o o —— —

Consultar página 51 no original

Página 52 de 80

9A hormas da LGPD N W

Consultar página 52 no original

Página 53 de 80

Transcrição indisponível para esta página. Consulte a publicação original. Não foi criado texto artificial.

Consultar página 53 no original

Página 54 de 80

Reflexoes they a ec EG ane d rat = oe Seem

Consultar página 54 no original

Página 55 de 80

.JL' m WWW.editorahr.com | HR Magazine — Vv

Consultar página 55 no original

Página 56 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine seção SAUDE E BEM ESTAR WWW. EDI TORAHR.COM =

Consultar página 56 no original

Página 57 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine 27

Consultar página 57 no original

Página 58 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Provocacoes: A Linguagem Oculta dos Relacionamentos Humanos Por Maristela Pozitano Viver em sociedade é conviver com uma complexa trama de emoções, expectativas e projegdes. Embora desejemos paz, harmonia e relacdes equilibradas, a verdade é que grande parte dos conflitos que experienciamos nasce em pequenos gestos, muitas vezes inconscientes: as provocações. Provocar ndo é apenas um ato impulsivo; é uma linguagem. Uma forma de comunicar dor, caréncia, medo, desejo de controle ou necessidade de reconhecimento. Quando compreendemos o que esta por tras desse comportamento, tanto no outro quanto em nos, ampliamos nossa consciéncia e criamos novas possibilidades de convivéncia. Pensando sobre as origens da provocação, Suas expressdes, seus efeitos nas relações e caminhos possiveis para responder com maturidade, evitando que pequenos atritos se tornem grandes rupturas. Chego a algumas reflex6es. A Vida Pulsante e a Consciéncia de Si Refletir sobre a nossa existéncia é perceber que a vida pulsa em tudo: no que sentimos, nas relagdes que construimos, nas reagdes que damos e recebemos. No entanto, atravessamos nossos dias alimentando conflitos interminaveis, querendo moldar o outro conforme nossas expectativas. Nesse esforço continuo de controle, muitas vezes nos distanciamos de nós mesmos, de nossa esséncia. A busca por dominar o comportamento alheio revela, com frequéncia, a incapacidade de sermos quem desejamos ser. É um movimento paradoxal: controlar o outro para fugir de nds. Por isso, torna-se fundamental exercitar o papel de observador interno: perceber o que emanamos, como pensamos, como reagimos e como nos comportamos, especialmente quando somos provocados. 58 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 58 no original

Página 59 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine O Que Sao Provocações? Provocagdes ndo sdo meras irritações do cotidiano; são manifestagdes de conflitos internos ainda nao elaborados. Sdo respostas desordenadas a algo que habita pro- fundamente a pessoa que provoca. Muitos provocam como forma de serem vistos. Mesmo uma reação negativa pode ser melhor que a invisibilidade emocional. A crianga que incomoda para ganhar atengdo expressa essa logica. O adulto que aprendeu essa linguagem segue repetindo o padrdo. Outros provocam como mecanismo de protegdo. Temem ser descobertos em sua fragilidade. Ao atacar primeiro, sentem que controlam a situação. O impacto das relações familiares Um exemplo marcante é o de um garoto cujo pai só demonstrava presenga por meio de agressdes. O menino preferia um tapa a indiferenca. A provocacdo, nesse contexto, torna- se um pedido desesperado por conexao. Hierarquia e poder Ha provocagdes que sao estratégias de manutenção de poder. Elas ocorrem em am- bientes familiares, profissionais e institucionais. Provocar o mais fraco pode ser a forma mais primitiva de esconder uma inseguran¢a nao assumida. Identidade construida no enfrentamento Ha pessoas que afirmam, orgulhosamente, que “nao mudam por ninguém”. A provocação aqui funciona como reafirmacdo de identidade, uma identidade rigida, defensiva, muitas vezes construida para sobreviver a dores passadas. Provocacao aprendida por convivéncia “Mimetizamos comportamentos.” O que vemos, fazemos. O que vivenciamos, repetimos. Criangas aprendem por observacgdo “O que a criang¢a vé, a criança faz”. Adultos também. Em tempos de redes sociais, comportamentos agressivos sdo reproduzidos sem filtro, contaminando relações do cotidiano. Quando Crescer Nao Foi Suficiente Durante a infancia e a adolescéncia, testar limites faz parte do processo de individuagdo. No entanto, quando esse comportamento se prolonga pela vida adulta, surgem desafios Significativos nos relacionamentos. Muitos adultos continuam a provocar como se ainda buscassem afirmar identidade, territorio, pertencimento. Esses padrões, geralmente, estdo ligados a insegurancgas ndo trabalhadas, experiéncias traumaticas ou caréncias afetivas profundas. A dificuldade de adultecer, de assumir responsabilidades emocionais, leva muitas pessoas a permanecerem presas a comportamentos desajustados e inadequados, gerando conflitos repetitivos. A terapia, nesse contexto, torna-se uma ferramenta fundamental para reorganizar o mundo interno e estabelecer novas dinamicas de convivéncia. 59 Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 59 no original

Página 60 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine A Raiz Emocional da Provocagao A raiva, a frustração e a dor emocional sao frequentemente expressas por meio das provocações. Muitas pessoas, incapazes de lidar com suas emoções, escolhem provocar para nao se sentirem sozinhas em sua propria dor. A lógica é simples, embora inconsciente: se eu sofro, que o outro também sinta algo. Quando ndo reconhecemos nossos sentimentos, outras pessoas se tornam alvo e espelho daquilo que evitamos sentir. O Poder da Escolha Consciente Diante de provocacées, temos sempre duas opcodes: responder ou reagir. Reagir é automatico, responder é consciente. Para transformar relações, precisamos aprender a responder com clareza, assertividade e equilibrio emocional. Abaixo, algumas diretrizes importantes: Mantenha o equilibrio diante de uma provocação e responda com calma; ndo seja impulsivo. Estabeleca limites claros. É saudável em qualquer relacdo, onde o respeito deve ser reciproco. Entenda o que pode estar por tras da provocagao, perguntando o que a pessoa espera de vocé. Responda sempre de forma assertiva e propositiva, validando o que a pessoa esta sentindo. Deixe claro que vocé entende que algo a esta ferindo e pergunte o que ela espera que vocé faça para que fique bem. Validar o sentimento do outro nao significa concordar com suas atitudes. Provocacoes podem revelar sintomas de problemas mais profundos, como depressdo, ansiedade, transtornos de personalidade ou traumas. Vocé so tem controle sobre o seu comportamento. Portanto, agir ou reagir a provocacdo é uma escolha sua. Somos todos vulneraveis e passiveis de perder o controle, mas, se nos esforg¢armos na busca de autoconhecimento, saberemos como enfrentar cada situação que se apresentar. Tudo bem se precisar de terapia. SO quem se conhece consegue se sustentar emocionalmente em qualquer situagao. Toda mudan¢a precisa de uma vontade firme e coragem. A Paz Come¢a Dentro A convivéncia humana é um campo de aprendizados permanentes. Provocações, embora desconfortaveis, podem se tornar mensageiras de algo que precisa ser visto em nos Ou no outro. Ampliar a consciéncia, reconhecer padrões e agir de maneira mais responsavel nos coloca no caminho da paz. A paz que desejamos no mundo nasce primeiro dentro de nos. Responder com maturidade é um gesto de coragem. Promover ações positivas, antes de qualquer outra coisa, é uma escolha diaria. Que possamos, nessa grande jornada humana, transformar provocacgdes em oportunidades de entendimento, crescimento e, sobretudo, de construcdo de relagdes mais saudaveis e compassivas. Que neste Natal ao estarem com suas familias, seja despertado em cada um a Sua mais gentil forma de ser, fazendo com que os ensinamentos de Jesus participem de sua ceia. 60 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 60 no original

Página 61 de 80

Mini Bio Comendadora da Paz Madre Tereza de Cálcutá, Embaixadora Literária pelo Institut Cultive Suisse BrésiL/Genebra; Notorio Saber em Cultura de Paz Comunicagao Nao Violenta. Mediadora de Conflitos e Educadora Social Membro da Academia de Letras do Brasil — Pernambuco Formacao em radialismo e comunicacao, Escritora infanto juvenil desde 1999, livros trabalhados pelas redes publicas de educacao de Maceid, ESMAL - Escola Superior de Magistratura de Alagoas através do “programa cidadania e justica nas escolas”, Ong’s e escolas particulares em outras cidades. Livros langados nas ultimas 07 (sete) edicdes da “Bienal Internacional do Livro em Alagoas” (desde 2009); Livros lancados na Feira do Livro de Genebra (2024) Artigos publicados mensalmente na revista virtual HR Magazine que corre o mundo. www.editorahr.com | HR Magazine “Idealizadora e apresentadora do “Programa Trilha Social” exibido na TV Assembleia de Alagoas, ha 16 anos. Titulo de Mulher Evidéncia — Pernambuco Titulo de Cidada Maceioense Compositora com musicas gravadas por Santana “o cantador”, Altemar Dutra Junior, Marcia Porto, saudoso Zé Moco, chameguinho, Marlon Rossi. Idealizadora e compositora das musicas dos videos clipes “Desarme-se em busca de paz” e “Esquecidos” Formacao em constelacao familiar, pensamento sist@mico complexo, constela- cao estrutural e coaching sistémico, terapeuta integrativa, tanatologa, mestra em Reiki, cro- moterapéuta, reflexologista e coach em bem estar nos ultimos 30 anos. Fundadora e atual Diretora Executiva da ONG Maceió Voluntario, que desenvolve trabalhos voltados ao fortalecimento e in- troducao do voluntariado, através de uma cultura pela paz e valores humanos ha mais de 22 anos. 61 Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 61 no original

Página 62 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine 5 de dezembro — Dia nacional da Acessibilidade Por Dra. Claudia Araujo A acessibilidade garante a melhoria de qualidade de vida para todas as pessoas, com ou sem deficiéncia. Uma sociedade inclusiva, rompe preconceitos, discriminacdes e barreiras arquitet6nicas, de comunicacao e comportamentais. Todos os cidadaos sao iguais e merecem as mesmas_ oportunidades, independente da condicao fisica, sensorial ou intelectual. O manual da Associacao Brasileira de Normas Técnicas- ABNT 9050, tem como foco a acessibilidade em projetos, construcdes, instalações e adaptacao de edificagoes. Visa garantir acessibilidade em _ edificagdes multifamiliares, empresas, reserva de espacos e assentos em teatros, cinemas, auditdrios, estadios, ginasios de esporte, locais de espetaculos, de conferéncias e similares para pessoas com deficiéncia, estabelece inclusive um percentual de dormitorios acessiveis em empreendimentos de hospedagem. Muito ha a ser feito em nosso pais. E prioridade cuidar das calcadas que muitas vezes nao permitem que um cego caminhe ou que um deficiente fisico transite em cadeiras de rodas, dificultando até mesmo o transporte de um carrinho de bebé. Acessibilidade é garantir a autonomia e melhoria de qualidade de vida para todas as pessoas, com ou sem deficiéncia, oferecendo oportunidade para todos. Garantir a isonomia de direitos inclui garantir educagao para todos. Dessa forma, é fundamental ressaltar que o Decreto Lei 12686, de 21 de outubro de 2025, que tramita no parlamento brasileiro e visa tornar obrigatdoria a matricula de alunos especiais em escolas regulares, tolhendo a liberdade de escolha das familias e sobretudo da pessoa com necessidade especial é um processo de exclusao. Garantir escolas e instituições especializadas para oferecer o melhor desenvolvimento de pessoas com deficiéncias é fundamental para que elas possam participar do ambiente social, com as mesmas_ oportunidades, independente da condicao fisica, sensorial ou intelectual. Assim como, é também prioridade que as pessoas com necessidades especiais tenham acesso a todo e qualquer ambiente, escolas, instituicdes, locais de lazer, com direito inclusive de empregabilidade. Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD 62

Consultar página 62 no original

Página 63 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Para vocé que quer saber mais, visite https://loja.grupocrescersaude.com/ Mini Bio Claudia Araujo, 66 anos, mae, avo, mais de 40 anos dedicados a promocao da saude. Atendeu mais de 500 mil pessoas em 35 anos de emergéncia em pediatria, médica homeopata, terapeuta holistica, escritora. Membro do IHMdoBrasil - Instituto de Homeopatia e Mesmerismo do Brasil, Associada da AJEB-R3J - Associacao de Jornalista e Escritoras do Brasil, Membro da Confraria Brasil. Autora de “Crie Sade & Sabedoria”. Com Joana D’Arc Lage construiu a Coletanea PES - Poesia, Educacao & Satide, com 11 livros. Coautora nos livros "Conexdes de Mentes, Corações e Negocios", "Gladiadores de Vendas", "Estacao Aedos", “A mulher no Mundo”, “MMMulheres Reais- Aprimorando a si proprias”. Colunista do Jornal Papo de Artista, Bahia e da HR Magazine, revista mensal de distribuicao nos 5 continentes. CEO da CRESCER SAUDE, empresa dedicada a ajudar pessoas através de Tele Assisténcia Médica e educacao continuada em PREVENCAO de doencas, acidentes e valorizacao da vida. Com o proposito de conscientizacao da responsabilidade individual e coletiva na promocao da saúde. Tem como principio que “A arte da medicina esta em inspirar as pessoas ao habito de PREVENCAO de doenças, acidentes e valorizacao da vida, com autorresponsabilidade e Gratidao” 63 Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 63 no original

Página 64 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine secd0 VIAGEM E TURISMO WWW.EDITORAHR COM

Consultar página 64 no original

Página 65 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine

Consultar página 65 no original

Página 66 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine "Mais do que uma passagem, presenteie um novo horizonte." Cansado(a) de meias, perfumes e eletr6nicos que serdo esquecidos em janeiro? Neste Natal, a verdadeira luxo ndo é material, é a experiéncia. Que tal trocar o embrulho de papel por uma passagem de avido e o laço por um horizonte inesquecivel? Uma viagem oferecida como presente de Natal transcende o ato de presentear. É uma promessa de aventura, uma pausa merecida e um investimento em memorias que durarao muito mais do que qualquer objeto. Por Que Presentear com uma Viagem? * Memorias, Nao Coisas: Estudos mostram que as pessoas valorizam mais as experiéncias do que os bens materiais. Dar uma viagem é dar tempo de qualidade, novas perspectivas e historias para contar. * Antecipagao é Metade da Diversao: O presente nado começa na partida, mas no momento em que a passagem é revelada. A emocao de planejar, pesquisar atracdes e imaginar o destino prolonga a alegria do Natal por meses. * Para Todos os Amados: Seja para um casal em busca de uma lua de mel tardia, para uma familia que precisa se reconectar na Lap6nia, ou para um aventureiro que sonha com o trekking na Patagonia, ha um destino que se encaixa perfeitamente. Como Tornar a Revelação Inesquecivel e A Pista Congelada (Inverno): Embale um boneco de neve em miniatura e coloque um vale-presente dentro dele com a frase: "Prepare-se para ver o original em Nova York!" * O Kit de Sobrevivéncia (Praia): Entregue uma caixa cheia de protetor solar, um Oculos de sol novo e um mapa do destino escondido no fundo, indicando uma fuga para a Tailandia ou Nordeste brasileiro. e A Caixa de Sentidos (Cultural): Presenteie a pessoa com um guia de conversação, um livro sobre a historia local e um ingrediente tipico, como um azeite italiano, revelando a viagem a Toscana. Neste ano, deixe que o espirito natalino leve seus entes queridos para longe. Dé o presente da descoberta, da tranquilidade e da alegria de um mundo novo. O presente que ndo cabe na embalagem é, sem duvida, o mais valioso de todos. 66 Cépia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 66 no original

Página 67 de 80

— Cópia ou reprodução parciat ou totabé proibida sob as-normas d c . SS - i - . e

Consultar página 67 no original

Página 68 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine PATAGONIA: O VERAO NO FIM DO MUNDO Se vocé busca uma viagem que combine paisagens de tirar o fôlego, a sensacdo de estar no fim do mundo e a promessa de uma aventura genuina, a Patag6nia é o seu destino. Esta vasta e mistica regido, compartilhada por Argentina e Chile, é um santuario de geleiras monumentais, picos de granito desafiadores e vida selvagem austral. Dezembro: A Patagonia em Pleno Verao Para o publico do Hemisfério Sul, dezembro é a €poca perfeita para visitar a Patagônia. É o inicio do verão e, consequentemente, a alta temporada para o turismo. Isso significa: Dias Longos: O sol brilha por muito mais tempo. Em Ushuaia, por exemplo, o dia pode ter mais de 16 horas de luz natural, permitindo que vocé aproveite os passeios até tarde da noite. Melhores Condigoes para Trekking: As trilhas estão majoritamente abertas (especialmente em El Chaltén), oferecendo as melhores condigdes para explorar parques como o Torres del Paine (Chile) e o Los Glaciares (Argentina). Temperaturas Amenas: As médias ficam mais agradaveis (em torno de 10°C a 20°C), embora o famoso e intenso vento patagônico seja uma constante, exigindo sempre um bom casaco corta-vento. = — Um roteiro completo pela Patagônia deve cobrir, pelo menos, estes três icones: 1. Ushuaia, Argentina: O Fim do Mundo Conhecida como a cidade mais austral do planeta, Ushuaia é o ponto de partida para a Antartida e oferece uma beleza Unica, onde montanhas nevadas se encontram com o mar. Imperdivel: Navegacdo pelo Canal de Beagle para avistar o Farol Les Eclaireurs e col6nias de lobos-marinhos e pinguins (a temporada de pinguins é de setembro a março!). Aventura: Explore o Parque Nacional Tierra del Fuego, seja de trem ou em trilhas que levam a vistas espetaculares da Baía Lapataia. 68 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 68 no original

Página 69 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine 2. El Calafate, Argentina: A Capital dos Glaciares Esta cidade é o portal para o espetaculo da natureza na sua forma mais grandiosa: as geleiras. O Gigante de Gelo: O Glaciar Perito Moreno é a atracdo principal. Caminhar pelas passarelas em frente a imensa parede de gelo para testemunhar os estrondosos desprendimentos é uma experiéncia inesquecivel. Para os Mais Aventureiros: Faça o famoso Mini-Trekking (caminhada) sobre o gelo do proprio Glaciar Perito Moreno - uma reserva essencial para quem visita em dezembro! 3. El Chaltén, Argentina / Torres del Paine, Chile: O Paraiso do Trekking Para quem ama colocar os pés na trilha, estas são as "capitais" mundiais da caminhada. El Chaltén: Lar do majestoso Monte Fitz Roy, um pico de rocha icônico. As trilhas sao autoguiadas e gratuitas, levando a lagoas glaciais como a Laguna de Los Tres e Laguna Torre. Torres del Paine: No lado chileno, este parque oferece um circuito de trekking mundialmente famoso, com destaque para as trés torres de granito. Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD 69

Consultar página 69 no original

Página 70 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Apesar de ser verão, o clima patagdnico exige respeito. Roupa em Camadas: Use o "sistema cebola": segunda pele térmica, fleece ou la, e um bom casaco impermeavel e corta-vento. Protecdo Solar: Com o buraco na camada de ozônio e o reflexo do sol no gelo, protetor solar, labial e 6culos escuros sdo obrigatorios. Reserva: Dezembro é alta temporada! Hotéis, voos e, principalmente, passeios concorridos como o Mini-Trekking e as excursdes no Torres del Paine devem ser reservados com meses de antecedéncia. A Patagônia te espera. Prepare a mochila, o espirito aventureiro e o coração para a vastidao que transformara sua percepcao do que é realmente imponente na natureza. Cópia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 70 no original

Página 71 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine MALDIVAS: A FUGA TROPICAL QUE VOCE MERECE Poucos lugares no mundo evocam uma imagem de paraiso tropical tao perfeita quanto as Ilhas Maldivas. Situado no Oceano Indico, este arquipélago de 26 atdis é a definicao de sonho: aguas turquesa de transparéncia irreal, recifes de corais vibrantes e bangalés sobre a agua que flutuam sobre a calma do mar. Para quem busca uma fuga romantica, um mergulho de classe mundial ou simplesmente o maximo em relaxamento e privacidade, as Maldivas sao o refugio ideal. Dezembro: O Portal da Estagao Seca Dezembro é um més estratégico e altamente procurado nas Maldivas, especialmente para quem viaja a partir da segunda metade do més. * Clima Favoravel: O arquipélago comega a transicao da estacao chuvosa para a estacao seca. Embora as chuvas possam ser breves, a tendéncia é de dias ensolarados, céu azul e mar calmo. * Festividades de Fim de Ano: Os resorts de luxo se transformam em palcos de celebrações extravagantes para o Natal e o Réveillon. Espere jantares de gala obrigatdorios (e cobrados a parte) e festas exclusivas a beira-mar. e Alta Procura: Devido ao clima excelente e ao pico das festas, esta é uma das épocas mais caras para visitar. E essencial fazer as reservas com muita antecedéncia. O diferencial das Maldivas é o conceito de "uma ilha, um resort". Cada propriedade oferece uma experiéncia totalmente privada e isolada, com servicos personalizados de alta qualidade. * Bangalés Sobre a Agua (Water Villas): O icone das Maldivas. Estas acomodacées oferecem decks privativos com escadas que levam diretamente ao oceano, pisos de vidro para observar a vida marinha e, em muitos casos, piscinas de borda infinita exclusivas. * Gastronomia Subaquatica: Em alguns resorts, é possivel jantar em restaurantes submersos, observando peixes, tartarugas e até pequenos tubardes-recife passarem pelas janelas panoramicas — uma experiéncia inesquecivel. J Oo) TL JBI ‘a U DBE ay frame ayy [ STS ME TT Meee “Th Nn ahs | : ... s”” Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 71 no original

Página 72 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine A beleza das Maldivas nao esta apenas acima da agua, mas principalmente abaixo dela. Os atdis sao rodeados por recifes de corais que abrigam uma biodiversidade marinha estonteante. Snorkeling e Mergulho: Praticamente todos os resorts oferecem acesso facil aos recifes (house reefs). Ecomum nadar ao lado de arraias-manta, tartarugas marinhas e cardumes coloridos. Observacao de Tubardes-Baleia: Embora dependa da sorte, o sul do atol de Ari é famoso pela observacao do inofensivo tubarao-baleia, o maior peixe do mundo. Atividades Aquaticas: Caiaque, stand-up paddle e passeios de barco para ver golfinhos ao pôr do sol complementam a estadia. Se o seu objetivo para as férias de dezembro é desligar-se do mundo, ser mimado por um servico impecavel e se hospedar em cartdes-postais vivos, as Maldivas sao o seu destino. Prepare-se para experimentar o siléncio mais belo do planeta. Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 72 no original

Página 73 de 80

www. Se com | HR Mag gazine Copia ou reproducao parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD 73

Consultar página 73 no original

Página 74 de 80

secd0 CELEBRIDADES W W W. EDI TOR À HR .COM ==

Consultar página 74 no original

Página 75 de 80

.editorahr.com | HR Magazine 75

Consultar página 75 no original

Página 76 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine Modelo Priscila Latoia conhece a Croacia Por Douglas - Gente de Sucesso VIP A ex-modelo brasileira Priscila Latoia acabou de realizar um grande sonho de vida, conhecer a Crodcia. A bela esteve la por sete dias consecutivos onde reuniu lembrancas que, como diz ela, "só o seu coração esta guardando". Com o sonho de entrar em A Fazenda, reality da TV Record, Priscila conta que foi maravilhosa a experiéncia no pais de alta renda que é classificada em 46.° no Indice de Desenvolvimento Humano. Foi tudo muito maravilhoso", declara a ex-modelo. "Foi um passeio muito especial, realizar meu sonho", conta Priscila que subiu a montanha para tirar altas fotos na famosa passarela de vidro. Ela afirma que realizou seu sonho de ter subido a montanha para apreciar a bela paisagem que sempre quis ver. me — ii o F , : : jormas da LGPD E

Consultar página 76 no original

Página 77 de 80

www.editorahr.com | HR Magazine "Sao mais de cem voltas de carro para chegar lá em cima. Cheguei bem alto. Era meu sonho ir para a Crodcia e conhecer esse lugar maravilhoso." Antes de chegar a Crodcia, a ex-modelo visitou outros lugares, como Istambul e Austria. Priscila conta que não teve tempo de ir a0 mar, pois eram tantos lugares para ir e poder subir a montanha do mirante de vidro da Croacia. Priscila Latoia, brasileira, nasceu em Veredinha, um municipio do estado de Minas Gerais. Ex-modelo, é avd, mde de cinco filhos e mora em Northampton - uma cidade inglesa, localizada na regido de Midlands Orientais, a capital do condado de Northampton, na Inglaterra. 77 Cópia ou reprodução parcial ou total é proibida sob as normas da LGPD

Consultar página 77 no original

Página 78 de 80

PREMIO | = COMUNICACAO * ” DESTAQUE / DO \ Sao Paulo Narembes 26 18:00h Quarta . Realizagao embaixador da comunica¢ao e embaixador da paz cultural.e jornalista. Romildo dos Santos Billy. V Vice: presidente da câmara iis Apresentagdo = EA RENATA TOP SHOW 990200002 8c SE BES: Vs @renatatopshowunica gee 2S SMM LR Nae ae Me d) ae ia ou reprodu pial é proibi .. P

Consultar página 78 no original

Página 79 de 80

G a © = oO e ) on Oo E on oO —— () 7) oO o 2 (6) L o D o o O e 5 () o o BY Copia oureproduca E E -1 7 =

Consultar página 79 no original

Página 80 de 80

Transcrição indisponível para esta página. Consulte a publicação original. Não foi criado texto artificial.

Consultar página 80 no original