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Edição 006 — Sirius — O futuro da ciência brasileira

Revista HR Magazine. Identidade documental: pdf-007. Data editorial: 5 de abril de 2024.

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Páginas: 125. Com transcrição: 111. Sem transcrição: 14.

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ISSN 2965-7105 HR Wesel DIVERSIDADES ss te sms ocs we s fered aee eee ee a E / CEE_ERANDG'Q'FUTURG*DMW'A : al eeet m on ‘hie ) À 1 EA OUTRAS MATERIAS VIAGEM & | TURISMO. RECOMENDAMOS LER A REVISTA NO COMPUTADOR OU TABLET É) @editorahr @ Ceditoranr © reisi23@hotmaiicom ©@ (19) 99822-4249

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Nos siga no instagram: @editora.hr Nos siga no Facebook: @editora.hr Whatsapp: (19) 9 9822-4249 a ..” 4 E aS - — .".."-"J'_ f.s * oer tte Som, a ” - marta ã 4 PA . : f U ” ú "an MA f

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aAZINE Sempre ao Sev lado! : Uma revista digital repleta de cultura, conhecimento e — P inspiração. Mergulhe em conteúdos envolventes que abordam diversos temas, desde turismo até literatura. Nossa Revista é sua fonte confiável de informação e entretenimento.

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10 14 26 28 34 38 40 42 48 51 Editorial Apresentacao Expediente Sirius Acelerando o futuro da ciéncia Brasileira Conversa Crucial Comendador Helio Reis e Dra. Aldrey Azevedo no Programa ‘Descomplicando a saude’. / Sustentabilidade Capacidade de Suprir o presente, sem queisso — Á afete o futuro - Cláudia Cavalcanti de Araújo Em conexão com as Mulheres Claudia Montes / Oasis Poesia de Claudete Morsch J Suplicas Poesia de Claudete Morsch Simplesmente Mulher Maristela Pozitano Educar com o coração O Valor das Educadoras sociais Leidijane Chagas Homenagem as Educadoras Sociais Estrelas em um Céu Inseguro Leidijane Chagas

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70 72 76 78 84 94 96 100 112 114 Amigos Pet’s Amor é uma palavra de quatro patas Soneto da paixao & amor Berecine Sousa Miranda Ribeiro Como é ser Uber e ter uma vida Social Texto de Wallace Hansser Desvende os segredos do Sucesso com Claudio Queiroz - Kadu O Visionario da Televisao Explorando as Raizes Culturais Centro Cultural Africano Viagem & Turismo Pocos de Caldas e Monte Verde - Minas Gerais Incondicionalmente Mulher Maristela Pozitano Aflitividade ou Afetividade Texto de Maria Consuélo Culinaria Cozinhar é uma terapia que nos permite relaxar e desfrutar do prazer de criar. O tempo nao se repete Ana Trajano O Recado Conto de Dias Campos

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www.editorahr.com Editorial Caros leitores, É com grande satisfagdo que trazemos a vocés mais uma edição da HR Magazine, repleta de conteudo inspirador e transformador. Nesta edição, dedicamos espaco especial para destacar projetos que refletem nossos valores fundamentais: Sustentabilidade, Valorizagao das Mulheres e Cultura. O Projeto SIRIUS é uma iniciativa que nos enche de orgulho, pois representa nosso compromisso com o desenvolvimento sustentavel e a preservação do meio ambiente. Por meio desse projeto, buscamos promover praticas que reduzam nosso impacto ambiental, incentivando a conscientização e ações concretas para um futuro mais verde e prospero. Além disso, nao poderiamos deixar de destacar a importancia da valorizagao das mulheres em todas as esferas da sociedade. Nossa revista reafirma seu compromisso em amplificar as vozes femininas, promover a igualdade de género e reconhecer as conquistas das mulheres em diversos campos, desde o empreendedorismo até a lideranga comunitaria. E por falar em cultura, o Centro Cultural Africano é um exemplo inspirador de como a diversidade cultural enriquece nossa sociedade. Sob a lideranga do Presidente Adekunle, esse centro se tornou um espaco de celebracao, aprendizado e troca de experiéncias, promovendo o didlogo intercultural e o respeito a ancestralidade africana. Nesta edição, convido vocés a se inspirarem com historias de impacto, iniciativas transformadoras e reflexdes profundas sobre o mundo que nos cerca. Nao percam minha entrevista na Rede Vivax no dia 08/04/24 sobre o tema Cracolandia abordado em meu Livro Cracolandia Vida ou Morte?. Que possamos juntos construir um futuro mais sustentavel, inclusivo e culturalmente rico. Com gratiddo, Comendador Helio Reis (DRT: 0096124/SP) 6

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www.editorahr.com Apresentacao Seja bem-vindo a mais recente edição da HR Magazine, onde mergu- lharemos em uma jornada emocio- nante através do Projeto SIRIUS. Nesta edição especial, exploraremos uma va- riedade de tdpicos que refletem nosso compromisso com a sustentabilidade, a valorizacao das mulheres, além de oferecer insights exclusivos sobre a vida como motorista Uber, o impacto dos educadores sociais em nossas co- munidades e a beleza da literatura em forma de sonetos, poesias e contos. Vamos explorar iniciativas inspiradoras que promovem = a sustentabilidade e o valor das mulheres, destacando projetos e lideres que estado fazendo a diferença em suas comunidades. Descubra o desafio e a recom- pensa de ser um motorista Uber, onde compartilhamos uma historia fasci- nante de um profissional que encon- trou sucesso e realização nessa profis- sao em constante evolucao Conheça o impacto transforma- dor dos educadores sociais em nossas comunidades, aprendendo sobre seus desafios, conquistas e a importancia vital de seu trabalho para o futuro de nossas crianças e jovens. Deleite-se com uma _ seleção cuidadosamente curada de sonetos, poesias e contos que celebram a riqueza e a diversidade da expressão literaria, proporcionando momentos de reflexdo e inspiracdo.

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HR Magazine — —— — -, d a Af. — V H = " 4 e & — —— — .” — o — | — » — Á ; = = ‘ < tee Z — — — Z Zz & E E E Explore os encantos de duas cidades brasileiras distintas, mergulhando na cultura, na história e nas paisagens deslumbrantes que esses destinos têm a oferecer. Delicie-se com receitas irresis- tíveis e descubra dicas valiosas para cuidar do seu animal de estimação, enquanto exploramos o mundo sabo- roso da culinária e celebramos a ale- gria e o companheirismo que os pets trazem às nossas vidas. Preparado para embarcar nessa jornada única? A HR Magazine convida você a se inspirar, aprender e explorar o mundo ao nosso redor por meio do Projeto SIRIUS. Vamos juntos descobrir novas perspectivas e celebrar o poder da informação, da cultura e da conexão.

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Expediente EDITOR CHEFE, REDATOR & JORNALISTA (DRT: 0096124/SP) Comendador Helio Reis DIRETOR DE ARTE, DIAGRAMADOR & DESIGNER GRAFICO Leonardo Constancio REVISORA Joyce Petrini MATRIZ Campinas - SP ENDERECO ESCRITORIO Rua Tamandaré, 716, Liberdade - SP WHATSAPP (19) 9 9822-4249 E-MAIL reis123@hotmail.com REVISTA PUBLICADA POR Editora HR LTDA CNPJ 51.712.559/0001-85 DIA, MES E ANO DA PUBLICACAO 05 de Abril de 2024 DISTRIBUICAO Gratuito VOLUME 2 NUMERO 6 TIPO Digital ISSN 2965-7105 SITE www.editorahr.com DIREITOS AUTORAIS DE IMAGENS LICENCIADOS Freepik, Pixabay, Pexels & Unsplash a

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DESCUBRA A REALIDADE NUA & CRUA DA CRACOLÂNDIA Adquira Já o LIVRO DIGITAL que Todos Estão Falando! Publicação da Editora HR Sobre: Acesse www.editorahr.com Um local dominado pelo trafico de drogas, prostituição e crimes correlatos. O nome Cracolandia surgiu devido a predominéncia do consumo de crack nessa ar ea. Neste livro, o renomado Escritor, Académico Imortal e Comendador Prof. Dr. Helio Reis e a pesquisadora Elisabete Antolino apresentam uma enalise profunda sobre a realidade da Cracolandia, abordando suas origens, suas transformagodes ao longo dos anos e as dificuldades enfrentadas pelas autoridades e pela sociedade para solucionar esse complexo problema. [...] Videol

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Autor Comendador Helio Reis Diagramador & Designer Gráfico Leonardo Constancio Revisora Joyce Petrini

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www.editorahr.com SIRIUS ACELERANDO O FUTURO DA CIENCIA BRASILEIRA irius, anova fonte de luz sin- Soot. brasileira, é a maior e mais complexa_ infraestrutura cientifica ja construida no Pais. Este equipamento de grande porte usa aceleradores de particulas para pro- duzir um tipo especial de luz, cha- mada, luz sincrotron. Essa luz é utili- zada para investigar a composição e a estrutura da matéria em suas mais variadas formas, com aplicagdes em praticamente todas as areas do co- nhecimento. Sirius é uma _ infraestrutura aberta, a disposição da comunidade cientifica brasileira e internacional, desenvolvida no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) - Organizagéo Social supervisionada pelo Ministério da Ciéncia, Tecnologia e Inovações 14 (MCTI). Sirius é financiado com recursos do MCTI e projetado por pesquisadores e engenheiros do CNPEM, em parceria com a industria nacional. Sirius permite que centenas de pesquisas académicas e industriais sejam realizadas anualmente, por milhares de pesquisadores, contri- buindo para a solução de grandes desafios cientificos e tecnoldgicos, como novos medicamentos e tra- tamentos para doengas, novos fer- tilizantes, espécies vegetais mais resistentes e adaptaveis e novas tecnologias para agricultura, fontes renovaveis de energia, entre muitas outras potenciais aplicações, com fortes impactos econdémicos e so- ciais.

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www.editorahr.com CNPEM: Um centro de pesquisas unico no Pais Centro Nacional de O ressuis em Energia e Materiais (CNPEM) compée um ambiente cientifico de fronteira, multiusuario e multidisciplinar, com acdes em diferentes frentes do Sistema _ Nacional de CT&. Organizagao Social supervisionada pelo Ministério da Ciéncia, Tecnologia e Inovação (MCTI), o CNPEM é impulsionado por pesquisas que impactam as areas de saude, energia, materiais renovaveis e sustentabilidade. 18 Vídeo 1

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Equipes altamente especiali- zadas em ciência e engenharia, in- fraestruturas sofisticadas abertas à comunidade científica, linhas es- tratégicas de investigação, proje- tos inovadores com o setor produ- tivo e formação de pesquisadores e estudantes compõem os pilares da atuação deste centro único no País. A ponte entre conhecimen- to e inovação proporcionadas por essa atuação tornam o CNPEM um catalisador para o progresso cien- tífico, tecnológico e econômico do Brasil. O CNPEM gerencia quatro la- boratórios de alta complexidade: Laboratorio Nacional de Luz Sin- crotron(LNLS), Laboratério Nacio- nal de Biociéncias (LNBio), Labora- torio Nacional de Biorrenovaveis (LNBR) e Laboratério Nacional de Nanotecnologia (LNNano). O Cen- tro conta ainda com uma unidade dedicada para desenvolvimen- tos de Engenharia e Tecnologias e, desde 2022, expandiu suas ati- vidades com a abertura da Ilum Escola Superior de Ciéncia, com o apoio do Ministério da Educação (MEC). HR Magazine Video 2 19

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www.editorahr.com Sua estrutura como Organiza- ção Social permite a gestão agil e flexivel de suas atividades, financia- das por recursos do MCTI. Em con- trapartida, suas frentes de atuação beneficiam universidades, outros Institutos de Ciéncia e Tecnologia e empresas, seja por meio da dispo- nibilização de sua infraestrutura, compartilhamento de seu ex pertise técnico-cientifico ou por meio de projetos em colabora- ção com os setores académico e produtivo. Parcerias com institui- ções brasileiras e internacionais, publicas e privadas, amplificam o impacto de sua atuacao, fortale- cendo a posicao do Brasil no cena- rio cientifico e tecnoldgico global. O CNPEM colabora, ainda, na forma- ção educacional, técnica e cientifica de diferentes atores do SNCTI, por meio de seu curso de formação su- perior, da orientação de estudantes de mestrado e doutorado, de seus cursos de capacitagdo e eventos cientificos. 20 Video 3

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PROJETO ÓRION: O Brasil se prepara para os desafios do futuro m um cenário que reflete seu compromisso em en- frentar desafios emergentes na área de saúde, o CNPEM tem de- senvolvido o projeto Orion, Com- plexo Laboratorial para Pesquisas em Patógenos, que representa uma resposta inovadora do País à necessidade de pesquisas avan- çadas com patógenos que podem causar doenças graves, incluindo aqueles que ainda podem surgir. Voltado para pesquisas nas áre- as de virologia e microbiologia, o complexo Orion está à disposição da comunidade cientifica nacional e internacional que atua na inves- tigação de microrganismos (vírus, fungos e bactérias) e seus efeitos para a saúde humana. HR Magazine Vídeo 4 21

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www.editorahr.com Financiado pelo Fundo Nacio- nal de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), do Ministé- rio da Ciência, Tecnologia e Inova- ção (MCTI), o projeto entrou para o PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento, do governo fede- ral. O Programa é composto por um conjunto de ações de ordem pública e privada com o objetivo de acelerar o crescimento do pais. O complexo, é certificado in- ternacionalmente, abriga o pri- meiro laboratério de maxima contengao bioldgica, conhecido como NB4 - abreviacdo para o nivel de biosseguranga 4 é a pri- meira instalação desse tipo cons- truida em toda a América Latina. O complexo laboratorial se bene- ficia da proximidade com o Sirius, tornando-se o primeiro do mun- do conectado a uma fonte de luz sincrotron. A conexdo permite a realizacdo de estudos nunca rea- lizados, nas condigdes mais segu- ras, de materiais bioldgicos a par- tir de amostras de células, tecidos e organismos. 22

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HR Magazine -SIFUS

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www.editorahr.com CONVERSA CRUCIAL Comendador Helio Reis e Dra. Aldrey Azevedo no Programa ‘Descomplicando a Saude. Na busca por abordar ques- toes relevantes para a sociedade, O programa “Descomplicando a Saude” recebeu uma entrevista de peso com o Comendador Helio Reis earenomada Dra. Aldrey Aze- vedo. Em um diálogo esclarecedor 26 e necessario, o Comendador Helio Reis compartilhou insights e refle- xões sobre seu livro “Cracolandia: Vida ou Morte’, trazendo a tona um tema urgente que afeta a so- ciedade contempordanea.

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Durante a entrevista, o Co- mendador Helio Reis expôs as pro- fundezas do tema abordado em seu livro, explorando os desafios e dilemas enfrentados por indivi- duos que lutam contra a depen- déncia quimica. Com uma abor- dagem humanitaria e perspicaz, ele discutiu as complexidades da questão e enfatizou a importan- cia da compaixdo e da busca por solucdes eficazes. Dra. Aldrey Azevedo, por sua vez, trouxe sua vasta experiéncia como profissional da saúde para enriquecer o debate. Com sua expertise, ela contextualizou os desafios enfrentados pelos pro- fissionais de sade no enfrenta- mento da dependéncia quimica e ressaltou a importancia do apoio multidisciplinar e de politicas pu- blicas eficazes. A entrevista promete trazer luz a um tema muitas vezes ne- gligenciado pela sociedade, mas de extrema relevancia para a sau- de publica e o bem-estar social. Com insights valiosos e reflexdes instigantes, o Comendador Helio HR Magazine Reis e Dra. Aldrey Azevedo desta- caram a importancia do diálogo e da ação coletiva na busca por so- luções para os desafios enfrenta- dos pela população em situacdo de vulnerabilidade. Nao perca a entrevista, que vai ao ar no dia 8 de abril (segun- da-feira), no programa “Descom- plicando a Saude” na Rede Vivax TV. Prepare-se para uma conversa esclarecedora e impactante sobre um tema que merece toda a nos- sa atenção e dedicacdo.

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www.editorahr.com Sustentabilidade Capacidade de suprir o presente, sem que isso afete o futuro. Texto de Cláudia Cavalcanti de Araújo discípulo perguntou a Jalalad-Din Muhammad Rumi, mestre espiritual persa do séc. XIII: O QUE E VENENO? - Qualquer coisa além do que precisamos é veneno. Pode ser poder, preguiga, comida, ego, ambição, medo, raiva, ou o que for. O QUE É O MEDO? - Nao aceitação da incerteza. Se aceitamos a incerteza, ela se torna aventura.

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O QUE É A INVEJA? - Não aceitação do bem no outro. Se aceitamos o bem, se torna inspiração. O QUE É RAIVA? - Não aceitação do que está além do nosso controle. Se aceitamos, se torna tolerância. O QUE É ÓDIO? - Não aceitação das pessoas como elas são. Se aceitamos, se torna amor. Saúde é o equilíbrio entre os sistemas e enfermidade é o desequilíbrio entre os sistemas. Todo organismo é composto de sistemas. O corpo humano é constituido de diversos sistemas, como: cardiovascular, respiratório, digestivo, nervoso, muscular, esquelético, sensorial, reprodutor, linfático, endócrino, tegumentar, excretor. Quando ingerimos mais do que necessitamos ou eliminamos mais do que o necessário, o organismo padece. HR Magazine Assim ocorre em qualquer organização, inclusive no nosso planeta. Certa vez um sábio caboclo da floresta amazônica me falou que é natural comer tucanos, levei um susto e ele me perguntou se eu havia encontrado algum obeso nativo da floresta? Fiz uma rápi- da viagem as minhas lembranças dos dias na floresta e respondi que não encontrei nenhum nati- vo obeso. Ele complementou que existem muitos tucanos e eles co- mem para se alimentar, mas não fazem churrascos e festas como os homens das cidades. Eu agra- deci por aprender com a sabedo- ria do Mestre da floresta. Para falar em sustentabilidade é prioridade abordar o que eliminamos. Você já se perguntou qual a repercussão que o lixo provoca? V PRIMUFEILMS

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www.editorahr.com Conforme o “Panorama de Residuos Sdlidos no Brasil 2020”, cada brasileiro gera em média 1,04 quilos de residuos sdlidos, ou seja, 1 (um) quilo de lixo por dia. Ali pertinho, os nossos vizinhos da Alemanha, geram 583 quilos de lixo por pessoa por ano, isso mesmo, o equivalente a 1,3 quilos de lixo por ano, por habitante. Os recursos naturais da Terra sao finitos e cuidar do lixo representa cuidar da saúde e do ambiente!

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" , MASTERI305 É essencial usar a lei dos três R's: Reutilizar, Reciclar, Reduzir a quantidade de lixo produzido e acumulado em todas as facetas dos sistemas, seja no nosso siste- ma orgânico, mental, emocional, na nossa Casa, na nossa empresa, na nossa cidade ou no nosso pla- neta. Nos escolhemos o que entra e somos os unicos responsaveis pelo que sai da nossa morada. Sustentabilidade é suprir o presente, sem que isso afete o futuro. HR Magazine Claudia Cavalcanti de Araujo, 65 anos, mde, avo, escritora, palestrante, terapeuta holistica e médica homeopata. 40 anos dedicados a promocdo da saude. Atendeu mais de 500 mil pessoas em 35 anos de emergéncia de pediatria. Carioca, com seu berco oriundo na doce cidade de Timbauba, Pernambuco, onde seus pais nasceram. Em 2015, entendeu que a saude precisava sair das paredes dos hospitais e consultdrios e se tornar acessivel a todos. Estudou o modelo de saude escolar de diversos paises e criou seu proprio modelo de negocios - a CRESCER SAUDE - com o PROPOSITO de conscientizacdo da _ responsabilidade individual e coletiva na promocdo da saude, através de tele assisténcia médica e educação continuada em PREVENCAO de doencas, acidentes e valorizacdo da vida, acessivel a todos os brasileiros. Autora de “Crie Saude & Sabedoria”, um guia prdtico para a Saude e Plenitude. Coautora em “Conexées de Mentes, Coragdes e Negocios”, “Gladiadores de vendas”, “Estação Aedos” e com Joana DArc Lage, escreveu 11 livros, da Série PES- Poesia, Educação e Saude, que estdo em pré- lancamento. ‘A arte da medicina estd em inspirar as pessoas ao hdbito de PREVENCAO de doencas, acidentes e valorizagdo da vida, com autorresponsabilidade e Gratidão”. E & A Sire Or Mintle ak LUM. 31

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LANÇAMENTO LIVRO Essa obra apresenta textos Brincando com as Palavras que é Material de Apoio aos Professores mesclando cultura, educacao e o ludico. Literatura Infanto Juvenil de poemas voltados para Aprender Brincando, incentivando a imaginagao e o desenvolvimento. Videol

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''''''' Autores Comendador Helio Reis & Pedro Pereira Diagramador & Designer Gráfico Leonardo Constancio Revisora Joyce Petrini SHR

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Escrever para outra mulher sendo da mesma classe, é de suma responsabilidade. Sim. Pois, so- mos multi e há muitas outras mu- lheres que ainda nao alcançaram essa realidade. Uma grande par- cela acha que ser mulher é cha- to devido a imposicao ostentada pela sociedade. Nesse espaco de linhas as chamo para uma conexdo e reflexdo. Quando as mulheres compre- enderem que os estigmas da vida, sao expostos a realidade vivida 34

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por cada uma, haverá mais sororidade, irmandade, ; ; — empatia e unidade entre todas. Se faz necessário nesse período dos trés meses p a mulher se atinar para se conectar com ela mesma e parar para refletir. Iniciar do ponto zero: Quem eu sou? qual a minha proposta de vida? E se senti perdida buscar recursos através dos profissionais envolvidos com desenvolvimento humano. A mulher sempre esteve a frente do seu tempo, isso é real, é fato. Ja ndo estamos mais no mesmo lugar. O nosso avanco é crescente e temos conquistado muito, nas diversas areas e posições.

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www.editorahr.com Além do mais a conscientizagdo nos grupos e nas classes sociais tem se aflorado contribuindo com a valorizacao que lhe pertence. A mulher é a propria estrutura da natureza desde muito tempo. A historia relata com clareza. Quando paramos para refletirmos assuntos pertinentes a Mulher, encontramos a psicologa, a artista, a médica, conselheira, mediadora, a esposa, a professora, a amiga... tem reticéncias sim. Sao trés meses com alto indice de elevação a mulher. Talvez esteja se perguntando, por que trés meses. Marco - Dia internacional da mulher. Abril - Dia da Mulher / Dia da mulher Evidencia em Pernambuco. (uma iniciativa minha para evidenciar a mulher) rt 36

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HR Magazine MAIO - Dia das mães. Mulheres! Muito importante, as mulheres que estão a frente continuarem com as ações que contribuem com o progresso da classe, nas diversas atribuições. E as mulheres que ainda estão no anonimato se faz necessário resgatá-las. Nessa construção e enten- dimento vamos continuar com uma perspectiva crescente. Ano após ano. Assim, em tempo as mu- lheres estarão ocupando os mais altos posto de po- der. Esse e um ponto. A outra chamada para a refle- xão é a irmandade. Se posicionarem para fortalecer, orientar e conduzir a outra mulher sem julgamento. Estancar a sangria da rivalidade feminina que ainda existe em alta resolucdo. Os exemplos apresentados sao de alta expansdo. O que fa- zer se ndo buscar o autoconhecimento. Se apro- priar do seu poder e forga dada pelo proprio Deus. Mulheres! Se faz necessario enxergar a ou- tra mulher, nao com intenção ou pretensões in- dividuais. Mais num conceito de irmandade, para que as portas, janelas e portdes sejam abertas. Teremos a vez e a voz definidas por nds mes- mas. Entdo, regozijadas com o feito. Os aplausos serdo para nos. E o mundo colorido com harmonia e Paz. Afinal, a paz é uma mulher. Uma Mulher Evidencia. 37

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www.editorahr.com OASIS Poesias de Claudete Morsch Uma chuva fria desafia os teus sonhos. Colas o rosto cansado na vidraça chorosa para espia-los dangando nas poças da noite. Quisera soubesses dos meus zelosos sentimentos e que as tuas luas nado afastassem minhas meigas intencdes. Que eu pudesse deslindar as dúvidas que te perseguem sem freios e que nado permitem te entregar. Quisera pudesse sentar no recinto escuro da tua mente e conversar com o teu eu ausente, que nao percebe o sublime amor que lhe dedico. Desconheco atalhos ou perigos, quero desbravar o teu destino, descobrir o que guardas por detras dessas paredes. Sintonizar os teus desejos latentes, envolver-me no cheiro da tua solidão. E, se eu não conseguir, não tera sido em vao, pois te amar vai continuar sendo, para mim, o oasis que prové a minha alma e faz matar a sede do meu coração. 38

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www.editorahr.com SUPLICAS Poesias de Claudete Morsch A noite faz cócegas em meus pés e eu volto a revirar-me em ti. Conto uma a uma as borboletas sonambulas que sobrevoam esse amor que me inflama. Sao tantas as preces! Suplico morar em ti uma vida. Até os vaga-lumes piscam orações aos céus, solidarios aos meus anseios. As flores choram da janela enternecidas, e o meu coracdo exaltado quase desfalece. E, num repente, tu apareces. Entras de pijama no meu sonho pedindo um lado da cama, e se enrola na minha saudade. Beija-me a boca, que avida responde e voltamos a dormir. Do teto do quarto, um anjo sorri. 40

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HR Magazine Nascida em Brusque (SC) e residente em Porto Alegre (RS). Graduada em Direito e em Psicologia. É escritora e poeta. Autora de quatro livros de poesia: “Fazendo amor com o Universo em versos” (2018), “Anzóis do Tempo” (2020), “Siléncio! O amor esta florindo” (2021), laureado na VII edição do Prémio Talentos Helvéticos-Brasileiros, organizada pela editora suico-brasileira Helvetia Editions, e “Esqueceste em mim o teu cheiro” (2023). Colaboradora dos Cadernos de Literatura dos Juizes do Rio Grande do Sul (Ajuris) desde 2015, com participação também em diversas antologias poéticas nacionais e internacionais.

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SIMPLESMENTE MULHER Texto de Maristela Pozitano 42 Made terra nos da o corpo morfo genético. Nos materializamos dentro do ventre de nossa mae, alimen- tados por tudo o que ela produz as vitaminas de A a Z, agua, sais minerais e todo sistema que nos abarca.

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Desde o período Paleolítico, a mulher era representada por seios e barriga protuberantes, observamos retratada a função de fertilidade que é incontestável, mas também um ser com sensibilidade e intuição para tomar decisões assertivas para o bem de todos. As mulheres choram juntas, os homens dão gritos de guerra, eis mais uma função da mulher, trazer ao homem a sensibilidade necessária para entender o universo criativo positivo e do acolhimento. HR Magazine Sem a mulher, nao poderia- mos dar continuidade a raga hu- mana neste planeta. Ha milhares de anos, criadora era a Mulher. O enfoque masculino nasceu apenas ha 4.000 anos. A sociedade era matrilinear (5.000 anos atras), os filhos recebiam apenas o nome da mde por nao saber quem era o pai. Os homens saiam para cacar e a mulher assumia a agricultura 43

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www.editorahr.com As mulheres se apoiavam mutuamente para viver, parir, curar, morrer. O filho de uma era o filho de todas, verdadeiras Sacerdotistas. Os Russos ndo tinham reve- réncia pela terra, tinham sede de conquista, foram descendo ao longo do Mediterraneo onde as mulheres viviam, as encontraram desprotegidas e transformaram- -nas em objeto de prazer ou de procriagdo, sacerdotisas foram perseguidas e dizimadas. A Deusa desapareceu. O po- der da espada sobrepujou o culto da Deusa. Na arqueologia foram iden- tificadas esculturas com mais de 25.000 anos, entre elas a esta- tueta de Vénus de Willendorf lo- calizada da Austria, existem in- dicadores onde apontam que a mulher representa a fertilidade, a fertilidade esta ligada a terrae a terra representa o todo. Em Creta, 2.000 anos antes da nossa era, existiam estradas pavimentadas, —porém onde 44 Ilustração da Estatueta de Vénus de Willendorf que foi localizada na Austria. as mulheres viviam nao foram encontrados vestigios de armas. Eram PACIFICADORAS, carre- gavam a proposta de modificar o planeta através do culto a mde natureza, ao resgate do feminino, ao resgate da força da mulher. A Deusa esta dentro de nds ainda, é o vinculo que nos liga a nossa mde natureza, a nossa origem divina. Somos responsaveis pelas próximas geracoes.

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HR Magazine Em pleno século XXI ainda há uma luta para que a mulher possa ocupar o seu lugar na sociedade, com respeito e a dignidade que merece. Há uma cegueira social com relação a verdadeira função da mulher, que pelo machismo imposto não reconhece a mulher como uma cidada de direitos. As mulheres tiveram que le- vantar suas vozes com coragem, colocaram suas vidas em risco como o ocorrido no dia 25 de mar- ¢o de 1911, quando 123 mulheres trabalhadoras, morreram num in- céndio intencional em uma fabri- ca de tecidos na cidade de Nova York, onde as saidas do prédio fo- ram trancadas, porque ousaram querer igualdade de direitos com os 23 homens que trabalhavam no local. Embora este acontecimento tenha causado uma comocdao social, ainda nos dias de hoje milhares de mulheres sofrem violencia doméstica, psicoldgica, Imagem ilustrativa gerada por IA do incéndio familiar, sexual, patrimonial, intencional que ocorreu na fabrica de tecido que financeira acarretou a morte de 123 mulheres. e o feminicidio 45

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www.editorahr.com se estabelece junto com desvalorizacdo de seus talentos e competéncias na vida e no mercado de trabalho. Em 1960, o papel da mulher subserviente de ser apenas es- posa e mde na sociedade sofreu uma revolução cultural, passou a ser uma escolha da mulher, assu- mir o papel de esposa e mde, ndo por imposição social, assim bus- cando o reconhecimento de seus direitos e alcancar cada vez mais visibilidade na condicao feminina na sociedade mundial. Em alguns paises do mundo ainda prevalece a privação das mulheres terem acesso a estudo e trabalho, nado permitindo que elas possam se emancipar, viven- do num verdadeiro cativeiro. 46 Depois que teve a introdução da pilula anticoncepcional nos anos 60, e outros métodos de contracepção que foram disponibilizados, possibilitaram a mulher o poder de fazer escolhas quanto a maternidade e mais liberdade na vida sexual. Foi na area da educação que a mulher se destacou de maneira notavel. Hoje a politica do protagonismo com relação a mulher de todas nacionalidades, esta se destacando pela consciéncia de que cada mulher tem direito de ocupar o seu lugar de pertencimento nas areas que quiser, com direitos iguais aos dos homens.

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Assim as mulheres continuam com muita garra, no propósito de levantar outras mulheres para acompanharem as evoluções so- ciais, políticas, econômicas e cien- tíficas, pela igualdade de direitos em todas as áreas, não querendo ocupar o lugar dos homens, e sim caminhar junto com eles, ocupan- do o seu lugar com direitos iguais, pois reconhece que neste mundo é incondicionalmente mulher, ca- paz de levantar o sol se for preci- SO, para a vida continuar com res- Deito, amor, justi¢a e para que se estabeleca uma convivéncia mais pacifica no cenario mundial. Através do Comendador Hé- lio Reis, escritor, ativista cultural, fundador desta revista, agradeco a todos os homens que ja cons- cientes da igualdade de direitos, levantam bandeiras em prol da classe feminina, contribuindo para diminuir a violéncia e o pre- conceito contra as mulheres. Que o dia dos homens e das mulheres conscientes de seus pa- peis, possam ser comemorados todos os dias, com grandes avan- HR Magazine cos nas relagdes humanas, com respeito as diferencas, para que todos possam se sentir orgulho- sos de pertencerem a raca huma- na, cada um desempenhando o sua fungdo singular na manuten- cdo da vida, para que haja paz no mundo.

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www.editorahr.com EDUCAR COM O CORACAO: O Valor das Educadoras Sociais Leidijane Chagas a paisagem, muitas — vezes árida da vida, onde a es- perança parece rarear, e os obstáculos se mul- tiplicam como ervas daninhas, ha um grupo de pessoas que brilham como fardis na escuri- dao: a Educadoras So- ciais. Elas nado sao ape- nas Professoras mas, também, são guias, conselheiras e, acima de tudo, sdo portado- ras de luz para aqueles que, muitas vezes, só véem sombras. Nas ruas empoeiradas de bairros marginalizados, ou nos corredores estreitos de 48 instituições de acolhimento, as Educado- ras Sociais se dedicam incansavelmente a construir pontes sobre abismos, a plantar sementes de esperanga em solo arido. O seu trabalho nao se limita a transmitir co- nhecimentos educacionais, mas estende-se a orientar quanto aos valores, a oferecer apoio emocional e a mostrar caminhos al-

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ternativos para uma vida digna. Em um mundo onde o individualismo, muitas vezes, sufoca a empatia, estas profissionais destacam-se, como exemplos vivos, de compaixão e de altruísmo, enxergando o potencial em cada criança, adolescente ou adulto em situação de vulnerabilidade, e dedicam-se a nutri-los com atenção, cuidado, carinho e dedicação. Não é raro que uma Educadora Social seja a única pessoa constante na vida de al- guém que conheceu apenas a instabilidade e a incerteza, tornando-se “um porto segu- ro, em meio às tempestades”; um ombro amigo em momento de dor, e uma fonte inesgotável de incentivo e motivação. No entanto, o trabalho dessas profissionais nem sempre é reconhecido como deveria. Muitas vezes, sdo subestimadas e subvalorizadas, relegadas a margem da sociedade, da mesma forma que as pessoas as quais dedicam as suas vidas e o seu trabalho. Mas, apesar das _ adversidades, continuam firmes em sua missão, sabendo que o verdadeiro valor do seu trabalho, ndo pode ser medido em salarios ou titulos, mas sim, nas vidas que tocam e transformam. Portanto, é hora de reconhecer e valo- HR Magazine Leidijane Chagas, natura! Rio de Janeiro-RJ, mde de dois filhos, graduanda em _ Design Grafico, Escritora, Poetisa, Articuladora local, Parceira da Defensoria Publica RJ como Agente de Territérios, curso de Extensdo: Educadores pela PUG Rio, é voluntdria. Lang¢amento na Bienal RJ-2023 livro “Processo de Aprimoramento” e a Coletdnea: Todas as Flores em Nosso Jardim. Participagdes em “Um Grande Dia Para as Escritoras”, na 2° Edicdo da Revista Movimento Mundial Mulheres Reais 2023, Edição Revista Latinidade Internacional 2024: Literatura Latinidade. Ganhadora de Prémios e Certificações. Com lancamento para Bienal RJ 2025. Em sua vida académica, desenvolveu o projeto do Jornal “Noticias das Artes” e iniciou em iniciação cientifica fala sobre “As Cooperativas nas Favelas do Rio”. Atualmente é Educadora Social em SCFV e Coordenadora do Pré-Vestibular Comunitdrio. 49

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www.editorahr.com rizar o papel vital das Educadoras Sociais em nossas comunidades, oferecendo-lhes apoio e os recursos que necessitam para continuar fazendo a diferença na vida da- queles que mais precisam. Enfim, enquanto houver pessoas com estas capacidades, humanidade, sensibili- dade e disposição, teremos sempre sonhos e a esperança de um futuro melhor para to-

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HR Magazine Homenagem às Educadoras Sociais: Estrelas em um céu inseguro No calor das lutas ou nas noites sem lua, vemos o Brilhar de “estrelas ternas”, puras e majestosas, E que não “ficam em cima do muro”. São mulheres de alma nobre e de vasta missão, com a intenção de educar com devoção e capacidade, Vislumbrando novo futuro. Enos caminhos arduos dos marginalizados, elas são como “fardis cintilantes” de amor, dedicacao e carinho. E com mãos e pulsos firmes, “tecem lacos” de caridade e de esperanga. E em meio a dor, ecoam suas vozes, pela cidadania, pelo cuidado e pela busca incansavel pela protecao. “Magistradas” das boas obras, “juizas” dos afetos, Mantém os olhos fixos no “esperangar”, no amanhecer. Com sabedoria, conduzem para além do intenso porvir, Erguendo pontes para quem ousa acreditar, ter fé, sonhar. Tem em cada gesto, o cuidado de nao julgar, trabalhando com leveza no coração, sem ser impositiva. Uma vez que, o verdadeiro ato de amar, é compreender E com a justia, conquistar e aprender um novo viver. As Educadoras Sociais faço essa homenagem sincera, Pois sao profundas em sua importante missdo. Fecundas produtoras de ações, apesar de toda a falta de suporte, sacrificam-se. Plantam esperanca no caos da nossa sociedade, tao marcada por “densa escuridao”. E com firmeza e dedicagao cumprem, com fé, o seu honrado e sagrado oficio. 51

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AMPLIE SEUS HORIZONTES BANDEIRAS DO PRECONCEITO Adquira Já o LIVRO DIGITAL que Todos Estão Falando! Publicação da Editora HR Sobre: O preconceito é um fardo que confunde o passado, ameaça o futuro e torna o presente inacessivel. Preconceito e respeito sao totalmente opostos, num momento em que 4a humanidade precisa de união, ainda ha tantas pessoas se prendendo a discriminagao de todos os tipos. Esse livro digital é uma critica a hipocrisia social, é um alerta, pois é essencial semear a fraternidade, a humildade e a afeição a todos. Acesse www.editorahr.com <a 1 SHR -= "

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Autor Comendador Helio Reis Diagramador & Designer Gráfico Leonardo Constancio Revisora Joyce Petrini

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HR Magazine! Amigos Pet's

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Amor é uma palavra de quatro patas. ? s Nuala

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www.editorahr.com ou uma Pastora Belga Malinois, com uma condição permanente Site me impede de andar, mas isso nado impede que eu tenha uma vida feliz. Meus tutores me levam a viajar pelo mundo. As vezes nossas limitagdes são o que nds levam mais longe. ~ 56 Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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HR Magazine Vídeo Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. 57

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www.editorahr.com Palavras de um Adestrador que ama OS animais. FREEPIK 58 Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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- bead N ossa relacdo com os cdes t— s é uma grande aventura onde deciframos seres, que não falam, nem gesticulam, apenas latem, grunhem e brincam que nem malucos, adestramento é uma ponte, um meio de fazermos dessa relação uma jornada mais tranquila e harmônica entre nós e os cães. O que seria decifrar um comportamento? É algo que envolve muitas perspectivas, mas a mais importante é a do animal, uma das maiores barreiras que temos é a falta de empatia com o cao, pois colocamos muito a nossa perspectiva sobre o que estado fazendo ou pensando, imaginamos coisas mirabolantes quando na realidade nao passam de um impulso espontaneo do HENRIQUE PERSONAL DOG Escola, Hospedagem e Adestramento. ENDERECO: Rua Julia Intidini, 86 - Jd. Chapaddo - Campinas - SP TELEFONE: (19) 7401-8336 HR Magazine animal, adestrar é aprender, ensinar, amar e respeitar, olhar para o animal como um ser vivo Unico com sua _ individualidade, amparado por todos os instintos que a natureza deu, para que esse animal possa cumprir seu proposito na terra “sobreviver’, uma palavra pequena que se for levar em consideracgao tudo que ela traz consigo, o que seria a sobrevivéncia?! Pra nos talvez seja trabalhar, ter um emprego, uma fonte de renda, para o animal é apenas saciar suas necessidades basicas, como comer, beber, dormir ou ” ~~ ” ” á Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.

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www.editorahr.com se reproduzir, mas tudo bem isso seria simples no nosso contexto, mas não no deles, pois o animal foi feito para viver em seu hábitat, e la a coisa funciona diferente. A natureza é um elemento onde as coisas seguem seu curso, ela nao faz diferenca, ela apenas é, uma reflexdo que me faz pensar sobre uma frase muito conhecida “a natureza é cruel”, vamos pensar sobre isso, quem é mais cruel? A Gazela que deixa o crocodilo com fome ou o crocodilo que come a gazela? Essa é uma reflexdo que faco sobre como a natureza funciona, e para entender como os cães funcionam devemos saber de onde eles vém. É natural que nao estejamos mais no meio selvagem, mas nao conseguimos simplesmente ignorar isso em nossos caes, mas podemos incluir no nosso contextos algumas das coisas que eles teriam em seu ambiente, nao estou dizendo pra soltar uma galinha no apartamento, mas dificultar um pouco as coisas para nossos peludos nado faria mal, por exemplo, ao invés de 60 deixar a comida a vontade em um pote podemos colocar na hora certa dentro de um brinquedo, talvez oferecer algo duro para que roam ajudaria muito a deixar a cadeira em paz, coisas assim que melhorariam nosso relacionamento dentro de casa. A boa convivéncia vai ser um conjunto de ações e habitos saudaveis no dia a dia, por exemplo, nao adianta tomar apenas um banho e achar que vai ficar cheiroso pro resto da vida, mas sim manter o habito diario de higiene, nossos cdes precisam de Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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consistência dessa forma nossos resultados vão além das nossas expectativas e se manterão ao longo do nosso ciclo de vida, animais nado sao coisas, objetos, mas sim seres vivos com vontade propria, emoções e sensacoes, acolher as necessidades deles é fundamental para evitar os problemas que eles podem vir a causar. Adestrar vai muito além de ensinar a dar a pata ou rolar, mas em entender, acolher e transfor- mar, é claro que a obediência tem sim um papel importante, eu diria que um bom cão faz 3 coisas, vem = Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. HR Magazine quando chamado, vai para um lo- cal desejado e permanece nesse local quando necessário, com es- sas 3 coisas temos o controle do nosso bichinho e podemos garan- tir sua segurança, porém pra isso acontecer é fundamental que a vida do animal esteja equilibrada e ele tenha uma motivacdo alta por algo como comida, brinquedo ou até mesmo carinho para que possa aprender o que queremos ensinar. Resumindo cães nao sdo pessoas, mas sim seres únicos com suas proprias necessidades e o respeito por essas demandas é que vai fazer dele um membro querido da nossa familia e viver com muita alegria e amor. 61

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www.editorahr.com Tudo Sobre Meu Melhor Amigo: Uma Historia de Amor e Companheirismo. M eu nome é Kakau, tenho 9 anos e sou filha desse gigante que é meu amigo, tenho muito ciúmes quando chega alguém estranho pra ficar proximo dele, mas eu o amo e espero que ele me entenda, pois estou protegendo-o de magoas que hao de vir, nos conhecemos a 9 anos atras, quando eu estava presente na vida da minha outra familia, e ai eles nado conseguiam dar a atengdo que eu merecia, pois sou cega. Entdo apareceu 62 o Wallace, meu tutor, foi amor incondicional e imediato, ele tem essa cara de durdo, mas é um amor de pessoa, as vezes briga comigo.. porque’ vivo aprontando, mas se eu nao fizer isso pra dar uma descontrolada no cotidiano dele, minha vida vai ser sem graga. Obrigado por tudo pessoal, este é um breve relato de como eu conheci meu amigo, meu companheiro e meu pai... Observagao: meu pai é o Uber Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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www.editorahr.com Memorias de anjos de quatro patas e outros Il O tempo foi _passando, ganhamos — gatos — siameses, que eram como se diz aqui no nordeste “o raio da Silibrina”, corriam pela casa, subiam e desciam nas cortinas, subiam e desciam os degraus do sobrado, se escondiam, pulavam em nossos colos e corriam novamente. Brincavam entre si, rasgavam o sofa afiando suas unhas, penduravam-se nas fechaduras das _ portas fechadas — tentando abri-las. Entravam por todas as frestas que encontravam. Quando cansavam nham para nosso colo queren- do cafuné ou iam para a janela e ficavam observando o movimento 64 vi- do o movimento na rua. Nesta @poca moravamos em Sao Caetano do Sul / SP / Brasil O tempo foi passando e fo- ram partindo, fomos crescen- do e chegou um tempo que estavamos todos — estudan- do e trabalhando, sem tem- po para ter gatos em casa. E nado tivemos nenhum animaizi- nho durante este periodo. Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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HR Magazine O tempo foi passando e foram partindo, fomos crescendo e chegou um tempo que estávamos todos estudando e trabalhando, sem tempo para ter gatos em casa. E não tivemos nenhum animalzinho durante este período. Casei-me, meus filhos Fabio e Rodrigo chegaram, quando Fabio estava com 9 = anos engravidei de Carla, e algo inusitado aconteceu. Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. Encontrei um pardalzinho ainda “filhote” no meu quintal, procurei por um ninho e nada encontrei, comecei a cuidar dele. Coloquei-o numa _ caixa de sapato perto de um abajur para manté-lo aquecido. Molhava o miolo de pão e dava para ele comer com todo carinho e paciéncia. Ele foi crescendo e as penas foram aparecendo, eu colocava um véu por cima da caixa para 65

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www.editorahr.com ele não cair e ter ventilação, todo dia o colocava no sol pela manhã. Quando ele já estava grandinho e com todas as penas, tirei o véu, para minha surpresa nao queria sair da caixa, fui fazendo isso todos os dias até que um dia ele saiu da caixa e ficava andando atras de mim como um cachorrinho segue a cuidadora, depois voltava para a Caixa sozinho. Eu e meus filhos ficamos encantados com ele, o batizamos de “Tiquinho”. Aos poucos Tiquinho foi se familiarizando e sentindo seguranga, comprei uma gaiola e deixava a portinha aberta para ele sair quando quisesse. Todas as noites quando estavamos assistindo televisdo ele saia da gaiola e pulava para nosso colo, faziamos _ carinho na cabecinha dele, e assim ele ia de colo em colo e depois voltava pulando feliz para sua gaiola que permanecia aberta. Nesta @poca eu já estava 66 i entrando no sétimo mês de gestação de Carla, e nós tínhamos contratado um pintor para deixar tudo pronto para a chegada dela. O pintor se chamava Clóvis, ele assobiava o tempo todo e o Tiquinho respondia, ele ficava admirado de ver um passaro tão comum como o pardal ser domesticado daquela forma. E dizia nunca ter visto nada igual em toda a sua vida. Certo dia um outro _pardal entrou na nossa sala, e o pintor sr. Clovis o colocou junto com Tiquinho na intengdo dele ter companhia de outro passaro de Sua espécie. Passaram alguns dias e Tiquinho comegou a apresentar dificuldade para respirar. Como Tiquinho foi criado longe Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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de sua espécie, não tinha os anticorpos para os piolhos que o outro pardal trouxe para dentro da gaiola, e sua alegria de reencontrar com sua_ espécie foi ao mesmo tempo a sua despedida. No dia que Tiquinho se foi senti uma tristeza tao profunda, chorei tanto, pois nao me conformava. Entrei em _ trabalho de parto fui levada ao hospital e o médico disse que eu nao tinha condigdes de voltar para casa pois a gravidez poderia ser interrompida, e eu precisava de repouso absoluto e ndo podia ter fortes emocées, sendo medicada da forma correta até que minha filha estivesse pronta para nascer. Mas antes de ir para o hospital fiz o enterro do Tiquinho junto com meus filhos, colocando seu corpinho tão fragil numa pequena caixinha, e o enterramos no pé do cipreste no jardim de minha casa no Rio de Janeiro. HR Magazine Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. — 67

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ENTRELAÇADOS SOCEIDADE EM TRANSFORMAÇÃO Adquira Já o LIVRO DIGITAL Sobre: Não cabe a nós sermos julgadores, darmos referências, mas sim, atentar para fatos hipócritas de nossa sociedade, de nossos indivíduos. Porque merefiro a isso? Bem, basta que observamos a nosso circulo social ou até mesmo, a aqueles que nos roedeim Individuos que se fazem notar poela aparéncia e nao por quem realmente sao, a vergonha, o preconceito, ha medo em muitas das vezes, a satisfagao social como se precisamos de aprovacao (...) Acesse www.editorahr.com HR

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Comendador Helio Reis

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FE E o > o * É) o A © a NS

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A donzela paixão indagou ao amor “Fala-me, sou a estrela que o cintila?” “Oh, Ninfa! És brilho à minha pupila Es aurora boreal, Es bela flor. Es minh’alma, ensejo ao meu fervor; Es aroma que no âmago destila Es pureza, o ar que em mim ventila Es canicula fria, vital queimor.” “Mas tu, Amor! Inócuo e jocoso verso, Dou-me aos teus beijos sem seres Narciso, 4 Oh! Esqueceste-me o mundo perverso.” - “Ah, Paixão! O mundo jaz órfão em sorriso Quiçá amar-te como eu o universo Apaixonar-se pela Paixão é preciso!” HR Magazine Berenice Sousa Miranda Ribeiro Natural do distrito Maristela de Minas, pertencente ao município de Curral de Dentro/ MG. Historiadora, escritora, cronista, poetisa, contista, sonetista, autora dos livros ‘Do Casulo a Borboleta’ e ‘Historia de Maristela de Minas’ e outros livros em execução. Organizadora de coletaneas. Académica Internacional da FEBACLA - Federação Brasileira dos Académicos das Ciéncias, Letras e Artes e, da mesa entidade, detentora, dentre outros, do titulo de Grande Honra Defensora Perpétua do Patriménio Histérico e Cultural Brasileiro, Titulo Honorifico de Embaixadora da Paz e Dra.h.c. em Historia. Académica da ALTO - Academia de Letras de Tedfilo Otoni e da AILB - Academia Internacional de Literatura Brasileira. Colunista do Jornal Cultural Rol. Apaixonada por letras e números, graduou-se em Historia e Pedagogia, fez pós-graduação em Gestão Empresarial e Pessoas com Enfase em Tecnologia da Informacao e cursos técnicos em Secretariado Escolar e Agrimensura. Trabalha como Gerente de Custos em uma mineradora.

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www.editorahr.com COMOE SER UBER E TER Texto de Wallace Hansser vida de quem é motorista de aplicativo é uma loucu- ra, abordamos inumeras pessoas por dia e horas, sao muitas hist6- rias, umas felizes e outras tristes, até acho que nessa carreira de motorista de aplicativo, poderia- mos exercer a funcdo de psicdlo- go também, até porque ajudamos as pessoas com conselhos bons, 72 UMA VIDA SOCIAL. onde apanhamos muito na vida também, claro nao somos perfei- tos, isso é um fato, mas de acor- do com o tempo que vai passan- do, sempre procuramos ajudar o prdoximo, dando a ele o melhor dia de sua vida... Claro que as vezes pegamos aquelas pessoas cha- tas e rancorosas com a vida, que nao podemos falar um bom dia

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se quer, que já vem com os dois pé no peito e um soco na cara, di- zendo “me deixe quieto, não que- ro conversar”. Isso é péssimo para o dia de ambos, porque gera um momento de desconforto social. E hoje venho através desta escri- ta, por convite de uma amiga mui- to especial, expor a vocês a minha história e a de outros motoristas, HR Magazine como é trabalhar como Uber e enfrentar essa turbulenta vida de motorista de aplicativo... algumas pessoas acham que ser Uber é um trabalho de preguiçoso, porque você está lá sentado durante ho- ras e horas só dirigindo, mas não é bem assim... é um trabalho como qualquer outro, claro nos temos uma liberdade de regular nossos 73

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www.editorahr.com horarios e isso é maravilhoso, po- rém perdemos alguns beneficios que gostariamos de ter, como por exemplo, nao temos tempo para aproveitar grandes momentos com a familia, nado viajamos com frequéncia em temporada de fé- rias, tudo isso acontece porque vivemos em prol da dinamica al- tissima de cada regido. Nao estou reclamando, mas acredito que se houvessem melhorias, voltaria- mos a ser felizes como éramos a uns anos atras, mas vamos levan- do... lrei mostrar a vocés como o Uber fica feliz na seguinte ima- gem ilustrada: 74 Neste momento, isso é um alivio e uma expressdo de ale- gria, porque sabemos que a cada metro ou quil6metro, havera um chamado, um bom dia diferen- te e uma pessoa para sorrir, com nossas historias, claro tem pesso- as que ndo estado em um bom dia, mas nada que uma boa conversa, nao ajude, quando se sentir afli- to(a) com qualquer coisa, conver- se conosco, iremos ser gentis em conversar e expor pra vocés leito- res e usuarios de aplicativo, isso pra nos é gratificante e nos traz calmaria, porque sabemos que nao vai ser uma viagem entedian- te. NOs motoristas, ja passamos horas dentro do carro e as vezes ha uma demora em uma corrida, e acabamos quase sempre, voltan- do tarde para casa, e chegamos

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um | ao ponto de nao jantar com a nos- sa familia, entao vamos procurar viver da melhor forma, aproveitar a vida com harmonia, e se possivel nos ajude também com 5 estrelas e nos dé uma gorjeta, isso ajuda muito no fim do més para melho- rias do nosso meio de transporte e melhorias para os passageiros... brincadeiras a parte, mas atos simples nos motivam a continu- ar trabalhando com gentileza e com alegria, e o trabalho fica mais agradavel, pois o transito ja é ma- cante e cansativo. Desde ja, venho agradecer a vocés, por este curto periodo onde eu pude me apre- sentar para vocés, e espero poder encontrar vocés em uma corrida por di... HR Magazine Meu nome é Wallace Hansser, sou Brasileiro, e moro atualmente em Campinas-SP, tenho 29 anos e trabalho atualmente como Uber, e faço alguns extras como seguranca pessoal de empresdrios, sou pai solteiro de uma princesa de 4 anos, cujo o nome é Yasmin S. Hansser. 75

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www.editorahr.com Desvende os Segredos do Sucesso com Claudio Queiroz - Kadu: m um mundo onde o em- preendedorismo é a cha- ve para o progresso, surge uma voz que ecoa alto e claro, levando consigo uma mensagem de ins- piração e aprendizado. Conheca Claudio Queiroz, ou como é ca- rinhosamente chamado, Kadu - um verdadeiro visionario da te- levisdo que começou sua jornada como Diretor e hoje brilha como o carismatico apresentador do re- nomado programa “O Sucesso’. Uma _ plataforma_ revolucionaria que estreou em junho de 2023, transmitida pela SoulTv, RedeS-

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HR Magazine DPTV, Amazon e diversas plata- formas digitais. Este não é apenas mais um programa de TV; é um convite para explorar o univer- so do empreendedorismo, onde idéias inovadoras e histórias de sucesso empresarial ganham vida. Com seu carisma contagiante e expertise no mundo dos negócios, Kadu transforma cada episódio de “O Sucesso” em uma jornada de inspiração e educação. Dirigido a empreendedores e líderes empresariais, o programa é uma fonte valiosa de insights, estratégias e histórias inspiradoras. Não deixe passar a chance de se conectar com as mentes mais brilhantes do empreendedorismo brasileiro. Sintonize em “O Suces- so” e faça parte de uma comuni- dade que esta moldando o futu- ro dos negocios. Prepare-se para desvendar os segredos do sucesso e impulsionar sua jornada empre- endedora para novos patamares. Este é apenas o comeco - junte-se a nos e prepare-se para uma jor- nada transformadora! APRESENTADOR: HO Oue rOz Kadu INICIO PUBLICO-ALVO CONTATO INSTAGRAM ' 4 WwW cineastart 77

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www.editorahr.com f\fricano Centro Cultural Explorando as Raizes Culturais " O Centro Cultural 4 Africano sob a Liderança do Presidente Adekunle No coração de nossa sociedade, ha uma riqueza de culturas ancestrais, * cujas tradições e historias ecoam * através dos séculos. É nesse contexto que o Centro Cultural = Africano,sobalideranca visionaria do Presidente Adekunle, emerge como um farol de conhecimento, celebração e preservagao das raizes africanas. 78

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Localizado Sao Paulo, este centro é muito mais do que um espaco fisico - é um santuario de conexão com a heranca cultural africana. Com uma missão de promover a conscientizagao e a apreciação das diversas expresses culturais do continente africano, o Centro Cultural Africano oferece uma variedade de atividades e eventos para enriquecer a comunidade local. Sob a liderancga inspiradora do Presidente Adekunle, o centro se tornou um ponto de encontro para individuos de todas as origens, interessados em aprender sobre a rica historia, musica, danca, arte e culinaria da Africa. Desde exposicées de arte e apresentagdes musicais até oficinas de culinaria e palestras educacionais, ha algo para todos os interesses e idades no Centro Cultural Africano. Além de promover a diver- sidade cultural, o centro tam- bém desempenha um papel vital na construção de pontes entre HR Magazine as comunidades, promovendo a compreensdo mutua e o respeito pela heranca africana. Por meio de suas iniciativas, o Presidente Adekunle e sua equipe estado mol- dando um futuro mais inclusivo e compassivo, onde as vozes e as contribuições da Africa sao valori- zadas e celebradas. Portanto, se vocé esta inte- ressado em explorar as profun- dezas da cultura africana ou sim- pDlesmente deseja se envolver em uma comunidade acolhedora e vi- brante, nao procure mais do que o Centro Cultural Africano liderado pelo Presidente Adekunle. Junte- -se a nds nesta jornada de des- coberta, conexdo e celebracdo das raizes culturais que nos unem como seres humanos. FIL E Ci NCA DE VIDA Otunba Adekunle Aderonmu H i< . Rua Gaspar Ricardo Junior, 112 - Barra Funda São Paulo - Brasil - CEP: 01136-030 +55 11 3392-7228 ou 3392-5291 79

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www.editorahr.com Otunba Adekunle Aderonmu Naturalizado brasileiro — nasceu em Abeokuta, na Nigéria. É formado em bioquimica na universidade de lagos e é considerado Otunba (rei) em seu pais, devido a heranca de familia nobre e tradicional, com reis e autoridades no atual governo da Nigéria. Em nosso pais, onde vive ha cerca de duas décadas, desenvolve atividades empresariais e, além disso, é sacerdote religioso. 80 Otunba Adekunle tornou-se colecionador e divulgador da arte africana, pldsticas, cénicas e tecnoldgicas e dedica-se a promover essa cultura por meio de grandes eventos, profere palestras para professores e especialistas, ministra cursos sobre religiosidade, além de possuir vasto material audio-visual para consultas e pesquisas dando suporte para estudantes e religiosos. Otunba Adekunle é conhecido no meio religioso como o Babalawo Ogunjimi, ou simplesmente Baba Jimi. Iniciado aos dez anos de idade no Orisd Ogum, na cidade de Abeokuta na Nigéria, filho e neto de Babalawos, atua como sacerdote espiritual aqui no Brasil desde a sua chegada, promovendo o culto de ifá, pouco conhecido pelos brasileiros, fazendo iniciacées, cursos religiosos e congressos, trazendo esclarecimento e importante contribui¢do para a cultura religiosa brasileira.

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PE /(VIV[ 7 Entrevista a Rede Vivax de TV com a Dra. Aldrey Azevedo. Vai ao ar no dia 09 de Abril de 2024

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LIVRO RACISMO | VELADO Adquira Já o LIVRO DIGITAL que Todos Estão Falando! Sobre: A luta pelo fim do preconceito da diferença da cor da pele é absurda, pois jamais podemos julgar alguem por sua religido, opção sexual, politica, etc. Esse livro tem como objetivo ser entre inumeros, apenas mais um, demonstrar a sociedade que nenhum tipo de preconceito é algo que pode existir, apenas uma utopia Gaqueles que de alguma forma se julgam melhor que seu proximo (...) Acesse www.editorahr.com =HR == = _

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Autor Comendador Helio Reis

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oços de Caldas, um destino encan- Ptador no sul de Minas Gerais, é uma verdadeira joia da Região Sudeste do Brasil. Rodeada por uma paisagem exuberante e cercada pela Serra da Mantiqueira, esta ci- dade encanta visitantes com suas fontes de águas termais, parques naturais e arquite- tura charmosa. Situado na Região Imediata de Poços de Caldas e na Região Geográfica Intermediá- ria de Pouso Alegre, Poços de Caldas oferece | uma experiência única aos seus visitantes. Suas águas termais são famosas por suas propriedades terapêuticas, atraindo turis- tas em busca de relaxamento e bem-estar. Além disso, a cidade possui uma rica história cultural, evidenciada em seus belos prédios históricos, como o Palace Hotel e o Mercado Municipal. Os amantes da nature- za também encontrarão muitas opções de lazer, como o Parque Municipal, com trilhas, lagos e uma vista deslumbrante da cidade. Seja para desfrutar das águas termais, explorar a natureza exuberante ou mergu- ' lhar na rica cultura local, Poços de Caldas é um destino imperdivel para quem busca uma experiéncia memoravel no interior de Minas Gerais. HR Magazine

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onte Verde, um encantador dis- Mtrito situado no município de Ca- manducaia, Minas Gerais, é um verdadeiro refúgio para aqueles que buscam tranquili- dade e contato com a natureza. Com uma população aferida em 4.132 habitantes pelo Censo de 2010 do IBGE, esta pitoresca localidade atrai vi- sitantes de todas as partes em busca de suas belezas naturais e clima agradavel. Rodeado pela exuberante Mata Atlanti- ca, Monte Verde oferece aos seus visitantes paisagens deslumbrantes, trilhas em meio a natureza intocada e uma atmosfera aco- lhedora. Além disso, o distrito é conheci- do por sua rica gastronomia, com diversos restaurantes que oferecem pratos tipicos da regido e delicias da culinaria mineira. Para oS amantes de aventura, Monte Verde também proporciona diversas ativi- dades ao ar livre, como caminhadas, pas- seios a cavalo, tirolesa e muito mais. Seja para relaxar em meio as montanhas ou se aventurar em novas experiéncias, Monte Verde é o destino ideal para quem busca momentos inesqueciveis em contato coma natureza. HR Magazine

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IMAGEM GERADA PORIA € º : ici , cond

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Não sou mulher para ser tolhida, Embora sofrida, Sou mulher de sorrir. Levantar o sol se for preciso, Apagar a dor e não ferir. Não sou mulher para ser machucada, Nasci para amar e ser amada, E com muita convicção... Entendida, levantada e aclamada, Com aplauso e emoção; Sou mulher que não se dá por vencida, E quantas vezes precisar me curo, Sou frágil, mas fortalecida pela dádiva de amar. Sou mulher de pé no chão, Das coisas práticas da vida, Resolvo problemas que até Deus duvida... Sou mulher de muita FÉ Por mais que aconteça, Por mais que tentem abafar o meu ser, Eu sou FENIX Renasço das cinzas Por que nesse mundo sou Incondicionalmente Mulher. HR Magazine Maristela Pozitano Escritora (membro da Academia de Letras do Brasil/PE), compositora, empresária e profissional na área de terapias —integrativas e assessoria em bem-estar (had mais de 30 anos) Formação em comunicação e radialismo Consteladora (constelação familiar, pensamento sistémico complexo, constelação estrutural e coaching sistémico (formada pelo Instituto ONUKISAN), tanatdéloga. Terapéuta integrativa (mestra em reiki, cromoterapéuta, reflexologista e coach em bem estar) Apresentadora e idealizadora do Programa Trilha Social (Tv Assembléia/Alagoas ha 15 anos) / Fundadora e atual diretora executiva da ONG Maceió Voluntario Comendadora da paz com a comenda Madre Tereza de Calcuta Uma das 100 mulheres reconhecida com o nome eternizado no ParquedasMulheresporservicosrelevantes prestados pela cultura de paz em Alagoas. Notorio saber em cultura de paz; mediadora de conflitos e educadora social Trabalhos desenvolvidos direcionados a cultura do voluntariado através de acdes_ pela cidadania, valores humanos e por uma cultura de paz, ha mais de 22 anos com 11 livros paradidaticos infanto juvenis utilizados pelas redes publicas de educacao.

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www.editorahr.com AFLITIVIDADE OU AFETIVIDADE? Texto de Maria Consuélo Maria Consuélo Pereira dos Santos, natural de Salvador-BA. Professora, formada pelo Inst. Educação Gastdo Guimaraes, Feira de Santana-BA. Pedagoga, pela _ Universidade “ Rec de Sd, 2011. ( omo somos pessoas humanas, Escritora, participante das Bienais racionais e reflexivas’, era de se Internacionais do Rio-RJ, em 2019 e 2023 (Katia P. Chagas e Bruno Black), ESPerar que, de forma menos radical, Com premiacdes e Certificados pudéssemos nos relacionar, nos comunicar, nacionais e internacionais. . . É Residente na favela da Rocinha, NOS Satisfazer, nos nutrir, uma vez que ha desde 1994. É articuladora social varias areas aserem preenchidas. comunitdria. 96

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No entanto, o que temos construído, são muitas “batalhas” e, as vezes, “guerras, tanto emocionais quanto __sfisicas, produzindo doloroso processo de “aflitividade’. Temos visto, com grande per- plexidade, o crescimento da vio- l€ncia, em suas multiplas dimen- sdes, sem falar nos progressivos danos familiares e sociais, uma vez que, nem mesmo as crianças e jovens tém escapado! É muito urgente que haja investimento na saude integral da população, uma vez que a humanidade esta com muitas dificuldades no que se refere as relações interpessoais. Precisamos de um novo ponto de partida, de um novo processo de comunicação e de afetividade, uma vez que, nem mesmo os avancos cientificos e tecnoldgicos estao dando conta de promover a aproximacdo verdadeira. Nós, as figuras femininas, temos como _ caracteristicas peculiares, a fala ampla, ou seja, HR Magazine temos muita necessidade de falar. No entanto, precisamos ser ouvidas, contar com _ parcerias que possuam a capacidade de desenvolver a empatia e a escuta ativa. Nos ja percebemos que so- mos seres de caracteristicas “am- plificadas”: a visdo é “panoramica, multiforme e multidirecionada’; temos “riqueza” em criticidade e em criatividade; sem contar que, nossos pontos de vista e opinides sao tdo diversos... Emocionalmente, queremos amor e companheirismo. E, sexualmente, precisamos de aconchego e namoro.

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www.editorahr.com Mas, na contrapartida da questdo relacional, “os machos alfa”, sempre apressados em ten- tar nos “domesticar” ou deduzir, geralmente só se lembram dos seus desejos. Sugerimos que reduzam a sua visao limitada e ampliem as suas percepcoes, pois, muitas vezes, estas sdo “deficientes”! Sabemos que, ao tentar nos entender e captar as nossas necessidades, vocés produzem um extremo cansaco, além de ter que desenvolver forte elaboracdo mental. Pedimos, por favor, que parem de contentar-se só com a aquisição de comida e de relação sexual! A conquista é diferente da “cacada’. Pois, se for “carne pela carne’, nos tornaremos canibais. A relação amorosa é muito mais do que isso! Envolve um encontro profundo e criterioso, formado por uma triade, ou seja, o corpo, a mente e o espirito formam uma unidade. A parte espiritual, envolve a crenga, a pratica de uma fé, o que faz muita diferenca na relacdo. Essa parte nao deve ser desprezada. A crise na relacao, geralmente inicia-se quando nds mulheres os confrontamos, uma vez que, as respostas masculinas costumam ser sempre “monossilabicas’. Sem falar que, geralmente a parte em questdo, possui um “requinte de desatengdo” aos nossos, tao importantes, detalhes... E, por muitas vezes, afirmam que “foi sem querer”!

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Procurem “fazer novas leitu- ras’ das nossas subjetividades. Só terdo a ganhar com isso! Dessa forma, ndo mais nos irritaremos, profundamente. A nossa esperanca esta no fato de que, a humanidade esta sempre em construção e em reconstrugao continuas, além de possuir “constante capacidade de mutacdo’. Por tudo isso, acreditamos que, apesar da “toxicidade” que ocorre em muitos relacionamen- tos, atualmente, reverberando, muitas vezes, em violéncias e mor- tes, sera possivel reaprendermos HR Magazine a valorizar as acdes, as intenções e as emocées, pois o amor, como proposito e intencionalidade, é de extrema urgéncia e importancia! O nosso compromisso e comprometimento, além do investimento nas novas relacdes leves, vibrantes, e com dosagens intensas de amor, prazer, cuidado e valorização, liberardo “gotas magicas’ de transformação e de positividade nas nossas almas, tao carentes! E, assim, vistumbraremos um futuro pleno e abundante, com nova aliança familiar, social e comunitaria, além de valoroso e necessario processo de evolucao.

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Cozinhar é uma terapia que nos permite relaxar e desfrutar do prazer de criar.

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www.editorahr.com - 1 pacote de bolacha maizena - 1 lata de leite condensado - 1 caixinha de creme de leite - 1 lata de leite comum - 2 gemas peneiradas - 1 colher de sopa de maisena - 2 xicaras de cha de morango - 1 colher de cha de baunilha - Morango e chantilly para decorar 102

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lA IMAGEM GERADA POR IA HR Magazine - Numa panela, coloque o leite condensado, o leite (reserve um pouco), as gemas peneiradas levemente batidas, a baunilha, | @amaisena misturada no leite reservado. - Mexa até engrossar (aproximadamente 15 minutos, sem parar de mexer). - Desligue e junte o creme de leite com o soro. Se necessario, bata o creme no liquidificador para desmanchar possiveis bolinhas que se formam no creme. - Em um refratario, coloque na seguinte ordem: uma camada de bolacha (passe as bolachas no leite com acucar rapidamente), uma camada de morangpos picados, metade do creme. - Repita as camadas, terminando com o creme. - Decore a seu gosto, com morangos e chantilly. Tempo de Preparo: 30 minutos | Tempo de Geladeira: 4 horas | Total: 4 horas e 30 minutos | Porgdes: 8 porções 103

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www.editorahr.com Bolo Mole de liquidificador Receita da Malu INGREDIENTES - 3 xicaras de cha de leite - 2 xicaras de cha de farinha de trigo - 2 xicaras de cha de acucar refinado - 1 xicara de cha de manteiga - 4 OVOS - Manteiga e farinha de trigo para polvilhar 104

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MODO DE PREPARO - Coloque todos os ingredientes no liquidificador, bata por cerca de 1 minuto. - Em seguida, unte uma forma com manteiga e polvilhe com farinha de trigo. - Asse em forno médio, preaquecido, por cerca de 40 minutinhos ou até dourar. Dica: você pode preparar uma calda de caramelo e despejar por cima (eu fiz assim e ficou uma delícia). HR Magazine 105

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www.editorahr.com Mousse de Abacaxi Cremoso Anonimo INGREDIENTES - 1 abacaxi descascado e sem o caroco - 4 copos americano de agua - 2 colheres de acucar - 1 lata de leite condensado - 1 lata de creme de leite - 2 caixinhas de gelatina com sabor de abacaxi 106 <IMAGEM GERABABOR TA J PA e E

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MODO DE PREPARO Coloque os quatro copos de água na panela: -Pique o abacaxi em quadradinhos e coloque junto na panela com água - Acrescente as duas colheres de açúcar na água com o abacaxi - Deixe ferver por 5 minutos - Coe O abacaxi e reserve a água que com ele foi fervida - Acrescente as gelatinas na água para dissolver - Coloque a água com a gelatina dissolvida no liquidificador e bata com o leite condensado e o creme de leite Finalizar: - Em um refratário coloque o abacaxi picado e por cima dele coloque o que foi batido no liquidificador - Leve à geladeira até ficar bem firme. IMAGEM GERADA POR IA

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www.editorahr.com Bolo de leite cremoso (Parece um pudim) 1 % xicara(cha) de farinha de trigo 1 xicara(cha) de acucar 1 vidro de leite de coco ¥, litro de leite 1 caixinha de leite condensado 3 colheres (sopa) de margarina 3 OVOS 108

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Obs: esse bolo não leva fermento na massa. - No liquidificador coloque os ovos e o açúcar e bata bem por 1 minuto até obter um creme levemente esbranquiçado. - Adicione a margarina e bata um pouco mais. Acrescente o leite condensado, o leite de cocoe a farinha de trigo. Bata bem até homogeneizar. - Por ultimo coloque o leite e bata para incorporar todos os ingredientes. A massa fica bem liquida, esse é o ponto correto. - Despeje essa mistura num refratario (30 cm x 20 cm) untado e enfarinhado e asse em forno pré-aquecido a 200 graus por cerca de 60-70 minutos. - Retire do forno, deixe amornar, e sirva essa delicia de bolo de leite! HR Magazine

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www.editorahr.com Bolo de Cenoura Receitas da Malu INGREDIENTES - 3 ovos - 11/2 xicaras de açúcar - 3/4 xícara de óleo - 400g de cenoura (aproximadamente 3 cenouras médias) - 2 xicaras de farinha de trigo (xicara americana) - 1 colher de sopa de fermento 110

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- No liquidificador, bata os ovos, açúcar, óleo e cenouras por cerca de 3 minutos; depois, em uma | tigela, adicione a farinha de trigo e o fermento com a ajuda de um fouet ou colher e asse. - Asse a 180°C por aproximadamente 30 minutos ou até dourar. HR Magazine dy * x M IMAGEM GERADA PORTA 5 E Ff * - 1 lata de leite condensado - 1 lata de creme de leite - 1 colher de sopa de margarina - 5 colheres de sopa de chocolate Coloque tudo em uma panela e cozinhe em fogo baixo até engrossar; despeje sobre o bolo ainda quente. Tempo de Preparo: 20 minutos Tempo de Cozimento: 30 minutos Tempo Total: 50 minutos Porção: 12 111

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HR Magazine ' O tempo não se repete, não dá re para refazer ' sua trilha Bons ou ruins, dos nossos dias restará apenas a lembrança, Ana Trajano como uma entre tantas outras, no vai e vem das ondas do enorme oceano de dias SS ee Pe É que 60 tempo escritora infantojuvenil. Reside em Olinda, Pernambuco, cidade patriménio cultural Ficara fe) afago da humanidade. Terceiro-franciscana, é do doce marulho membro da Venerável Ordem Terceira das ondas boas que eles foram, de te Saas ie Aah de Olinda, ou a brasa da amargura do que neles foi vivido. O tempo nao se repete, tudo nele é avante na sua peregrinacao para a eternidade. 113

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www.editorahr.com Conto 114 uando se pensava que o maior diamante do mundo já tinha sido encontrado, a África a todos surpreenderia, fazendo com que os olhos dos cobiçosos rebrilhassem mais uma vez. E se havia quem se maravilhasse a cada novo achado, esse alguém era o engenheiro chefe, David Johnson, idólatra dessas precio- sidades e amante do dinheiro que elas propor- cionam; tanto que alardeava aos quatro ventos que só Deus poderia afastá-lo dessas duas pai- xÕes. Desta vez, porém, não seriam os 1.112 quilates da nova descoberta - três a mais do que os da sua antecessora - os únicos responsáveis pelos holofotes a serem direcionados para as minas de Botsuana, mas, sim, algo que havia em seu interior...

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Por força disso, à medida que o engenheiro de plantão lavava a pedra, ele e os mineiros que o rodeavam, ao invés de se manterem em júbilo, deixavam transparecer um quê de desapontamento, pois o seu valor comercial transmudava de extraordinário para aproveitável. David foi logo avisado, e correu ao ponto onde acharam a gema. Vinha, é claro, com um misto de euforia e decepção, pois se não deixaram de repassar a boa notícia, também não ocultaram a má. Antes mesmo de pôr as mãos na novidade, os olhos do perito ofuscaram! Mas foi só obser- va-la para que o deslumbre diminuísse. - Eram desenhos dispostos em um veio retilíneo que cruzavam a gema de ponta a ponta, sendo que pareciam ter sido esculpidos por uma impresso- ra a laser de última geração, haja vista a perfei- ção com que se repetiam. Depois de examinar a novidade o mais que HR Magazine podia, David a levou para sua sala, onde aconte- ceria uma reunião a portas fechadas com toda a sua equipe. Não saiu, contudo, sem advertir os funcionários que a admiravam de que estavam terminantemente proibidos de fazerem co- mentários; quem o fizesse, seria demitido sem direito à contradita. David não tomou essa decisão por medo de que a notícia vazasse. Até porque, seus em- pregados não só estavam acostumados com o sigilo que deve imperar nesse ramo de ativi- dade, como, também, não ousaram maculá-lo quando encontraram o diamante anterior. IMAGEM GERADA POR IA 115

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www.editorahr.com Eram, na verdade, aqueles desenhos - ris- cos horizontais em que se pendiam outros ver- ticais e formas curvilíneas - que o incomoda- vam sobremaneira. Ja em seu gabinete, ladeado por toda a equipe, o achado seria passado de mao em mao. David queria que cada um opinasse sobre aque- les desenhos, como se necessitasse de uma jus- tificativa para o seu incdmodo. Se bem que as opinides comegassem cien- tificas, nao faltaram criatividade e gracejos a tentarem explicar aquele estranhissimo fenô- meno; a exemplo da hipotese levantada pelo palhacgo-mor da equipe, que afirmou serem hierdglifos entalhados por Micrémegas (de Vol- taire), aduzindo que, por ter o viajante interga- lactico se apaixonado por uma terraquea, nado lhe restou alternativa sendo a de rabiscar o seu endereço e o contato telefdénico no primeiro “guardanapo” que encontrou, ja que sua nave espacial estava na iminéncia de decolar em di- reção a sua morada na estrela Sirius. Todos riram, incluindo David. Mas essa brincadeira causou-lhe forte impressdo, mes- mo que não a tivesse demonstrado. Terminada a reuniao, o engenheiro chefe permaneceu em seu gabinete. Era preciso de- brugar-se sobre aqueles desenhos, e sobre o mal-estar que eles provocavam. Na realidade, mesmo nao conseguindo definir o que sentia, para David, eles nada tinham de naturais. E, coi- sa singular, até pareciam... familiares! 116 David, entao, escaneou como pdde aque- les desenhos, e guardou a pedra a sete chaves. Em seguida, deitou-se sobre a cama. Precisava pensar, rememorar... Sentou-se novamente, e ficou observando as imagens na tela do seu ce- lular. E ora ampliava-as, ora girara-as. E olhava para o teto... e nada lhe vinha a mente. Levantou-se, andou pelo quarto; foi a ja- nela, mirou o horizonte... e jogou o celular sobre a cama, como se a comichdo que o afligia nado tivesse passado de uma grande tolice. E como o pensamento voltava-se para a

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milionária quantia que deixariam de lucrar gra- ças à desgraça imposta pela mãe natureza, Da- vid desenterrou alguns palavrões e tornou a se deitar. Talvez no sono encontrasse a maneira mais dócil de repassar a notícia para o poderoso e nada compreensível CEO da mineradora. Mas o sonho traria uma reviravolta... Súbito, acordou. Estava ofegante e suava frio. Com o passar dos segundos, em que ins- pirava e expirava lenta e profundamente, David retomava o prumo. E o nevoeiro que lhe enco- > HR Magazine bria a memória começou a dispersar-se. Quando a bruma foi de todo afastada, de- terminadas lembranças acerca de um erudito reavivaram-se em sua mente como se assistisse a um filme de altíssima definição. David pôs as mãos sobre a cabeça, avocou os céus, e levantou-se de um pulo. Era preciso reencontrar aquele velho amigo, e o mais rápido possível! Com a ajuda do Google, não foi difícil achar

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www.editorahr.com o do Dr. Elliott Moore e obter o seu contato. Não abusando dos rapapés, e sem entrar em detalhes, David enviou uma mensagem por e-mail para o seu antigo professor, suplicando que o contatasse com urgência. E para justificar tamanha pressa, anexou fotos daqueles dese- nhos, mas editadas, de modo que permitiam ser razoavelmente examinadas, mas dificultavam deduzir onde estavam incrustradas. Como estivesse aflito, não se lembrou que Botsuana está 6 horas à frente de Ottawa, lar do Dr. Moore. Quando percebeu a diferença, e olhou paro o relógio - eram 4 da madrugada -, imaginou que o septuagenário ja adentrava o li- miar do quinto sono. E praguejou. No entanto, e para sua felicidade, Dr. Moo- re estava com insônia, e navegava pela internet. A surpresa foi tão grande, que o PhD em eta, Y /A P SAA FE Veep S o 118 linguística logo clicou na mensagem. Ora, como David era o seu aluno preferi- do no colégio, aquele que afirmava seria o seu discípulo, jurando aprofundar-se no fascinante mundo das letras mortas, ensinamentos que recebia após o término das aulas regulares, Dr. Moore ficou muito feliz ao constatar que ele buscava reavivar a amizade, usando mão, justa- mente, daquilo que aprendera. O bate-papo inicial - “Mas que surpresa!”; “Como vão as coisas?”; “Casou com aquela ga- rota de quem gostava?”; “E como vai a família?” - impunha a David uma agonia insuportável, como a que sente uma criança que está diante de seu pai, prestes a receber o presente que há tempos cobiçava, mas cuja entrega ele retarda por pura diversão. Quando o assunto enfim migrou para aqueles desenhos, a frequência cardíaca de David disparou. E quando o Dr. Moore disse ter achado bastante criativa a forma que usara para chamar-lhe a atenção, o coração de David quase saiu pela boca! O problema é que nem o seu ex-professor expressamente lhe confirmava as suspeitas, nem David tinha coragem de perguntar o que de fato representavam aqueles desenhos. Até que chegou um momento em que o Dr. Moore questinou o porquê de David ter pre- ferido o sânscrito ao invés do latim, já que esta última língua era a que mais o atraía. David petrificou-sel...

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De repente, uma chusma de perguntas acotovelavam-se em seu cérebro. Dr. Moore falava a verdade, ou, por força da idade, via na- queles desenhos o que gostaria de ver? Seria possível que o tempo e a pressão tivessem sido tão caprichosos, ou não foram eles os autores daquelas palavras? Mas se não foi a natureza quem os escrevera, por que em sânscrito e com qual objetivo? E quais as consequências que esse fato imporia à ciência, à religião, ao mundo?... David sentia-se como se lhe tivessem ar- rancado o chão. E porque estivesse atordoado, esquecia-se de perguntar o significado daquela escrita e resolvia contar onde estava contida. Desta vez, foi o Dr. Moore quem perdeu a voz ante o pasmo da revelação. E como continuasse mudo, coube ao ex- HR Magazine IMAGEM GERADA POR IA -aluno retomar a conversa. E indagou sobre a tradução. Dr. Moore demorou um pouco para reequilibrar-se. E tão assombrado estava, que disse só revelaria o significado daquelas palavras se pudesse reexaminá-las, tendo nas mãos a gema. Como havia muito em jogo, e porque não vislumbrasse alternativa, David acabou ceden- do. E para que o Dr. Moore não alegasse incon- venientes que pudessem atrasar a sua chegada a Botsuana, o engenheiro chefe garantiu que a empresa providenciaria a passagem aérea (pri- meira classe) para o primeiro voo que houvesse, e bancaria a sua estada. Pedia, no entanto, se- gredo absoluto sobre o assunto. Ele aceitou. A viagem do Canadá até o continente afri- 119

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www.editorahr.com cano demoraria pouco mais de 24h. Essa dura- ¢ao, David deveria passa-la com certa tranquili- dade. No entanto, alguém caiu em tentação, ea noticia sobre a gigantesca novidade vazou. Foi um pandeménio! De um momento para o outro, David viu-se cercado pela impren- sa internacional, pelos acionistas, e pelo CEO da mineradora, que determinou enviasse-lhe algu- mas fotos, que mantivesse o diamante longe de tudo e de todos, e afirmou iria encontra-lo as- sim que se recuperasse da crise de gota que o acometia. No dia seguinte, David ja estava no aero- porto uma hora antes do horario previsto parao pouso. Recebeu o mestre com a devida formali- dade, que foi logo abandonada ao entrarem no veiculo que os levaria para a area de exploração. Dr. Moore bem que tentou perguntar so- bre aqueles desenhos, mas David meneou a ca- beca em negativas, indicando com os olhos que o motorista nao poderia ouvi-los. Assim que chegaram, David 0 conduziu ao seu gabinete, comodo onde guardara o achado, e determinou que ninguém viesse importuna- -los. E para justificar a presenca de um estranho, alegou ser outro especialista em lapidacao. No exato instante que viu a pedra, os olhos do Dr. Moore arregalaram-se; menos pelo seu tamanho descomunal do que pelos desenhos que ja entrevia. E um siléncio sepulcral imperava naquela 120 sala enquanto o expert, usando da sua preciosa lente de aumento e tremendo de emoção, pers- crutava Caractere por caractere, palavra por pa- lavra. Ao terminar a analise, Dr. Moore colocou a gema sobre a bancada, inspirou profusamente, fixou os olhos no anfitrido, e certificou tratar-se do sanscrito. David sorriu. Ato continuo, perguntou o que significavam. Dr. Moore passou a falar, ja com a voz en- trecortada: “Vós nao podeis servir a Deus e a Mamon”. - nome por que era conhecido o deus das riquezas. E se a fisionomia do Dr. Moore denotava

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um amálgama em que se debatiam aturdimen- to, incompreensão, pequenez, incredulidade, não haveria palavras que pudessem descrever o semblante de David... Passados alguns dias, e mesmo diante do atestado pelo Dr. Moore, o CEO da empresa, mais propenso ao pragmatismo do que predis- posto à verdade, além de zombar do que ouviu, ameaçou processar a ambos, caso essa tolice fosse parar nos jornais. Dr. Moore retornou para Ottawa, onde o tédio da aposentadoria seria para sempre minorado pela mesmíssima convicção com que Hamlet se dirigiu a Horacio. - “Ha mais coisas entre o céu ea terra do que sup6e sua va filosofia.” David, por seu turno, pediu demissdo e viajou para o Tibet. Se vira naqueles desenhos a mao de Deus a afasta-lo de suas grandes pai- x6es, também não descria que o isolamento provisorio e a meditacao seriam imprescindi- veis a Sua reeducacao. E quando se sentisse forte o bastante para retomar a vida de relação, regressaria a sua pa- tria, abragaria a carreira académica, pediria sua namorada em casamento, e, se o Dr. Moore ain- da tivesse disposicdo, ficaria muito feliz e hon- rado em se tornar o seu mais. HR Magazine Dias Campos é romancista, contista e cronista. Entre outros titulos, destacam-se os de Dr. h. c. em Literatura, pela Federa¢do Brasileira dos Académicos das Ciéncias, Letras e Artes - FEBACLA; Dr. h. c. em Humanidades, pela Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos - OMDDH; Embaixador da Paz, pela OMDDH, FEBACLA e Global wri- ters Academy - GWA; Embaixador da Litera- tura, pela Corte Brasileira de Letras, Artes e Ciéncias - COBLAC; Ambassadeur Honneur et Reconnaissance aux Femmes et Hommes de Valeur, pela Académie Francaise des Arts Let- tres et Culture - LAFALC; Embajador Mundial Literario, por La Voz de tus Escritos. E vence- dor de muitos Prémios Literdrios, membro de diversas Academias Literdrias e Colunista e Colaborador de vdrias Revistas, Jornais e Blo- gs Literdrios. 121

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LIVRO A VIOLÊNCIA NA VIDA DE UMA MULHER % $% Adquira Já o LIVRO DIGITAL g que Todos Estão Falando! ii Sobre: Dedico esta obra a minha familia, meus amigos peludos que tanta companhia me fizeram, ultilizando-me das palavras de Machado de Assis, “Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolucao, alguns dizem que é a natureza compés as suas especies’, o que Dastaria para completar essa dedicatoria, porem, ainda me faltam palavras. (...) Acesse www.editorahr.com

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