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ISSN 2965-7105
HR Wesel
DIVERSIDADES ss te sms ocs
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/ CEE_ERANDG'Q'FUTURG*DMW'A :
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OUTRAS MATERIAS
VIAGEM &
| TURISMO.
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aAZINE
Sempre ao Sev lado!
: Uma revista digital repleta de cultura, conhecimento e —
P inspiração. Mergulhe em conteúdos envolventes que
abordam diversos temas, desde turismo até literatura.
Nossa Revista é sua fonte confiável de informação e
entretenimento.
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Editorial
Apresentacao
Expediente
Sirius
Acelerando o futuro da ciéncia Brasileira
Conversa Crucial
Comendador Helio Reis e Dra. Aldrey Azevedo
no Programa ‘Descomplicando a saude’. /
Sustentabilidade
Capacidade de Suprir o presente, sem queisso — Á
afete o futuro - Cláudia Cavalcanti de Araújo
Em conexão com as Mulheres
Claudia Montes /
Oasis
Poesia de Claudete Morsch J
Suplicas
Poesia de Claudete Morsch
Simplesmente Mulher
Maristela Pozitano
Educar com o coração
O Valor das Educadoras sociais
Leidijane Chagas
Homenagem as Educadoras Sociais
Estrelas em um Céu Inseguro
Leidijane Chagas
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Amigos Pet’s
Amor é uma palavra de quatro patas
Soneto da paixao & amor
Berecine Sousa Miranda Ribeiro
Como é ser Uber e ter uma vida Social
Texto de Wallace Hansser
Desvende os segredos do Sucesso com
Claudio Queiroz - Kadu
O Visionario da Televisao
Explorando as Raizes Culturais
Centro Cultural Africano
Viagem & Turismo
Pocos de Caldas e Monte Verde - Minas Gerais
Incondicionalmente Mulher
Maristela Pozitano
Aflitividade ou Afetividade
Texto de Maria Consuélo
Culinaria
Cozinhar é uma terapia que nos permite
relaxar e desfrutar do prazer de criar.
O tempo nao se repete
Ana Trajano
O Recado
Conto de Dias Campos
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Editorial
Caros leitores,
É com grande satisfagdo que trazemos a vocés mais uma edição da HR
Magazine, repleta de conteudo inspirador e transformador. Nesta edição, dedicamos
espaco especial para destacar projetos que refletem nossos valores fundamentais:
Sustentabilidade, Valorizagao das Mulheres e Cultura.
O Projeto SIRIUS é uma iniciativa que nos enche de orgulho, pois representa
nosso compromisso com o desenvolvimento sustentavel e a preservação do meio
ambiente. Por meio desse projeto, buscamos promover praticas que reduzam nosso
impacto ambiental, incentivando a conscientização e ações concretas para um futuro
mais verde e prospero.
Além disso, nao poderiamos deixar de destacar a importancia da valorizagao das
mulheres em todas as esferas da sociedade. Nossa revista reafirma seu compromisso
em amplificar as vozes femininas, promover a igualdade de género e reconhecer as
conquistas das mulheres em diversos campos, desde o empreendedorismo até a
lideranga comunitaria.
E por falar em cultura, o Centro Cultural Africano é um exemplo inspirador de
como a diversidade cultural enriquece nossa sociedade. Sob a lideranga do Presidente
Adekunle, esse centro se tornou um espaco de celebracao, aprendizado e troca
de experiéncias, promovendo o didlogo intercultural e o respeito a ancestralidade
africana.
Nesta edição, convido vocés a se inspirarem com historias de impacto, iniciativas
transformadoras e reflexdes profundas sobre o mundo que nos cerca. Nao percam
minha entrevista na Rede Vivax no dia 08/04/24 sobre o tema Cracolandia abordado
em meu Livro Cracolandia Vida ou Morte?. Que possamos juntos construir um futuro
mais sustentavel, inclusivo e culturalmente rico.
Com gratiddo,
Comendador Helio Reis
(DRT: 0096124/SP)
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www.editorahr.com
Apresentacao
Seja bem-vindo a mais recente
edição da HR Magazine, onde mergu-
lharemos em uma jornada emocio-
nante através do Projeto SIRIUS. Nesta
edição especial, exploraremos uma va-
riedade de tdpicos que refletem nosso
compromisso com a sustentabilidade,
a valorizacao das mulheres, além de
oferecer insights exclusivos sobre a
vida como motorista Uber, o impacto
dos educadores sociais em nossas co-
munidades e a beleza da literatura em
forma de sonetos, poesias e contos.
Vamos explorar iniciativas
inspiradoras que promovem = a
sustentabilidade e o valor das
mulheres, destacando projetos e
lideres que estado fazendo a diferença
em suas comunidades.
Descubra o desafio e a recom-
pensa de ser um motorista Uber, onde
compartilhamos uma historia fasci-
nante de um profissional que encon-
trou sucesso e realização nessa profis-
sao em constante evolucao
Conheça o impacto transforma-
dor dos educadores sociais em nossas
comunidades, aprendendo sobre seus
desafios, conquistas e a importancia
vital de seu trabalho para o futuro de
nossas crianças e jovens.
Deleite-se com uma _ seleção
cuidadosamente curada de sonetos,
poesias e contos que celebram a
riqueza e a diversidade da expressão
literaria, proporcionando momentos
de reflexdo e inspiracdo.
Consultar página 8 no original
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HR Magazine
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E E E
Explore os encantos de duas
cidades brasileiras distintas,
mergulhando na cultura, na história
e nas paisagens deslumbrantes que
esses destinos têm a oferecer.
Delicie-se com receitas irresis-
tíveis e descubra dicas valiosas para
cuidar do seu animal de estimação,
enquanto exploramos o mundo sabo-
roso da culinária e celebramos a ale-
gria e o companheirismo que os pets
trazem às nossas vidas.
Preparado para embarcar nessa
jornada única? A HR Magazine convida
você a se inspirar, aprender e explorar
o mundo ao nosso redor por meio do
Projeto SIRIUS. Vamos juntos descobrir
novas perspectivas e celebrar o
poder da informação, da cultura e da
conexão.
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Expediente
EDITOR CHEFE, REDATOR & JORNALISTA (DRT: 0096124/SP)
Comendador Helio Reis
DIRETOR DE ARTE, DIAGRAMADOR & DESIGNER GRAFICO
Leonardo Constancio
REVISORA
Joyce Petrini
MATRIZ
Campinas - SP
ENDERECO ESCRITORIO
Rua Tamandaré, 716, Liberdade - SP
WHATSAPP
(19) 9 9822-4249
E-MAIL
reis123@hotmail.com
REVISTA PUBLICADA POR
Editora HR LTDA
CNPJ
51.712.559/0001-85
DIA, MES E ANO DA PUBLICACAO
05 de Abril de 2024
DISTRIBUICAO
Gratuito
VOLUME
2
NUMERO
6
TIPO
Digital
ISSN
2965-7105
SITE
www.editorahr.com
DIREITOS AUTORAIS DE IMAGENS LICENCIADOS
Freepik, Pixabay, Pexels & Unsplash
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DESCUBRA A
REALIDADE NUA & CRUA DA
CRACOLÂNDIA
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que Todos Estão Falando!
Publicação da Editora HR
Sobre: Acesse
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Um local dominado pelo trafico de
drogas, prostituição e crimes correlatos.
O nome Cracolandia surgiu devido a
predominéncia do consumo de crack
nessa ar ea.
Neste livro, o renomado Escritor,
Académico Imortal e Comendador Prof.
Dr. Helio Reis e a pesquisadora Elisabete
Antolino apresentam uma enalise
profunda sobre a realidade da
Cracolandia, abordando suas origens,
suas transformagodes ao longo dos anos e
as dificuldades enfrentadas pelas
autoridades e pela sociedade para
solucionar esse complexo problema. [...]
Videol
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SIRIUS
ACELERANDO O FUTURO DA
CIENCIA BRASILEIRA
irius, anova fonte de luz sin-
Soot. brasileira, é a maior
e mais complexa_ infraestrutura
cientifica ja construida no Pais. Este
equipamento de grande porte usa
aceleradores de particulas para pro-
duzir um tipo especial de luz, cha-
mada, luz sincrotron. Essa luz é utili-
zada para investigar a composição e
a estrutura da matéria em suas mais
variadas formas, com aplicagdes em
praticamente todas as areas do co-
nhecimento.
Sirius é uma _ infraestrutura
aberta, a disposição da comunidade
cientifica brasileira e internacional,
desenvolvida no Centro Nacional
de Pesquisa em Energia e Materiais
(CNPEM) - Organizagéo Social
supervisionada pelo Ministério da
Ciéncia, Tecnologia e Inovações
14
(MCTI). Sirius é financiado com
recursos do MCTI e projetado por
pesquisadores e engenheiros do
CNPEM, em parceria com a industria
nacional.
Sirius permite que centenas de
pesquisas académicas e industriais
sejam realizadas anualmente, por
milhares de pesquisadores, contri-
buindo para a solução de grandes
desafios cientificos e tecnoldgicos,
como novos medicamentos e tra-
tamentos para doengas, novos fer-
tilizantes, espécies vegetais mais
resistentes e adaptaveis e novas
tecnologias para agricultura, fontes
renovaveis de energia, entre muitas
outras potenciais aplicações, com
fortes impactos econdémicos e so-
ciais.
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CNPEM:
Um centro de pesquisas
unico no Pais
Centro Nacional de
O ressuis em Energia e
Materiais (CNPEM) compée um
ambiente cientifico de fronteira,
multiusuario e multidisciplinar,
com acdes em diferentes
frentes do Sistema _ Nacional
de CT&. Organizagao Social
supervisionada pelo Ministério
da Ciéncia, Tecnologia e Inovação
(MCTI), o CNPEM é impulsionado
por pesquisas que impactam as
areas de saude, energia, materiais
renovaveis e sustentabilidade.
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Vídeo 1
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Equipes altamente especiali-
zadas em ciência e engenharia, in-
fraestruturas sofisticadas abertas
à comunidade científica, linhas es-
tratégicas de investigação, proje-
tos inovadores com o setor produ-
tivo e formação de pesquisadores
e estudantes compõem os pilares
da atuação deste centro único no
País. A ponte entre conhecimen-
to e inovação proporcionadas por
essa atuação tornam o CNPEM um
catalisador para o progresso cien-
tífico, tecnológico e econômico
do Brasil.
O CNPEM gerencia quatro la-
boratórios de alta complexidade:
Laboratorio Nacional de Luz Sin-
crotron(LNLS), Laboratério Nacio-
nal de Biociéncias (LNBio), Labora-
torio Nacional de Biorrenovaveis
(LNBR) e Laboratério Nacional de
Nanotecnologia (LNNano). O Cen-
tro conta ainda com uma unidade
dedicada para desenvolvimen-
tos de Engenharia e Tecnologias
e, desde 2022, expandiu suas ati-
vidades com a abertura da Ilum
Escola Superior de Ciéncia, com o
apoio do Ministério da Educação
(MEC).
HR Magazine
Video 2
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Sua estrutura como Organiza-
ção Social permite a gestão agil e
flexivel de suas atividades, financia-
das por recursos do MCTI. Em con-
trapartida, suas frentes de atuação
beneficiam universidades, outros
Institutos de Ciéncia e Tecnologia e
empresas, seja por meio da dispo-
nibilização de sua infraestrutura,
compartilhamento de seu ex
pertise técnico-cientifico ou por
meio de projetos em colabora-
ção com os setores académico e
produtivo. Parcerias com institui-
ções brasileiras e internacionais,
publicas e privadas, amplificam o
impacto de sua atuacao, fortale-
cendo a posicao do Brasil no cena-
rio cientifico e tecnoldgico global.
O CNPEM colabora, ainda, na forma-
ção educacional, técnica e cientifica
de diferentes atores do SNCTI, por
meio de seu curso de formação su-
perior, da orientação de estudantes
de mestrado e doutorado, de seus
cursos de capacitagdo e eventos
cientificos.
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Video 3
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PROJETO
ÓRION:
O Brasil se prepara para os
desafios do futuro
m um cenário que reflete
seu compromisso em en-
frentar desafios emergentes na
área de saúde, o CNPEM tem de-
senvolvido o projeto Orion, Com-
plexo Laboratorial para Pesquisas
em Patógenos, que representa
uma resposta inovadora do País
à necessidade de pesquisas avan-
çadas com patógenos que podem
causar doenças graves, incluindo
aqueles que ainda podem surgir.
Voltado para pesquisas nas áre-
as de virologia e microbiologia, o
complexo Orion está à disposição
da comunidade cientifica nacional
e internacional que atua na inves-
tigação de microrganismos (vírus,
fungos e bactérias) e seus efeitos
para a saúde humana.
HR Magazine
Vídeo 4
21
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Financiado pelo Fundo Nacio-
nal de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico (FNDCT), do Ministé-
rio da Ciência, Tecnologia e Inova-
ção (MCTI), o projeto entrou para
o PAC, o Programa de Aceleração
do Crescimento, do governo fede-
ral. O Programa é composto por
um conjunto de ações de ordem
pública e privada com o objetivo
de acelerar o crescimento do pais.
O complexo, é certificado in-
ternacionalmente, abriga o pri-
meiro laboratério de maxima
contengao bioldgica, conhecido
como NB4 - abreviacdo para o
nivel de biosseguranga 4 é a pri-
meira instalação desse tipo cons-
truida em toda a América Latina.
O complexo laboratorial se bene-
ficia da proximidade com o Sirius,
tornando-se o primeiro do mun-
do conectado a uma fonte de luz
sincrotron. A conexdo permite a
realizacdo de estudos nunca rea-
lizados, nas condigdes mais segu-
ras, de materiais bioldgicos a par-
tir de amostras de células, tecidos
e organismos.
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CONVERSA
CRUCIAL
Comendador Helio Reis e Dra. Aldrey
Azevedo no Programa ‘Descomplicando a
Saude.
Na busca por abordar ques-
toes relevantes para a sociedade,
O programa “Descomplicando a
Saude” recebeu uma entrevista
de peso com o Comendador Helio
Reis earenomada Dra. Aldrey Aze-
vedo. Em um diálogo esclarecedor
26
e necessario, o Comendador Helio
Reis compartilhou insights e refle-
xões sobre seu livro “Cracolandia:
Vida ou Morte’, trazendo a tona
um tema urgente que afeta a so-
ciedade contempordanea.
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Durante a entrevista, o Co-
mendador Helio Reis expôs as pro-
fundezas do tema abordado em
seu livro, explorando os desafios
e dilemas enfrentados por indivi-
duos que lutam contra a depen-
déncia quimica. Com uma abor-
dagem humanitaria e perspicaz,
ele discutiu as complexidades da
questão e enfatizou a importan-
cia da compaixdo e da busca por
solucdes eficazes.
Dra. Aldrey Azevedo, por sua
vez, trouxe sua vasta experiéncia
como profissional da saúde para
enriquecer o debate. Com sua
expertise, ela contextualizou os
desafios enfrentados pelos pro-
fissionais de sade no enfrenta-
mento da dependéncia quimica e
ressaltou a importancia do apoio
multidisciplinar e de politicas pu-
blicas eficazes.
A entrevista promete trazer
luz a um tema muitas vezes ne-
gligenciado pela sociedade, mas
de extrema relevancia para a sau-
de publica e o bem-estar social.
Com insights valiosos e reflexdes
instigantes, o Comendador Helio
HR Magazine
Reis e Dra. Aldrey Azevedo desta-
caram a importancia do diálogo e
da ação coletiva na busca por so-
luções para os desafios enfrenta-
dos pela população em situacdo
de vulnerabilidade.
Nao perca a entrevista, que
vai ao ar no dia 8 de abril (segun-
da-feira), no programa “Descom-
plicando a Saude” na Rede Vivax
TV. Prepare-se para uma conversa
esclarecedora e impactante sobre
um tema que merece toda a nos-
sa atenção e dedicacdo.
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Sustentabilidade
Capacidade de suprir o
presente, sem que isso afete
o futuro.
Texto de Cláudia
Cavalcanti de
Araújo
discípulo perguntou a
Jalalad-Din Muhammad
Rumi, mestre espiritual persa do
séc. XIII:
O QUE E VENENO?
- Qualquer coisa além do que
precisamos é veneno. Pode ser
poder, preguiga, comida, ego,
ambição, medo, raiva, ou o que
for.
O QUE É O MEDO?
- Nao aceitação da incerteza.
Se aceitamos a incerteza, ela se
torna aventura.
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O QUE É A INVEJA?
- Não aceitação do bem no
outro. Se aceitamos o bem, se
torna inspiração.
O QUE É RAIVA?
- Não aceitação do que está
além do nosso controle. Se
aceitamos, se torna tolerância.
O QUE É ÓDIO?
- Não aceitação das pessoas
como elas são. Se aceitamos, se
torna amor.
Saúde é o equilíbrio entre
os sistemas e enfermidade é o
desequilíbrio entre os sistemas.
Todo organismo é composto
de sistemas. O corpo humano
é constituido de diversos
sistemas, como: cardiovascular,
respiratório, digestivo, nervoso,
muscular, esquelético, sensorial,
reprodutor, linfático, endócrino,
tegumentar, excretor.
Quando ingerimos mais do
que necessitamos ou eliminamos
mais do que o necessário, o
organismo padece.
HR Magazine
Assim ocorre em qualquer
organização, inclusive no nosso
planeta.
Certa vez um sábio caboclo da
floresta amazônica me falou que
é natural comer tucanos, levei um
susto e ele me perguntou se eu
havia encontrado algum obeso
nativo da floresta? Fiz uma rápi-
da viagem as minhas lembranças
dos dias na floresta e respondi
que não encontrei nenhum nati-
vo obeso. Ele complementou que
existem muitos tucanos e eles co-
mem para se alimentar, mas não
fazem churrascos e festas como
os homens das cidades. Eu agra-
deci por aprender com a sabedo-
ria do Mestre da floresta.
Para falar em sustentabilidade
é prioridade abordar o que
eliminamos. Você já se perguntou
qual a repercussão que o lixo
provoca?
V PRIMUFEILMS
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Conforme o “Panorama de
Residuos Sdlidos no Brasil 2020”,
cada brasileiro gera em média
1,04 quilos de residuos sdlidos, ou
seja, 1 (um) quilo de lixo por dia.
Ali pertinho, os nossos vizinhos
da Alemanha, geram 583 quilos
de lixo por pessoa por ano, isso
mesmo, o equivalente a 1,3 quilos
de lixo por ano, por habitante.
Os recursos naturais da
Terra sao finitos e cuidar do lixo
representa cuidar da saúde e do
ambiente!
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" , MASTERI305
É essencial usar a lei dos três
R's: Reutilizar, Reciclar, Reduzir
a quantidade de lixo produzido
e acumulado em todas as facetas
dos sistemas, seja no nosso siste-
ma orgânico, mental, emocional,
na nossa Casa, na nossa empresa,
na nossa cidade ou no nosso pla-
neta.
Nos escolhemos o que entra
e somos os unicos responsaveis
pelo que sai da nossa morada.
Sustentabilidade é suprir o
presente, sem que isso afete o
futuro.
HR Magazine
Claudia Cavalcanti de Araujo, 65 anos, mde,
avo, escritora, palestrante, terapeuta holistica
e médica homeopata. 40 anos dedicados a
promocdo da saude. Atendeu mais de 500 mil
pessoas em 35 anos de emergéncia de pediatria.
Carioca, com seu berco oriundo na doce cidade de
Timbauba, Pernambuco, onde seus pais nasceram.
Em 2015, entendeu que a saude precisava
sair das paredes dos hospitais e consultdrios e
se tornar acessivel a todos. Estudou o modelo
de saude escolar de diversos paises e criou
seu proprio modelo de negocios - a CRESCER
SAUDE - com o PROPOSITO de conscientizacdo
da _ responsabilidade individual e coletiva na
promocdo da saude, através de tele assisténcia
médica e educação continuada em PREVENCAO de
doencas, acidentes e valorizacdo da vida, acessivel
a todos os brasileiros.
Autora de “Crie Saude & Sabedoria”, um guia
prdtico para a Saude e Plenitude. Coautora em
“Conexées de Mentes, Coragdes e Negocios”,
“Gladiadores de vendas”, “Estação Aedos” e com
Joana DArc Lage, escreveu 11 livros, da Série
PES- Poesia, Educação e Saude, que estdo em pré-
lancamento.
‘A arte da medicina estd em inspirar as pessoas
ao hdbito de PREVENCAO de doencas, acidentes e
valorizagdo da vida, com autorresponsabilidade e
Gratidão”.
E & A
Sire Or Mintle ak LUM.
31
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LANÇAMENTO LIVRO
Essa obra apresenta textos Brincando com as
Palavras que é Material de Apoio aos Professores
mesclando cultura, educacao e o ludico. Literatura
Infanto Juvenil de poemas voltados para Aprender
Brincando, incentivando a imaginagao e o
desenvolvimento.
Videol
Consultar página 32 no original
Página 33 de 125
'''''''
Autores
Comendador Helio Reis
& Pedro Pereira
Diagramador & Designer Gráfico
Leonardo Constancio
Revisora
Joyce Petrini SHR
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Escrever para outra mulher
sendo da mesma classe, é de suma
responsabilidade. Sim. Pois, so-
mos multi e há muitas outras mu-
lheres que ainda nao alcançaram
essa realidade. Uma grande par-
cela acha que ser mulher é cha-
to devido a imposicao ostentada
pela sociedade.
Nesse espaco de linhas as
chamo para uma conexdo e
reflexdo.
Quando as mulheres compre-
enderem que os estigmas da vida,
sao expostos a realidade vivida
34
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por cada uma, haverá mais sororidade, irmandade,
; ; —
empatia e unidade entre todas.
Se faz necessário nesse período dos trés meses p
a mulher se atinar para se conectar com ela mesma
e parar para refletir.
Iniciar do ponto zero:
Quem eu sou? qual a minha proposta de vida?
E se senti perdida buscar recursos através dos
profissionais envolvidos com desenvolvimento
humano.
A mulher sempre esteve a frente do seu
tempo, isso é real, é fato. Ja ndo estamos mais no
mesmo lugar. O nosso avanco é crescente e temos
conquistado muito, nas diversas areas e posições.
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Além do mais a conscientizagdo nos grupos e nas
classes sociais tem se aflorado contribuindo com a
valorizacao que lhe pertence.
A mulher é a propria estrutura da natureza
desde muito tempo. A historia relata com clareza.
Quando paramos para refletirmos assuntos
pertinentes a Mulher, encontramos a psicologa, a
artista, a médica, conselheira, mediadora, a esposa,
a professora, a amiga... tem reticéncias sim.
Sao trés meses com alto indice de elevação
a mulher. Talvez esteja se perguntando, por que
trés meses. Marco - Dia internacional da mulher.
Abril - Dia da Mulher / Dia da mulher Evidencia em
Pernambuco. (uma iniciativa minha para evidenciar
a mulher)
rt
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HR Magazine
MAIO - Dia das mães.
Mulheres!
Muito importante, as mulheres que estão a
frente continuarem com as ações que contribuem
com o progresso da classe, nas diversas atribuições.
E as mulheres que ainda estão no anonimato se faz
necessário resgatá-las. Nessa construção e enten-
dimento vamos continuar com uma perspectiva
crescente. Ano após ano. Assim, em tempo as mu-
lheres estarão ocupando os mais altos posto de po-
der. Esse e um ponto. A outra chamada para a refle-
xão é a irmandade. Se posicionarem para fortalecer,
orientar e conduzir a outra mulher sem julgamento.
Estancar a sangria da rivalidade feminina
que ainda existe em alta resolucdo. Os exemplos
apresentados sao de alta expansdo. O que fa-
zer se ndo buscar o autoconhecimento. Se apro-
priar do seu poder e forga dada pelo proprio
Deus. Mulheres! Se faz necessario enxergar a ou-
tra mulher, nao com intenção ou pretensões in-
dividuais. Mais num conceito de irmandade, para
que as portas, janelas e portdes sejam abertas.
Teremos a vez e a voz definidas por nds mes-
mas. Entdo, regozijadas com o feito. Os aplausos
serdo para nos. E o mundo colorido com harmonia
e Paz. Afinal, a paz é uma mulher.
Uma Mulher Evidencia.
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OASIS
Poesias de Claudete
Morsch
Uma chuva fria desafia os teus sonhos.
Colas o rosto cansado na vidraça chorosa
para espia-los dangando nas poças da noite.
Quisera soubesses dos meus zelosos sentimentos
e que as tuas luas nado afastassem minhas meigas intencdes.
Que eu pudesse deslindar as dúvidas
que te perseguem sem freios
e que nado permitem te entregar.
Quisera pudesse sentar no recinto escuro da tua mente e
conversar com o teu eu ausente,
que nao percebe o sublime amor que lhe dedico.
Desconheco atalhos ou perigos,
quero desbravar o teu destino,
descobrir o que guardas por detras dessas paredes.
Sintonizar os teus desejos latentes,
envolver-me no cheiro da tua solidão.
E, se eu não conseguir, não tera sido em vao,
pois te amar vai continuar sendo, para mim,
o oasis que prové a minha alma e
faz matar a sede do meu coração.
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SUPLICAS
Poesias de Claudete
Morsch
A noite faz cócegas em meus pés
e eu volto a revirar-me em ti.
Conto uma a uma as borboletas sonambulas
que sobrevoam esse amor que me inflama.
Sao tantas as preces! Suplico morar em ti uma vida.
Até os vaga-lumes piscam orações aos céus,
solidarios aos meus anseios.
As flores choram da janela enternecidas,
e o meu coracdo exaltado quase desfalece.
E, num repente, tu apareces.
Entras de pijama no meu sonho
pedindo um lado da cama,
e se enrola na minha saudade.
Beija-me a boca, que avida responde
e voltamos a dormir.
Do teto do quarto, um anjo sorri.
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HR Magazine
Nascida em Brusque (SC) e residente em
Porto Alegre (RS). Graduada em Direito e em
Psicologia. É escritora e poeta. Autora de
quatro livros de poesia: “Fazendo amor com
o Universo em versos” (2018), “Anzóis do
Tempo” (2020), “Siléncio! O amor esta florindo”
(2021), laureado na VII edição do Prémio
Talentos Helvéticos-Brasileiros, organizada
pela editora suico-brasileira Helvetia Editions,
e “Esqueceste em mim o teu cheiro” (2023).
Colaboradora dos Cadernos de Literatura
dos Juizes do Rio Grande do Sul (Ajuris) desde
2015, com participação também em diversas
antologias poéticas nacionais e internacionais.
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SIMPLESMENTE
MULHER
Texto de
Maristela Pozitano
42
Made terra nos da o corpo
morfo genético.
Nos materializamos dentro
do ventre de nossa mae, alimen-
tados por tudo o que ela produz
as vitaminas de A a Z, agua, sais
minerais e todo sistema que nos
abarca.
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Desde o período Paleolítico,
a mulher era representada por
seios e barriga protuberantes,
observamos retratada a função
de fertilidade que é incontestável,
mas também um ser com
sensibilidade e intuição para
tomar decisões assertivas para o
bem de todos.
As mulheres choram juntas,
os homens dão gritos de guerra,
eis mais uma função da mulher,
trazer ao homem a sensibilidade
necessária para entender o
universo criativo positivo e do
acolhimento.
HR Magazine
Sem a mulher, nao poderia-
mos dar continuidade a raga hu-
mana neste planeta. Ha milhares
de anos, criadora era a Mulher.
O enfoque masculino nasceu
apenas ha 4.000 anos.
A sociedade era matrilinear
(5.000 anos atras), os filhos
recebiam apenas o nome da mde
por nao saber quem era o pai.
Os homens saiam para cacar
e a mulher assumia a agricultura
43
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As mulheres se apoiavam
mutuamente para viver, parir,
curar, morrer. O filho de uma
era o filho de todas, verdadeiras
Sacerdotistas.
Os Russos ndo tinham reve-
réncia pela terra, tinham sede de
conquista, foram descendo ao
longo do Mediterraneo onde as
mulheres viviam, as encontraram
desprotegidas e transformaram-
-nas em objeto de prazer ou de
procriagdo, sacerdotisas foram
perseguidas e dizimadas.
A Deusa desapareceu. O po-
der da espada sobrepujou o culto
da Deusa.
Na arqueologia foram iden-
tificadas esculturas com mais de
25.000 anos, entre elas a esta-
tueta de Vénus de Willendorf lo-
calizada da Austria, existem in-
dicadores onde apontam que a
mulher representa a fertilidade, a
fertilidade esta ligada a terrae a
terra representa o todo.
Em Creta, 2.000 anos antes
da nossa era, existiam estradas
pavimentadas, —porém onde
44
Ilustração da Estatueta de Vénus de
Willendorf que foi localizada na Austria.
as mulheres viviam nao foram
encontrados vestigios de armas.
Eram PACIFICADORAS, carre-
gavam a proposta de modificar
o planeta através do culto a mde
natureza, ao resgate do feminino,
ao resgate da força da mulher.
A Deusa esta dentro de
nds ainda, é o vinculo que nos
liga a nossa mde natureza, a
nossa origem divina. Somos
responsaveis pelas próximas
geracoes.
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HR Magazine
Em pleno século XXI ainda há
uma luta para que a mulher possa
ocupar o seu lugar na sociedade,
com respeito e a dignidade que
merece.
Há uma cegueira social com
relação a verdadeira função
da mulher, que pelo machismo
imposto não reconhece a mulher
como uma cidada de direitos.
As mulheres tiveram que le-
vantar suas vozes com coragem,
colocaram suas vidas em risco
como o ocorrido no dia 25 de mar-
¢o de 1911, quando 123 mulheres
trabalhadoras, morreram num in-
céndio intencional em uma fabri-
ca de tecidos na cidade de Nova
York, onde as saidas do prédio fo-
ram trancadas, porque ousaram
querer igualdade de direitos com
os 23 homens que trabalhavam
no local.
Embora este acontecimento
tenha causado uma comocdao
social, ainda nos dias de hoje
milhares de mulheres sofrem
violencia doméstica, psicoldgica,
Imagem ilustrativa gerada por IA do incéndio familiar, sexual, patrimonial,
intencional que ocorreu na fabrica de tecido que financeira
acarretou a morte de 123 mulheres.
e o feminicidio
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se estabelece junto com
desvalorizacdo de seus talentos
e competéncias na vida e no
mercado de trabalho.
Em 1960, o papel da mulher
subserviente de ser apenas es-
posa e mde na sociedade sofreu
uma revolução cultural, passou a
ser uma escolha da mulher, assu-
mir o papel de esposa e mde, ndo
por imposição social, assim bus-
cando o reconhecimento de seus
direitos e alcancar cada vez mais
visibilidade na condicao feminina
na sociedade mundial.
Em alguns paises do mundo
ainda prevalece a privação das
mulheres terem acesso a estudo
e trabalho, nado permitindo que
elas possam se emancipar, viven-
do num verdadeiro cativeiro.
46
Depois que teve a introdução
da pilula anticoncepcional nos
anos 60, e outros métodos
de contracepção que foram
disponibilizados, possibilitaram a
mulher o poder de fazer escolhas
quanto a maternidade e mais
liberdade na vida sexual.
Foi na area da educação que
a mulher se destacou de maneira
notavel.
Hoje a politica do
protagonismo com relação a
mulher de todas nacionalidades,
esta se destacando pela
consciéncia de que cada mulher
tem direito de ocupar o seu lugar
de pertencimento nas areas que
quiser, com direitos iguais aos dos
homens.
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Assim as mulheres continuam
com muita garra, no propósito de
levantar outras mulheres para
acompanharem as evoluções so-
ciais, políticas, econômicas e cien-
tíficas, pela igualdade de direitos
em todas as áreas, não querendo
ocupar o lugar dos homens, e sim
caminhar junto com eles, ocupan-
do o seu lugar com direitos iguais,
pois reconhece que neste mundo
é incondicionalmente mulher, ca-
paz de levantar o sol se for preci-
SO, para a vida continuar com res-
Deito, amor, justi¢a e para que se
estabeleca uma convivéncia mais
pacifica no cenario mundial.
Através do Comendador Hé-
lio Reis, escritor, ativista cultural,
fundador desta revista, agradeco
a todos os homens que ja cons-
cientes da igualdade de direitos,
levantam bandeiras em prol da
classe feminina, contribuindo
para diminuir a violéncia e o pre-
conceito contra as mulheres.
Que o dia dos homens e das
mulheres conscientes de seus pa-
peis, possam ser comemorados
todos os dias, com grandes avan-
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cos nas relagdes humanas, com
respeito as diferencas, para que
todos possam se sentir orgulho-
sos de pertencerem a raca huma-
na, cada um desempenhando o
sua fungdo singular na manuten-
cdo da vida, para que haja paz no
mundo.
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EDUCAR COM
O CORACAO:
O Valor das Educadoras Sociais
Leidijane Chagas
a paisagem,
muitas — vezes
árida da vida, onde a es-
perança parece rarear,
e os obstáculos se mul-
tiplicam como ervas
daninhas, ha um grupo
de pessoas que brilham
como fardis na escuri-
dao: a Educadoras So-
ciais. Elas nado sao ape-
nas Professoras mas,
também, são guias,
conselheiras e, acima
de tudo, sdo portado-
ras de luz para aqueles
que, muitas vezes, só
véem sombras. Nas ruas
empoeiradas de bairros
marginalizados, ou nos
corredores estreitos de
48
instituições de acolhimento, as Educado-
ras Sociais se dedicam incansavelmente a
construir pontes sobre abismos, a plantar
sementes de esperanga em solo arido. O
seu trabalho nao se limita a transmitir co-
nhecimentos educacionais, mas estende-se
a orientar quanto aos valores, a oferecer
apoio emocional e a mostrar caminhos al-
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ternativos para uma vida digna.
Em um mundo onde o individualismo,
muitas vezes, sufoca a empatia, estas
profissionais destacam-se, como exemplos
vivos, de compaixão e de altruísmo,
enxergando o potencial em cada criança,
adolescente ou adulto em situação de
vulnerabilidade, e dedicam-se a nutri-los
com atenção, cuidado, carinho e dedicação.
Não é raro que uma Educadora Social
seja a única pessoa constante na vida de al-
guém que conheceu apenas a instabilidade
e a incerteza, tornando-se “um porto segu-
ro, em meio às tempestades”; um ombro
amigo em momento de dor, e uma fonte
inesgotável de incentivo e motivação.
No entanto, o trabalho dessas
profissionais nem sempre é reconhecido
como deveria. Muitas vezes, sdo
subestimadas e subvalorizadas, relegadas
a margem da sociedade, da mesma forma
que as pessoas as quais dedicam as suas
vidas e o seu trabalho.
Mas, apesar das _ adversidades,
continuam firmes em sua missão, sabendo
que o verdadeiro valor do seu trabalho, ndo
pode ser medido em salarios ou titulos, mas
sim, nas vidas que tocam e transformam.
Portanto, é hora de reconhecer e valo-
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Leidijane Chagas, natura! Rio
de Janeiro-RJ, mde de dois filhos,
graduanda em _ Design Grafico,
Escritora, Poetisa, Articuladora local,
Parceira da Defensoria Publica RJ
como Agente de Territérios, curso
de Extensdo: Educadores pela PUG
Rio, é voluntdria. Lang¢amento na
Bienal RJ-2023 livro “Processo de
Aprimoramento” e a Coletdnea:
Todas as Flores em Nosso Jardim.
Participagdes em “Um Grande Dia
Para as Escritoras”, na 2° Edicdo
da Revista Movimento Mundial
Mulheres Reais 2023, Edição Revista
Latinidade Internacional 2024:
Literatura Latinidade. Ganhadora
de Prémios e Certificações. Com
lancamento para Bienal RJ 2025. Em
sua vida académica, desenvolveu o
projeto do Jornal “Noticias das Artes”
e iniciou em iniciação cientifica fala
sobre “As Cooperativas nas Favelas
do Rio”. Atualmente é Educadora
Social em SCFV e Coordenadora do
Pré-Vestibular Comunitdrio.
49
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rizar o papel vital das Educadoras Sociais
em nossas comunidades, oferecendo-lhes
apoio e os recursos que necessitam para
continuar fazendo a diferença na vida da-
queles que mais precisam.
Enfim, enquanto houver pessoas com
estas capacidades, humanidade, sensibili-
dade e disposição, teremos sempre sonhos
e a esperança de um futuro melhor para to-
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HR Magazine
Homenagem às
Educadoras Sociais:
Estrelas em um céu inseguro
No calor das lutas ou nas noites sem lua, vemos o Brilhar
de “estrelas ternas”, puras e majestosas, E que não “ficam
em cima do muro”. São mulheres de alma nobre e de
vasta missão, com a intenção de educar com devoção e
capacidade, Vislumbrando novo futuro. Enos caminhos
arduos dos marginalizados, elas são como “fardis
cintilantes” de amor, dedicacao e carinho.
E com mãos e pulsos firmes, “tecem lacos” de caridade e
de esperanga. E em meio a dor, ecoam suas vozes, pela
cidadania, pelo cuidado e pela busca incansavel pela
protecao.
“Magistradas” das boas obras, “juizas” dos afetos, Mantém
os olhos fixos no “esperangar”, no amanhecer. Com
sabedoria, conduzem para além do intenso porvir, Erguendo
pontes para quem ousa acreditar, ter fé, sonhar.
Tem em cada gesto, o cuidado de nao julgar, trabalhando
com leveza no coração, sem ser impositiva. Uma vez que,
o verdadeiro ato de amar, é compreender E com a justia,
conquistar e aprender um novo viver.
As Educadoras Sociais faço essa homenagem sincera,
Pois sao profundas em sua importante missdo. Fecundas
produtoras de ações, apesar de toda a falta de suporte,
sacrificam-se.
Plantam esperanca no caos da nossa sociedade, tao
marcada por “densa escuridao”. E com firmeza e dedicagao
cumprem, com fé, o seu honrado e sagrado oficio.
51
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AMPLIE SEUS HORIZONTES
BANDEIRAS DO
PRECONCEITO
Adquira Já o LIVRO DIGITAL
que Todos Estão Falando!
Publicação da Editora HR
Sobre:
O preconceito é um fardo que
confunde o passado, ameaça o
futuro e torna o presente
inacessivel. Preconceito e
respeito sao totalmente opostos,
num momento em que 4a
humanidade precisa de união,
ainda ha tantas pessoas se
prendendo a discriminagao de
todos os tipos. Esse livro digital é
uma critica a hipocrisia social, é
um alerta, pois é essencial
semear a fraternidade, a
humildade e a afeição a todos.
Acesse
www.editorahr.com
<a 1
SHR
-= "
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ou uma Pastora Belga Malinois, com uma condição permanente
Site me impede de andar, mas isso nado impede que eu tenha
uma vida feliz. Meus tutores me levam a viajar pelo mundo. As vezes
nossas limitagdes são o que nds levam mais longe. ~
56 Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
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Palavras de um
Adestrador que
ama OS animais.
FREEPIK
58 Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
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-
bead N ossa relacdo com os cdes
t— s
é uma grande aventura
onde deciframos seres, que não
falam, nem gesticulam, apenas
latem, grunhem e brincam que
nem malucos, adestramento é
uma ponte, um meio de fazermos
dessa relação uma jornada mais
tranquila e harmônica entre nós
e os cães. O que seria decifrar um
comportamento?
É algo que envolve muitas
perspectivas, mas a mais
importante é a do animal,
uma das maiores barreiras que
temos é a falta de empatia com
o cao, pois colocamos muito a
nossa perspectiva sobre o que
estado fazendo ou pensando,
imaginamos coisas mirabolantes
quando na realidade nao passam
de um impulso espontaneo do
HENRIQUE
PERSONAL DOG
Escola, Hospedagem e
Adestramento.
ENDERECO: Rua Julia Intidini, 86
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TELEFONE: (19) 7401-8336
HR Magazine
animal, adestrar é aprender,
ensinar, amar e respeitar, olhar
para o animal como um ser vivo
Unico com sua _ individualidade,
amparado por todos os instintos
que a natureza deu, para que
esse animal possa cumprir seu
proposito na terra “sobreviver’,
uma palavra pequena que se for
levar em consideracgao tudo que
ela traz consigo, o que seria a
sobrevivéncia?!
Pra nos talvez seja trabalhar,
ter um emprego, uma fonte de
renda, para o animal é apenas
saciar suas necessidades basicas,
como comer, beber, dormir ou
” ~~ ” ” á
Fica aqui o nosso agradecimento às
empresas que cuidam dos nosso pets.
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se reproduzir, mas tudo bem isso
seria simples no nosso contexto,
mas não no deles, pois o animal
foi feito para viver em seu hábitat,
e la a coisa funciona diferente. A
natureza é um elemento onde as
coisas seguem seu curso, ela nao
faz diferenca, ela apenas é, uma
reflexdo que me faz pensar sobre
uma frase muito conhecida “a
natureza é cruel”, vamos pensar
sobre isso, quem é mais cruel? A
Gazela que deixa o crocodilo com
fome ou o crocodilo que come
a gazela? Essa é uma reflexdo
que faco sobre como a natureza
funciona, e para entender como
os cães funcionam devemos saber
de onde eles vém.
É natural que nao estejamos
mais no meio selvagem, mas
nao conseguimos simplesmente
ignorar isso em nossos caes,
mas podemos incluir no nosso
contextos algumas das coisas
que eles teriam em seu ambiente,
nao estou dizendo pra soltar uma
galinha no apartamento, mas
dificultar um pouco as coisas
para nossos peludos nado faria
mal, por exemplo, ao invés de
60
deixar a comida a vontade em um
pote podemos colocar na hora
certa dentro de um brinquedo,
talvez oferecer algo duro para
que roam ajudaria muito a
deixar a cadeira em paz, coisas
assim que melhorariam nosso
relacionamento dentro de casa.
A boa convivéncia vai ser
um conjunto de ações e habitos
saudaveis no dia a dia, por
exemplo, nao adianta tomar
apenas um banho e achar que vai
ficar cheiroso pro resto da vida,
mas sim manter o habito diario de
higiene, nossos cdes precisam de
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
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consistência dessa forma nossos
resultados vão além das nossas
expectativas e se manterão ao
longo do nosso ciclo de vida,
animais nado sao coisas, objetos,
mas sim seres vivos com vontade
propria, emoções e sensacoes,
acolher as necessidades deles
é fundamental para evitar os
problemas que eles podem vir a
causar.
Adestrar vai muito além de
ensinar a dar a pata ou rolar, mas
em entender, acolher e transfor-
mar, é claro que a obediência tem
sim um papel importante, eu diria
que um bom cão faz 3 coisas, vem
=
Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.
HR Magazine
quando chamado, vai para um lo-
cal desejado e permanece nesse
local quando necessário, com es-
sas 3 coisas temos o controle do
nosso bichinho e podemos garan-
tir sua segurança, porém pra isso
acontecer é fundamental que a
vida do animal esteja equilibrada
e ele tenha uma motivacdo alta
por algo como comida, brinquedo
ou até mesmo carinho para que
possa aprender o que queremos
ensinar.
Resumindo cães nao sdo
pessoas, mas sim seres únicos
com suas proprias necessidades
e o respeito por essas demandas
é que vai fazer dele um membro
querido da nossa familia e viver
com muita alegria e amor.
61
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Tudo Sobre
Meu Melhor
Amigo:
Uma Historia de Amor e
Companheirismo.
M eu nome é Kakau,
tenho 9 anos e sou filha
desse gigante que é meu amigo,
tenho muito ciúmes quando
chega alguém estranho pra ficar
proximo dele, mas eu o amo e
espero que ele me entenda, pois
estou protegendo-o de magoas
que hao de vir, nos conhecemos
a 9 anos atras, quando eu estava
presente na vida da minha outra
familia, e ai eles nado conseguiam
dar a atengdo que eu merecia,
pois sou cega. Entdo apareceu
62
o Wallace, meu tutor, foi amor
incondicional e imediato, ele
tem essa cara de durdo, mas é
um amor de pessoa, as vezes
briga comigo.. porque’ vivo
aprontando, mas se eu nao fizer
isso pra dar uma descontrolada
no cotidiano dele, minha vida vai
ser sem graga. Obrigado por tudo
pessoal, este é um breve relato de
como eu conheci meu amigo, meu
companheiro e meu pai...
Observagao: meu pai é o Uber
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
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Memorias de
anjos de quatro
patas e outros Il
O tempo foi _passando,
ganhamos — gatos — siameses,
que eram como se diz aqui no
nordeste “o raio da Silibrina”,
corriam pela casa, subiam e
desciam nas cortinas, subiam
e desciam os degraus do
sobrado, se escondiam, pulavam
em nossos colos e corriam
novamente. Brincavam entre
si, rasgavam o sofa afiando
suas unhas, penduravam-se
nas fechaduras das _ portas
fechadas — tentando abri-las.
Entravam por todas as frestas que
encontravam.
Quando cansavam
nham para nosso colo queren-
do cafuné ou iam para a janela e
ficavam observando o movimento
64
vi-
do o movimento na rua.
Nesta @poca moravamos em
Sao Caetano do Sul / SP / Brasil
O tempo foi passando e fo-
ram partindo, fomos crescen-
do e chegou um tempo que
estavamos todos — estudan-
do e trabalhando, sem tem-
po para ter gatos em casa.
E nado tivemos nenhum animaizi-
nho durante este periodo.
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HR Magazine
O tempo foi passando e
foram partindo, fomos crescendo
e chegou um tempo que
estávamos todos estudando e
trabalhando, sem tempo para ter
gatos em casa.
E não tivemos nenhum
animalzinho durante este período.
Casei-me, meus filhos Fabio
e Rodrigo chegaram, quando
Fabio estava com 9 = anos
engravidei de Carla, e algo
inusitado aconteceu.
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
Encontrei um pardalzinho
ainda “filhote” no meu quintal,
procurei por um ninho e nada
encontrei, comecei a cuidar
dele. Coloquei-o numa _ caixa
de sapato perto de um abajur
para manté-lo aquecido.
Molhava o miolo de pão e
dava para ele comer com todo
carinho e paciéncia. Ele foi
crescendo e as penas foram
aparecendo, eu colocava um
véu por cima da caixa para
65
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ele não cair e ter ventilação,
todo dia o colocava no sol pela
manhã.
Quando ele já estava
grandinho e com todas as penas,
tirei o véu, para minha surpresa
nao queria sair da caixa, fui
fazendo isso todos os dias até
que um dia ele saiu da caixa
e ficava andando atras de mim
como um cachorrinho segue
a cuidadora, depois voltava
para a Caixa sozinho.
Eu e meus filhos ficamos
encantados com ele, o batizamos
de “Tiquinho”.
Aos poucos Tiquinho foi
se familiarizando e sentindo
seguranga, comprei uma gaiola e
deixava a portinha aberta
para ele sair quando quisesse.
Todas as noites quando
estavamos assistindo televisdo
ele saia da gaiola e pulava para
nosso colo, faziamos _ carinho
na cabecinha dele, e assim ele
ia de colo em colo e depois
voltava pulando feliz para sua
gaiola que permanecia aberta.
Nesta @poca eu já estava
66
i
entrando no sétimo mês de
gestação de Carla, e nós tínhamos
contratado um pintor para deixar
tudo pronto para a chegada dela.
O pintor se chamava Clóvis,
ele assobiava o tempo todo
e o Tiquinho respondia, ele
ficava admirado de ver um
passaro tão comum como o
pardal ser domesticado daquela
forma. E dizia nunca ter visto
nada igual em toda a sua vida.
Certo dia um outro _pardal
entrou na nossa sala, e o pintor
sr. Clovis o colocou junto com
Tiquinho na intengdo dele ter
companhia de outro passaro de
Sua espécie.
Passaram alguns dias e
Tiquinho comegou a apresentar
dificuldade para respirar. Como
Tiquinho foi criado longe
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
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de sua espécie, não tinha os
anticorpos para os piolhos que o
outro pardal trouxe para dentro
da gaiola, e sua alegria de
reencontrar com sua_ espécie
foi ao mesmo tempo a sua
despedida.
No dia que Tiquinho se foi
senti uma tristeza tao profunda,
chorei tanto, pois nao me
conformava.
Entrei em _ trabalho de
parto fui levada ao hospital e o
médico disse que eu nao tinha
condigdes de voltar para casa
pois a gravidez poderia ser
interrompida, e eu precisava
de repouso absoluto e ndo
podia ter fortes emocées, sendo
medicada da forma correta até
que minha filha estivesse pronta
para nascer.
Mas antes de ir para o
hospital fiz o enterro do
Tiquinho junto com meus filhos,
colocando seu corpinho tão
fragil numa pequena caixinha,
e o enterramos no pé do
cipreste no jardim de minha casa
no Rio de Janeiro.
HR Magazine
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ENTRELAÇADOS
SOCEIDADE EM TRANSFORMAÇÃO
Adquira Já o LIVRO DIGITAL
Sobre:
Não cabe a nós sermos
julgadores, darmos referências,
mas sim, atentar para fatos
hipócritas de nossa sociedade,
de nossos indivíduos.
Porque merefiro a isso?
Bem, basta que observamos a
nosso circulo social ou até
mesmo, a aqueles que nos
roedeim
Individuos que se fazem notar
poela aparéncia e nao por quem
realmente sao, a vergonha, o
preconceito, ha medo em muitas
das vezes, a satisfagao social
como se precisamos de
aprovacao (...)
Acesse
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HR
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A donzela paixão indagou ao amor
“Fala-me, sou a estrela que o cintila?”
“Oh, Ninfa! És brilho à minha pupila
Es aurora boreal, Es bela flor.
Es minh’alma, ensejo ao meu fervor;
Es aroma que no âmago destila
Es pureza, o ar que em mim ventila
Es canicula fria, vital queimor.”
“Mas tu, Amor! Inócuo e jocoso verso,
Dou-me aos teus beijos sem seres Narciso,
4 Oh! Esqueceste-me o mundo perverso.”
- “Ah, Paixão! O mundo jaz órfão em sorriso
Quiçá amar-te como eu o universo
Apaixonar-se pela Paixão é preciso!”
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Berenice Sousa
Miranda Ribeiro
Natural do distrito Maristela de Minas,
pertencente ao município de Curral de Dentro/
MG. Historiadora, escritora, cronista, poetisa,
contista, sonetista, autora dos livros ‘Do
Casulo a Borboleta’ e ‘Historia de Maristela
de Minas’ e outros livros em execução.
Organizadora de coletaneas. Académica
Internacional da FEBACLA - Federação
Brasileira dos Académicos das Ciéncias, Letras
e Artes e, da mesa entidade, detentora, dentre
outros, do titulo de Grande Honra Defensora
Perpétua do Patriménio Histérico e Cultural
Brasileiro, Titulo Honorifico de Embaixadora
da Paz e Dra.h.c. em Historia. Académica da
ALTO - Academia de Letras de Tedfilo Otoni e
da AILB - Academia Internacional de Literatura
Brasileira. Colunista do Jornal Cultural Rol.
Apaixonada por letras e números, graduou-se
em Historia e Pedagogia, fez pós-graduação em
Gestão Empresarial e Pessoas com Enfase em
Tecnologia da Informacao e cursos técnicos em
Secretariado Escolar e Agrimensura. Trabalha
como Gerente de Custos em uma mineradora.
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COMOE
SER UBER
E TER
Texto de Wallace
Hansser
vida de quem é motorista
de aplicativo é uma loucu-
ra, abordamos inumeras pessoas
por dia e horas, sao muitas hist6-
rias, umas felizes e outras tristes,
até acho que nessa carreira de
motorista de aplicativo, poderia-
mos exercer a funcdo de psicdlo-
go também, até porque ajudamos
as pessoas com conselhos bons,
72
UMA VIDA
SOCIAL.
onde apanhamos muito na vida
também, claro nao somos perfei-
tos, isso é um fato, mas de acor-
do com o tempo que vai passan-
do, sempre procuramos ajudar o
prdoximo, dando a ele o melhor dia
de sua vida... Claro que as vezes
pegamos aquelas pessoas cha-
tas e rancorosas com a vida, que
nao podemos falar um bom dia
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se quer, que já vem com os dois
pé no peito e um soco na cara, di-
zendo “me deixe quieto, não que-
ro conversar”. Isso é péssimo para
o dia de ambos, porque gera um
momento de desconforto social.
E hoje venho através desta escri-
ta, por convite de uma amiga mui-
to especial, expor a vocês a minha
história e a de outros motoristas,
HR Magazine
como é trabalhar como Uber e
enfrentar essa turbulenta vida de
motorista de aplicativo... algumas
pessoas acham que ser Uber é um
trabalho de preguiçoso, porque
você está lá sentado durante ho-
ras e horas só dirigindo, mas não é
bem assim... é um trabalho como
qualquer outro, claro nos temos
uma liberdade de regular nossos
73
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horarios e isso é maravilhoso, po-
rém perdemos alguns beneficios
que gostariamos de ter, como por
exemplo, nao temos tempo para
aproveitar grandes momentos
com a familia, nado viajamos com
frequéncia em temporada de fé-
rias, tudo isso acontece porque
vivemos em prol da dinamica al-
tissima de cada regido. Nao estou
reclamando, mas acredito que se
houvessem melhorias, voltaria-
mos a ser felizes como éramos a
uns anos atras, mas vamos levan-
do...
lrei mostrar a vocés como o
Uber fica feliz na seguinte ima-
gem ilustrada:
74
Neste momento, isso é um
alivio e uma expressdo de ale-
gria, porque sabemos que a cada
metro ou quil6metro, havera um
chamado, um bom dia diferen-
te e uma pessoa para sorrir, com
nossas historias, claro tem pesso-
as que ndo estado em um bom dia,
mas nada que uma boa conversa,
nao ajude, quando se sentir afli-
to(a) com qualquer coisa, conver-
se conosco, iremos ser gentis em
conversar e expor pra vocés leito-
res e usuarios de aplicativo, isso
pra nos é gratificante e nos traz
calmaria, porque sabemos que
nao vai ser uma viagem entedian-
te. NOs motoristas, ja passamos
horas dentro do carro e as vezes
ha uma demora em uma corrida, e
acabamos quase sempre, voltan-
do tarde para casa, e chegamos
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um |
ao ponto de nao jantar com a nos-
sa familia, entao vamos procurar
viver da melhor forma, aproveitar
a vida com harmonia, e se possivel
nos ajude também com 5 estrelas
e nos dé uma gorjeta, isso ajuda
muito no fim do més para melho-
rias do nosso meio de transporte
e melhorias para os passageiros...
brincadeiras a parte, mas atos
simples nos motivam a continu-
ar trabalhando com gentileza e
com alegria, e o trabalho fica mais
agradavel, pois o transito ja é ma-
cante e cansativo. Desde ja, venho
agradecer a vocés, por este curto
periodo onde eu pude me apre-
sentar para vocés, e espero poder
encontrar vocés em uma corrida
por di...
HR Magazine
Meu nome é Wallace Hansser,
sou Brasileiro, e moro atualmente
em Campinas-SP, tenho 29
anos e trabalho atualmente
como Uber, e faço alguns extras
como seguranca pessoal de
empresdrios, sou pai solteiro de
uma princesa de 4 anos, cujo o
nome é Yasmin S. Hansser.
75
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Desvende os
Segredos do
Sucesso com
Claudio Queiroz -
Kadu:
m um mundo onde o em-
preendedorismo é a cha-
ve para o progresso, surge uma
voz que ecoa alto e claro, levando
consigo uma mensagem de ins-
piração e aprendizado. Conheca
Claudio Queiroz, ou como é ca-
rinhosamente chamado, Kadu
- um verdadeiro visionario da te-
levisdo que começou sua jornada
como Diretor e hoje brilha como
o carismatico apresentador do re-
nomado programa “O Sucesso’.
Uma _ plataforma_ revolucionaria
que estreou em junho de 2023,
transmitida pela SoulTv, RedeS-
Consultar página 76 no original
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HR Magazine
DPTV, Amazon e diversas plata-
formas digitais. Este não é apenas
mais um programa de TV; é um
convite para explorar o univer-
so do empreendedorismo, onde
idéias inovadoras e histórias de
sucesso empresarial ganham vida.
Com seu carisma contagiante
e expertise no mundo dos
negócios, Kadu transforma cada
episódio de “O Sucesso” em uma
jornada de inspiração e educação.
Dirigido a empreendedores
e líderes empresariais, o
programa é uma fonte valiosa de
insights, estratégias e histórias
inspiradoras.
Não deixe passar a chance de
se conectar com as mentes mais
brilhantes do empreendedorismo
brasileiro. Sintonize em “O Suces-
so” e faça parte de uma comuni-
dade que esta moldando o futu-
ro dos negocios. Prepare-se para
desvendar os segredos do sucesso
e impulsionar sua jornada empre-
endedora para novos patamares.
Este é apenas o comeco - junte-se
a nos e prepare-se para uma jor-
nada transformadora!
APRESENTADOR:
HO Oue rOz Kadu
INICIO
PUBLICO-ALVO
CONTATO
INSTAGRAM
' 4
WwW cineastart
77
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f\fricano
Centro Cultural
Explorando
as Raizes
Culturais
" O Centro Cultural
4 Africano sob a Liderança
do Presidente Adekunle
No coração de nossa
sociedade, ha uma
riqueza de culturas ancestrais,
* cujas tradições e historias ecoam
* através dos séculos. É nesse
contexto que o Centro Cultural
= Africano,sobalideranca visionaria
do Presidente Adekunle, emerge
como um farol de conhecimento,
celebração e preservagao das
raizes africanas.
78
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Localizado Sao Paulo,
este centro é muito mais do
que um espaco fisico - é um
santuario de conexão com a
heranca cultural africana. Com
uma missão de promover a
conscientizagao e a apreciação
das diversas expresses culturais
do continente africano, o Centro
Cultural Africano oferece uma
variedade de atividades e eventos
para enriquecer a comunidade
local.
Sob a liderancga inspiradora
do Presidente Adekunle, o
centro se tornou um ponto de
encontro para individuos de
todas as origens, interessados
em aprender sobre a rica historia,
musica, danca, arte e culinaria da
Africa. Desde exposicées de arte
e apresentagdes musicais até
oficinas de culinaria e palestras
educacionais, ha algo para todos
os interesses e idades no Centro
Cultural Africano.
Além de promover a diver-
sidade cultural, o centro tam-
bém desempenha um papel vital
na construção de pontes entre
HR Magazine
as comunidades, promovendo a
compreensdo mutua e o respeito
pela heranca africana. Por meio
de suas iniciativas, o Presidente
Adekunle e sua equipe estado mol-
dando um futuro mais inclusivo
e compassivo, onde as vozes e as
contribuições da Africa sao valori-
zadas e celebradas.
Portanto, se vocé esta inte-
ressado em explorar as profun-
dezas da cultura africana ou sim-
pDlesmente deseja se envolver em
uma comunidade acolhedora e vi-
brante, nao procure mais do que o
Centro Cultural Africano liderado
pelo Presidente Adekunle. Junte-
-se a nds nesta jornada de des-
coberta, conexdo e celebracdo
das raizes culturais que nos unem
como seres humanos.
FIL
E Ci NCA
DE VIDA
Otunba Adekunle Aderonmu
H
i< .
Rua Gaspar Ricardo Junior, 112 - Barra Funda
São Paulo - Brasil - CEP: 01136-030
+55 11 3392-7228 ou 3392-5291
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Otunba
Adekunle
Aderonmu
Naturalizado brasileiro — nasceu em
Abeokuta, na Nigéria. É formado em bioquimica
na universidade de lagos e é considerado Otunba
(rei) em seu pais, devido a heranca de familia
nobre e tradicional, com reis e autoridades no
atual governo da Nigéria. Em nosso pais, onde vive
ha cerca de duas décadas, desenvolve atividades
empresariais e, além disso, é sacerdote religioso.
80
Otunba Adekunle tornou-se colecionador
e divulgador da arte africana, pldsticas, cénicas
e tecnoldgicas e dedica-se a promover essa
cultura por meio de grandes eventos, profere
palestras para professores e especialistas,
ministra cursos sobre religiosidade, além
de possuir vasto material audio-visual para
consultas e pesquisas dando suporte para
estudantes e religiosos.
Otunba Adekunle é conhecido no
meio religioso como o Babalawo Ogunjimi, ou
simplesmente Baba Jimi. Iniciado aos dez anos
de idade no Orisd Ogum, na cidade de Abeokuta
na Nigéria, filho e neto de Babalawos, atua
como sacerdote espiritual aqui no Brasil desde a
sua chegada, promovendo o culto de ifá, pouco
conhecido pelos brasileiros, fazendo iniciacées,
cursos religiosos e congressos, trazendo
esclarecimento e importante contribui¢do para
a cultura religiosa brasileira.
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LIVRO
RACISMO |
VELADO
Adquira Já o LIVRO DIGITAL
que Todos Estão Falando!
Sobre:
A luta pelo fim do preconceito da
diferença da cor da pele é
absurda, pois jamais podemos
julgar alguem por sua religido,
opção sexual, politica, etc.
Esse livro tem como objetivo ser
entre inumeros, apenas mais um,
demonstrar a sociedade que
nenhum tipo de preconceito é
algo que pode existir, apenas
uma utopia Gaqueles que de
alguma forma se julgam melhor
que seu proximo (...)
Acesse
www.editorahr.com
=HR
==
= _
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oços de Caldas, um destino encan-
Ptador no sul de Minas Gerais, é uma
verdadeira joia da Região Sudeste do Brasil.
Rodeada por uma paisagem exuberante e
cercada pela Serra da Mantiqueira, esta ci-
dade encanta visitantes com suas fontes de
águas termais, parques naturais e arquite-
tura charmosa.
Situado na Região Imediata de Poços de
Caldas e na Região Geográfica Intermediá-
ria de Pouso Alegre, Poços de Caldas oferece |
uma experiência única aos seus visitantes.
Suas águas termais são famosas por suas
propriedades terapêuticas, atraindo turis-
tas em busca de relaxamento e bem-estar.
Além disso, a cidade possui uma rica
história cultural, evidenciada em seus belos
prédios históricos, como o Palace Hotel e o
Mercado Municipal. Os amantes da nature-
za também encontrarão muitas opções de
lazer, como o Parque Municipal, com trilhas,
lagos e uma vista deslumbrante da cidade.
Seja para desfrutar das águas termais,
explorar a natureza exuberante ou mergu- '
lhar na rica cultura local, Poços de Caldas
é um destino imperdivel para quem busca
uma experiéncia memoravel no interior de
Minas Gerais.
HR Magazine
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# À 4 : &.
O Refugio Perfeito em Meio à Natureza
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onte Verde, um encantador dis-
Mtrito situado no município de Ca-
manducaia, Minas Gerais, é um verdadeiro
refúgio para aqueles que buscam tranquili-
dade e contato com a natureza.
Com uma população aferida em
4.132 habitantes pelo Censo de 2010 do
IBGE, esta pitoresca localidade atrai vi-
sitantes de todas as partes em busca de
suas belezas naturais e clima agradavel.
Rodeado pela exuberante Mata Atlanti-
ca, Monte Verde oferece aos seus visitantes
paisagens deslumbrantes, trilhas em meio
a natureza intocada e uma atmosfera aco-
lhedora. Além disso, o distrito é conheci-
do por sua rica gastronomia, com diversos
restaurantes que oferecem pratos tipicos
da regido e delicias da culinaria mineira.
Para oS amantes de aventura, Monte
Verde também proporciona diversas ativi-
dades ao ar livre, como caminhadas, pas-
seios a cavalo, tirolesa e muito mais. Seja
para relaxar em meio as montanhas ou se
aventurar em novas experiéncias, Monte
Verde é o destino ideal para quem busca
momentos inesqueciveis em contato coma
natureza.
HR Magazine
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Não sou mulher para ser tolhida,
Embora sofrida,
Sou mulher de sorrir.
Levantar o sol se for preciso,
Apagar a dor e não ferir.
Não sou mulher para ser machucada,
Nasci para amar e ser amada,
E com muita convicção...
Entendida, levantada e aclamada,
Com aplauso e emoção;
Sou mulher que não se dá por vencida,
E quantas vezes precisar me curo,
Sou frágil, mas fortalecida pela dádiva de amar.
Sou mulher de pé no chão,
Das coisas práticas da vida,
Resolvo problemas que até Deus duvida...
Sou mulher de muita FÉ
Por mais que aconteça,
Por mais que tentem abafar o meu ser,
Eu sou FENIX
Renasço das cinzas
Por que nesse mundo sou Incondicionalmente Mulher.
HR Magazine
Maristela
Pozitano
Escritora (membro da Academia
de Letras do Brasil/PE), compositora,
empresária e profissional na área de
terapias —integrativas e assessoria
em bem-estar (had mais de 30 anos)
Formação em
comunicação e radialismo
Consteladora (constelação
familiar, pensamento sistémico
complexo, constelação estrutural e
coaching sistémico (formada pelo
Instituto ONUKISAN), tanatdéloga.
Terapéuta integrativa
(mestra em reiki, cromoterapéuta,
reflexologista e coach em bem estar)
Apresentadora e idealizadora
do Programa Trilha Social (Tv
Assembléia/Alagoas ha 15 anos) /
Fundadora e atual diretora
executiva da ONG Maceió Voluntario
Comendadora da paz com
a comenda Madre Tereza de Calcuta
Uma das 100 mulheres
reconhecida com o nome eternizado no
ParquedasMulheresporservicosrelevantes
prestados pela cultura de paz em Alagoas.
Notorio saber em cultura de paz;
mediadora de conflitos e educadora social
Trabalhos desenvolvidos
direcionados a cultura do voluntariado
através de acdes_ pela cidadania,
valores humanos e por uma cultura de
paz, ha mais de 22 anos com 11 livros
paradidaticos infanto juvenis utilizados
pelas redes publicas de educacao.
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AFLITIVIDADE OU
AFETIVIDADE?
Texto de Maria
Consuélo
Maria Consuélo Pereira dos
Santos, natural de Salvador-BA.
Professora, formada pelo Inst.
Educação Gastdo Guimaraes, Feira
de Santana-BA.
Pedagoga, pela _ Universidade “
Rec de Sd, 2011. ( omo somos pessoas humanas,
Escritora, participante das Bienais racionais e reflexivas’, era de se
Internacionais do Rio-RJ, em 2019 e
2023 (Katia P. Chagas e Bruno Black), ESPerar que, de forma menos radical,
Com premiacdes e Certificados pudéssemos nos relacionar, nos comunicar,
nacionais e internacionais. . . É
Residente na favela da Rocinha, NOS Satisfazer, nos nutrir, uma vez que ha
desde 1994. É articuladora social varias areas aserem preenchidas.
comunitdria.
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No entanto, o que temos
construído, são muitas “batalhas”
e, as vezes, “guerras, tanto
emocionais quanto __sfisicas,
produzindo doloroso processo de
“aflitividade’.
Temos visto, com grande per-
plexidade, o crescimento da vio-
l€ncia, em suas multiplas dimen-
sdes, sem falar nos progressivos
danos familiares e sociais, uma
vez que, nem mesmo as crianças
e jovens tém escapado!
É muito urgente que haja
investimento na saude integral
da população, uma vez que a
humanidade esta com muitas
dificuldades no que se refere as
relações interpessoais.
Precisamos de um novo ponto
de partida, de um novo processo
de comunicação e de afetividade,
uma vez que, nem mesmo os
avancos cientificos e tecnoldgicos
estao dando conta de promover a
aproximacdo verdadeira.
Nós, as figuras femininas,
temos como _ caracteristicas
peculiares, a fala ampla, ou seja,
HR Magazine
temos muita necessidade de
falar. No entanto, precisamos ser
ouvidas, contar com _ parcerias
que possuam a capacidade de
desenvolver a empatia e a escuta
ativa.
Nos ja percebemos que so-
mos seres de caracteristicas “am-
plificadas”: a visdo é “panoramica,
multiforme e multidirecionada’;
temos “riqueza” em criticidade e
em criatividade; sem contar que,
nossos pontos de vista e opinides
sao tdo diversos...
Emocionalmente, queremos
amor e companheirismo.
E, sexualmente, precisamos de
aconchego e namoro.
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Mas, na contrapartida da
questdo relacional, “os machos
alfa”, sempre apressados em ten-
tar nos “domesticar” ou deduzir,
geralmente só se lembram dos
seus desejos.
Sugerimos que reduzam a sua
visao limitada e ampliem as suas
percepcoes, pois, muitas vezes,
estas sdo “deficientes”!
Sabemos que, ao tentar nos
entender e captar as nossas
necessidades, vocés produzem
um extremo cansaco, além de ter
que desenvolver forte elaboracdo
mental.
Pedimos, por favor, que
parem de contentar-se só com a
aquisição de comida e de relação
sexual!
A conquista é diferente da
“cacada’.
Pois, se for “carne pela carne’,
nos tornaremos canibais.
A relação amorosa é muito
mais do que isso!
Envolve um encontro
profundo e criterioso, formado
por uma triade, ou seja, o corpo,
a mente e o espirito formam uma
unidade.
A parte espiritual, envolve
a crenga, a pratica de uma fé,
o que faz muita diferenca na
relacdo. Essa parte nao deve ser
desprezada.
A crise na relacao, geralmente
inicia-se quando nds mulheres os
confrontamos, uma vez que, as
respostas masculinas costumam
ser sempre “monossilabicas’.
Sem falar que, geralmente
a parte em questdo, possui
um “requinte de desatengdo”
aos nossos, tao importantes,
detalhes...
E, por muitas vezes, afirmam
que “foi sem querer”!
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Procurem “fazer novas leitu-
ras’ das nossas subjetividades. Só
terdo a ganhar com isso!
Dessa forma, ndo mais nos
irritaremos, profundamente.
A nossa esperanca esta no
fato de que, a humanidade esta
sempre em construção e em
reconstrugao continuas, além de
possuir “constante capacidade de
mutacdo’.
Por tudo isso, acreditamos
que, apesar da “toxicidade” que
ocorre em muitos relacionamen-
tos, atualmente, reverberando,
muitas vezes, em violéncias e mor-
tes, sera possivel reaprendermos
HR Magazine
a valorizar as acdes, as intenções
e as emocées, pois o amor, como
proposito e intencionalidade, é de
extrema urgéncia e importancia!
O nosso compromisso e
comprometimento, além do
investimento nas novas relacdes
leves, vibrantes, e com dosagens
intensas de amor, prazer, cuidado
e valorização, liberardo “gotas
magicas’ de transformação
e de positividade nas nossas
almas, tao carentes! E, assim,
vistumbraremos um futuro pleno
e abundante, com nova aliança
familiar, social e comunitaria, além
de valoroso e necessario processo
de evolucao.
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- 1 pacote de bolacha maizena
- 1 lata de leite condensado
- 1 caixinha de creme de leite
- 1 lata de leite comum
- 2 gemas peneiradas
- 1 colher de sopa de maisena
- 2 xicaras de cha de morango
- 1 colher de cha de baunilha
- Morango e chantilly para decorar
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lA
IMAGEM GERADA POR IA
HR Magazine
- Numa panela, coloque o leite condensado,
o leite (reserve um pouco), as gemas
peneiradas levemente batidas, a baunilha,
| @amaisena misturada no leite reservado.
- Mexa até engrossar (aproximadamente
15 minutos, sem parar de mexer).
- Desligue e junte o creme de leite com
o soro. Se necessario, bata o creme no
liquidificador para desmanchar possiveis
bolinhas que se formam no creme.
- Em um refratario, coloque na seguinte
ordem: uma camada de bolacha (passe as
bolachas no leite com acucar rapidamente),
uma camada de morangpos picados, metade
do creme.
- Repita as camadas, terminando com o
creme.
- Decore a seu gosto, com morangos e
chantilly.
Tempo de Preparo: 30 minutos | Tempo
de Geladeira: 4 horas | Total: 4 horas
e 30 minutos | Porgdes: 8 porções
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Bolo Mole de
liquidificador
Receita da Malu
INGREDIENTES
- 3 xicaras de cha de leite
- 2 xicaras de cha de farinha de trigo
- 2 xicaras de cha de acucar refinado
- 1 xicara de cha de manteiga
- 4 OVOS
- Manteiga e farinha de trigo para polvilhar
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MODO DE PREPARO
- Coloque todos os ingredientes
no liquidificador, bata por cerca
de 1 minuto.
- Em seguida, unte uma forma
com manteiga e polvilhe com
farinha de trigo.
- Asse em forno médio,
preaquecido, por cerca de 40
minutinhos ou até dourar.
Dica: você pode preparar uma
calda de caramelo e despejar por
cima (eu fiz assim e ficou uma
delícia).
HR Magazine
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Mousse de
Abacaxi
Cremoso
Anonimo
INGREDIENTES
- 1 abacaxi descascado e sem o caroco
- 4 copos americano de agua
- 2 colheres de acucar
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de creme de leite
- 2 caixinhas de gelatina com sabor de abacaxi
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<IMAGEM GERABABOR TA
J PA e E
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MODO DE PREPARO
Coloque os quatro copos de água
na panela:
-Pique o abacaxi em quadradinhos
e coloque junto na panela com
água
- Acrescente as duas colheres de
açúcar na água com o abacaxi
- Deixe ferver por 5 minutos
- Coe O abacaxi e reserve a água
que com ele foi fervida
- Acrescente as gelatinas na água
para dissolver
- Coloque a água com a gelatina
dissolvida no liquidificador e bata
com o leite condensado e o creme
de leite
Finalizar:
- Em um refratário coloque o
abacaxi picado e por cima dele
coloque o que foi batido no
liquidificador
- Leve à geladeira até ficar bem
firme.
IMAGEM GERADA POR IA
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Bolo de leite
cremoso
(Parece um pudim)
1 % xicara(cha) de farinha de trigo
1 xicara(cha) de acucar
1 vidro de leite de coco
¥, litro de leite
1 caixinha de leite condensado
3 colheres (sopa) de margarina
3 OVOS
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Obs: esse bolo não leva fermento
na massa.
- No liquidificador coloque os
ovos e o açúcar e bata bem por
1 minuto até obter um creme
levemente esbranquiçado.
- Adicione a margarina e bata um
pouco mais. Acrescente o leite
condensado, o leite de cocoe a
farinha de trigo. Bata bem até
homogeneizar.
- Por ultimo coloque o leite e
bata para incorporar todos os
ingredientes. A massa fica bem
liquida, esse é o ponto correto.
- Despeje essa mistura num
refratario (30 cm x 20 cm) untado
e enfarinhado e asse em forno
pré-aquecido a 200 graus por
cerca de 60-70 minutos.
- Retire do forno, deixe amornar, e
sirva essa delicia de bolo de leite!
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Bolo de
Cenoura
Receitas da Malu
INGREDIENTES
- 3 ovos
- 11/2 xicaras de açúcar
- 3/4 xícara de óleo
- 400g de cenoura (aproximadamente 3 cenouras médias)
- 2 xicaras de farinha de trigo (xicara americana)
- 1 colher de sopa de fermento
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- No liquidificador, bata os ovos,
açúcar, óleo e cenouras por cerca
de 3 minutos; depois, em uma |
tigela, adicione a farinha de trigo
e o fermento com a ajuda de um
fouet ou colher e asse.
- Asse a 180°C por
aproximadamente 30 minutos ou
até dourar.
HR Magazine
dy *
x
M
IMAGEM GERADA PORTA
5 E Ff *
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de creme de leite
- 1 colher de sopa de margarina
- 5 colheres de sopa de chocolate
Coloque tudo em uma panela
e cozinhe em fogo baixo até
engrossar; despeje sobre o bolo
ainda quente.
Tempo de Preparo: 20 minutos
Tempo de Cozimento: 30 minutos
Tempo Total: 50 minutos
Porção: 12
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HR Magazine
' O tempo não se repete,
não dá re para refazer
' sua trilha
Bons ou ruins, dos nossos dias
restará apenas a lembrança, Ana Trajano
como uma entre tantas outras,
no vai e vem das ondas
do enorme oceano de dias SS ee Pe É
que 60 tempo escritora infantojuvenil. Reside em Olinda,
Pernambuco, cidade patriménio cultural
Ficara fe) afago da humanidade. Terceiro-franciscana, é
do doce marulho membro da Venerável Ordem Terceira
das ondas boas que eles foram, de te Saas ie Aah de Olinda,
ou a brasa da amargura
do que neles foi vivido.
O tempo nao se repete,
tudo nele é avante
na sua peregrinacao
para a eternidade.
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Conto
114
uando se pensava que o maior
diamante do mundo já tinha sido
encontrado, a África a todos surpreenderia,
fazendo com que os olhos dos cobiçosos
rebrilhassem mais uma vez.
E se havia quem se maravilhasse a cada
novo achado, esse alguém era o engenheiro
chefe, David Johnson, idólatra dessas precio-
sidades e amante do dinheiro que elas propor-
cionam; tanto que alardeava aos quatro ventos
que só Deus poderia afastá-lo dessas duas pai-
xÕes.
Desta vez, porém, não seriam os 1.112
quilates da nova descoberta - três a mais do que
os da sua antecessora - os únicos responsáveis
pelos holofotes a serem direcionados para as
minas de Botsuana, mas, sim, algo que havia em
seu interior...
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Por
força disso,
à medida que o
engenheiro de plantão lavava a pedra, ele e
os mineiros que o rodeavam, ao invés de se
manterem em júbilo, deixavam transparecer
um quê de desapontamento, pois o seu valor
comercial transmudava de extraordinário para
aproveitável.
David foi logo avisado, e correu ao ponto
onde acharam a gema. Vinha, é claro, com
um misto de euforia e decepção, pois se não
deixaram de repassar a boa notícia, também
não ocultaram a má.
Antes mesmo de pôr as mãos na novidade,
os olhos do perito ofuscaram! Mas foi só obser-
va-la para que o deslumbre diminuísse. - Eram
desenhos dispostos em um veio retilíneo que
cruzavam a gema de ponta a ponta, sendo que
pareciam ter sido esculpidos por uma impresso-
ra a laser de última geração, haja vista a perfei-
ção com que se repetiam.
Depois de examinar a novidade o mais que
HR Magazine
podia, David a levou para sua sala, onde aconte-
ceria uma reunião a portas fechadas com toda a
sua equipe. Não saiu, contudo, sem advertir os
funcionários que a admiravam de que estavam
terminantemente proibidos de fazerem co-
mentários; quem o fizesse, seria demitido sem
direito à contradita.
David não tomou essa decisão por medo
de que a notícia vazasse. Até porque, seus em-
pregados não só estavam acostumados com
o sigilo que deve imperar nesse ramo de ativi-
dade, como, também, não ousaram maculá-lo
quando encontraram o diamante anterior.
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Eram, na verdade, aqueles desenhos - ris-
cos horizontais em que se pendiam outros ver-
ticais e formas curvilíneas - que o incomoda-
vam sobremaneira.
Ja em seu gabinete, ladeado por toda a
equipe, o achado seria passado de mao em mao.
David queria que cada um opinasse sobre aque-
les desenhos, como se necessitasse de uma jus-
tificativa para o seu incdmodo.
Se bem que as opinides comegassem cien-
tificas, nao faltaram criatividade e gracejos a
tentarem explicar aquele estranhissimo fenô-
meno; a exemplo da hipotese levantada pelo
palhacgo-mor da equipe, que afirmou serem
hierdglifos entalhados por Micrémegas (de Vol-
taire), aduzindo que, por ter o viajante interga-
lactico se apaixonado por uma terraquea, nado
lhe restou alternativa sendo a de rabiscar o seu
endereço e o contato telefdénico no primeiro
“guardanapo” que encontrou, ja que sua nave
espacial estava na iminéncia de decolar em di-
reção a sua morada na estrela Sirius.
Todos riram, incluindo David. Mas essa
brincadeira causou-lhe forte impressdo, mes-
mo que não a tivesse demonstrado.
Terminada a reuniao, o engenheiro chefe
permaneceu em seu gabinete. Era preciso de-
brugar-se sobre aqueles desenhos, e sobre o
mal-estar que eles provocavam. Na realidade,
mesmo nao conseguindo definir o que sentia,
para David, eles nada tinham de naturais. E, coi-
sa singular, até pareciam... familiares!
116
David, entao, escaneou como pdde aque-
les desenhos, e guardou a pedra a sete chaves.
Em seguida, deitou-se sobre a cama. Precisava
pensar, rememorar... Sentou-se novamente, e
ficou observando as imagens na tela do seu ce-
lular. E ora ampliava-as, ora girara-as. E olhava
para o teto... e nada lhe vinha a mente.
Levantou-se, andou pelo quarto; foi a ja-
nela, mirou o horizonte... e jogou o celular sobre
a cama, como se a comichdo que o afligia nado
tivesse passado de uma grande tolice.
E como o pensamento voltava-se para a
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milionária quantia que deixariam de lucrar gra-
ças à desgraça imposta pela mãe natureza, Da-
vid desenterrou alguns palavrões e tornou a se
deitar. Talvez no sono encontrasse a maneira
mais dócil de repassar a notícia para o poderoso
e nada compreensível CEO da mineradora.
Mas o sonho traria uma reviravolta...
Súbito, acordou. Estava ofegante e suava
frio.
Com o passar dos segundos, em que ins-
pirava e expirava lenta e profundamente, David
retomava o prumo. E o nevoeiro que lhe enco-
>
HR Magazine
bria a memória começou a dispersar-se.
Quando a bruma foi de todo afastada, de-
terminadas lembranças acerca de um erudito
reavivaram-se em sua mente como se assistisse
a um filme de altíssima definição.
David pôs as mãos sobre a cabeça, avocou
os céus, e levantou-se de um pulo. Era preciso
reencontrar aquele velho amigo, e o mais rápido
possível!
Com a ajuda do Google, não foi difícil achar
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o do Dr. Elliott Moore e obter o seu contato.
Não abusando dos rapapés, e sem entrar
em detalhes, David enviou uma mensagem por
e-mail para o seu antigo professor, suplicando
que o contatasse com urgência. E para justificar
tamanha pressa, anexou fotos daqueles dese-
nhos, mas editadas, de modo que permitiam ser
razoavelmente examinadas, mas dificultavam
deduzir onde estavam incrustradas.
Como estivesse aflito, não se lembrou que
Botsuana está 6 horas à frente de Ottawa, lar
do Dr. Moore. Quando percebeu a diferença, e
olhou paro o relógio - eram 4 da madrugada -,
imaginou que o septuagenário ja adentrava o li-
miar do quinto sono. E praguejou.
No entanto, e para sua felicidade, Dr. Moo-
re estava com insônia, e navegava pela internet.
A surpresa foi tão grande, que o PhD em
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/A
P SAA
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S
o
118
linguística logo clicou na mensagem.
Ora, como David era o seu aluno preferi-
do no colégio, aquele que afirmava seria o seu
discípulo, jurando aprofundar-se no fascinante
mundo das letras mortas, ensinamentos que
recebia após o término das aulas regulares, Dr.
Moore ficou muito feliz ao constatar que ele
buscava reavivar a amizade, usando mão, justa-
mente, daquilo que aprendera.
O bate-papo inicial - “Mas que surpresa!”;
“Como vão as coisas?”; “Casou com aquela ga-
rota de quem gostava?”; “E como vai a família?”
- impunha a David uma agonia insuportável,
como a que sente uma criança que está diante
de seu pai, prestes a receber o presente que há
tempos cobiçava, mas cuja entrega ele retarda
por pura diversão.
Quando o assunto enfim migrou para
aqueles desenhos, a frequência cardíaca de
David disparou. E quando o Dr. Moore disse ter
achado bastante criativa a forma que usara para
chamar-lhe a atenção, o coração de David quase
saiu pela boca!
O problema é que nem o seu ex-professor
expressamente lhe confirmava as suspeitas,
nem David tinha coragem de perguntar o que
de fato representavam aqueles desenhos.
Até que chegou um momento em que o
Dr. Moore questinou o porquê de David ter pre-
ferido o sânscrito ao invés do latim, já que esta
última língua era a que mais o atraía.
David petrificou-sel...
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De repente, uma chusma de perguntas
acotovelavam-se em seu cérebro. Dr. Moore
falava a verdade, ou, por força da idade, via na-
queles desenhos o que gostaria de ver? Seria
possível que o tempo e a pressão tivessem sido
tão caprichosos, ou não foram eles os autores
daquelas palavras? Mas se não foi a natureza
quem os escrevera, por que em sânscrito e com
qual objetivo? E quais as consequências que esse
fato imporia à ciência, à religião, ao mundo?...
David sentia-se como se lhe tivessem ar-
rancado o chão. E porque estivesse atordoado,
esquecia-se de perguntar o significado daquela
escrita e resolvia contar onde estava contida.
Desta vez, foi o Dr. Moore quem perdeu a
voz ante o pasmo da revelação.
E como continuasse mudo, coube ao ex-
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-aluno retomar a conversa. E indagou sobre a
tradução.
Dr. Moore demorou um pouco para
reequilibrar-se. E tão assombrado estava,
que disse só revelaria o significado daquelas
palavras se pudesse reexaminá-las, tendo nas
mãos a gema.
Como havia muito em jogo, e porque não
vislumbrasse alternativa, David acabou ceden-
do. E para que o Dr. Moore não alegasse incon-
venientes que pudessem atrasar a sua chegada
a Botsuana, o engenheiro chefe garantiu que a
empresa providenciaria a passagem aérea (pri-
meira classe) para o primeiro voo que houvesse,
e bancaria a sua estada. Pedia, no entanto, se-
gredo absoluto sobre o assunto. Ele aceitou.
A viagem do Canadá até o continente afri-
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cano demoraria pouco mais de 24h. Essa dura-
¢ao, David deveria passa-la com certa tranquili-
dade. No entanto, alguém caiu em tentação, ea
noticia sobre a gigantesca novidade vazou.
Foi um pandeménio! De um momento
para o outro, David viu-se cercado pela impren-
sa internacional, pelos acionistas, e pelo CEO da
mineradora, que determinou enviasse-lhe algu-
mas fotos, que mantivesse o diamante longe de
tudo e de todos, e afirmou iria encontra-lo as-
sim que se recuperasse da crise de gota que o
acometia.
No dia seguinte, David ja estava no aero-
porto uma hora antes do horario previsto parao
pouso. Recebeu o mestre com a devida formali-
dade, que foi logo abandonada ao entrarem no
veiculo que os levaria para a area de exploração.
Dr. Moore bem que tentou perguntar so-
bre aqueles desenhos, mas David meneou a ca-
beca em negativas, indicando com os olhos que
o motorista nao poderia ouvi-los.
Assim que chegaram, David 0 conduziu ao
seu gabinete, comodo onde guardara o achado,
e determinou que ninguém viesse importuna-
-los. E para justificar a presenca de um estranho,
alegou ser outro especialista em lapidacao.
No exato instante que viu a pedra, os olhos
do Dr. Moore arregalaram-se; menos pelo seu
tamanho descomunal do que pelos desenhos
que ja entrevia.
E um siléncio sepulcral imperava naquela
120
sala enquanto o expert, usando da sua preciosa
lente de aumento e tremendo de emoção, pers-
crutava Caractere por caractere, palavra por pa-
lavra.
Ao terminar a analise, Dr. Moore colocou a
gema sobre a bancada, inspirou profusamente,
fixou os olhos no anfitrido, e certificou tratar-se
do sanscrito.
David sorriu. Ato continuo, perguntou o
que significavam.
Dr. Moore passou a falar, ja com a voz en-
trecortada: “Vós nao podeis servir a Deus e a
Mamon”. - nome por que era conhecido o deus
das riquezas.
E se a fisionomia do Dr. Moore denotava
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um amálgama em que se debatiam aturdimen-
to, incompreensão, pequenez, incredulidade,
não haveria palavras que pudessem descrever o
semblante de David...
Passados alguns dias, e mesmo diante do
atestado pelo Dr. Moore, o CEO da empresa,
mais propenso ao pragmatismo do que predis-
posto à verdade, além de zombar do que ouviu,
ameaçou processar a ambos, caso essa tolice
fosse parar nos jornais.
Dr. Moore retornou para Ottawa, onde
o tédio da aposentadoria seria para sempre
minorado pela mesmíssima convicção com
que Hamlet se dirigiu a Horacio. - “Ha mais
coisas entre o céu ea terra do que sup6e sua va
filosofia.”
David, por seu turno, pediu demissdo e
viajou para o Tibet. Se vira naqueles desenhos
a mao de Deus a afasta-lo de suas grandes pai-
x6es, também não descria que o isolamento
provisorio e a meditacao seriam imprescindi-
veis a Sua reeducacao.
E quando se sentisse forte o bastante para
retomar a vida de relação, regressaria a sua pa-
tria, abragaria a carreira académica, pediria sua
namorada em casamento, e, se o Dr. Moore ain-
da tivesse disposicdo, ficaria muito feliz e hon-
rado em se tornar o seu mais.
HR Magazine
Dias Campos é romancista, contista e
cronista. Entre outros titulos, destacam-se
os de Dr. h. c. em Literatura, pela Federa¢do
Brasileira dos Académicos das Ciéncias, Letras
e Artes - FEBACLA; Dr. h. c. em Humanidades,
pela Organização Mundial dos Defensores
dos Direitos Humanos - OMDDH; Embaixador
da Paz, pela OMDDH, FEBACLA e Global wri-
ters Academy - GWA; Embaixador da Litera-
tura, pela Corte Brasileira de Letras, Artes e
Ciéncias - COBLAC; Ambassadeur Honneur et
Reconnaissance aux Femmes et Hommes de
Valeur, pela Académie Francaise des Arts Let-
tres et Culture - LAFALC; Embajador Mundial
Literario, por La Voz de tus Escritos. E vence-
dor de muitos Prémios Literdrios, membro de
diversas Academias Literdrias e Colunista e
Colaborador de vdrias Revistas, Jornais e Blo-
gs Literdrios.
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Página 122 de 125
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Sobre:
Dedico esta obra a minha familia,
meus amigos peludos que tanta
companhia me fizeram,
ultilizando-me das palavras de
Machado de Assis, “Palavra puxa
palavra, uma ideia traz outra, e
assim se faz um livro, um
governo, ou uma revolucao,
alguns dizem que é a natureza
compés as suas especies’, o que
Dastaria para completar essa
dedicatoria, porem, ainda me
faltam palavras. (...)
Acesse
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