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ISSN 2965-7105
HREMAGCAZINE
DIVERSIDADES éincistereaseartes MM A MS DAS
PUBLICAÇÃO DIGITAL DA EDITORA HR
7 —
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NUMERO
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Editorial
Apresentacgao
Expediente
DJ Produtor Brasileiro
Darick Gyorgy
Ifa Filosofia & Ciéncia de Vida
Centro Cultural Africano
Livro Digital Bandeiras do Preconceito
Comendador Helio Reis
Explorando as maravilhas de Alagoas-MA
Video arquivo pessoal de Maristela Pozitano
Carnaval, Cultura & Gastronomia:
Porque Salvador é um destino imperdivel.
Capoeira em Salvador
O berco da Arte Marcial Brasileira.
Tua Imagem na Janela (Conto)
Ana Trajano
Livro Digital Cracolandia: vida ou morte?
Comendador Helio Reis
Ser humano
Amigos Pet's
* Memoédrias de Anjos de quatro patas e OUtros ......... eee
Eu, meus filhos humanos & meu filho peludo. «0.0...
e
¢ Pinte: SA sNENAA TSNAA
* Chica, minha companheira de todas as horas. ...
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A historia da Chapecoense:
Superando tragédias e alcangando glorias.
Bruno Willian Goncalves Guedes
Mulheres, suas historias merecem serem contadas!
Participe da proxima edição com suas historias, experiéncias e reflexGes através de textos em
homenagem ao mes das mulheres.
Republica Alternativa Cultural Recipe - PE
Presidente Bruno Alves Feitosa
Se me pergutarem porque minhas historias e
porque escrevo, assim responderei:
Maristela Pozitano (Poesia)
Marco, més das mulheres
* Acaixa de pandora que se pode transformar na caixa dos sonhos reaizados ...c 104
e Homenapema todasas MUlRELeS, enA NNEA 106
* Aluz de Maria (Por Fernando Matos) .....isiscc n 110
Soneto das quatro estrelas
Berecine Sousa Miranda Ribeiro (Soneto)
Culinaria: Cozinhar é só um jeito diferente de amar
é Bolodetubacrems een RRRA TTNA VTA 118
* Bolo de coco cremoso ..... sas 120
é SorvetedeliquBNcadOriewavasu a TNWNENTA STSAA TSSA TNSTTEATS 122
é Bolodé baiiana caramelizado nAA 124
A importância da diversidade, equidade
& inclusão nas empresas
Adelson Jaques
O encanto do artesanato de Recife-PE
Fotos arquivo pessoal de Bruno Feitosa
Edital para o concurso de publicações de contos.
Quer ganhar um kindle?
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Caros leitores,
Com muita satisfagao, trazemos até vocés mais uma edição da HR
Magazine, a sua revista mensal de recursos humanos e lifestyle. Nesta
edigao de março, vamos explorar o incrivel mundo do turismo, com destinos
imperdiveis como Salvador e Maceid, repletos de cultura, história e belezas
naturais desLumbrantes.
Além disso, mergulhe conosco na rica cultura brasileira, com destaque
para a capoeira e o frevo, duas expressées artisticas que representam a alma
do povo nordestino. Conhega também tudo sobre o carnaval de Recife, com o
famoso Galo da Madrugada e outras tradições tipicas que tornam essa festa
unica no mundo.
Na seção de literatura, desfrute de belos contos e poesias que irao encan-
tar os amantes das letras. E para os apaixonados pelos pets, apresentamos a
seção Amigos Pet's, onde historias tocantes de amor e fidelidade entre ani-
mais e seus donos serao compartilhadas.
A culinaria também ganha destaque, com receitas deliciosas para vocé
experimentar e se aventurar na cozinha, além de dicas de artesanato para dar
um toque especial a sua casa.
Esperamos que desfrutem de cada pagina desta revista com o mesmo
entusiasmo com que a preparamos. E nao deixem de nos acompanhar em
nossas redes sociais para estar sempre por dentro das novidades e interagir
CONOSCO.
Editor chefe, Redator & Jornalista (DRT: 0096124/SP)
Comendador Helio Reis
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Apresentacgao
Para profissionais que buscam
aprimorar seus conhecimentos e se
manter atualizados comas tendéncias
do setor, a HR Magazine é um recurso
inestimavel. Seus artigos fornecem
insights valiosos sobre as melhores
praticas, inovagdes e desafios
enfrentados por profissionais em
diversos campos.
Por tras das paginas fascinantes
da HR Magazine esta uma equipe
dedicada, trabalhando
incansavelmente garantir
funcional
para
a entrega pontual e a qualidade
impecavel de cada edição. Sua paixao
e compromisso sao essenciais para o
sucesso continuo da revista.
A Revista expressa sua sincera
gratidaoaseus leitores fiéis, cujo apoio
e engajamento tornaram possivel a
jornada continua da publicagao. Seus
comentarios, sugestões e elogios
sao recebidos com entusiasmo e nos
inspiram a nos superar a cada edição.
A edigao deste més apresenta
um artigo especial sobre o Carnaval,
explorando a historia vibrante, as tra-
digdes culturais e o impacto social
desta celebragao icdnica. Com contri-
buigdes de especialistas renomados,
o artigo oferece uma compreensao
abrangente deste importante evento
cultural.
Além de seus artigos perspica-
zes, também dedica seções a area
gourmet e ao artesanato. Leitores
apaixonados por culindaria encontra-
rao receitas inovadoras, dicas de es-
pecialistas e analises de tendéncias
gastronémicas. A seção de artesa-
nato destaca as habilidades e a cria-
tividade de artesaos talentosos, ins-
pirando leitores a explorar sua propria
expressao artistica.
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A HR Magazine permanece com-
prometida em fornecer conteúdo in-
formativo, envolvente e oportuno. A
equipe editorial se dedica a manter os
mais altos padrões de jornalismo, ga-
rantindo a precisão, equilíbrio e pro-
fundidade de seus artigos.
A Revista é uma manifestação
do ideal do ilustre Comendador Helio
Reis, que dedicou sua vida a promo-
ver a Cultura, a educagao e os direitos
humanos. A revista continua seu le-
gado, aprimorando o conhecimento,
promovendo o didlogo e apoiando
Causas sociais e humanitdrias.
Com uma publicagao verdadeira-
mente excepcional, oferecendo uma
combinagao unica de artigos perspi-
cazes, uma equipe de colaboradores
de renome, tdpicos variados e uma
equipe funcional dedicada. Seus lei-
tores fiéis sao a forg¢a motriz por tras
de seu sucesso continuo, e a revista
permanece comprometida em forne-
cer conteudo informativo, envolven-
te e oportuno. Ao honrar o legado do
Comendador Helio Reis, a HR Maga-
zine continua sendo um farol de exce-
lência cultural e uma força motriz para
O progresso social.
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Expediente
Editor Chefe, Redator & : \
Jornalista (DRT: 0096124/SP) .
Comendador Helio Reis i
Diretor de Arte, Designer Gráfico & we.
Leonardo Constancio SSc
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Joyce Petrini Ree
Matriz “ $ ” .. t
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Escritório
Rua Tamandaré, 716
Liberdade-SP
(19) 9 9822-4249
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51.712.559/0001-85
Razão Social
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Marco de 2024
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Diretos Autorals Licenciado
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A HR Magazine está ao alcance de um toque,
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Página 13 de 140
Minha jornada profissional teve
início aos 14 anos e desde então
vivenciei diversos altos e baixos. Ao
olhar para trás, percebo o quão longo
foi o percurso e ainda assim sinto que
mal cheguei à metade da trajetória.
Meus primeiros passos foram
dados tocando em matinês pela
minha região natal, São Caetano. Até
completar 18 anos, minha atuação
artística se concentrava na vibrante
cena do ABC paulista. Contudo,
durante esse período, já frequentava
os clubs de São Paulo, com a ajuda
de um RG falsificado, é claro.
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DJ DARICK GYORGY
Aos 18 anos, tornei-me residente
de um dos mais renomados clubs
do país, o D-Edge em São Paulo,
onde recebi uma formação valiosa
que contribuiu significativamente
Ao
tive o privilégio
para minha carreira. longo
desse tempo,
de dividir o palco com artistas
renomados que sempre admirei.
Foi durante uma_experiéncia
marcante, ao tocar no UMF Miami ao
lado de ficones como Madonna e o
saudoso Avicii, que decidi dedicar-
me também a produgao musical.
Busquei desenvolver um _ estilo
auténtico nao apenas nas minhas
mixagens, mas também nas minhas
prdprias produgdes. Matriculei-me
no conservatorio musical de Sao
Caetano para aprimorar minhas
habilidades ao piano e busquei
orientagdes de amigos produtores.
Essa busca constante pelo
aprimoramento me levou a montar
um estudio com meu grande amigo,
Malifoo, e a colaborar com DJs
renomados. Viajei por diversos paises,
trabalhei em estudios famosos em
14
Hollywood e Amsterdam, e, em certo
momento, decidi temporariamente
deixar de lado minha carreira como
DJ para focar na produgao musical
de outros artistas. No _ entanto,
recentemente, encontrei um
equilibrio que me permitiu retomar
minha carreira como Du aos fins de
semana, enquanto dedico os dias uteis
a produção musical em meu estudio,
localizado na Thera Faria Lima.
Sigo com a convicgao de que
ainda tenho muito a aprender e a
compartilhar. A vida é uma jornada
de constante aprendizado, e meu
objetivo é continuar crescendo e
buscando a felicidade em cada passo
do caminho.
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Página 19 de 140
Poucos sabem que África é o
berço da humanidade, onde surgiram
todos os homens e mulheres que ha-
bitam o nosso planeta, de uma forma
ou outra somos todos afrodescen-
dentes; apesar desta historia ser uma
historia muito longinqua “o homem
nasceu no Continente Africano....
A Africa Negra sempre foi um
continente visto como um dos mais
HR MAGAZINE
Se vocé gostou envie um e-mail com seu comentario e
sugestodes para reis123@hotmail.com.
Sera muito bem vindo!
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atrasados e pobres e sempre teve
suas culturas muito mal interpretadas
pelos europeus e seus descendentes
em todo o mundo.
Ha ainda os historiadores ou an-
tropdlogos contemporaneos que so-
mente analisam o resultado ocorrido
apos a interferéncia ou destruigao
cultural e pouco OU Nada mostram do
tradicional que ainda faz parte da vida.
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Página 20 de 140
CULTURA
Ifá Filosofia e Ciência de vida é
um livro com ênfase na cultura yoruba
onde o principio da filosofia de ifá
esta na palavra iwapele (caráter) que
é cultivada e aprimorada ao longo da
vida, através da sabedoria herdada
dos seus ancestrais.
IFA, FILOSOFIA E CIENCIA DE
VIDA é um livro que mostra a cultura
e a espiritualidade dos africanos,
mas relatada por um africano, o que
resulta em conceitos bem diferentes
daqueles que os colonizadores
nos deixaram e que passaram a
ser os verdadeiros, mesmo sendo
inveridicos, muitas vezes aceitos até
mesmo pelos descendentes africanos
no Brasil a inverdade repetida se torna
uma verdade?!.
O autor, Adekunle Aderonmu
Ogunjimi, neste seu primeiro Livro,
apresenta os pilares éticos e morais,
assim como o respeito e a importan-
cia que a mulher e a familia recebem
na cultura tradicional africana, em es-
pecial a iorubana, e que norteia todo
seu comportamento, tanto individual
como coletivo.
Neste seu primeiro livro, Otunba
(rei) Adekunle Aderonmu Ogunjimi, o
20
Babalawo Ifatoki Ogunjimi, sacerdo-
te do Culto a Ifá ha mais de 40 anos,
empresario, bioquimico e estudioso,
pertencente a uma familia nobre da
Nigéria, residente no Brasil ha mais
de 20 anos, mostra a cultura da na-
¢ao iorubana e os aspectos mais im-
portantes do Culto a Ifá que, antes de
ser uma religiao, é um sistema de vida
onde o mais importante é preparar o
individuo para a vida coletiva, em har-
monia consigo, com seus pares e com
o meio onde vive.
Abstém-se de descrever Orixas
Ou como se da a liturgia de sua reli-
giao, pois sao assuntos que abordara
em futuras publicagées.
E um livro que também mostra
como ciéncia e religiao nao sao
diferentes e que, por interesses
escusos, tenta-se mostrar e manter
separadas, as vezes antagônicas,
esses dois importantes ramos da vida
do ser humano.
E escrito, também e principal-
mente, para OS que pouco ou nada
conhecem sobre as bases morais, éti-
Cas e espirituais da nagao Yoruba e do
Culto alfa.
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Página 21 de 140
HR MAGAZINE
O Centro Cultural Africano Apoia a
n l: r ( Q | O )) AE BO Década Internacional de
a
Centro Cultural (M Aro peseene entes
21
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Página 22 de 140
CULTURA
O livro IFA, FILOSOFIA E CIÊN-
CIA DE VIDA faz parte das atividades
que o escritor desenvolve e desenvol-
vera pela “Década Internacional dos
Afrodescendentes” - ONU/Dez2014
— que se iniciou em 01 de janeiro des-
te ano e terminara em 31 de dezembro
de 2024 e tem com objetivo conscien-
tizar as diversas sociedades no mun-
do da necessidade de se combater o
preconceito, a intolerancia, a xenofo-
bia e o racismo.
”
FILOSOFIA
DE VIDA
Otunba Adekunle Aderonmu
Rua Gaspar Ricardo Junior, 112 - Barra Funda
São Paulo - Brasil - CEP: 01136-030
+55 113392-7228 ou 3392-5291
Otunba Adekunle
Aderonmu
Naturalizado brasileiro nasceu
em Abeokuta, na Nigéria. E formado em
bioquimica na universidade de lagos e é
considerado Otunba (rei) em seu pais, devido
a heranga de familia nobre e tradicional, com
reis e autoridades no atual governo da Nigéria.
Em nosso pais, onde vive ha cerca de duas
décadas, desenvolve atividades empresariais
e, além disso, é sacerdote religioso.
Otunba Adekunle
colecionador e divulgador da arte africana,
tornou-se
plasticas, cénicas e tecnoldgicas e dedica-se
a promover essa Cultura por meio de grandes
eventos, profere palestras para professores
e especialistas, ministra cursos sobre
religiosidade, além de possuir vasto material
audio-visual para consultas e pesquisas
dando suporte para estudantes e religiosos.
Otunba Adekunle é conhecido no
meio religioso como o Babalawo Ogunjimi,
ou simplesmente Baba Jimi. Iniciado aos
dez anos de idade no Orisa Ogum, na
cidade de Abeokuta na Nigéria, filho e
neto de Babalawos, atua como sacerdote
espiritual aqui no Brasil desde a sua chegada,
promovendo o culto de ifa, pouco conhecido
pelos brasileiros, fazendo _ iniciagdes,
cursos religiosos e congressos, trazendo
esclarecimento e importante contribuicao
para a cultura religiosa brasileira.
Consultar página 22 no original
Página 23 de 140
Nome: Otunba Adekunle Aderonmu eis.
Fungao: Diretor Presidente — ; SPA
Instituição: Centro de Estudo e Pesquis *
de Intercambio da Cultura Africana - Canoe |
Cultural Africano e Ifa Instituto — Í
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Página 24 de 140
Amplie Seus
Horizontes!
LIVRO DIGITAL:
BANDEIRAS DO
PRECONCEITO
Sobre:
O preconceito é um fardo que confunde o passado, ameaça
o futuro e torna o presente inacessível. Preconceito e
respeito sao totalmente opostos, num momento em que a
humanidade precisa de uniao, ainda ha tantas pessoas se
prendendo a discriminacgao de todos os tipos. Esse livro
digital é uma critica a hipocrisia social, é um alerta, pois é
essencial semear a fraternidade, a humildade e a afeicao a
todos.
Consultar página 24 no original
Página 25 de 140
Publicação — : EA Exemplos de
Editora HR Ma preconceitos:
; SE Racial;
Site á : — «Gênero;
www.editorahr.com — * Sexual;
; — *Religioso;
Escritor EA ; *Socioeconômico;
Comendador Helio Reis “*ldade;
' : *Aparéncla; -
*Etnico;
Diagramagao & Capa. ae
Leonardo Constancio
*Lingufstico;
_ *Deficiéncia;
-*Status Marital.
Revista: ayes
shld
sabia que existem tantos
de preconceito?
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Página 27 de 140
HR MAGAZINE
o o " fat - oem
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Localizado no Nordeste brasileiro, Alagoas - MA encanta os visitantes
com suas praias de aguas cristalinas, coqueirais exuberantes e uma rica he-
rança cultural. Enquanto nos deleitamos com as belezas naturais do presente,
é fundamental mergulhar nas raizes histdoricas desta terra encantada.
No passado, Alagoas - MA era habitada por tribos indigenas que manti-
nham uma relagao profunda com a natureza ao seu redor. Coma chegada dos
colonizadores portugueses, a regiao passou por transformagdes profundas,
marcadas pela exploração do acucar e pela escravidao africana.
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TURÍSMO: ALAGOAS
Hoje, os vestígios desse passado
ainda podem ser vistos nas ruínas de
engenhos de açúcar e nos casarões
coloniais que pontilham a paisagem
de Alagoas - MA. Esses monumentos
históricos são testemunhas silencio-
sas de uma época passada, mas tam-
bém servem como lembretes pode-
rosos de nossa historia e patrimdnio
cultural.
Além de seu rico legado históri-
co, Alagoas - MA é famosa por suas
praias deslumbrantes, como a Praia
do Francés, a Praia de Maragogi e a
Praia do Gunga. Com suas aguas cal-
mas e areias douradas, esses paraisos
tropicais sao ideais para relaxar, nadar,
mergulhar e praticar esportes aquati-
Cos.
Mas Alagoas - MA nao é apenas
sobre praias deslumbrantes; também
é um destino culturalmente vibrante,
com festas folcloricas, musica tradi-
cional e uma deliciosa culinaria regio-
nal. Da danga do coco ao ritmo do for-
rd, da culinaria a base de frutos do mar
aos doces feitos de rapadura, cada
aspecto da cultura alagoana é uma
celebragao da vida e da diversidade.
Alagoas - MA é uma terra de con-
trastes, onde o passado e o presente
se entrelagam de maneira harmonio-
sa. Ao visitar esta jdia do Nordeste
brasileiro, os viajantes sao convida-
dos a mergulhar na rica tapegaria de
sua historia, cultura e beleza natural,
criando memorias que durarão para
sempre.
: Rufnas Sao Bento em Maragogi-AL
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Consultar página 28 no original
Página 34 de 140
TURÍSMO: SALVADOR
Salvador, a capital do estado da
Bahia, é uma cidade rica em história,
cultura e belezas naturais, atraindo
milhões de visitantes todos os anos.
Localizada na regiao nordeste do
Brasil, as margens da Bafa de Todos
os Santos, Salvador é conhecida por
suas praias deslumbrantes, sua arqui-
tetura colonial, sua gastronomia unica
e suas festas animadas.
O Pelourinho é o coragao histori-
co de Salvador e um dos bairros mais
famosos da cidade. Suas ruas de pa-
ralelepipedos, casardes coloridos e
igrejas barrocas preservadas trans-
portam os visitantes de volta ao pe-
riodo colonial do Brasil. A Praga do
Pelourinho é o ponto central, cercada
por construgées históricas e palco de
apresentagoes culturais, como capo-
eira e musica ao vivo. Entre os princi-
pais monumentos do Pelourinho es-
tao a Catedral Basilica, o Convento
e Igreja de Sao Francisco, e o Museu
Afro-Brasileiro.
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Página 36 de 140
TURÍSMO: SALVADOR
O Elevador Lacerda é um dos car-
tões-postais de Salvador, conectando
a Cidade Alta a Cidade Baixa em pou-
cos segundos. Do alto do elevador, os
visitantes tem uma vista panoramica
deslumbrante da Baia de Todos os
Santos e da cidade. Na base do Ele-
vador Lacerda, encontra-se o Merca-
do Modelo, um dos principais centros
de artesanato da Bahia. La, os turistas
podem encontrar uma variedade de
produtos locais, como lembrangas,
objetos de decoragao, roupas e aces-
sdrios, tudo feito a mao por artesaos
locais.
Salvador é abengoada com uma
costa repleta de praias deslumbran-
tes, ideais para relaxar, nadar, praticar
esportes aquaticos ou simplesmente
apreciar o pdr do sol. Entre as praias
mais populares da cidade estao Porto
da Barra, considerada uma das me-
lhores praias urbanas do mundo, com
aguas calmas e cristalinas; Farol da
Barra, onde esta localizado o ic6nico
Farol da Barra, e Itapua, imortalizada
na cangao de Vinicius de Moraes e
Dorival Caymmi. Além disso, Salvador
também oferece praias mais afasta-
das do centro, como Stella Maris e
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Página 37 de 140
Flamengo, que são ideais para quem
busca um ambiente mais tranquilo.
Salvador é uma cidade profunda-
mente enraizada em tradições cultu-
rais e religiosas, e isso se reflete em
suas festas e celebrações ao lon-
go do ano. O Carnaval de Salvador é
mundialmente famoso e atrai milhões
de foliões de todo o mundo para as
ruas da cidade, com seus trios elétri-
cos, blocos de rua e festas animadas.
Além do Carnaval, Salvador também
celebra outras festas religiosas, como
a Lavagem do Bonfim e a Festa de Ye-
manja, que honra a Rainha do Mar.
MAAK, OOOO wo
aN 4 -~
Essas festividades sao oportuni-
dades unicas para os visitantes viven-
ciarem de perto a rica cultura e espiri-
tualidade baiana.
A culinaria de Salvador é uma
verdadeira festa para os sentidos, que
repleta de sabores intensos, tempe-
ros exdticos e pratos tradicionais que
refletem a diversidade cultural da re-
giao. O acarajé, o vatapa, a moqueca
e o abara sao alguns dos pratos mais
conhecidos da culinaria baiana, que
podem ser encontrados em barracas
de rua, restaurantes sofisticados e
mercados locais.
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Página 38 de 140
TURÍSMO: SALVADOR
frutos do mar frescos são uma parte essencial da dieta
dos soteropolitanos, com destaque para o camarão, o
peixe e a lagosta. Não deixe de experimentar também as
deliciosas sobremesas, como o sorvete de coco e o pudim
de tapioca, para uma experiência gastronômica completa
em Salvador.
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Página 43 de 140
A capoeira tem suas raízes pro-
fundamente enraizadas na história e
na tradição afro-brasileira. Originada
entre os escravos africanos trazidos
para o Brasil durante o período colo-
nial, a capoeira era uma forma de re-
sistência, uma maneira de preservar
sua cultura e manter viva a esperança
de liberdade.
Hoje, a capoeira em Salvador é
muito mais do que uma simples práti-
ca física. É uma manifestação cultural
que une pessoas de todas as idades,
classes sociais e origens em torno de
uma tradição rica e vibrante. Nas ruas,
nas praias, nos parques e nos centros
culturais de Salvador, € comum ver
grupos de capoeiristas praticando e
compartilhando sua arte com o mun-
do.
Além de ser uma forma de ex-
pressao artistica, a capoeira também
é uma ferramenta poderosa para o
desenvolvimento pessoal e social.
Através da pratica da capoeira, os
praticantes aprendem valores como
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CULTURA: CAPOEIRA
respeito, disciplina, trabalho em equi-
pe e autoconfiança, enquanto desen-
volvem habilidades físicas, mentais e
emocionais.
Para os visitantes que desejam
vivenciar a autenticidade da capoei-
ra em Salvador, ha uma variedade de
opções disponiveis, desde assistir a
apresentagdes em espacos culturais
até participar de aulas e workshops
ministrados por mestres renomados.
N&o importa o seu nivel de experién-
cia ou habilidade, ha sempre uma ma-
neira de se envolver com a Capoeira e
experimentar Sua magia em primeira
mao.
Em suma, a capoeira em Salvador
é muito mais do que uma simples arte
marcial. E uma parte integrante da
identidade cultural da cidade, uma
expressao de suahistoriae um simbolo
de resiliéncia e uniao. Ao visitar
Salvador, nao deixe de mergulhar na
riqueza e na diversidade da capoeira,
uma experiéncia que certamente
ficara gravada em sua memoria para
sempre.
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Repórter de um jornal da cidade
onde morava, certo dia fui escalada
para fazer uma matéria sobre o Natal
dos velhinhos que vivem em asilos.
"Você é a pessoa certa” - disse o edi-
tor - "consegue escrever com a alma
sem cair na pieguice”. Esses lugares
sempre me deixavam triste, por isso
eu nao gostava de frequenta-los.
Mas naquela manha ensolarada
de sexta-feira) 22 de dezembro,
muni-me do maximo de coragem que
precisava e saimos, eu e o fotdgrafo,
para os “tristes depdsitos de velhos”,
como nés os definiamos.
O ultimo a visitarmos era também
o maior; Se Comparado com os outros,
bem luxuoso. Mantido por umaordem
religiosa, era muito bem cuidado,
muito bonito. Cercado de enormes
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arvores, sempre com pássaros
gorjeando, grandes fruteiras e uma
capelinha de vitrais azuis, onde todas
as manhãs os velhinhos assistiam
à missa. Podia-se dizer que era um
bom lugar para se viver o final da vida.
-Tao diferente dos outros! - comentei
com o fotdgrafo.
Falei com a diretora e fui para a
ala feminina, entrevistar as velhinhas.
Terminado o trabalho, passei para a
masculina, que ficava aos fundos da
construgao. Percebi que os homens
recebiam menos visita que as mulhe-
res e pareciam mais abandonados,
mais solitarios
Ali, aS palavras eram escassas e
o sil6ncio, tendo atingido seu limite,
podia ser sentido como a espreita de
algo que lhe rompesse as barreiras
e pudesse extravasa-lo. Era tao for-
te que doia, lancinante. Alguns, liam
seus jornais, suas biblias, enquanto
outros, com o olhar fixo no vazio, nada
pareciam ver, como se tivessem al-
cangado a fronteira com o nada e ali
permanecessem, ansiosos a espera
de que algo se consumasse, talvez
sua morte.
Inquieto, meu olhar perscrutava
oO corredor a procura daqueles que eu
iria escolher para entrevistar. Enquan-
to caminhava para um deles, ouvi uma
voz que quase sussurrava atras de
mim. Virei-me e vi um velhinho bran-
co, de olhos azuis, nariz adunco, que
me chamava gesticulando com o indi-
cador.
- Eu precisava vé-la de perto - disse,
quando sentei ao seu lado.
- Por qué? - perguntei.
- Vocé é tao parecida com ela... A
VOZ...
- De quem o senhor esta falando?
- De Tereza, a minha esposa. Ela era
assim: terna e Suave Como vocé.
Ténues, suas palavras emitiam
seus sentimentos como se os fizes-
sem emergir do longinquo mundo das
coisas abstratas para uma Orbita ao
alcance de quem o ouvisse. Percebi
que estava ali o principal personagem
da minha estoria de Natal. Quis saber
mais da sua vida e da esposa que tan-
to amara.
Disse-me que se chamava Alber-
to Franco, tinna 77 anos e ha seis es-
tava no asilo. Doente, percebeu que ja
49
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CONTO
não podia mais cuidar de si. Era advo-
gado e da família de seis irmãos ele- o
caçula teimoso - era o único que ainda
vivia.
Quando procurei saber da sua
mulher, ele baixou a cabeça e, vi-
sivelmente — emocionado, _ disse:
- Essa é a parte triste da estoria.
- Conte-me, insisti.
E ele contou. Atenta, eu obser-
vava aquele velhinho de fala pausada
e melancolica lembrar que havia co-
nhecido Tereza em uma festa de ano
novo. Apaixonaram-se. Pobre, filho
de uma professora primaria e um al-
faiate, ele nunca foi aceito por sua fa-
milia. Filha de um rico comerciante da
cidade, ela concordou em ir embora,
fugir, tao logo ele terminasse o curso
de Direito que conseguia pagar dando
aulas a noite.
Parou e como se fosse tomado
por uma saudade que lhe doía e pre-
cisasse falar, por que as palavras lhe
anestesiariam a dor, fixou-me com os
seus olhos infinitamente azuis, e disse:
-Elaeratao jovem, tao bonita!... Ama-
va-me com a Suavidade de um ser que
nao pertence a esse mundo. Sempre
que falava, era um anjo que eu ouvia,
50
era o céu que eu estava alcangando.
Eu desejava que a vida fosse eterna,
para que eterno fosse nosso amor.
Quando terminou havia lágri-
mas em seus olhos. Eu também es-
tava emocionada, mas voltei a minha
condigao de reporter e perguntei
do que a esposa havia morrido. Sou-
be, entao, que foi num acidente, em
alto mar. O barco naufragou e ape-
nas ele conseguiu se salvar. O cor-
po da mulher so foi encontrado dois
dias depois. Tinham apenas trés
anos de casados. Ela estava gravi-
da. Novamente ele parou. Num mur-
murio, Como numa prece, lamentou:
-Tereza, a minha morte tem sido len-
ta, a conta-gotas. Eu morro todos os
dias sem vocé e vivo gragas a vocé. Eu
sobrevivo da tua imagem, esperando-
-me na janela nos finais de tarde. Mas
o dia demora passar e a janela esta
tao distante...
Naquele final de manha, quando
vi que ja tinha um bom material, en-
cerrei a entrevista com seu Alberto.
Agradeci, e quando me despedi com
um beijo em seus cabelos brancos,
ele me fez prometer que voltaria para
visita-lo. “Vocé lembra-me tanto ela”,
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disse. Eu estava perturbada. Nunca
ouvira alguém falar daquela forma de
outro que já havia morrido há tanto
tempo. De qualquer modo sentia-me
ligada aquele velhinho.
Duas semanas depois quando
voltei a vê-lo, numa tarde de domingo,
eu o encontrei bastante debilitado.
Explicaram-me que sua insuficiéncia
cardiaca havia piorado bastante. Ele
falava de forma ainda mais pausada,
buscando fdlego a cada palavra que
balbuciava, como um cansado náu-
frago do lento passar do tempo. Mos-
trou, porém, grande alegria ao ver-me.
Como sempre sua conversa foi sobre
a inesquecivel Tereza.
O senhor
novamente ? -
nunca quis
perguntei.
-Como poderia? Nunca consegui
Ca-
Sar
amar a mais ninguém. Eu a vejo em to-
das as mulheres, em todos os altares:
na mãe que, andando como uma pata,
carrega pesada seu filho na barriga;
najovem freira que limpa-me as unhas
e escova-me Os dentes, e na imagem
de olhar Languido sobre o altar.
Os dias passavam e seu Alberto
piorava ainda mais. A voz era quase
inaudivel agora, e apenas um nome
saia-lhe com clareza, como uma luz
a iluminar a escuridão: Tereza. Ela
preenchia os seus olhos, de um azul
ja sem brilho e sempre fixos em um
ponto qualquer; estava nos seus bra-
GOs que se erguiam de vez em quando
como para abragar alguém. Parecia
nao esta mais na sua Saudade, nem fa-
zer parte de um tempo passado, por-
que agora era presente.
Nas minhas ultimas visitas a seu
Alberto, eu era tomada pela sensa-
¢ao de que nao estava visitando ape-
nas ele, mas também Tereza, invisivel,
mas sentida nos gestos e palavras da-
quele velhinho.
Eu me apegara a ele e comegava
a sofrer. Nao tinha como disfargar mi-
nha dor com seu sofrimento tao pro-
longado. Desejava intimamente que
tudo aquilo terminasse logo. Um dia
ele segurou a minha mao, e eu senti
que queria falar-me. Inclinei-me sobre
acama, encostei o rosto bem prdoximo
ao seu Ouvido e o escutei dizer, como
um alento para mim: “Esta prdximo.
Esta muito proximo”.
Na semana seguinte, na minha
visita dominical, fui Surpreendida
com sua atitude que a principio,
51
Consultar página 51 no original
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CONTO
chateou-me,depoisprocureientender.
Apos acenar que me entregassem
dois pacotes, um de livros e outro de
fotografia, pediu-me que nao voltasse
mais a vê-lo. “Nao quero que veja. Nao
quero que sofra”, disse.
Entre os livros estava um exem-
plar de O Morro dos Ventos Uivantes
com uma dedicatoria: “A minha queri-
da Tereza. Com amor eterno. Alberto.”
As fotografias mostravam um jovem
casal, passeando numa praia, espi-
chado numa rede, na varanda, deita-
dos sobre a grama de um parque.
Naquela tarde, com um no
na garganta, despedi-me de seu
Alberto, e nunca mais voltei a vé-lo.
Nao sei quanto tempo ainda viveu
aquele velhinho, cuja obstinagao me
fez acreditar num amor que sobrevive
ao frio marmore das lapides, ao
dos
intransponivel — esconderijo
cemitérios.
52
Ana Trajano
Ana Trajano é jornalista, poetisa
e escritora infantojuvenil. Reside em
Olinda, Pernambuco, cidade patriménio
cultural da humanidade. Terceiro-
franciscana, é membro da Veneravel
Ordem Terceira de Sao Francisco de
Assis de Olinda.
Consultar página 52 no original
Página 53 de 140
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orlgens, suas transformagées ao
Longo dos anos e as dificuldades
enfrentadas pelas autoridades e
pela socledade para solucionar
esse complexo problema. [...]
Consultar página 53 no original
Página 55 de 140
Ou ausência de razão.
Uma parte é só bondade
Anjo belo e iluminado.
A outra é fera feroz
Animal nao dominado.
A vida é aprendizado
Tantos medos por vencer.
Até o primeiro passo
E dificil acontecer.
Cai, levanta, se ergue, Cai,
Resiliéncia para resistir.
Para ganhar equilibrio
Antes é preciso cair.
Parte de nos é vontade
Crenga, amor, dedicagao,
A outra parte é cansaço
Duvidas e solidao.
Para conhecer a luz
Precisas as sombras vencer,
Estudar o ser humano
Para a vida conhecer.
Ouvir 6 sabedoria
Fonte de paz e entendimento.
Falar demais nao garante
Que haja conhecimento.
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Verdadeiro vencedor
Perde sem sentir-se derrotado.
O maior objetivo
E amar e ser amado.
O verdadeiro caminho
O ser humano é quem faz.
Depende de sua ação
Viver na guerra ou na paz.
A guerra traz a angustia
Violéncia e sofrimento.
A paz desagua no amor
O melhor dos sentimentos!
Se vocé gostou envie um e-mail com seu comentario e
sugestoes para reis123@hotmail.com.
Sera muito bem vindo!
Consultar página 55 no original
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Milton Jorge
da Silva
Milton Jorge da Silva, nascido em Eneida,
Presidente Prudente SP, filho de Inacio Jorge da
SilvaeMaria Silvestre daSilva, advogadoatuante
na Comarca de Deodapolis MS Brasil, escritor
nas madrugadas com predilegao por Poesias.
Livros solos: Paginas da Vida, Versos e Sonetos
para um novo amanhecer, A Saga de Kaua o
romance do passaro, Etapas da Vida, A Saga
de um Brasileiro, A Saga de Diogo do Gurupi.
Poesias e contos na Amazon.com e no Clube
de Autores. Participagaéo em dezenas de
Antologias.
56
Consultar página 56 no original
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HR MAGAZINE
Deus separou a luz das trevas, criou OS céus, OS
mares, a terra, as plantas, e no sexto dia criou Os ani-
mais, o homem e a mulher.
O apóstolo Mateus deixou registrado a referén-
cia do cuidado de Deus com os animais, e comple-
tou, se Deus cuida deles quanto mais cuidara de nés,
que somos sua imagem e semelhanga.
Em varias passagens da bíbliaos ani-
mais sao usados como simbolo de poder e da so-
berania de DEUS.
Nos seres humanos somos inteligentes, temos
consciéncia, pensamos, analisamos, decidimos, es-
colhemos, criamos, imaginamos, temos crengas,
personalidade. Os animais também tem um certo
grau de inteligéncia, apresentam sua singularidade
com sua forma de agir, existe semelhanga conosco,
e estao suscetiveis a emoções, e tem auto consci-
ência.
Podemos observar isto quando encontramos
vários animais convivendo juntos dentro de uma
casa, percebe-se nitidamente o cão que é mais quie-
to, o que vive provocando os outros, aquele que é
medroso, e os que brincam mais, até os mediadores.
E também a convivência de cachorros com gatos,
papagaios...
Quando um deles morre demonstram a falta, e
alguns até adoecem, recusando o alimento.
Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. 61
Consultar página 61 no original
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AMIGOS PET'S
Através de pesquisas de neurocientistas com relação
a inteligência de animais como cachorro, gato e até aves,
chipanzés, constatou-se capacidades cognitivas de criar
ferramentas, de se reconhecer, de aprender, de buscar
solugao de problemas e capacidade de sentir emoções.
Alguns dos indicadores utilizados nestas pesquisas
foram baseados em testes como:
' Habilidades para aprender com as experiéncias
' Utilizar o conhecimento para manipular ambiente
' Capacidade de adaptar-se a novas situações.
A humanidade tinha no cavalo um aliado, ele servia
para locomogao, para puxar suas Carrogas, e OS que pos-
suíam carruagens significava um simbolo de status. Eram
também utilizados pelos romanos em suas disputas e lu-
tas, os cavaleiros criavam uma conexão com seus cavalos
durante suas vidas.
62 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.
Consultar página 62 no original
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ID \ AN\OATINIE
IA IVIFAQAAZINE
Nos dias atuais em alguns
paises existem leis para prote- TE
whiskas
ger os animais de maus tratos. KS
A minha infancia foi alegrada quando —
José meu pai trouxe para casa um gato,
ele era rajado preto e branco, coloca-
mos o seu nome de “Mocinho", porque
em volta de seus olhos o pelo preto for-
mava uma mascara. Na época existia
uma série na televisdo chamada “Zor-
ro", que uSava uma mascara e repre-
sentava o mocinho que sempre salvava
as pessoas, nos assim o batizamos, por
nos salvar com sua presenga alegrando
nossas vidas.
Viveu conosco muitos anos, eu nao
via hora de voltar para casa para brincar
com Mocinho. Ele saia á noite e voltava
pela manha, era um gato livre, brincava
comigo e meus irmaos e depois dormia
preguicosamente.
Tinhamos um grande quintal, e ele
por vezes aparecia com pequenas co-
bras na boca, e trazia para a porta de
casa para mostrar que tomava conta do
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. 63
Consultar página 63 no original
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AMIGOS PET'S
pedaço, era a forma dele dizer que
nos protegia.
Depois mudamos da casa para
um sobrado, Mercedes minha mãe o
deixava ficar na janela do primeiro an-
dar para que se acostumasse com a
vizinhança e soubesse voltar, até que
um dia pulou. Ficou um bom tempo
desaparecido, até que um dia minha
irmã Marly no caminho de volta da es-
cola viu Mocinho em uma casa, parou
e perguntou se o gato era da senhora
que ali morava ela falou que ele havia
aparecido na casa dela alguns dias e
deixava que ele comesse com os ga-
tos dela, foi quando Marly o chamou,
e ele atendeu e ela o trouxe de volta
ao lar.
64
Ele aprendeu a voltar, e muitas
vezes quando voltava estava todo
machucado pois brigava com os ga-
tos da regiao para defender seu espa-
GO.
Mocinho sofreu um acidente, ao
chegarmos no local ele havia sumido,
dias após voltou muito ferido, minha
mae cuidava muito bem dele, fazen-
do os curativos e dando gema de ovo
pois havia perdido os dentinhos nao
conseguia mastigar.
Ele demorou ase recuperar, e de-
pois ficou muitos anos conosco até
partir.
Minha irma Marly e eu, choramos
muito, sentiamos a falta dele mas era
a lei natural da vida.
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
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AMIGOS PET'S
Lembro também que na casa que mo-
ramos, minha mãe tinha uma galinha de
estimação que a seguia pela casa, quando
elaia para o tanque no quintal lavar roupas,
a galinha voava para o ombro dela, até que
um dia um gavião passou e levou-a como
refeição, minha mãe ficou muito triste. Ela
também gostava de ter animais em casa,
apesar da vida dura que levava, cuidava
deles com muito carinho.
Meu pai comprava pintinhos coloridos
na feira livre e trazia para casa para nos
alegrar, e nós cuidávamos deles, ficavam
ciscando no quintal e a noite ficavam jun-
tinhos no puleiro que papai construíra para
eles.
Eles cresceram tornaram-se galinhas
e galos, e as galinhas começaram a botar
Ovos, e minha mae colhia Os ovos, e nos fa-
zia tomar OS OVOS Crus, dizia que fazia mui-
to bem para nossa saude.
66 Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
Consultar página 66 no original
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AMIGOS PET'S
Minha filha Carla encontrou nas
redes sociais novamente a Ong NE-
AFA, e lá tinham as fotos e os nomes
de gatos e cachorros abandonados e
que precisavam de um lar.
Minha filha Carla trabalhava numa
escola a duas quadras de nossa casa,
me enviou a foto de uma “Labraguen-
za"(suposta mistura de labrador e um
vira lata [guenzo]), loirinna chamada
“Melissa”, ela tinha sido regatada pela
ong a alguns dias e castrada recen-
temente. Fui la adota-la. Trouxe-a no
colo, bem grudadinha a meu corpo
como um bebé e ela ficou quietinha
aconchegada em meu colo.
Ao chegar, coloquei-a no chao e
fui apresentando a casa, quando che-
gamos ao quarto da minha filha, em
cima da cama dela tinha um coelhi-
nho de pelucia e ela de imediato abo-
canhou o coelhinho e saiu correndo,
assim foi sua chegada reconhecendo
quem a havia encontrado.
68
Melissa vivia solta, andava livre
por todos os c6modos e adorava ficar
na cozinha onde sempre sobrava um
quitute pra ela degustar. Foi crescen-
do e comegamos a abreviar seu nome
e passamos a chama-la de “Mel", ela
recebia carinho de todos, se sentia
amadae protegida, eraa dona dacasa,
gostava de colocar a cabega em nos-
so colo e adorava quando eu a pegava
no colo como um bebé, qualquer ba-
rulho Ou pessoa que se aproximasse
do portao latia nos avisando parecen-
do uma cadela de caça. Tinhamos que
tomar cuidado pois se por acaso um
gato passasse pelo jardim fazia um
escandalo para pegar e nos o ajuda-
vamos a fugir, pois ela o considerava
um inimigo em nosso territorio e acha-
va que estava nos protegendo.
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
Consultar página 68 no original
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AMIGOS PET'S
Passados alguns meses, minha nora Emanuela deu de
presente pros seus pais um casal de Rottweiler que mo-
ram num sitio e deixariam a casa mais segura, estes caes
deram cria a oito cadelinhas e um cachorro. Meu filho Fa-
bio que morava num apartamento com ela, queria que eu
Criasse o pequeno Rottweiler para ele, pois nao teria con-
dições de cuidar dele dentro de seu apartamento.
Foi quando “Max” o pequeno rottweiler entrou em
nossas vidas, era tao pequenino, chorava a noite toda e
sentia falta de sua maezinha. Cuidamos dele com muito
carinho, porém eu nao o coloquei perto da Mel, pois ela
rosnava ao vé-lo de Longe. Ele ficou dentro de casa e Mel
que antes tinha livre acesso a andar por toda casa teve
que ficar no terrago, quintal e jardim, foi quando fiz uma
casinha de madeira para ela.
Quando Max estava maior, mas ainda pequeno perto
dela, comecei a aproxima-los através das grades da porta
da sala, até o dia em que ela o aceitou, ele passava por bai-
xo dela e ela parecia dizer “aceito, mas quem manda sou
"
eu.
No início, Max brincava com ela, passava por baixo
dela, era obediente e não latia tanto quanto ela, hoje tem
10 anos e ela 16 anos. Max mede duas vezes o tamanho
70 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.
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dela, mas sentem muito ciúmes um
do outro conosco. Se chegamos per-
to dele para fazer carinho, ela se co-
loca no meio para receber carinho
no lugar dele. E se estamos fazendo
carinho nela e o Max se intromete, ela
começa a latir desesperadamente e
avança nele...
Ainda tem pessoas dizendo que
animais não tem sentimentos, têm
sentimentos sim, tem personalidade,
são solidários..quando estou triste
ela aproxima seu rosto em meu colo
e fica olhando como quem diz "estou
aqui, vocé nao esta so”.
Max é muito grande, mas pen-
sa que é pequeno e se chego perto
Ou sento no chao se joga pra cima de
mim, afinal ele me vé como parte da
matilha, Mel ja esta uma idosa, cheia
de manias e Max esta com artrose,
sendo tratado.
Temos pouco tempo para usu-
fruirmos da companhia deles e o amor
deles é incondicional.
Max fi lhote Sempre estamos recordando
dos momentos que vivemos com
eles, dos passeios onde Max ao se
deparar com um cachorro pequenino
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. 7
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AMIGOS PET'S
que latia e queria avançar: sentou-se,
olhou para nós e para o cachorrinho
como que dizendo “o que é isso”? Nós
dissemos “ele ainda é um bebé” e Max
o tratou como um filhote.
Mel nunca gostou de tomar ba-
nho, e depois do banho quando usa-
mos o secador ela mostra os dentes,
rosna, mas deixa acabar de secar e
detesta ser penteada, ja Max ado-
ra banho, adora o secador e quando Max adolescente
passamos o pente faz um rosnar de
contente.
Os animais sempre nos trazem
lindas ligoes de amor, temos que lem-
brar que fomos nods que invadimos o
territorio deles, com nossa selva de
e pedras e os obrigamos a mudar seu
. 4= modo de viver.
Hoje, temos caes que sao pre-
parados para ajudar pessoas cegas,
como o cado-guia, cães que amenizam
o sofrimento dos velhinhos nos asilos,
visitando-os e dando carinho e se dei-
xando acarinhar.
Nos resta agradecer aos animais
que adotamos por seu carinho e amor
incondicionais a nos humanos.
E faço aqui uma reflexao:
72 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.
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Eu nunca vi um gato latir e nem um ca- Temos muito a aprender com ani-
chorro miar, mas infelizmente presen- mais...
cio no mundo muitos seres humanos | |
Cuidemos de todo ser vivo com
se desumanizando.
respeito, amor e carinho, e se for pre-
ciso criemos mais leis para que todos
possam existir e coexistir de maneira ;
pacifica, com dignidade e justiça. IJ
Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. 73
Consultar página 73 no original
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AMIGOS PET'S
Por Phamela Rodrigues
74 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.
Consultar página 74 no original
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Nove anos atrás eu estava me
separando e recomeçando a vida
com minha filha de 3 anos. Após uma
estadia com minha mãe, conquistei
meu tão sonhado lar, e imaginei que
só viriam alegrias. Mas a ansiedade
e a depressão me pegaram de jeito,
muitas responsabilidades e dificul-
dades, minha filha estava sofrendo
com as mudanças e então me pediu
um “caopanheiro”. Eu nao queria mais
uma responsabilidade, mais uma des-
pesa... mas eu descobri que nao sei
de nada mesmo (ah! ah! ah!). Uma ami-
ga muito proxima estava de mudan-
ça de Estado, teria dificuldades com
os pets que tinha devido ao pouco
”
”
Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.
espaço, me perguntou se eu gosta-
ria de adotar o Dimi, já que minha filha
estava querendo tanto e ela sabia que
cuidariamos bem. Aceitei. Minha fi-
lha encontrou a alegria de novo, teve
um sonho realizado. Quanto a mim...
O Dimi por diversas vezes me sal-
vou da tristeza, por diversas ve-
zes amparou meu choro, me fez
ter mais qualidade de vida (preci-
so leva-lo pra passear todos os dias
de manha e a noite, e mesmo nas
minhas folgas me acorda cedo)..
Ele esta conosco ha 5 anos, e eu me
atrevo a dizer que nao sei mais como
era a vida sem ele!!!
75
Consultar página 75 no original
Página 76 de 140
AMIGOS PET'S
Friskies
Artigo de SDS
Pingo foi um cachorro que
chegou na minha vida por cau-
sa de cinco segundos de insanida-
de, eu trabalhava e estudava e por
um pedido quase implorado da mi-
nha filha acabei sucumbindo e dei-
xei o Pingo fazer parte da familia.
Ficava o dia inteiro fora, tinha dois fi-
hos, tinha a Julie e nao tinha ninguém
para me ajudar nas tarefas de casa.
A insanidade minha passou quan-
do ele chegou em casa, era um fi-
lhote de dalmata com uma gran-
de mancha preta ao redor de um
dos olhos, por isso o nome Pingo.
Ele parecia um sorvete de flocos e era
uma dogura de cachorro.
Porém, a Julie ficou com mui-
to ciumes dele e o que era para ser
uma companhia a mais para todos
em casa acabou virando uma guerra.
Nos primeiros quinze dias de adap-
tagao dele dormi na sala com
ele porque ele chorava muito.
Meu apartamento inteiro acabou
virando um banheiro para a Ju-
lie e para o Pingo. Onde um ia fa-
zer as necessidades o outro corria
para fazer também no mesmo local.
Da para entender o tamanho das ne-
cessidades de um Lhasa apso e de um
dalmata? Pois é, isso estava me dei-
xando louca.
Fora as brigas entre os dois
cachorros. Ninguém em casa queria
76 Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.
Consultar página 76 no original
Página 77 de 140
limpar as necessidades dos dois
cachorros e então quando eu chegava
em casa além de tudo pra fazer tinha
ainda que dar conta do “banheiro
inteiro" que era meu apartamento.
Com muita dor no coragao eu
conversei com a minha avo e contei
tudo o que estava acontecendo e ela
mais uma vez me salvou. Foi no meu
apartamento e levou o Pingo para a
casa dela.
La na casa da minha avó, o Pingo
A D A TZINIC
tinha espaço e tinha uma pessoa mui-
to especial que acabou adotando o
Pingo, o Darick.
O Darick trocou o nome de Pin-
go para Bandit, também por causa da
mancha preta no olho.
Porém, quando eu chegava na
casa da minha av6 eu chamava o
Bandit de Pingo e ele me obedecia.
Nao posso dizer que fiquei feliz por
ter deixado o Pingo ir para outra casa,
mas, de certa forma fiquei aliviada
porque ele foi para um lugar que eu
poderia encontrar com ele quando
quisesse e além de tudo sabia que
ele estava sendo muito bem tratado
e que recebia muito carinho também.
O Pingo ficou com o Darick até
Os quatorze anos e depois virou es-
trelinha por causa de um cancer na
cabega que fazia com que o osso da
cabeça afundasse. Uma _ judiacao.
Tenho certeza absoluta que agora o
Pingo esta com a Julie junto de Sao
Francisco de Assis. Ahh, o Bogar tam-
bém esta com eles.
—
Mas a historia do Bogar eu conto § g
i* o
em breve. :
Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. 77
Consultar página 77 no original
Página 78 de 140
AMIGOS PET'S
Tutor Guilherme (Volpe Veiculos)
v
ee
78 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.
*
Y -
EP S
Consultar página 78 no original
Página 79 de 140
HR MAGAZINE
patas tenho
10 aninhos.
—
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fie
pc
Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. 79
Consultar página 79 no original
Página 82 de 140
w pe TE
. LA = o te kdir .
to DS o A c A M0 d/% MTA AA T a R A
Pe
Bruno Willians Goncalves Guedes
Origens Humildes e Fundagao da Chapecoense
A historia da
Chapecoense de Futebol remonta ao
Associagao
ano de 1973, na cidade de Chapecó,
Santa Catarina, Brasil. Um grupo de
entusiastas do futebol local decidiu
unir forgas e fundar um clube que
pudesse representar a comunidade
82
nas competições esportivas
regionais e estaduais. Assim, nasceu
a Chapecoense, inicialmente com
recursos limitados, mas com um
grande espirito de determinação e
paixao pelo esporte.
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Nos primeiros anos de existência,
a Chapecoense enfrentou diversos
desafios, tanto dentro quanto fora
de campo. Com poucos recursos
financeiros e uma estrutura modesta,
o clube terá que lutar para se manter
competitivo e conquistar seu espaço
no cenario esportivo catarinense.
No entanto, a perseveranga e
de
fundadores e torcedores foram
o comprometimento seus
fundamentais para superar essas
dificuldades
trajetoria de sucesso.
iniciais e iniciar uma
83
Consultar página 83 no original
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ESPORTE
Crescimento e
Consolidação no
Futebol Catarinense
À medida que o tempo
passava, a Chapecoense começava
a ganhar destaque no futebol
catarinense. O clube demonstrou
um futebol competitivo e conquistou
admiradores por todo o estado. Com
o apoio da apaixonada torcida verde
e branca, a equipe conquistou seus
primeirostítulos estaduais eregionais,
consolidando-se como uma das
potências do futebol catarinense.
Além das vitórias dentro de
campo, a Chapecoense também se
destacou pela sua capacidade de
formar atletas e revelar talentos para
o futebol brasileiro. A base sólida
construidaaolongodos anos permitiu
que o clube mantivesse um alto nivel
de competitividade e garantisse sua
presenga constante nas _ principais
competições do estado e do pais.
Ascensao ao
Cenario Nacional
Com o passar dos anos, a
Chapecoense consolidou sua
posição como um dos principais
clubes do futebol brasileiro. Gragas
ao seu desempenho consistente nas
competições estaduais e regionais,
o clube passou a almejar v6os mais
altos e a mirar o Sucesso no ambito
nacional.
84
A oportunidade de disputar
competig¢6es de maior relevancia
com a ascensao da
de
acesso do Campeonato Brasileiro.
surgiu
Chapecoense às divisOes
O clube demonstrou sua força e
competitividade, garantindo sua
presenga na elite do futebol nacional
e conquistando a admiragao de
torcedores de todo o pais.
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O Momento de Glória: Final
da Copa Sul-Americana
da
Chapecoense aconteceu em 2016,
O ápice história da
quando o clube conquistou a final da
Copa Sul-Americana, um feito inédito
para uma equipe de médio porte no
futebol brasileiro. A conquista do
direito dedisputar ofinalfoioresultado
de uma campanha convincente, na
qual a Chapecoense demonstrou
talento, determinagao e espirito de
equipe.
A chegada a final da Copa Sul-
Americana representou nao apenas a
realizagao de um sonho para o clube
e seus torcedores, mas também o
reconhecimento do trabalho arduo
e o comprometimento de todos os
envolvidos com a Chapecoense.
A cidade de Chapeco vibra com a
expectativa de ver sua equipe fazer
histdria no ambito internacional.
85
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Página 86 de 140
ESPORTE
A Tragédia que
Abalou o Mundo
No entanto, o destino reservado
à Chapecoense foi uma reviravolta
trágica e devastadora. Em 28 de
novembro de 2016, quando eu
chego ao meu local de trabalho me
deparo com uma triste noticia pela
madrugada, o aviao que transportava
a delegagao do clube para a final da
Copa Sul-Americana, em Medellin,
na Col6émbia, caiu,
resultando na
morte de 71 pessoas a bordo. Entre as
vitimas estavam jogadores, membros
da comissao técnica, dirigentes e
jornalistas.
O mundo do futebol sofreu um
choque diante dessa tragédia sem
incidente. A noticia da queda do
aviao e da perda de vidas preciosas
abalou os coragdes de milhdes de
pessoas ao redor do mundo, que se
uniram em solidariedade e luto pela
Chapecoense e pelas familias das
vitimas.
Consultar página 86 no original
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Reconstrução e Esperança:
"O Renascimento da
Chapecoense”
Apos a tragédia, a Chapecoense
enfrentouo desafio de reconstruir nao
apenas seu tempo, mas também sua
identidade e sua alma. Com coragem
e determinagao, o clube iniciou um
processo de recuperação que incluiu
a formagao de um novo elenco, a
restrig¢ao administrativa e o resgate
dos valores que sempre nortearam
sua trajetoria.
HR MAGAZINE
O apoio da comunidade local,
dos clubes do Brasil e do mundo, das
entidades esportivas e dos órgãos
governamentais foi fundamental para
esse processo de resiliéncia. Juntos,
esses parceiros se uniram em torno
da Chapecoense, oferecendo suporte
emocional, financeiro e logistico
para ajudar o clube a superar esse
momento dificil.
Consultar página 87 no original
Página 88 de 140
ESPORTE
O Retorno aos Gramados e
a Luta pela Reconstrução
Após meses de luto e incertezas,
a Chapecoense voltou a competir,
mostrando ao mundo sua resiliência
e determinação. O retorno aos
gramados não foi fácil, mas o clube
contou com o apoio incondicional de
seus torcedores e de todos aqueles
que acreditaram em sua capacidade
de superação.
Nos anos seguintes, a
Chapecoense desafiou o desafio de
se reerguer no cenário do futebol
brasileiro. Apesar das dificuldades
e dos obstáculos encontrados, o
clube permanece firme em seu
a memória
de seus heróis e de construir um
propósito de honrar
futuro de glórias e conquistas.
A Reconquista da
Esperança e da
Solidariedade
Ao longo de sua jornada de
tripulação, a Chapecoense nao
apenas se reergueu, mas também se
tornou um simbolo de esperança e
solidariedade. O clube atraiu milhões
de pessoas ao redor do mundo,
mostrando que é possível superar os
momentos mais sombrios com união,
determinação e amor pelo próximo.
da
limitou
A resiliência
Chapecoense
apenas ao aspecto esportivo. O clube
não se
também se comprometeu em ajudar
as famílias das vítimas do acidente,
oferecendo apoio emocional,
financeiro e social. Além disso, foram
realizadas diversas iniciativas para
preservar a memória dos que foram
e honrar sua herança de dedicação e
paixão pelo futebol.
Consultar página 88 no original
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O Retorno à Competição
e a Busca por Novas
Conquistas
Com o passar do tempo, a Cha-
pecoense conseguiu se restabele-
cer e voltar a competir em alto nivel.
O clube retomou sua participagao na
Série A do Campeonato Brasileiro e
nas demais competigoes que dispu-
tou, mostrando que a determinagao e
o espirito guerreiro da equipe perma-
neceram intactos.
Apesar dos desafios_ enfrenta-
dos, a Chapecoense continua a per-
seguir seus objetivos e a sonhar com
novas conquistas. O clube investiu
na formagao de novos talentos, na
modernizagao da sua estrutura e na
busca por parcerias que contribuiram
para o seu crescimento e desenvolvi-
mento.
O Legado de Uma
Historia de Superação
Hoje, a Chapecoense segue sua
trajetoria com orgulho e determina-
¢ao, construindo a memoria de seus
herdis e construindo um futuro de es-
peranga e honras. O clube continua a
ser uma fonte de inspiragao para to-
dos aqueles que enfrentam adversi-
dades em suas vidas, mostrando que,
com coragem, resiliéncia e uniao, é
possivel superar os desafios mais di-
ficeis.
A historia da Chapecoense é um
testemunho do poder do esporte para
unir aS pessoas, superar fronteiras e
transcender as adversidades. Mais do
que um clube de futebol, a Chapeco-
ense é uma familia, unida pelo amor
ao esporte e pelo desejo de fazer a
diferenga no mundo.
Que a Chapecoense continue sua
jornada de sucesso e que sua historia
de superagao e solidariedade inspire
gerações futuras a perseguir seus so-
nhos e a nunca desistir, mesmo diante
dos maiores desafios.
89
Consultar página 89 no original
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Nascido na Zona Norte de São
Paulo, Bruno Willians Gonçalves Guedes
Oliveira, aos 29 anos, é um homem de
multiplos papéis. Casado, cursando
teologia, Locutor, Evangelista,Cristao,
sua vida é uma sintese de compromissos,
onde, além de ser o porteiro do
Condominio Edificio Pirineus, é também
o proprietario da prdspera Empresa
Guedes Construg¢ao.
Consultar página 90 no original
Página 92 de 140
CULTURA
A República Alternativa Cultural
Recife PE é um atelier que promove
um intercâmbio cultural de artistas ,
através do promotor cultural Bruno
Alves Feitosa. O objetivo fundamental
é utilizar o acervo das tradições
culturais como instrumento util que
visa o engajamento da sociedade
ao exercicio da Paz e da cidadania
identitaria mediante o pluralismo das
tradigdes culturais, através de agdes
sociais , educacionais e humanitarias
, promovendo assim a preservacgao
do patrimônio historico e da heranga
92
Se você gostou envie um e-mail com seu comentário e
sugestões para reis123@hotmail.com.
Sera muito bem vindo!
da
da cultura como um acervo de
cultural, apartir interpretagao
conhecimentos aplicados mediante
as capacidades humanas agregadas
que na plenitude do seu exercicio visa
a construgao da identidade historica
de uma sociedade. O trabalho é
assistencial e pedagdgico e tem
como objetivo combater o racismo e
preservar as identidades culturais e
humanas .
Consultar página 92 no original
Página 93 de 140
Jaraguá
A República Alternativa Cultural
Recife PE criou junto com o Bloco
Cultural Fuzuê do Jaraguá de
Fortaleza CE ,
Malassombro do Jaragua Recife PE
na data de 10 de fevereiro de 2020 ,
através de uma releitura desta cultura
o Bloco Cultural
que remonta uma entidade sagrada
reverenciada pelos africanos do
Congo e de Angola trazidos para o
Brasil pelos portugueses no tempo
do Brasil Imperial.
Apesar de a cultura do Jaragua
ter seu proprio ritmo musical sua dan-
¢a se acopla em outros ritmos musi-
cais como Coco de Roda , Caboqui-
nhos ,maracatu nação, maracaturural
, ciranda de engenho,, ciranda praieira
, cavalo-marinho , bumba-meu-boi,
marujada , tambor de crioula , forrd
de rabeca, forrd-pé-de-serra, siria, si-
rimbó, carimbó , frevo , xote , Xaxado
Quadrilha dentre outros ritmos . Em
peças de teatro, o Jaragua é um per-
sonagem que persegue o Mateus.
93
Consultar página 93 no original
Página 94 de 140
CULTURA
Cavalo Piancó
A República Alternativa Cultural
Recife PE trouxe pela primeira vez
na historia de Pernambuco a cultura
do Cavalo Pianco , folclore do Piaui ,
através da criagao do Bloco Cultural
Cavalo Piancé Recife PE em 1994 ,
que visa a preservacgao dos valores
das raizes , matrizes , tradigdes e da
identidade histdrica do patrimônio da
cultura nordestina e brasileira.
94
A Cultura da Danga do Cavalo Piancó
tem 300 anos de memoria e tradição
e é um patrim6nio cultural imaterial
do Piauí e um folclore interpretado
nas tradigdes indigenas que remonta
a historia do cavalo manco da pata
quebrada das margens do rio Panaiba
e do Rio Caninde onde hoje é a cidade
de Amarantes do Estado do Piaui.
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Frevo
Ritmo pernambucano que nasceu
no carnaval em 1888, o frevo é um
hibrido de tradições agregadas como
Marcha, Maxixe, Dobrado e Capoeira.
Recebeu esse nome em 1908 pelo
Jornal da época devido o ritmo ser
bastante acelerado e efervescente.
Muito executado no Galo da
Madrugada, Clube
Clube das Pas e nos carnavais. O
Vassoirinhas,
frevo numero 1 do vassoirinhas é um
dos frevos mais antigos e pertence a
compositora Joana Batista Ramos. Da
uniao do frevo com a Capoeira nasce o
passo, a danga do frevo. Com o tempo
trés configuragdes foram construidas:
Frevo de Rua, Frevo Canção e Frevo
de bloco. Alceu Valenga, Alcimar
Monteiro, Capiba, Getulio Cavalcante,
Claudionor Germano, Almir Rouche,
jota Michiles, Maestro Forró, Maestro
Gil Amancio, e Maestro Spok sao
(cones do frevo.
95
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Página 96 de 140
CULTURA
96
Bruno
Alves
Feitosa
Bruno Alves Feitosa é jor-
nalista, locutor de radio
e artista cultural que tem
como objetivo fundamen-
tal utilizar o acervo das tra-
digdes culturais como fer-
ramenta pedagdgica que
visa o engajamento da so-
ciedade ao exercicio da ci-
dadania, através de ações
sociais, educacionais e
humanitarias, promoven-
do assim a preservacao e
divulgagao do patriménio
histórico e da heranga cul-
tural, a partir da interpre-
tagao da cultura como um
acervo de conhecimentos
aplicados mediante as ca-
pacidades humanas agre-
gadas que na plenitude do
seu exercicio visa a cons-
trução da identidade his-
tórica de uma sociedade.
O trabalho visa enaltecer
toda forma de consciéncia
de identidade mediante as
Consultar página 96 no original
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tradições culturais.
O jornalista Bruno Feitosa é detentor de
180 prêmios nacionais e internacionais, é
Artista Cultural, Locutor de Rádio, Jorna-
lista e Artesão, Pertence à Filosofia the-
lemita, Presidente da República Alterna-
tiva Cultural - Recife PE, Rádiojornalista
da Rádio Amizades de Saozinha na Suíça,
Parceiro Oficial da Produtora de Filmes
Latinidade, Membro da Academia Antô-
nio Bezerra de Letras e Artes, Embaixa-
dor da Paz da OMDDH, Embaixador Cul-
tural da FEBLACA, Cénsul Honordrio de
Pernambuco,
Bruno Feitosa tem sua formagao em:
« Doutorado em Ciéncias das Religi-
des,
* Doutorado em Capelania,
* Mestrado em Historia da lgreja,
* Mestrado em Historia e Cultura Afro
Indigena,
* Mestrado em Capelania,
* Mestrado em Jornalismo,
* Mestrado em Teologia,
* Bacharelado em Ciéncia da Religido.
HR MAGAZINE
97
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Quando eu partir!
Quando eu partir!
Quero que minha alma seja recitada por outros lábios.
Que meus sorrisos continuem através dos meus
descendentes.
Ah! Ficarei tao feliz toda vez que alguém tocar em meu
nome e nos feitos que deixei aqui, nas histdrias que vivi,
em tudo que escrevi, em tudo que me encantei e também
O que sofri.
Sim! Minha jornada foi construida com muita garra.
Deixo aqui registrado minha gratidao a todos que me
ajudaram nesta missao.
Nada realizei s6, nos relacionamentos aprendi a desfazer
Os nds que muitas vezes me ataram, ao desfazé-los
ampliei minha consciéncia e mais longe pude chegar.
Assim pude mudar a rota sempre no caminho do amar.
Como um rio em sua correnteza que busca desaguar.
Deixo meus sonhos ainda para serem realizados,
deixo tudo o que sou para quem me suceder, me
despeço e no outro lado da vida vou continuar a ser.
(08/01/2024)
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Página 100 de 140
100
Atividades
Escritora (membro da Academia de Letras
do Brasil/PE), compositora, empresária e
profissional na area de terapias integrativas e
assessoria em bem-estar (ha mais de 30 anos)
Formagao em comunicagao e radialismo
Consteladora (constelagao familiar,
pensamento sistémico complexo, constelagao
estrutural e coaching sistémico (formada pelo
Instituto ONUKISAN), tanatdloga.
Terapéuta integrativa (mestra em reiki,
cromoterapéuta, reflexologista e coach em
bem estar)
Apresentadora e idealizadora do Programa
Trilha Social (Tv Assembléia/Alagoas ha 15
anos) /
Fundadora e atual diretora executiva da ONG
Maceió Voluntário
Comendadora da paz com a comenda Madre
Tereza de Calcutá
Uma das 100 mulheres reconhecida com o
nome eternizado no Parque das Mulheres por
serviços relevantes prestados pela cultura de
paz em Alagoas.
Notório saber em cultura de paz; mediadora de
conflitos e educadora social
Trabalhos — desenvolvidos direcionados a
cultura do voluntariado através de ações
pela cidadania, valores humanos e por uma
cultura de paz, ha mais de 22 anos com 11 livros
paradidaticos infanto juvenis utilizados pelas
redes publicas de educação.
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Página 101 de 140
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Página 102 de 140
O8 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DAS MULHERES
Março, mês
Mul
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Página 106 de 140
Mulheres esse é seu mês deixo
aqui meus parabéns, há como eu
queria falar só de amor e desejar
só flores que realmente todas você
merecem.
Mas infelizmente nos dias de hoje
o que aflora é a falta de respeito, as
mulheres nao tem oportunidades nem
de lutar pelo seus prdprios direitos.
106
f
/
/
/
f D
Engraçado que as pessoas acham
tudo normal, a falta de respeito, até
Os assédios sexuais quando isso vai
parar?
Chega! As diferengas sao
notadas em todos os lugares no
trabalho, na politica nos comercio.
Gente responde pro poeta Pedrinho
cadé afeição, o respeito, o carinho?
Consultar página 106 no original
Página 107 de 140
Parem de tratar as mulheres Felicidades a todas as mulheres.
como objeto, com diferenças a cada Com carinho receba meu abraço em
dia, saiba que devemos tudo a elas, formade respeito afeto e flor.
porque se nado fossem as mulheres a
t sti Sao os sinceros votos do Poeta
gente nem existia. [
Pedrinho.
Parabéns a todas vocês :
| O Poeta das Crianças!
mulheres, com meu sentimento
profundo digo de coração que para o
poeta Pedrinho vocés sao exemplos
para o nosso mundo.
107
Consultar página 107 no original
Página 108 de 140
O8 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DAS MULHERES
Nome: Pedro Pereira
Nome Artístico: Poeta Pedrinho
Data Nascimento: 26/12/1975
Naturalidade: Jaboticabal-SP
Nacionalidade: Brasileiro
Endereço: Uberlândia
Estado: Minas Gerais
Celular: (34) 9 8439-9803
Formagao: Sétima série - 1 grau
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Página 110 de 140
A Luz de
Marta
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Drie Arte 6 Possia
Dr Sei ©omunicagao. Social
Maria que se faz Maria Maria Auxiliadora
Mulher, Menina, Moga. Mae
Sao tantas em nossa cidadania Mulher e sua eterna cicatriz. |
Algumas moram em lares de | N.
Maria da Paixão
esplendor i
' Que todos os dias faz sua
Outras em lar de alvenaria. h " É 5
’ j i A oração que não será em vão á
Até que a Vida faça prosa ou poesia í |
Até encontrar
Algumas andaram de carros de luxo
Outras Marias de Carroça.
O filho vivo entre a multidão
De sentimento vulgar.
Maria Dolores | á
| Maria de Fátima
Maria das Dores Í
À - Maria de Guadalupe
De todos nós que não encontra À
Maria de Jesus
Em seus amores força para |
| Que para muitos
Suportar a monta de Ser Maria. , &.
E exemplo de compaixão e Luz.
Maria Esperança f
Maria dos Prazeres fogosos
Que ao nascer
Olhou a vida
Com Alegria de crianga feliz
Maria dos Anjos
Que respeitam o Direito a Vida
Fazendo a sua genitora
D
á
Consultar página 110 no original
Página 111 de 140
Sao tantas a Maria da lida
Que brilham aos olhares
dos marmanjos.
Maria da Piedade
Da Luz Divina
Que a tua sina
Seja recompensada em
Seus herdeiros por
Vossa disciplina.
Maria do Brasil
Ainda ha de nascer
Sem asemente hostil
No proprio ventre
Sem interromper o Direito de ir
E vir na estrada da purificagao
Maria Digna
Da concepgao que viva alem
Consultar página 111 no original
Página 112 de 140
O8 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DAS MULHERES
Fernando Matos mora em Recife/PE, Relações Públicas,
Enfermeiro pós-graduado em Enfermagem Obstétrica.
Doutor Honoris Causa em Arte e Poesia, Titulo Recebido
pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e
Históricos (Patrimônio Histórico e Cultural da Augustíssima
e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente);
Embaixador da Paz, Delegado Cultural e Comendador da
Justiga de Paz pela OMDDH (Organizagao Mundial dos
Defensores dos Direitos Humanos).
N12
Consultar página 112 no original
Página 114 de 140
Vejo-vos no sol, nas estrelas raiar;
Beldades desfilam plenas no Céu;
Vejo-vos no choro, ansia bem cruel;
Sao auroras, luar, bondade em Luz florear.
Vejo-te Sande, no riso do olhar;
Laila, na obra social, arte em pincel;
Vejo-te digna, Tabita, com véu;
E a bela Lauane, no verbo sonhar.
Vejo-vos, amo-vos, continuamente;
Na vida que segue em luto, sem Cor;
Com anseio de um abraço permanente;
De tanto amar hei de aptar com a dor;
Por memorias subsistem em corpo e mente; |
Até estarmos todos com o Grande Pintor!
114
Consultar página 114 no original
Página 115 de 140
j cronista, poetisa, contista, sonetista, autora dos livros ‘Do
“Casulo à Borboleta’ e ‘Historia de Maristela de Minas’ e
Outros livros em execução. Organizadora de coletaneas.
Académica Internacional da FEBACLA - Federação
Brasileira dos Académicos das Ciéncias, Letras e Artes e,
da mesa entidade, detentora, dentre outros, do titulo de
Grande Honra Defensora Perpétua do Patriménio Histórico e
Cultural Brasileiro, Titulo Honorifico de Embaixadora da Paz
e Dra.h.c. em História. Académica da ALTO - Academia de
Letras de Teofilo Otoni e da AILB - Academia Internacional
de Literatura Brasileira. Colunista do Jornal Cultural Rol.
Apaixonada por letras e numeros, graduou-se em Historia
Pedagogia, fez pds-graduagao em Gestao Empresarial e
” Pessoas com Ênfase em Tecnologia da Informação e cursos
: E técnicos em Secretariado Escolar e Agrimensura. Trabalha
omo Gerente de Custos em uma mineradora.
115
Consultar página 115 no original
Página 118 de 140
CULINÁRIA
INGREDIENTES:
4 ovos
4 xícaras de leite
3 xícaras de açúcar
2 colheres de farinha de trigo
1/2 xícara de fubá
2 colheres de manteiga
100g de queijo
1colher de fermento em pó
MODO DE PREPARO
118
Coloque no liquidificador a manteiga, ovo
e o açúcar e bata até ficar homogênea.
Acrescente o leite, o trigo, o fubá e bate.
Coloque o queijo e o fermento e bata
com o fouet até ficar homogênea.
Aqueça o forno a 180º por 40 min.
Consultar página 118 no original
Página 119 de 140
HR MAGAZINE
CALDA DE CHOCOLATE
—
Í
L.
1Colher de manteiga
' 1caixadeleite condensado
Leite (Mesa medida da caixa de leite condensado)
' 2colheres de chocolate 50% cacau
MODO DE PREPARO
: Coloque a manteiga, o leite condensado e o chocolate, até dissolver.
' Acrescenta o leite e coloque ao fogo e mexa até soltar do fundo da panela.
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Página 120 de 140
CULINÁRIA
INGREDIENTES PARA O BOLO:
2 xícaras (chá) de farinha
de trigo peneirada
1 xicara(cha) de açúcar
+1colher de sopa
180 ml de Leite
50 ml de dleo
3 OvVOS
1 colher(cha) de fermento em pó
INGREDIENTES PARAA CALDA:
1 vidro de leite de coco (200 ml)
1 lata de leite condensado
450ml de leite
100 gramas de coco
ralado ou em flocos
4 colheres(sopa) rasa de acucar
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HR MAGAZINE
Í : 4 MODO DE PREPARO DO BOLO:
S ' Nabatedeiracoloque os ovos e o açúcar, e batabem
por 2-3 minutos até formar um creme volumoso,
clarinho e levemente cremoso
Acrescente metade da farinha, metade do leite e o
Oleo, e misture delicadamente com um fouet.
Adicione o restante da farinha, mexa mais um
pouco, coloque o restante do leite, e misture mais
um pouco com, movimentos suaves para incorporar
os ingredientes.
Por ultimo, acrescente o fermento e mexa
levemente com uma colher.
Despeje a mistura numa forma retangular (830 cm x
20 cm) untada e enfarinhada.
Asse em forno pré-aquecido a 180 graus por
aproximadamente 40 minutos.
Retire do forno, e corte em quadradinhos, para que
a calda umedega melhor. Reserve.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Numa panela coloque o Leite, o leite condensado, o
leite de coco, o coco ralado ou em flocos e o agucar.
Leve ao fogo alto até ferver, deixe por 3 minutos e
retire do fogo.
Despeje a calda ainda quente, sobre toda a
superficie do bolo até umedecer totalmente.
Agora vocé pode optar por consumir quente
mesmo, Ou cobrir com plastico filme e levar para
gelar por 1 hora, ou embrulhar cada quadradinho
em papel aluminio e levar para gelar.
121
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Página 122 de 140
CULINÁRIA
INGREDIENTES:
2 caixinhas de leite
condensado (395g )
creme de leite fresco
batido chantilly (600g )
MODO DE PREPARO:
No liquidificador adicione
o leite condensado e deixe
bater por 3 minutos até
obter uma textura firme.
Retire do liquidificador e coloque
em uma vasilha, incorpore o
chantilly delicadamente junto.
Coloque o sorvete em um pote
com tampa e leve ao frezzer
por no minimo 3 horas.
122
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ING REDIEN 1CO TrANA V DULY.
3 bananas maduras
2 xicaras de farinha de trigo
1xicara de açúcar
/2 xicara de manteiga derretida
colher de cha de fermento em pó
colher de cha de canela em pó
A
a
a
a
pitada de sal
2 OVOS
VINZEZNY LE. E E lk. ‘
Pré-aquega o forno a 180°C.
Em uma tigela, amasse
as bananas até obter uma
consisténcia cremosa.
Adicione o açúcar, a manteiga
derretida e os ovos. Misture bem.
Em outra tigela, misture a
farinha de trigo, o fermento,
a canela eo Sal.
AOS poucos, adicione os
124
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Página 125 de 140
ingredientes secos à mistura
de banana. Mexa até obter
uma massa homogênea.
Despeje a massa em uma forma
untada e leve ao forno por
aproximadamente 40 minutos.
Enquanto o bolo assa, prepare
a cobertura caramelizada.
Em uma panela, derreta 1/2
xicara de acgucar até obter
um caramelo dourado.
Retire o bolo do forno e despeje
o caramelo por cima.
Deixe esfriar antes de servir.
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sugestões para reis123&hotmail.com.
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aN :
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Página 128 de 140
DIVERSIDADE
A Diversidade, a Equidade e a In-
clusão (DEI) nas empresas emergi-
ram como temas cruciais no mundo
corporativo. O reconhecimento da
importancia desses principios nao é
apenas uma questao de cumprir uma
agenda social, mas sim uma necessi-
dade fundamental para o sucesso e
a sustentabilidade das organizagoes.
Quando as empresas abracgam a di-
versidade em todas as suas formas
- seja de género, etnia, idade, orien-
tagao sexual, habilidades ou origem
socioecondémica - elas colhem uma
série de beneficios tangiveis.
128
Em primeiro lugar, a diversidade
impulsiona a inovagao. Ao reunir pes-
soas com diferentes origens, experi-
ências e perspectivas, as empresas
criam um caldeirao de idéias que po-
dem levar a solugdes mais criativas e
eficazes para os desafios comerciais.
Estudos mostram consistentemente
que equipes diversas tendem a ser
mais inovadoras e produtivas, pois
sao capazes de analisar problemas
sob varias oticas e encontrar soluções
mais abrangentes.
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Além disso, a inclusão promove
um ambiente de trabalho mais positivo
e produtivo. Quando os funcionários
se sentem valorizados e respeitados
por quem são, independentemen-
te de sua identidade ou background,
eles tendem a ser mais engajados, le-
ais e motivados. Isso resulta em maior
retenção de talentos e uma cultura
organizacional mais forte, onde todos
tém a oportunidade de alcançar seu
pleno potencial.
Contrariamente, aS empresas
que negligenciam a diversidade e a in-
clusao enfrentam sérias consequén-
cias. Primeiramente, perdem talentos.
Pessoas diversas podem sentir-se
desencorajadas a se candidatar a em-
pregos em empresas que nao valori-
zam a diversidade, o que limita o pool
de candidatos e restringe o acesso a
talentos qualificados. Isso pode resul-
tar em uma equipe homogénea que
carece de criatividade e perspectivas
variadas.
129
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Página 130 de 140
Além disso, a falta de diversida-
de pode prejudicar a reputação da
empresa. Em uma era onde a respon-
sabilidade social corporativa é cada
vez mais importante para consumi-
dores e investidores, empresas que
não demonstram um compromisso
genuíno com a diversidade correm o
risco de serem percebidas como de-
satualizadas, insensíveis ou até mes-
mo discriminatórias. Isso pode afetar
negativamente a imagem da marca e,
consequentemente, suas oportunida-
des de negócio e lucratividade.
A Diversidade, Equidade e alnclu-
são não são apenas valores a serem
defendidos, mas também estratégias
inteligentes para o sucesso empresa-
rial. Ao abraçar a diversidade e garan-
tir um ambiente inclusivo, as empre-
sas podem fortalecer sua inovação,
cultura organizacional e reputação,
enquanto evitam as consequências
prejudiciais de uma abordagem ho-
mogênea. Investir na diversidade não
é apenas a coisa certa a se fazer, mas
também a coisa inteligente a se fazer
para garantir um futuro próspero e
sustentável para as empresas e a so-
ciedade como um todo.
130
Em um mundo cada vez mais in-
terconectado e multicultural, as em-
presas precisam ser capazes de se
relacionar e se comunicar eficazmen-
te com uma ampla gama de clientes,
parceiros e comunidades. Ter uma
equipe diversificada facilita esse pro-
cesso, fornecendo insights culturais e
linguisticos valiosos que podem infor-
mar estratégias de negócios e impul-
sionar o crescimento internacional.
Além disso, a diversidade nas
empresas promove a justi¢a social e a
igualdade de oportunidades. Ao pro-
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porcionar um ambiente onde todas as
pessoas são tratadas com equidade e
respeito, independentemente de sua
identidade, as empresas desempe-
nham um papel ativo na luta contra a
discriminação e na promoção da jus-
tiga social. Isso nao apenas fortalece
os lagos dentro da empresa, mas tam-
bém contribui para uma sociedade
mais justa e inclusiva como um todo.
Por fim, investir em diversidade e
inclusao nao é apenas uma questao
ética, mas também uma estratégia
de negocios inteligente para garan-
HRWAGAZIN
tir a sustentabilidade a longo prazo.
Empresas que abraçam a diversidade
estao mais bem posicionadas para se
adaptar e prosperar em um ambiente
empresarial em constante mudanga,
onde a inovagao, a agilidade e a resi-
lincia sao essenciais para o sucesso.
Portanto, ao reconhecer e valorizar a
diversidade, as empresas nao apenas
melhoram seu desempenho financei-
ro e reputagao, mas também contri-
buem para um mundo mais inclusivo
e equitativo para todos.
131
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Jornalista especializado em Comunicação Empresarial
e Marketing Digital. Presidente do Rotaract Club de
São Paulo Avenida Paulista na gestão 2022/2028. Vice-
Presidente do Rotaract Club de São Paulo Avenida Paulista
na gestão 2023/2024. Conselheiro no Conselho Municipal
da Juventude durante a gestão 2019-2021.
Atuação destacada na área de diversidade,
« equidadeeinclusão:
* Montagem de comitês de diversidade em empresas;
Promogao de debates e discussdes sobre o tema
Presidente da Subcomissao de Direitos LGBTQIA+
na Comissao de Diversidade, Equidade e Inclusao do
Rotary - Distrito 4563 de Sao Paulo;
« Palestrante sobre diversidade e inclusao;
132
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Página 134 de 140
Amplie Seus
Horizontes!
LIVRO DIGITAL:
BANDEIRAS DO
PRECONCEITO
Sobre:
O preconceito é um fardo que confunde o passado, ameaça
o futuro e torna o presente inacessível. Preconceito e
respeito sao totalmente opostos, num momento em que a
humanidade precisa de uniao, ainda ha tantas pessoas se
prendendo a discriminacgao de todos os tipos. Esse livro
digital é uma critica a hipocrisia social, é um alerta, pois é
essencial semear a fraternidade, a humildade e a afeicao a
todos.
Consultar página 134 no original
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Publicação — : EA Exemplos de
Editora HR Ma preconceitos:
; SE Racial;
Site á : — «Gênero;
www.editorahr.com — * Sexual;
; — *Religioso;
Escritor EA ; *Socioeconômico;
Comendador Helio Reis “*ldade;
' : *Aparéncla; -
*Etnico;
Diagramagao & Capa. ae
Leonardo Constancio
*Lingufstico;
_ *Deficiéncia;
-*Status Marital.
Revista: ayes
shld
sabia que existem tantos
de preconceito?
Consultar página 135 no original
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Nos ricos corredores culturais de
Recife, o artesanato floresce como
uma expressão viva da alma pernam-
bucana. Com suas cores vibrantes e
técnicas tradicionais transmitidas de
geração em geração, os artesãos da
região tecem histórias em cada peça
produzida. Desde os delicados ren-
dados até as esculturas de barro que
emanam ancestralidade, cada obra
carrega consigo a identidade única de
Pernambuco, encantando visitantes e
residentes com sua beleza singular.
Em feiras de rua e mercados de
artesanato, os turistas têm o privilégio
de mergulhar na riqueza cultural da
cidade, explorando uma variedade de
produtos que refletem a diversidade
e acriatividade do povo pernambuca-
no. Do frevo ao maracatu, do coco ao
manguebeat, o artesanato de Recife
é mais do que uma simples manifes-
tação estética; é um testemunho vivo
da rica historia e da vibrante cultura
da regiao.
137
Consultar página 137 no original
Página 138 de 140
@editorahr yh [A
~ y) —— ) “A
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Página 139 de 140
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O texto deverá ter até 2 laudas e o nome do autor.
A HR Magazine podera usar os textos em edições al
ternadas conforme plena autorizagao dos autores.
A participagao é gratuita e o melhor texto selecionado por nossa equipe con-
correra a um kindle que é um e-reader ou leitor digital, pratico e de facil ma-
nuseio com o melhor da tecnologia para sua leitura. O prazo para participagao
é envio imediato até a data limite de 25 de abril de 2024.
Direitos Autorais
Nosso intuito é publicar textos que muitas vezes ficam engavetados por falta
de oportunidades. Os direitos autorais continuam para cada autor. Nao havera
venda portanto somente divulga¢ao de cultura através das linhas escritas.
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