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Edição 005 — Produtor musical brasileiro Darick Gyorgy

Revista HR Magazine. Identidade documental: pdf-006. Data editorial: março de 2024.

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Páginas: 140. Com transcrição: 127. Sem transcrição: 13.

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ISSN 2965-7105 HREMAGCAZINE DIVERSIDADES éincistereaseartes MM A MS DAS PUBLICAÇÃO DIGITAL DA EDITORA HR 7 — 5 NUMERO Wear ” Oe L A 7! 2& my yaaa WIC SI FAiglorey - © els ACs One Iso), K GYORG) a LOUNIR O DJ RECOMENDAMOS LER A REVISTA NO COMPUTADOR OU TABLET © Geditorahr @ @editorahr © reis!23@hotmail.com © (19) 99822-4249 ORAHR.COM ACESSO GRATUITO AO CONTE

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www.editorahr.com 06 08 10 12 18 24 26 26 42 46 53 54 58 Editorial Apresentacgao Expediente DJ Produtor Brasileiro Darick Gyorgy Ifa Filosofia & Ciéncia de Vida Centro Cultural Africano Livro Digital Bandeiras do Preconceito Comendador Helio Reis Explorando as maravilhas de Alagoas-MA Video arquivo pessoal de Maristela Pozitano Carnaval, Cultura & Gastronomia: Porque Salvador é um destino imperdivel. Capoeira em Salvador O berco da Arte Marcial Brasileira. Tua Imagem na Janela (Conto) Ana Trajano Livro Digital Cracolandia: vida ou morte? Comendador Helio Reis Ser humano Amigos Pet's * Memoédrias de Anjos de quatro patas e OUtros ......... eee Eu, meus filhos humanos & meu filho peludo. «0.0... e ¢ Pinte: SA sNENAA TSNAA * Chica, minha companheira de todas as horas. ... 60 74 76 78

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91 92 98 102 114 116 126 136 138 A historia da Chapecoense: Superando tragédias e alcangando glorias. Bruno Willian Goncalves Guedes Mulheres, suas historias merecem serem contadas! Participe da proxima edição com suas historias, experiéncias e reflexGes através de textos em homenagem ao mes das mulheres. Republica Alternativa Cultural Recipe - PE Presidente Bruno Alves Feitosa Se me pergutarem porque minhas historias e porque escrevo, assim responderei: Maristela Pozitano (Poesia) Marco, més das mulheres * Acaixa de pandora que se pode transformar na caixa dos sonhos reaizados ...c 104 e Homenapema todasas MUlRELeS, enA NNEA 106 * Aluz de Maria (Por Fernando Matos) .....isiscc n 110 Soneto das quatro estrelas Berecine Sousa Miranda Ribeiro (Soneto) Culinaria: Cozinhar é só um jeito diferente de amar é Bolodetubacrems een RRRA TTNA VTA 118 * Bolo de coco cremoso ..... sas 120 é SorvetedeliquBNcadOriewavasu a TNWNENTA STSAA TSSA TNSTTEATS 122 é Bolodé baiiana caramelizado nAA 124 A importância da diversidade, equidade & inclusão nas empresas Adelson Jaques O encanto do artesanato de Recife-PE Fotos arquivo pessoal de Bruno Feitosa Edital para o concurso de publicações de contos. Quer ganhar um kindle?

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www.editorahr.com Caros leitores, Com muita satisfagao, trazemos até vocés mais uma edição da HR Magazine, a sua revista mensal de recursos humanos e lifestyle. Nesta edigao de março, vamos explorar o incrivel mundo do turismo, com destinos imperdiveis como Salvador e Maceid, repletos de cultura, história e belezas naturais desLumbrantes. Além disso, mergulhe conosco na rica cultura brasileira, com destaque para a capoeira e o frevo, duas expressées artisticas que representam a alma do povo nordestino. Conhega também tudo sobre o carnaval de Recife, com o famoso Galo da Madrugada e outras tradições tipicas que tornam essa festa unica no mundo. Na seção de literatura, desfrute de belos contos e poesias que irao encan- tar os amantes das letras. E para os apaixonados pelos pets, apresentamos a seção Amigos Pet's, onde historias tocantes de amor e fidelidade entre ani- mais e seus donos serao compartilhadas. A culinaria também ganha destaque, com receitas deliciosas para vocé experimentar e se aventurar na cozinha, além de dicas de artesanato para dar um toque especial a sua casa. Esperamos que desfrutem de cada pagina desta revista com o mesmo entusiasmo com que a preparamos. E nao deixem de nos acompanhar em nossas redes sociais para estar sempre por dentro das novidades e interagir CONOSCO. Editor chefe, Redator & Jornalista (DRT: 0096124/SP) Comendador Helio Reis

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HR MAGAZINE

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www.editorahr.com Apresentacgao Para profissionais que buscam aprimorar seus conhecimentos e se manter atualizados comas tendéncias do setor, a HR Magazine é um recurso inestimavel. Seus artigos fornecem insights valiosos sobre as melhores praticas, inovagdes e desafios enfrentados por profissionais em diversos campos. Por tras das paginas fascinantes da HR Magazine esta uma equipe dedicada, trabalhando incansavelmente garantir funcional para a entrega pontual e a qualidade impecavel de cada edição. Sua paixao e compromisso sao essenciais para o sucesso continuo da revista. A Revista expressa sua sincera gratidaoaseus leitores fiéis, cujo apoio e engajamento tornaram possivel a jornada continua da publicagao. Seus comentarios, sugestões e elogios sao recebidos com entusiasmo e nos inspiram a nos superar a cada edição. A edigao deste més apresenta um artigo especial sobre o Carnaval, explorando a historia vibrante, as tra- digdes culturais e o impacto social desta celebragao icdnica. Com contri- buigdes de especialistas renomados, o artigo oferece uma compreensao abrangente deste importante evento cultural. Além de seus artigos perspica- zes, também dedica seções a area gourmet e ao artesanato. Leitores apaixonados por culindaria encontra- rao receitas inovadoras, dicas de es- pecialistas e analises de tendéncias gastronémicas. A seção de artesa- nato destaca as habilidades e a cria- tividade de artesaos talentosos, ins- pirando leitores a explorar sua propria expressao artistica.

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A HR Magazine permanece com- prometida em fornecer conteúdo in- formativo, envolvente e oportuno. A equipe editorial se dedica a manter os mais altos padrões de jornalismo, ga- rantindo a precisão, equilíbrio e pro- fundidade de seus artigos. A Revista é uma manifestação do ideal do ilustre Comendador Helio Reis, que dedicou sua vida a promo- ver a Cultura, a educagao e os direitos humanos. A revista continua seu le- gado, aprimorando o conhecimento, promovendo o didlogo e apoiando Causas sociais e humanitdrias. Com uma publicagao verdadeira- mente excepcional, oferecendo uma combinagao unica de artigos perspi- cazes, uma equipe de colaboradores de renome, tdpicos variados e uma equipe funcional dedicada. Seus lei- tores fiéis sao a forg¢a motriz por tras de seu sucesso continuo, e a revista permanece comprometida em forne- cer conteudo informativo, envolven- te e oportuno. Ao honrar o legado do Comendador Helio Reis, a HR Maga- zine continua sendo um farol de exce- lência cultural e uma força motriz para O progresso social.

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Expediente Editor Chefe, Redator & : \ Jornalista (DRT: 0096124/SP) . Comendador Helio Reis i Diretor de Arte, Designer Gráfico & we. Leonardo Constancio SSc fens Joyce Petrini Ree Matriz “ $ ” .. t Campinas-SP gf ' Escritório Rua Tamandaré, 716 Liberdade-SP (19) 9 9822-4249 CNPJ 51.712.559/0001-85 Razão Social Editora HR LTDA Perfodo da Publicação Mensal Més & Ano Marco de 2024 Publicado por Editora HR Distribuição Gratuita Diretos Autorals Licenciado Freepik, Pixabay & Pexels

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A HR Magazine está ao alcance de um toque, acompanhando você em todos os dispositivos eletr6nicos. Seja no smartphone durante a pausa para o café ou no conforto do laptop em casa, agora, a revista esta sempre ao seu lado, oferecendo uma experiência envolvente e adaptada ao seu estilo de vida. — Explore artigos, descubra novos destinos e mergulhe no conhecimento com a HR Magazine, uma revolução literaria na palma das suas maos. Navegue entre seções, compartilhe seus artigos favoritos e desfrute de uma leitura pratica e imersiva Acesse www.editorahncom e mergulhe em um mundo de cultura e inspiragao. HR ; Magazine - Conhecimento Sem Frontelras. Sempre ao Seu Pies. '

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DJ DARICK GYORGY

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Minha jornada profissional teve início aos 14 anos e desde então vivenciei diversos altos e baixos. Ao olhar para trás, percebo o quão longo foi o percurso e ainda assim sinto que mal cheguei à metade da trajetória. Meus primeiros passos foram dados tocando em matinês pela minha região natal, São Caetano. Até completar 18 anos, minha atuação artística se concentrava na vibrante cena do ABC paulista. Contudo, durante esse período, já frequentava os clubs de São Paulo, com a ajuda de um RG falsificado, é claro.

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DJ DARICK GYORGY Aos 18 anos, tornei-me residente de um dos mais renomados clubs do país, o D-Edge em São Paulo, onde recebi uma formação valiosa que contribuiu significativamente Ao tive o privilégio para minha carreira. longo desse tempo, de dividir o palco com artistas renomados que sempre admirei. Foi durante uma_experiéncia marcante, ao tocar no UMF Miami ao lado de ficones como Madonna e o saudoso Avicii, que decidi dedicar- me também a produgao musical. Busquei desenvolver um _ estilo auténtico nao apenas nas minhas mixagens, mas também nas minhas prdprias produgdes. Matriculei-me no conservatorio musical de Sao Caetano para aprimorar minhas habilidades ao piano e busquei orientagdes de amigos produtores. Essa busca constante pelo aprimoramento me levou a montar um estudio com meu grande amigo, Malifoo, e a colaborar com DJs renomados. Viajei por diversos paises, trabalhei em estudios famosos em 14 Hollywood e Amsterdam, e, em certo momento, decidi temporariamente deixar de lado minha carreira como DJ para focar na produgao musical de outros artistas. No _ entanto, recentemente, encontrei um equilibrio que me permitiu retomar minha carreira como Du aos fins de semana, enquanto dedico os dias uteis a produção musical em meu estudio, localizado na Thera Faria Lima. Sigo com a convicgao de que ainda tenho muito a aprender e a compartilhar. A vida é uma jornada de constante aprendizado, e meu objetivo é continuar crescendo e buscando a felicidade em cada passo do caminho.

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CULTURA 18

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Poucos sabem que África é o berço da humanidade, onde surgiram todos os homens e mulheres que ha- bitam o nosso planeta, de uma forma ou outra somos todos afrodescen- dentes; apesar desta historia ser uma historia muito longinqua “o homem nasceu no Continente Africano.... A Africa Negra sempre foi um continente visto como um dos mais HR MAGAZINE Se vocé gostou envie um e-mail com seu comentario e sugestodes para reis123@hotmail.com. Sera muito bem vindo! — atrasados e pobres e sempre teve suas culturas muito mal interpretadas pelos europeus e seus descendentes em todo o mundo. Ha ainda os historiadores ou an- tropdlogos contemporaneos que so- mente analisam o resultado ocorrido apos a interferéncia ou destruigao cultural e pouco OU Nada mostram do tradicional que ainda faz parte da vida. 19

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CULTURA Ifá Filosofia e Ciência de vida é um livro com ênfase na cultura yoruba onde o principio da filosofia de ifá esta na palavra iwapele (caráter) que é cultivada e aprimorada ao longo da vida, através da sabedoria herdada dos seus ancestrais. IFA, FILOSOFIA E CIENCIA DE VIDA é um livro que mostra a cultura e a espiritualidade dos africanos, mas relatada por um africano, o que resulta em conceitos bem diferentes daqueles que os colonizadores nos deixaram e que passaram a ser os verdadeiros, mesmo sendo inveridicos, muitas vezes aceitos até mesmo pelos descendentes africanos no Brasil a inverdade repetida se torna uma verdade?!. O autor, Adekunle Aderonmu Ogunjimi, neste seu primeiro Livro, apresenta os pilares éticos e morais, assim como o respeito e a importan- cia que a mulher e a familia recebem na cultura tradicional africana, em es- pecial a iorubana, e que norteia todo seu comportamento, tanto individual como coletivo. Neste seu primeiro livro, Otunba (rei) Adekunle Aderonmu Ogunjimi, o 20 Babalawo Ifatoki Ogunjimi, sacerdo- te do Culto a Ifá ha mais de 40 anos, empresario, bioquimico e estudioso, pertencente a uma familia nobre da Nigéria, residente no Brasil ha mais de 20 anos, mostra a cultura da na- ¢ao iorubana e os aspectos mais im- portantes do Culto a Ifá que, antes de ser uma religiao, é um sistema de vida onde o mais importante é preparar o individuo para a vida coletiva, em har- monia consigo, com seus pares e com o meio onde vive. Abstém-se de descrever Orixas Ou como se da a liturgia de sua reli- giao, pois sao assuntos que abordara em futuras publicagées. E um livro que também mostra como ciéncia e religiao nao sao diferentes e que, por interesses escusos, tenta-se mostrar e manter separadas, as vezes antagônicas, esses dois importantes ramos da vida do ser humano. E escrito, também e principal- mente, para OS que pouco ou nada conhecem sobre as bases morais, éti- Cas e espirituais da nagao Yoruba e do Culto alfa.

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HR MAGAZINE O Centro Cultural Africano Apoia a n l: r ( Q | O )) AE BO Década Internacional de a Centro Cultural (M Aro peseene entes 21

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CULTURA O livro IFA, FILOSOFIA E CIÊN- CIA DE VIDA faz parte das atividades que o escritor desenvolve e desenvol- vera pela “Década Internacional dos Afrodescendentes” - ONU/Dez2014 — que se iniciou em 01 de janeiro des- te ano e terminara em 31 de dezembro de 2024 e tem com objetivo conscien- tizar as diversas sociedades no mun- do da necessidade de se combater o preconceito, a intolerancia, a xenofo- bia e o racismo. ” FILOSOFIA DE VIDA Otunba Adekunle Aderonmu Rua Gaspar Ricardo Junior, 112 - Barra Funda São Paulo - Brasil - CEP: 01136-030 +55 113392-7228 ou 3392-5291 Otunba Adekunle Aderonmu Naturalizado brasileiro nasceu em Abeokuta, na Nigéria. E formado em bioquimica na universidade de lagos e é considerado Otunba (rei) em seu pais, devido a heranga de familia nobre e tradicional, com reis e autoridades no atual governo da Nigéria. Em nosso pais, onde vive ha cerca de duas décadas, desenvolve atividades empresariais e, além disso, é sacerdote religioso. Otunba Adekunle colecionador e divulgador da arte africana, tornou-se plasticas, cénicas e tecnoldgicas e dedica-se a promover essa Cultura por meio de grandes eventos, profere palestras para professores e especialistas, ministra cursos sobre religiosidade, além de possuir vasto material audio-visual para consultas e pesquisas dando suporte para estudantes e religiosos. Otunba Adekunle é conhecido no meio religioso como o Babalawo Ogunjimi, ou simplesmente Baba Jimi. Iniciado aos dez anos de idade no Orisa Ogum, na cidade de Abeokuta na Nigéria, filho e neto de Babalawos, atua como sacerdote espiritual aqui no Brasil desde a sua chegada, promovendo o culto de ifa, pouco conhecido pelos brasileiros, fazendo _ iniciagdes, cursos religiosos e congressos, trazendo esclarecimento e importante contribuicao para a cultura religiosa brasileira.

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Nome: Otunba Adekunle Aderonmu eis. Fungao: Diretor Presidente — ; SPA Instituição: Centro de Estudo e Pesquis * de Intercambio da Cultura Africana - Canoe | Cultural Africano e Ifa Instituto — Í

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Amplie Seus Horizontes! LIVRO DIGITAL: BANDEIRAS DO PRECONCEITO Sobre: O preconceito é um fardo que confunde o passado, ameaça o futuro e torna o presente inacessível. Preconceito e respeito sao totalmente opostos, num momento em que a humanidade precisa de uniao, ainda ha tantas pessoas se prendendo a discriminacgao de todos os tipos. Esse livro digital é uma critica a hipocrisia social, é um alerta, pois é essencial semear a fraternidade, a humildade e a afeicao a todos.

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Publicação — : EA Exemplos de Editora HR Ma preconceitos: ; SE Racial; Site á : — «Gênero; www.editorahr.com — * Sexual; ; — *Religioso; Escritor EA ; *Socioeconômico; Comendador Helio Reis “*ldade; ' : *Aparéncla; - *Etnico; Diagramagao & Capa. ae Leonardo Constancio *Lingufstico; _ *Deficiéncia; -*Status Marital. Revista: ayes shld sabia que existem tantos de preconceito?

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TURÍSMO: ALAGOAS 26

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HR MAGAZINE o o " fat - oem Se vocé gostou envie um e-mail com seu comentario e sugestões para reis123@hotmail.com. Sera muito bem vindo! Localizado no Nordeste brasileiro, Alagoas - MA encanta os visitantes com suas praias de aguas cristalinas, coqueirais exuberantes e uma rica he- rança cultural. Enquanto nos deleitamos com as belezas naturais do presente, é fundamental mergulhar nas raizes histdoricas desta terra encantada. No passado, Alagoas - MA era habitada por tribos indigenas que manti- nham uma relagao profunda com a natureza ao seu redor. Coma chegada dos colonizadores portugueses, a regiao passou por transformagdes profundas, marcadas pela exploração do acucar e pela escravidao africana. 27

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TURÍSMO: ALAGOAS Hoje, os vestígios desse passado ainda podem ser vistos nas ruínas de engenhos de açúcar e nos casarões coloniais que pontilham a paisagem de Alagoas - MA. Esses monumentos históricos são testemunhas silencio- sas de uma época passada, mas tam- bém servem como lembretes pode- rosos de nossa historia e patrimdnio cultural. Além de seu rico legado históri- co, Alagoas - MA é famosa por suas praias deslumbrantes, como a Praia do Francés, a Praia de Maragogi e a Praia do Gunga. Com suas aguas cal- mas e areias douradas, esses paraisos tropicais sao ideais para relaxar, nadar, mergulhar e praticar esportes aquati- Cos. Mas Alagoas - MA nao é apenas sobre praias deslumbrantes; também é um destino culturalmente vibrante, com festas folcloricas, musica tradi- cional e uma deliciosa culinaria regio- nal. Da danga do coco ao ritmo do for- rd, da culinaria a base de frutos do mar aos doces feitos de rapadura, cada aspecto da cultura alagoana é uma celebragao da vida e da diversidade. Alagoas - MA é uma terra de con- trastes, onde o passado e o presente se entrelagam de maneira harmonio- sa. Ao visitar esta jdia do Nordeste brasileiro, os viajantes sao convida- dos a mergulhar na rica tapegaria de sua historia, cultura e beleza natural, criando memorias que durarão para sempre. : Rufnas Sao Bento em Maragogi-AL 28

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VÍDEO

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TURÍSMO: SALVADOR Salvador, a capital do estado da Bahia, é uma cidade rica em história, cultura e belezas naturais, atraindo milhões de visitantes todos os anos. Localizada na regiao nordeste do Brasil, as margens da Bafa de Todos os Santos, Salvador é conhecida por suas praias deslumbrantes, sua arqui- tetura colonial, sua gastronomia unica e suas festas animadas. O Pelourinho é o coragao histori- co de Salvador e um dos bairros mais famosos da cidade. Suas ruas de pa- ralelepipedos, casardes coloridos e igrejas barrocas preservadas trans- portam os visitantes de volta ao pe- riodo colonial do Brasil. A Praga do Pelourinho é o ponto central, cercada por construgées históricas e palco de apresentagoes culturais, como capo- eira e musica ao vivo. Entre os princi- pais monumentos do Pelourinho es- tao a Catedral Basilica, o Convento e Igreja de Sao Francisco, e o Museu Afro-Brasileiro. 34

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TURÍSMO: SALVADOR O Elevador Lacerda é um dos car- tões-postais de Salvador, conectando a Cidade Alta a Cidade Baixa em pou- cos segundos. Do alto do elevador, os visitantes tem uma vista panoramica deslumbrante da Baia de Todos os Santos e da cidade. Na base do Ele- vador Lacerda, encontra-se o Merca- do Modelo, um dos principais centros de artesanato da Bahia. La, os turistas podem encontrar uma variedade de produtos locais, como lembrangas, objetos de decoragao, roupas e aces- sdrios, tudo feito a mao por artesaos locais. Salvador é abengoada com uma costa repleta de praias deslumbran- tes, ideais para relaxar, nadar, praticar esportes aquaticos ou simplesmente apreciar o pdr do sol. Entre as praias mais populares da cidade estao Porto da Barra, considerada uma das me- lhores praias urbanas do mundo, com aguas calmas e cristalinas; Farol da Barra, onde esta localizado o ic6nico Farol da Barra, e Itapua, imortalizada na cangao de Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi. Além disso, Salvador também oferece praias mais afasta- das do centro, como Stella Maris e

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Flamengo, que são ideais para quem busca um ambiente mais tranquilo. Salvador é uma cidade profunda- mente enraizada em tradições cultu- rais e religiosas, e isso se reflete em suas festas e celebrações ao lon- go do ano. O Carnaval de Salvador é mundialmente famoso e atrai milhões de foliões de todo o mundo para as ruas da cidade, com seus trios elétri- cos, blocos de rua e festas animadas. Além do Carnaval, Salvador também celebra outras festas religiosas, como a Lavagem do Bonfim e a Festa de Ye- manja, que honra a Rainha do Mar. MAAK, OOOO wo aN 4 -~ Essas festividades sao oportuni- dades unicas para os visitantes viven- ciarem de perto a rica cultura e espiri- tualidade baiana. A culinaria de Salvador é uma verdadeira festa para os sentidos, que repleta de sabores intensos, tempe- ros exdticos e pratos tradicionais que refletem a diversidade cultural da re- giao. O acarajé, o vatapa, a moqueca e o abara sao alguns dos pratos mais conhecidos da culinaria baiana, que podem ser encontrados em barracas de rua, restaurantes sofisticados e mercados locais.

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TURÍSMO: SALVADOR frutos do mar frescos são uma parte essencial da dieta dos soteropolitanos, com destaque para o camarão, o peixe e a lagosta. Não deixe de experimentar também as deliciosas sobremesas, como o sorvete de coco e o pudim de tapioca, para uma experiência gastronômica completa em Salvador.

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CULTURA: CAPOEIRA 42

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A capoeira tem suas raízes pro- fundamente enraizadas na história e na tradição afro-brasileira. Originada entre os escravos africanos trazidos para o Brasil durante o período colo- nial, a capoeira era uma forma de re- sistência, uma maneira de preservar sua cultura e manter viva a esperança de liberdade. Hoje, a capoeira em Salvador é muito mais do que uma simples práti- ca física. É uma manifestação cultural que une pessoas de todas as idades, classes sociais e origens em torno de uma tradição rica e vibrante. Nas ruas, nas praias, nos parques e nos centros culturais de Salvador, € comum ver grupos de capoeiristas praticando e compartilhando sua arte com o mun- do. Além de ser uma forma de ex- pressao artistica, a capoeira também é uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento pessoal e social. Através da pratica da capoeira, os praticantes aprendem valores como 43

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CULTURA: CAPOEIRA respeito, disciplina, trabalho em equi- pe e autoconfiança, enquanto desen- volvem habilidades físicas, mentais e emocionais. Para os visitantes que desejam vivenciar a autenticidade da capoei- ra em Salvador, ha uma variedade de opções disponiveis, desde assistir a apresentagdes em espacos culturais até participar de aulas e workshops ministrados por mestres renomados. N&o importa o seu nivel de experién- cia ou habilidade, ha sempre uma ma- neira de se envolver com a Capoeira e experimentar Sua magia em primeira mao. Em suma, a capoeira em Salvador é muito mais do que uma simples arte marcial. E uma parte integrante da identidade cultural da cidade, uma expressao de suahistoriae um simbolo de resiliéncia e uniao. Ao visitar Salvador, nao deixe de mergulhar na riqueza e na diversidade da capoeira, uma experiéncia que certamente ficara gravada em sua memoria para sempre. 44

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Repórter de um jornal da cidade onde morava, certo dia fui escalada para fazer uma matéria sobre o Natal dos velhinhos que vivem em asilos. "Você é a pessoa certa” - disse o edi- tor - "consegue escrever com a alma sem cair na pieguice”. Esses lugares sempre me deixavam triste, por isso eu nao gostava de frequenta-los. Mas naquela manha ensolarada de sexta-feira) 22 de dezembro, muni-me do maximo de coragem que precisava e saimos, eu e o fotdgrafo, para os “tristes depdsitos de velhos”, como nés os definiamos. O ultimo a visitarmos era também o maior; Se Comparado com os outros, bem luxuoso. Mantido por umaordem religiosa, era muito bem cuidado, muito bonito. Cercado de enormes 47

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arvores, sempre com pássaros gorjeando, grandes fruteiras e uma capelinha de vitrais azuis, onde todas as manhãs os velhinhos assistiam à missa. Podia-se dizer que era um bom lugar para se viver o final da vida. -Tao diferente dos outros! - comentei com o fotdgrafo. Falei com a diretora e fui para a ala feminina, entrevistar as velhinhas. Terminado o trabalho, passei para a masculina, que ficava aos fundos da construgao. Percebi que os homens recebiam menos visita que as mulhe- res e pareciam mais abandonados, mais solitarios Ali, aS palavras eram escassas e o sil6ncio, tendo atingido seu limite, podia ser sentido como a espreita de algo que lhe rompesse as barreiras e pudesse extravasa-lo. Era tao for- te que doia, lancinante. Alguns, liam seus jornais, suas biblias, enquanto outros, com o olhar fixo no vazio, nada pareciam ver, como se tivessem al- cangado a fronteira com o nada e ali permanecessem, ansiosos a espera de que algo se consumasse, talvez sua morte. Inquieto, meu olhar perscrutava oO corredor a procura daqueles que eu iria escolher para entrevistar. Enquan- to caminhava para um deles, ouvi uma voz que quase sussurrava atras de mim. Virei-me e vi um velhinho bran- co, de olhos azuis, nariz adunco, que me chamava gesticulando com o indi- cador. - Eu precisava vé-la de perto - disse, quando sentei ao seu lado. - Por qué? - perguntei. - Vocé é tao parecida com ela... A VOZ... - De quem o senhor esta falando? - De Tereza, a minha esposa. Ela era assim: terna e Suave Como vocé. Ténues, suas palavras emitiam seus sentimentos como se os fizes- sem emergir do longinquo mundo das coisas abstratas para uma Orbita ao alcance de quem o ouvisse. Percebi que estava ali o principal personagem da minha estoria de Natal. Quis saber mais da sua vida e da esposa que tan- to amara. Disse-me que se chamava Alber- to Franco, tinna 77 anos e ha seis es- tava no asilo. Doente, percebeu que ja 49

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CONTO não podia mais cuidar de si. Era advo- gado e da família de seis irmãos ele- o caçula teimoso - era o único que ainda vivia. Quando procurei saber da sua mulher, ele baixou a cabeça e, vi- sivelmente — emocionado, _ disse: - Essa é a parte triste da estoria. - Conte-me, insisti. E ele contou. Atenta, eu obser- vava aquele velhinho de fala pausada e melancolica lembrar que havia co- nhecido Tereza em uma festa de ano novo. Apaixonaram-se. Pobre, filho de uma professora primaria e um al- faiate, ele nunca foi aceito por sua fa- milia. Filha de um rico comerciante da cidade, ela concordou em ir embora, fugir, tao logo ele terminasse o curso de Direito que conseguia pagar dando aulas a noite. Parou e como se fosse tomado por uma saudade que lhe doía e pre- cisasse falar, por que as palavras lhe anestesiariam a dor, fixou-me com os seus olhos infinitamente azuis, e disse: -Elaeratao jovem, tao bonita!... Ama- va-me com a Suavidade de um ser que nao pertence a esse mundo. Sempre que falava, era um anjo que eu ouvia, 50 era o céu que eu estava alcangando. Eu desejava que a vida fosse eterna, para que eterno fosse nosso amor. Quando terminou havia lágri- mas em seus olhos. Eu também es- tava emocionada, mas voltei a minha condigao de reporter e perguntei do que a esposa havia morrido. Sou- be, entao, que foi num acidente, em alto mar. O barco naufragou e ape- nas ele conseguiu se salvar. O cor- po da mulher so foi encontrado dois dias depois. Tinham apenas trés anos de casados. Ela estava gravi- da. Novamente ele parou. Num mur- murio, Como numa prece, lamentou: -Tereza, a minha morte tem sido len- ta, a conta-gotas. Eu morro todos os dias sem vocé e vivo gragas a vocé. Eu sobrevivo da tua imagem, esperando- -me na janela nos finais de tarde. Mas o dia demora passar e a janela esta tao distante... Naquele final de manha, quando vi que ja tinha um bom material, en- cerrei a entrevista com seu Alberto. Agradeci, e quando me despedi com um beijo em seus cabelos brancos, ele me fez prometer que voltaria para visita-lo. “Vocé lembra-me tanto ela”,

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disse. Eu estava perturbada. Nunca ouvira alguém falar daquela forma de outro que já havia morrido há tanto tempo. De qualquer modo sentia-me ligada aquele velhinho. Duas semanas depois quando voltei a vê-lo, numa tarde de domingo, eu o encontrei bastante debilitado. Explicaram-me que sua insuficiéncia cardiaca havia piorado bastante. Ele falava de forma ainda mais pausada, buscando fdlego a cada palavra que balbuciava, como um cansado náu- frago do lento passar do tempo. Mos- trou, porém, grande alegria ao ver-me. Como sempre sua conversa foi sobre a inesquecivel Tereza. O senhor novamente ? - nunca quis perguntei. -Como poderia? Nunca consegui Ca- Sar amar a mais ninguém. Eu a vejo em to- das as mulheres, em todos os altares: na mãe que, andando como uma pata, carrega pesada seu filho na barriga; najovem freira que limpa-me as unhas e escova-me Os dentes, e na imagem de olhar Languido sobre o altar. Os dias passavam e seu Alberto piorava ainda mais. A voz era quase inaudivel agora, e apenas um nome saia-lhe com clareza, como uma luz a iluminar a escuridão: Tereza. Ela preenchia os seus olhos, de um azul ja sem brilho e sempre fixos em um ponto qualquer; estava nos seus bra- GOs que se erguiam de vez em quando como para abragar alguém. Parecia nao esta mais na sua Saudade, nem fa- zer parte de um tempo passado, por- que agora era presente. Nas minhas ultimas visitas a seu Alberto, eu era tomada pela sensa- ¢ao de que nao estava visitando ape- nas ele, mas também Tereza, invisivel, mas sentida nos gestos e palavras da- quele velhinho. Eu me apegara a ele e comegava a sofrer. Nao tinha como disfargar mi- nha dor com seu sofrimento tao pro- longado. Desejava intimamente que tudo aquilo terminasse logo. Um dia ele segurou a minha mao, e eu senti que queria falar-me. Inclinei-me sobre acama, encostei o rosto bem prdoximo ao seu Ouvido e o escutei dizer, como um alento para mim: “Esta prdximo. Esta muito proximo”. Na semana seguinte, na minha visita dominical, fui Surpreendida com sua atitude que a principio, 51

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CONTO chateou-me,depoisprocureientender. Apos acenar que me entregassem dois pacotes, um de livros e outro de fotografia, pediu-me que nao voltasse mais a vê-lo. “Nao quero que veja. Nao quero que sofra”, disse. Entre os livros estava um exem- plar de O Morro dos Ventos Uivantes com uma dedicatoria: “A minha queri- da Tereza. Com amor eterno. Alberto.” As fotografias mostravam um jovem casal, passeando numa praia, espi- chado numa rede, na varanda, deita- dos sobre a grama de um parque. Naquela tarde, com um no na garganta, despedi-me de seu Alberto, e nunca mais voltei a vé-lo. Nao sei quanto tempo ainda viveu aquele velhinho, cuja obstinagao me fez acreditar num amor que sobrevive ao frio marmore das lapides, ao dos intransponivel — esconderijo cemitérios. 52 Ana Trajano Ana Trajano é jornalista, poetisa e escritora infantojuvenil. Reside em Olinda, Pernambuco, cidade patriménio cultural da humanidade. Terceiro- franciscana, é membro da Veneravel Ordem Terceira de Sao Francisco de Assis de Olinda.

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www.editorahr.com DESCUBRA A REALIDADE NUA & CRUA DA CRACOLÂNDIA Adquira Já o LIVRO DIGITAL que Todos Estão Falando! Publicação da Editora HR Sobre: Um local dominado pelo tráfico de drogas, prostituição e crimes correlatos. O nome Cracolandla surgiu devido & predominância do consumo dé crack nessa área. Neste Livro, o renomado Escritor, Académico Imortal e Comendador Prof. Dr. Hello Rels e a pesquisadora Ellsabete Antolino apresentam uma andlise profunda sobre a realldade da Cracolandia, abordando suas orlgens, suas transformagées ao Longo dos anos e as dificuldades enfrentadas pelas autoridades e pela socledade para solucionar esse complexo problema. [...]

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Ou ausência de razão. Uma parte é só bondade Anjo belo e iluminado. A outra é fera feroz Animal nao dominado. A vida é aprendizado Tantos medos por vencer. Até o primeiro passo E dificil acontecer. Cai, levanta, se ergue, Cai, Resiliéncia para resistir. Para ganhar equilibrio Antes é preciso cair. Parte de nos é vontade Crenga, amor, dedicagao, A outra parte é cansaço Duvidas e solidao. Para conhecer a luz Precisas as sombras vencer, Estudar o ser humano Para a vida conhecer. Ouvir 6 sabedoria Fonte de paz e entendimento. Falar demais nao garante Que haja conhecimento. C s HR MAGAZINE Verdadeiro vencedor Perde sem sentir-se derrotado. O maior objetivo E amar e ser amado. O verdadeiro caminho O ser humano é quem faz. Depende de sua ação Viver na guerra ou na paz. A guerra traz a angustia Violéncia e sofrimento. A paz desagua no amor O melhor dos sentimentos! Se vocé gostou envie um e-mail com seu comentario e sugestoes para reis123@hotmail.com. Sera muito bem vindo!

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Milton Jorge da Silva Milton Jorge da Silva, nascido em Eneida, Presidente Prudente SP, filho de Inacio Jorge da SilvaeMaria Silvestre daSilva, advogadoatuante na Comarca de Deodapolis MS Brasil, escritor nas madrugadas com predilegao por Poesias. Livros solos: Paginas da Vida, Versos e Sonetos para um novo amanhecer, A Saga de Kaua o romance do passaro, Etapas da Vida, A Saga de um Brasileiro, A Saga de Diogo do Gurupi. Poesias e contos na Amazon.com e no Clube de Autores. Participagaéo em dezenas de Antologias. 56

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. Oamor por todas as criaturas vivas é o mais notavel atributo do ser humano' - Charles Darwin She,

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AMIGOS PET'S 60 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.

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HR MAGAZINE Deus separou a luz das trevas, criou OS céus, OS mares, a terra, as plantas, e no sexto dia criou Os ani- mais, o homem e a mulher. O apóstolo Mateus deixou registrado a referén- cia do cuidado de Deus com os animais, e comple- tou, se Deus cuida deles quanto mais cuidara de nés, que somos sua imagem e semelhanga. Em varias passagens da bíbliaos ani- mais sao usados como simbolo de poder e da so- berania de DEUS. Nos seres humanos somos inteligentes, temos consciéncia, pensamos, analisamos, decidimos, es- colhemos, criamos, imaginamos, temos crengas, personalidade. Os animais também tem um certo grau de inteligéncia, apresentam sua singularidade com sua forma de agir, existe semelhanga conosco, e estao suscetiveis a emoções, e tem auto consci- ência. Podemos observar isto quando encontramos vários animais convivendo juntos dentro de uma casa, percebe-se nitidamente o cão que é mais quie- to, o que vive provocando os outros, aquele que é medroso, e os que brincam mais, até os mediadores. E também a convivência de cachorros com gatos, papagaios... Quando um deles morre demonstram a falta, e alguns até adoecem, recusando o alimento. Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. 61

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AMIGOS PET'S Através de pesquisas de neurocientistas com relação a inteligência de animais como cachorro, gato e até aves, chipanzés, constatou-se capacidades cognitivas de criar ferramentas, de se reconhecer, de aprender, de buscar solugao de problemas e capacidade de sentir emoções. Alguns dos indicadores utilizados nestas pesquisas foram baseados em testes como: ' Habilidades para aprender com as experiéncias ' Utilizar o conhecimento para manipular ambiente ' Capacidade de adaptar-se a novas situações. A humanidade tinha no cavalo um aliado, ele servia para locomogao, para puxar suas Carrogas, e OS que pos- suíam carruagens significava um simbolo de status. Eram também utilizados pelos romanos em suas disputas e lu- tas, os cavaleiros criavam uma conexão com seus cavalos durante suas vidas. 62 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.

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ID \ AN\OATINIE IA IVIFAQAAZINE Nos dias atuais em alguns paises existem leis para prote- TE whiskas ger os animais de maus tratos. KS A minha infancia foi alegrada quando — José meu pai trouxe para casa um gato, ele era rajado preto e branco, coloca- mos o seu nome de “Mocinho", porque em volta de seus olhos o pelo preto for- mava uma mascara. Na época existia uma série na televisdo chamada “Zor- ro", que uSava uma mascara e repre- sentava o mocinho que sempre salvava as pessoas, nos assim o batizamos, por nos salvar com sua presenga alegrando nossas vidas. Viveu conosco muitos anos, eu nao via hora de voltar para casa para brincar com Mocinho. Ele saia á noite e voltava pela manha, era um gato livre, brincava comigo e meus irmaos e depois dormia preguicosamente. Tinhamos um grande quintal, e ele por vezes aparecia com pequenas co- bras na boca, e trazia para a porta de casa para mostrar que tomava conta do Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. 63

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AMIGOS PET'S pedaço, era a forma dele dizer que nos protegia. Depois mudamos da casa para um sobrado, Mercedes minha mãe o deixava ficar na janela do primeiro an- dar para que se acostumasse com a vizinhança e soubesse voltar, até que um dia pulou. Ficou um bom tempo desaparecido, até que um dia minha irmã Marly no caminho de volta da es- cola viu Mocinho em uma casa, parou e perguntou se o gato era da senhora que ali morava ela falou que ele havia aparecido na casa dela alguns dias e deixava que ele comesse com os ga- tos dela, foi quando Marly o chamou, e ele atendeu e ela o trouxe de volta ao lar. 64 Ele aprendeu a voltar, e muitas vezes quando voltava estava todo machucado pois brigava com os ga- tos da regiao para defender seu espa- GO. Mocinho sofreu um acidente, ao chegarmos no local ele havia sumido, dias após voltou muito ferido, minha mae cuidava muito bem dele, fazen- do os curativos e dando gema de ovo pois havia perdido os dentinhos nao conseguia mastigar. Ele demorou ase recuperar, e de- pois ficou muitos anos conosco até partir. Minha irma Marly e eu, choramos muito, sentiamos a falta dele mas era a lei natural da vida. Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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AMIGOS PET'S Lembro também que na casa que mo- ramos, minha mãe tinha uma galinha de estimação que a seguia pela casa, quando elaia para o tanque no quintal lavar roupas, a galinha voava para o ombro dela, até que um dia um gavião passou e levou-a como refeição, minha mãe ficou muito triste. Ela também gostava de ter animais em casa, apesar da vida dura que levava, cuidava deles com muito carinho. Meu pai comprava pintinhos coloridos na feira livre e trazia para casa para nos alegrar, e nós cuidávamos deles, ficavam ciscando no quintal e a noite ficavam jun- tinhos no puleiro que papai construíra para eles. Eles cresceram tornaram-se galinhas e galos, e as galinhas começaram a botar Ovos, e minha mae colhia Os ovos, e nos fa- zia tomar OS OVOS Crus, dizia que fazia mui- to bem para nossa saude. 66 Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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AMIGOS PET'S Minha filha Carla encontrou nas redes sociais novamente a Ong NE- AFA, e lá tinham as fotos e os nomes de gatos e cachorros abandonados e que precisavam de um lar. Minha filha Carla trabalhava numa escola a duas quadras de nossa casa, me enviou a foto de uma “Labraguen- za"(suposta mistura de labrador e um vira lata [guenzo]), loirinna chamada “Melissa”, ela tinha sido regatada pela ong a alguns dias e castrada recen- temente. Fui la adota-la. Trouxe-a no colo, bem grudadinha a meu corpo como um bebé e ela ficou quietinha aconchegada em meu colo. Ao chegar, coloquei-a no chao e fui apresentando a casa, quando che- gamos ao quarto da minha filha, em cima da cama dela tinha um coelhi- nho de pelucia e ela de imediato abo- canhou o coelhinho e saiu correndo, assim foi sua chegada reconhecendo quem a havia encontrado. 68 Melissa vivia solta, andava livre por todos os c6modos e adorava ficar na cozinha onde sempre sobrava um quitute pra ela degustar. Foi crescen- do e comegamos a abreviar seu nome e passamos a chama-la de “Mel", ela recebia carinho de todos, se sentia amadae protegida, eraa dona dacasa, gostava de colocar a cabega em nos- so colo e adorava quando eu a pegava no colo como um bebé, qualquer ba- rulho Ou pessoa que se aproximasse do portao latia nos avisando parecen- do uma cadela de caça. Tinhamos que tomar cuidado pois se por acaso um gato passasse pelo jardim fazia um escandalo para pegar e nos o ajuda- vamos a fugir, pois ela o considerava um inimigo em nosso territorio e acha- va que estava nos protegendo. Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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AA aa Cachorra Mel ’ Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. 69

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AMIGOS PET'S Passados alguns meses, minha nora Emanuela deu de presente pros seus pais um casal de Rottweiler que mo- ram num sitio e deixariam a casa mais segura, estes caes deram cria a oito cadelinhas e um cachorro. Meu filho Fa- bio que morava num apartamento com ela, queria que eu Criasse o pequeno Rottweiler para ele, pois nao teria con- dições de cuidar dele dentro de seu apartamento. Foi quando “Max” o pequeno rottweiler entrou em nossas vidas, era tao pequenino, chorava a noite toda e sentia falta de sua maezinha. Cuidamos dele com muito carinho, porém eu nao o coloquei perto da Mel, pois ela rosnava ao vé-lo de Longe. Ele ficou dentro de casa e Mel que antes tinha livre acesso a andar por toda casa teve que ficar no terrago, quintal e jardim, foi quando fiz uma casinha de madeira para ela. Quando Max estava maior, mas ainda pequeno perto dela, comecei a aproxima-los através das grades da porta da sala, até o dia em que ela o aceitou, ele passava por bai- xo dela e ela parecia dizer “aceito, mas quem manda sou " eu. No início, Max brincava com ela, passava por baixo dela, era obediente e não latia tanto quanto ela, hoje tem 10 anos e ela 16 anos. Max mede duas vezes o tamanho 70 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.

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dela, mas sentem muito ciúmes um do outro conosco. Se chegamos per- to dele para fazer carinho, ela se co- loca no meio para receber carinho no lugar dele. E se estamos fazendo carinho nela e o Max se intromete, ela começa a latir desesperadamente e avança nele... Ainda tem pessoas dizendo que animais não tem sentimentos, têm sentimentos sim, tem personalidade, são solidários..quando estou triste ela aproxima seu rosto em meu colo e fica olhando como quem diz "estou aqui, vocé nao esta so”. Max é muito grande, mas pen- sa que é pequeno e se chego perto Ou sento no chao se joga pra cima de mim, afinal ele me vé como parte da matilha, Mel ja esta uma idosa, cheia de manias e Max esta com artrose, sendo tratado. Temos pouco tempo para usu- fruirmos da companhia deles e o amor deles é incondicional. Max fi lhote Sempre estamos recordando dos momentos que vivemos com eles, dos passeios onde Max ao se deparar com um cachorro pequenino Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. 7

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AMIGOS PET'S que latia e queria avançar: sentou-se, olhou para nós e para o cachorrinho como que dizendo “o que é isso”? Nós dissemos “ele ainda é um bebé” e Max o tratou como um filhote. Mel nunca gostou de tomar ba- nho, e depois do banho quando usa- mos o secador ela mostra os dentes, rosna, mas deixa acabar de secar e detesta ser penteada, ja Max ado- ra banho, adora o secador e quando Max adolescente passamos o pente faz um rosnar de contente. Os animais sempre nos trazem lindas ligoes de amor, temos que lem- brar que fomos nods que invadimos o territorio deles, com nossa selva de e pedras e os obrigamos a mudar seu . 4= modo de viver. Hoje, temos caes que sao pre- parados para ajudar pessoas cegas, como o cado-guia, cães que amenizam o sofrimento dos velhinhos nos asilos, visitando-os e dando carinho e se dei- xando acarinhar. Nos resta agradecer aos animais que adotamos por seu carinho e amor incondicionais a nos humanos. E faço aqui uma reflexao: 72 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.

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Eu nunca vi um gato latir e nem um ca- Temos muito a aprender com ani- chorro miar, mas infelizmente presen- mais... cio no mundo muitos seres humanos | | Cuidemos de todo ser vivo com se desumanizando. respeito, amor e carinho, e se for pre- ciso criemos mais leis para que todos possam existir e coexistir de maneira ; pacifica, com dignidade e justiça. IJ Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets. 73

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AMIGOS PET'S Por Phamela Rodrigues 74 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets.

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Nove anos atrás eu estava me separando e recomeçando a vida com minha filha de 3 anos. Após uma estadia com minha mãe, conquistei meu tão sonhado lar, e imaginei que só viriam alegrias. Mas a ansiedade e a depressão me pegaram de jeito, muitas responsabilidades e dificul- dades, minha filha estava sofrendo com as mudanças e então me pediu um “caopanheiro”. Eu nao queria mais uma responsabilidade, mais uma des- pesa... mas eu descobri que nao sei de nada mesmo (ah! ah! ah!). Uma ami- ga muito proxima estava de mudan- ça de Estado, teria dificuldades com os pets que tinha devido ao pouco ” ” Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. espaço, me perguntou se eu gosta- ria de adotar o Dimi, já que minha filha estava querendo tanto e ela sabia que cuidariamos bem. Aceitei. Minha fi- lha encontrou a alegria de novo, teve um sonho realizado. Quanto a mim... O Dimi por diversas vezes me sal- vou da tristeza, por diversas ve- zes amparou meu choro, me fez ter mais qualidade de vida (preci- so leva-lo pra passear todos os dias de manha e a noite, e mesmo nas minhas folgas me acorda cedo).. Ele esta conosco ha 5 anos, e eu me atrevo a dizer que nao sei mais como era a vida sem ele!!! 75

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AMIGOS PET'S Friskies Artigo de SDS Pingo foi um cachorro que chegou na minha vida por cau- sa de cinco segundos de insanida- de, eu trabalhava e estudava e por um pedido quase implorado da mi- nha filha acabei sucumbindo e dei- xei o Pingo fazer parte da familia. Ficava o dia inteiro fora, tinha dois fi- hos, tinha a Julie e nao tinha ninguém para me ajudar nas tarefas de casa. A insanidade minha passou quan- do ele chegou em casa, era um fi- lhote de dalmata com uma gran- de mancha preta ao redor de um dos olhos, por isso o nome Pingo. Ele parecia um sorvete de flocos e era uma dogura de cachorro. Porém, a Julie ficou com mui- to ciumes dele e o que era para ser uma companhia a mais para todos em casa acabou virando uma guerra. Nos primeiros quinze dias de adap- tagao dele dormi na sala com ele porque ele chorava muito. Meu apartamento inteiro acabou virando um banheiro para a Ju- lie e para o Pingo. Onde um ia fa- zer as necessidades o outro corria para fazer também no mesmo local. Da para entender o tamanho das ne- cessidades de um Lhasa apso e de um dalmata? Pois é, isso estava me dei- xando louca. Fora as brigas entre os dois cachorros. Ninguém em casa queria 76 Fica aqui o nosso agradecimento as empresas que cuidam dos nosso pets.

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limpar as necessidades dos dois cachorros e então quando eu chegava em casa além de tudo pra fazer tinha ainda que dar conta do “banheiro inteiro" que era meu apartamento. Com muita dor no coragao eu conversei com a minha avo e contei tudo o que estava acontecendo e ela mais uma vez me salvou. Foi no meu apartamento e levou o Pingo para a casa dela. La na casa da minha avó, o Pingo A D A TZINIC tinha espaço e tinha uma pessoa mui- to especial que acabou adotando o Pingo, o Darick. O Darick trocou o nome de Pin- go para Bandit, também por causa da mancha preta no olho. Porém, quando eu chegava na casa da minha av6 eu chamava o Bandit de Pingo e ele me obedecia. Nao posso dizer que fiquei feliz por ter deixado o Pingo ir para outra casa, mas, de certa forma fiquei aliviada porque ele foi para um lugar que eu poderia encontrar com ele quando quisesse e além de tudo sabia que ele estava sendo muito bem tratado e que recebia muito carinho também. O Pingo ficou com o Darick até Os quatorze anos e depois virou es- trelinha por causa de um cancer na cabega que fazia com que o osso da cabeça afundasse. Uma _ judiacao. Tenho certeza absoluta que agora o Pingo esta com a Julie junto de Sao Francisco de Assis. Ahh, o Bogar tam- bém esta com eles. — Mas a historia do Bogar eu conto § g i* o em breve. : Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. 77

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AMIGOS PET'S Tutor Guilherme (Volpe Veiculos) v ee 78 Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. * Y - EP S

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HR MAGAZINE patas tenho 10 aninhos. — e fie pc Fica aqui o nosso agradecimento às empresas que cuidam dos nosso pets. 79

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w pe TE . LA = o te kdir . to DS o A c A M0 d/% MTA AA T a R A Pe Bruno Willians Goncalves Guedes Origens Humildes e Fundagao da Chapecoense A historia da Chapecoense de Futebol remonta ao Associagao ano de 1973, na cidade de Chapecó, Santa Catarina, Brasil. Um grupo de entusiastas do futebol local decidiu unir forgas e fundar um clube que pudesse representar a comunidade 82 nas competições esportivas regionais e estaduais. Assim, nasceu a Chapecoense, inicialmente com recursos limitados, mas com um grande espirito de determinação e paixao pelo esporte.

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Nos primeiros anos de existência, a Chapecoense enfrentou diversos desafios, tanto dentro quanto fora de campo. Com poucos recursos financeiros e uma estrutura modesta, o clube terá que lutar para se manter competitivo e conquistar seu espaço no cenario esportivo catarinense. No entanto, a perseveranga e de fundadores e torcedores foram o comprometimento seus fundamentais para superar essas dificuldades trajetoria de sucesso. iniciais e iniciar uma 83

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ESPORTE Crescimento e Consolidação no Futebol Catarinense À medida que o tempo passava, a Chapecoense começava a ganhar destaque no futebol catarinense. O clube demonstrou um futebol competitivo e conquistou admiradores por todo o estado. Com o apoio da apaixonada torcida verde e branca, a equipe conquistou seus primeirostítulos estaduais eregionais, consolidando-se como uma das potências do futebol catarinense. Além das vitórias dentro de campo, a Chapecoense também se destacou pela sua capacidade de formar atletas e revelar talentos para o futebol brasileiro. A base sólida construidaaolongodos anos permitiu que o clube mantivesse um alto nivel de competitividade e garantisse sua presenga constante nas _ principais competições do estado e do pais. Ascensao ao Cenario Nacional Com o passar dos anos, a Chapecoense consolidou sua posição como um dos principais clubes do futebol brasileiro. Gragas ao seu desempenho consistente nas competições estaduais e regionais, o clube passou a almejar v6os mais altos e a mirar o Sucesso no ambito nacional. 84 A oportunidade de disputar competig¢6es de maior relevancia com a ascensao da de acesso do Campeonato Brasileiro. surgiu Chapecoense às divisOes O clube demonstrou sua força e competitividade, garantindo sua presenga na elite do futebol nacional e conquistando a admiragao de torcedores de todo o pais.

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O Momento de Glória: Final da Copa Sul-Americana da Chapecoense aconteceu em 2016, O ápice história da quando o clube conquistou a final da Copa Sul-Americana, um feito inédito para uma equipe de médio porte no futebol brasileiro. A conquista do direito dedisputar ofinalfoioresultado de uma campanha convincente, na qual a Chapecoense demonstrou talento, determinagao e espirito de equipe. A chegada a final da Copa Sul- Americana representou nao apenas a realizagao de um sonho para o clube e seus torcedores, mas também o reconhecimento do trabalho arduo e o comprometimento de todos os envolvidos com a Chapecoense. A cidade de Chapeco vibra com a expectativa de ver sua equipe fazer histdria no ambito internacional. 85

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ESPORTE A Tragédia que Abalou o Mundo No entanto, o destino reservado à Chapecoense foi uma reviravolta trágica e devastadora. Em 28 de novembro de 2016, quando eu chego ao meu local de trabalho me deparo com uma triste noticia pela madrugada, o aviao que transportava a delegagao do clube para a final da Copa Sul-Americana, em Medellin, na Col6émbia, caiu, resultando na morte de 71 pessoas a bordo. Entre as vitimas estavam jogadores, membros da comissao técnica, dirigentes e jornalistas. O mundo do futebol sofreu um choque diante dessa tragédia sem incidente. A noticia da queda do aviao e da perda de vidas preciosas abalou os coragdes de milhdes de pessoas ao redor do mundo, que se uniram em solidariedade e luto pela Chapecoense e pelas familias das vitimas.

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Reconstrução e Esperança: "O Renascimento da Chapecoense” Apos a tragédia, a Chapecoense enfrentouo desafio de reconstruir nao apenas seu tempo, mas também sua identidade e sua alma. Com coragem e determinagao, o clube iniciou um processo de recuperação que incluiu a formagao de um novo elenco, a restrig¢ao administrativa e o resgate dos valores que sempre nortearam sua trajetoria. HR MAGAZINE O apoio da comunidade local, dos clubes do Brasil e do mundo, das entidades esportivas e dos órgãos governamentais foi fundamental para esse processo de resiliéncia. Juntos, esses parceiros se uniram em torno da Chapecoense, oferecendo suporte emocional, financeiro e logistico para ajudar o clube a superar esse momento dificil.

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ESPORTE O Retorno aos Gramados e a Luta pela Reconstrução Após meses de luto e incertezas, a Chapecoense voltou a competir, mostrando ao mundo sua resiliência e determinação. O retorno aos gramados não foi fácil, mas o clube contou com o apoio incondicional de seus torcedores e de todos aqueles que acreditaram em sua capacidade de superação. Nos anos seguintes, a Chapecoense desafiou o desafio de se reerguer no cenário do futebol brasileiro. Apesar das dificuldades e dos obstáculos encontrados, o clube permanece firme em seu a memória de seus heróis e de construir um propósito de honrar futuro de glórias e conquistas. A Reconquista da Esperança e da Solidariedade Ao longo de sua jornada de tripulação, a Chapecoense nao apenas se reergueu, mas também se tornou um simbolo de esperança e solidariedade. O clube atraiu milhões de pessoas ao redor do mundo, mostrando que é possível superar os momentos mais sombrios com união, determinação e amor pelo próximo. da limitou A resiliência Chapecoense apenas ao aspecto esportivo. O clube não se também se comprometeu em ajudar as famílias das vítimas do acidente, oferecendo apoio emocional, financeiro e social. Além disso, foram realizadas diversas iniciativas para preservar a memória dos que foram e honrar sua herança de dedicação e paixão pelo futebol.

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O Retorno à Competição e a Busca por Novas Conquistas Com o passar do tempo, a Cha- pecoense conseguiu se restabele- cer e voltar a competir em alto nivel. O clube retomou sua participagao na Série A do Campeonato Brasileiro e nas demais competigoes que dispu- tou, mostrando que a determinagao e o espirito guerreiro da equipe perma- neceram intactos. Apesar dos desafios_ enfrenta- dos, a Chapecoense continua a per- seguir seus objetivos e a sonhar com novas conquistas. O clube investiu na formagao de novos talentos, na modernizagao da sua estrutura e na busca por parcerias que contribuiram para o seu crescimento e desenvolvi- mento. O Legado de Uma Historia de Superação Hoje, a Chapecoense segue sua trajetoria com orgulho e determina- ¢ao, construindo a memoria de seus herdis e construindo um futuro de es- peranga e honras. O clube continua a ser uma fonte de inspiragao para to- dos aqueles que enfrentam adversi- dades em suas vidas, mostrando que, com coragem, resiliéncia e uniao, é possivel superar os desafios mais di- ficeis. A historia da Chapecoense é um testemunho do poder do esporte para unir aS pessoas, superar fronteiras e transcender as adversidades. Mais do que um clube de futebol, a Chapeco- ense é uma familia, unida pelo amor ao esporte e pelo desejo de fazer a diferenga no mundo. Que a Chapecoense continue sua jornada de sucesso e que sua historia de superagao e solidariedade inspire gerações futuras a perseguir seus so- nhos e a nunca desistir, mesmo diante dos maiores desafios. 89

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Nascido na Zona Norte de São Paulo, Bruno Willians Gonçalves Guedes Oliveira, aos 29 anos, é um homem de multiplos papéis. Casado, cursando teologia, Locutor, Evangelista,Cristao, sua vida é uma sintese de compromissos, onde, além de ser o porteiro do Condominio Edificio Pirineus, é também o proprietario da prdspera Empresa Guedes Construg¢ao.

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CULTURA A República Alternativa Cultural Recife PE é um atelier que promove um intercâmbio cultural de artistas , através do promotor cultural Bruno Alves Feitosa. O objetivo fundamental é utilizar o acervo das tradições culturais como instrumento util que visa o engajamento da sociedade ao exercicio da Paz e da cidadania identitaria mediante o pluralismo das tradigdes culturais, através de agdes sociais , educacionais e humanitarias , promovendo assim a preservacgao do patrimônio historico e da heranga 92 Se você gostou envie um e-mail com seu comentário e sugestões para reis123@hotmail.com. Sera muito bem vindo! da da cultura como um acervo de cultural, apartir interpretagao conhecimentos aplicados mediante as capacidades humanas agregadas que na plenitude do seu exercicio visa a construgao da identidade historica de uma sociedade. O trabalho é assistencial e pedagdgico e tem como objetivo combater o racismo e preservar as identidades culturais e humanas .

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Jaraguá A República Alternativa Cultural Recife PE criou junto com o Bloco Cultural Fuzuê do Jaraguá de Fortaleza CE , Malassombro do Jaragua Recife PE na data de 10 de fevereiro de 2020 , através de uma releitura desta cultura o Bloco Cultural que remonta uma entidade sagrada reverenciada pelos africanos do Congo e de Angola trazidos para o Brasil pelos portugueses no tempo do Brasil Imperial. Apesar de a cultura do Jaragua ter seu proprio ritmo musical sua dan- ¢a se acopla em outros ritmos musi- cais como Coco de Roda , Caboqui- nhos ,maracatu nação, maracaturural , ciranda de engenho,, ciranda praieira , cavalo-marinho , bumba-meu-boi, marujada , tambor de crioula , forrd de rabeca, forrd-pé-de-serra, siria, si- rimbó, carimbó , frevo , xote , Xaxado Quadrilha dentre outros ritmos . Em peças de teatro, o Jaragua é um per- sonagem que persegue o Mateus. 93

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CULTURA Cavalo Piancó A República Alternativa Cultural Recife PE trouxe pela primeira vez na historia de Pernambuco a cultura do Cavalo Pianco , folclore do Piaui , através da criagao do Bloco Cultural Cavalo Piancé Recife PE em 1994 , que visa a preservacgao dos valores das raizes , matrizes , tradigdes e da identidade histdrica do patrimônio da cultura nordestina e brasileira. 94 A Cultura da Danga do Cavalo Piancó tem 300 anos de memoria e tradição e é um patrim6nio cultural imaterial do Piauí e um folclore interpretado nas tradigdes indigenas que remonta a historia do cavalo manco da pata quebrada das margens do rio Panaiba e do Rio Caninde onde hoje é a cidade de Amarantes do Estado do Piaui.

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Frevo Ritmo pernambucano que nasceu no carnaval em 1888, o frevo é um hibrido de tradições agregadas como Marcha, Maxixe, Dobrado e Capoeira. Recebeu esse nome em 1908 pelo Jornal da época devido o ritmo ser bastante acelerado e efervescente. Muito executado no Galo da Madrugada, Clube Clube das Pas e nos carnavais. O Vassoirinhas, frevo numero 1 do vassoirinhas é um dos frevos mais antigos e pertence a compositora Joana Batista Ramos. Da uniao do frevo com a Capoeira nasce o passo, a danga do frevo. Com o tempo trés configuragdes foram construidas: Frevo de Rua, Frevo Canção e Frevo de bloco. Alceu Valenga, Alcimar Monteiro, Capiba, Getulio Cavalcante, Claudionor Germano, Almir Rouche, jota Michiles, Maestro Forró, Maestro Gil Amancio, e Maestro Spok sao (cones do frevo. 95

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CULTURA 96 Bruno Alves Feitosa Bruno Alves Feitosa é jor- nalista, locutor de radio e artista cultural que tem como objetivo fundamen- tal utilizar o acervo das tra- digdes culturais como fer- ramenta pedagdgica que visa o engajamento da so- ciedade ao exercicio da ci- dadania, através de ações sociais, educacionais e humanitarias, promoven- do assim a preservacao e divulgagao do patriménio histórico e da heranga cul- tural, a partir da interpre- tagao da cultura como um acervo de conhecimentos aplicados mediante as ca- pacidades humanas agre- gadas que na plenitude do seu exercicio visa a cons- trução da identidade his- tórica de uma sociedade. O trabalho visa enaltecer toda forma de consciéncia de identidade mediante as

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tradições culturais. O jornalista Bruno Feitosa é detentor de 180 prêmios nacionais e internacionais, é Artista Cultural, Locutor de Rádio, Jorna- lista e Artesão, Pertence à Filosofia the- lemita, Presidente da República Alterna- tiva Cultural - Recife PE, Rádiojornalista da Rádio Amizades de Saozinha na Suíça, Parceiro Oficial da Produtora de Filmes Latinidade, Membro da Academia Antô- nio Bezerra de Letras e Artes, Embaixa- dor da Paz da OMDDH, Embaixador Cul- tural da FEBLACA, Cénsul Honordrio de Pernambuco, Bruno Feitosa tem sua formagao em: « Doutorado em Ciéncias das Religi- des, * Doutorado em Capelania, * Mestrado em Historia da lgreja, * Mestrado em Historia e Cultura Afro Indigena, * Mestrado em Capelania, * Mestrado em Jornalismo, * Mestrado em Teologia, * Bacharelado em Ciéncia da Religido. HR MAGAZINE 97

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2 *”

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Quando eu partir! Quando eu partir! Quero que minha alma seja recitada por outros lábios. Que meus sorrisos continuem através dos meus descendentes. Ah! Ficarei tao feliz toda vez que alguém tocar em meu nome e nos feitos que deixei aqui, nas histdrias que vivi, em tudo que escrevi, em tudo que me encantei e também O que sofri. Sim! Minha jornada foi construida com muita garra. Deixo aqui registrado minha gratidao a todos que me ajudaram nesta missao. Nada realizei s6, nos relacionamentos aprendi a desfazer Os nds que muitas vezes me ataram, ao desfazé-los ampliei minha consciéncia e mais longe pude chegar. Assim pude mudar a rota sempre no caminho do amar. Como um rio em sua correnteza que busca desaguar. Deixo meus sonhos ainda para serem realizados, deixo tudo o que sou para quem me suceder, me despeço e no outro lado da vida vou continuar a ser. (08/01/2024) = ".. a À . > “git = «i . É nad : 4 Pr - : is «ae ™ ” : 4 º?u ' % em ? A

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100 Atividades Escritora (membro da Academia de Letras do Brasil/PE), compositora, empresária e profissional na area de terapias integrativas e assessoria em bem-estar (ha mais de 30 anos) Formagao em comunicagao e radialismo Consteladora (constelagao familiar, pensamento sistémico complexo, constelagao estrutural e coaching sistémico (formada pelo Instituto ONUKISAN), tanatdloga. Terapéuta integrativa (mestra em reiki, cromoterapéuta, reflexologista e coach em bem estar) Apresentadora e idealizadora do Programa Trilha Social (Tv Assembléia/Alagoas ha 15 anos) / Fundadora e atual diretora executiva da ONG Maceió Voluntário Comendadora da paz com a comenda Madre Tereza de Calcutá Uma das 100 mulheres reconhecida com o nome eternizado no Parque das Mulheres por serviços relevantes prestados pela cultura de paz em Alagoas. Notório saber em cultura de paz; mediadora de conflitos e educadora social Trabalhos — desenvolvidos direcionados a cultura do voluntariado através de ações pela cidadania, valores humanos e por uma cultura de paz, ha mais de 22 anos com 11 livros paradidaticos infanto juvenis utilizados pelas redes publicas de educação.

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O8 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DAS MULHERES Março, mês Mul Á .. Ser Mulher é akcancar o . RR cm,ws&ívee, é viver cada j , 2 ff : momento tntensamente, é ter — & o a ee i : f . P | E , F DA — ‘ * ia Y : .. ” » : : " = y . * J tas > X . é P 4 Ate e & ¢ > RA . 4 N Õ 5” STAA , s me f 2 s. r ; : é : & :

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Mulheres esse é seu mês deixo aqui meus parabéns, há como eu queria falar só de amor e desejar só flores que realmente todas você merecem. Mas infelizmente nos dias de hoje o que aflora é a falta de respeito, as mulheres nao tem oportunidades nem de lutar pelo seus prdprios direitos. 106 f / / / f D Engraçado que as pessoas acham tudo normal, a falta de respeito, até Os assédios sexuais quando isso vai parar? Chega! As diferengas sao notadas em todos os lugares no trabalho, na politica nos comercio. Gente responde pro poeta Pedrinho cadé afeição, o respeito, o carinho?

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Parem de tratar as mulheres Felicidades a todas as mulheres. como objeto, com diferenças a cada Com carinho receba meu abraço em dia, saiba que devemos tudo a elas, formade respeito afeto e flor. porque se nado fossem as mulheres a t sti Sao os sinceros votos do Poeta gente nem existia. [ Pedrinho. Parabéns a todas vocês : | O Poeta das Crianças! mulheres, com meu sentimento profundo digo de coração que para o poeta Pedrinho vocés sao exemplos para o nosso mundo. 107

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O8 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DAS MULHERES Nome: Pedro Pereira Nome Artístico: Poeta Pedrinho Data Nascimento: 26/12/1975 Naturalidade: Jaboticabal-SP Nacionalidade: Brasileiro Endereço: Uberlândia Estado: Minas Gerais Celular: (34) 9 8439-9803 Formagao: Sétima série - 1 grau 108

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A Luz de Marta Fernando Matos Poeta Pernambucano Drie Arte 6 Possia Dr Sei ©omunicagao. Social Maria que se faz Maria Maria Auxiliadora Mulher, Menina, Moga. Mae Sao tantas em nossa cidadania Mulher e sua eterna cicatriz. | Algumas moram em lares de | N. Maria da Paixão esplendor i ' Que todos os dias faz sua Outras em lar de alvenaria. h " É 5 ’ j i A oração que não será em vão á Até que a Vida faça prosa ou poesia í | Até encontrar Algumas andaram de carros de luxo Outras Marias de Carroça. O filho vivo entre a multidão De sentimento vulgar. Maria Dolores | á | Maria de Fátima Maria das Dores Í À - Maria de Guadalupe De todos nós que não encontra À Maria de Jesus Em seus amores força para | | Que para muitos Suportar a monta de Ser Maria. , &. E exemplo de compaixão e Luz. Maria Esperança f Maria dos Prazeres fogosos Que ao nascer Olhou a vida Com Alegria de crianga feliz Maria dos Anjos Que respeitam o Direito a Vida Fazendo a sua genitora D á

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Sao tantas a Maria da lida Que brilham aos olhares dos marmanjos. Maria da Piedade Da Luz Divina Que a tua sina Seja recompensada em Seus herdeiros por Vossa disciplina. Maria do Brasil Ainda ha de nascer Sem asemente hostil No proprio ventre Sem interromper o Direito de ir E vir na estrada da purificagao Maria Digna Da concepgao que viva alem

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O8 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DAS MULHERES Fernando Matos mora em Recife/PE, Relações Públicas, Enfermeiro pós-graduado em Enfermagem Obstétrica. Doutor Honoris Causa em Arte e Poesia, Titulo Recebido pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos (Patrimônio Histórico e Cultural da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente); Embaixador da Paz, Delegado Cultural e Comendador da Justiga de Paz pela OMDDH (Organizagao Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos). N12

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Vejo-vos no sol, nas estrelas raiar; Beldades desfilam plenas no Céu; Vejo-vos no choro, ansia bem cruel; Sao auroras, luar, bondade em Luz florear. Vejo-te Sande, no riso do olhar; Laila, na obra social, arte em pincel; Vejo-te digna, Tabita, com véu; E a bela Lauane, no verbo sonhar. Vejo-vos, amo-vos, continuamente; Na vida que segue em luto, sem Cor; Com anseio de um abraço permanente; De tanto amar hei de aptar com a dor; Por memorias subsistem em corpo e mente; | Até estarmos todos com o Grande Pintor! 114

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j cronista, poetisa, contista, sonetista, autora dos livros ‘Do “Casulo à Borboleta’ e ‘Historia de Maristela de Minas’ e Outros livros em execução. Organizadora de coletaneas. Académica Internacional da FEBACLA - Federação Brasileira dos Académicos das Ciéncias, Letras e Artes e, da mesa entidade, detentora, dentre outros, do titulo de Grande Honra Defensora Perpétua do Patriménio Histórico e Cultural Brasileiro, Titulo Honorifico de Embaixadora da Paz e Dra.h.c. em História. Académica da ALTO - Academia de Letras de Teofilo Otoni e da AILB - Academia Internacional de Literatura Brasileira. Colunista do Jornal Cultural Rol. Apaixonada por letras e numeros, graduou-se em Historia Pedagogia, fez pds-graduagao em Gestao Empresarial e ” Pessoas com Ênfase em Tecnologia da Informação e cursos : E técnicos em Secretariado Escolar e Agrimensura. Trabalha omo Gerente de Custos em uma mineradora. 115

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Cozinhar é só um jeito diferente de amar.

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CULINÁRIA INGREDIENTES: 4 ovos 4 xícaras de leite 3 xícaras de açúcar 2 colheres de farinha de trigo 1/2 xícara de fubá 2 colheres de manteiga 100g de queijo 1colher de fermento em pó MODO DE PREPARO 118 Coloque no liquidificador a manteiga, ovo e o açúcar e bata até ficar homogênea. Acrescente o leite, o trigo, o fubá e bate. Coloque o queijo e o fermento e bata com o fouet até ficar homogênea. Aqueça o forno a 180º por 40 min.

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HR MAGAZINE CALDA DE CHOCOLATE — Í L. 1Colher de manteiga ' 1caixadeleite condensado Leite (Mesa medida da caixa de leite condensado) ' 2colheres de chocolate 50% cacau MODO DE PREPARO : Coloque a manteiga, o leite condensado e o chocolate, até dissolver. ' Acrescenta o leite e coloque ao fogo e mexa até soltar do fundo da panela.

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CULINÁRIA INGREDIENTES PARA O BOLO: 2 xícaras (chá) de farinha de trigo peneirada 1 xicara(cha) de açúcar +1colher de sopa 180 ml de Leite 50 ml de dleo 3 OvVOS 1 colher(cha) de fermento em pó INGREDIENTES PARAA CALDA: 1 vidro de leite de coco (200 ml) 1 lata de leite condensado 450ml de leite 100 gramas de coco ralado ou em flocos 4 colheres(sopa) rasa de acucar 120

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HR MAGAZINE Í : 4 MODO DE PREPARO DO BOLO: S ' Nabatedeiracoloque os ovos e o açúcar, e batabem por 2-3 minutos até formar um creme volumoso, clarinho e levemente cremoso Acrescente metade da farinha, metade do leite e o Oleo, e misture delicadamente com um fouet. Adicione o restante da farinha, mexa mais um pouco, coloque o restante do leite, e misture mais um pouco com, movimentos suaves para incorporar os ingredientes. Por ultimo, acrescente o fermento e mexa levemente com uma colher. Despeje a mistura numa forma retangular (830 cm x 20 cm) untada e enfarinhada. Asse em forno pré-aquecido a 180 graus por aproximadamente 40 minutos. Retire do forno, e corte em quadradinhos, para que a calda umedega melhor. Reserve. MODO DE PREPARO DA CALDA: Numa panela coloque o Leite, o leite condensado, o leite de coco, o coco ralado ou em flocos e o agucar. Leve ao fogo alto até ferver, deixe por 3 minutos e retire do fogo. Despeje a calda ainda quente, sobre toda a superficie do bolo até umedecer totalmente. Agora vocé pode optar por consumir quente mesmo, Ou cobrir com plastico filme e levar para gelar por 1 hora, ou embrulhar cada quadradinho em papel aluminio e levar para gelar. 121

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CULINÁRIA INGREDIENTES: 2 caixinhas de leite condensado (395g ) creme de leite fresco batido chantilly (600g ) MODO DE PREPARO: No liquidificador adicione o leite condensado e deixe bater por 3 minutos até obter uma textura firme. Retire do liquidificador e coloque em uma vasilha, incorpore o chantilly delicadamente junto. Coloque o sorvete em um pote com tampa e leve ao frezzer por no minimo 3 horas. 122

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HR MAGAZINE 123

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ING REDIEN 1CO TrANA V DULY. 3 bananas maduras 2 xicaras de farinha de trigo 1xicara de açúcar /2 xicara de manteiga derretida colher de cha de fermento em pó colher de cha de canela em pó A a a a pitada de sal 2 OVOS VINZEZNY LE. E E lk. ‘ Pré-aquega o forno a 180°C. Em uma tigela, amasse as bananas até obter uma consisténcia cremosa. Adicione o açúcar, a manteiga derretida e os ovos. Misture bem. Em outra tigela, misture a farinha de trigo, o fermento, a canela eo Sal. AOS poucos, adicione os 124

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ingredientes secos à mistura de banana. Mexa até obter uma massa homogênea. Despeje a massa em uma forma untada e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos. Enquanto o bolo assa, prepare a cobertura caramelizada. Em uma panela, derreta 1/2 xicara de acgucar até obter um caramelo dourado. Retire o bolo do forno e despeje o caramelo por cima. Deixe esfriar antes de servir.

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| A riper on da BIW sidade Equidade R | | Inclusao has Empresas. Adelson Jaques

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DIVERSIDADE A Diversidade, a Equidade e a In- clusão (DEI) nas empresas emergi- ram como temas cruciais no mundo corporativo. O reconhecimento da importancia desses principios nao é apenas uma questao de cumprir uma agenda social, mas sim uma necessi- dade fundamental para o sucesso e a sustentabilidade das organizagoes. Quando as empresas abracgam a di- versidade em todas as suas formas - seja de género, etnia, idade, orien- tagao sexual, habilidades ou origem socioecondémica - elas colhem uma série de beneficios tangiveis. 128 Em primeiro lugar, a diversidade impulsiona a inovagao. Ao reunir pes- soas com diferentes origens, experi- ências e perspectivas, as empresas criam um caldeirao de idéias que po- dem levar a solugdes mais criativas e eficazes para os desafios comerciais. Estudos mostram consistentemente que equipes diversas tendem a ser mais inovadoras e produtivas, pois sao capazes de analisar problemas sob varias oticas e encontrar soluções mais abrangentes.

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Além disso, a inclusão promove um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo. Quando os funcionários se sentem valorizados e respeitados por quem são, independentemen- te de sua identidade ou background, eles tendem a ser mais engajados, le- ais e motivados. Isso resulta em maior retenção de talentos e uma cultura organizacional mais forte, onde todos tém a oportunidade de alcançar seu pleno potencial. Contrariamente, aS empresas que negligenciam a diversidade e a in- clusao enfrentam sérias consequén- cias. Primeiramente, perdem talentos. Pessoas diversas podem sentir-se desencorajadas a se candidatar a em- pregos em empresas que nao valori- zam a diversidade, o que limita o pool de candidatos e restringe o acesso a talentos qualificados. Isso pode resul- tar em uma equipe homogénea que carece de criatividade e perspectivas variadas. 129

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Além disso, a falta de diversida- de pode prejudicar a reputação da empresa. Em uma era onde a respon- sabilidade social corporativa é cada vez mais importante para consumi- dores e investidores, empresas que não demonstram um compromisso genuíno com a diversidade correm o risco de serem percebidas como de- satualizadas, insensíveis ou até mes- mo discriminatórias. Isso pode afetar negativamente a imagem da marca e, consequentemente, suas oportunida- des de negócio e lucratividade. A Diversidade, Equidade e alnclu- são não são apenas valores a serem defendidos, mas também estratégias inteligentes para o sucesso empresa- rial. Ao abraçar a diversidade e garan- tir um ambiente inclusivo, as empre- sas podem fortalecer sua inovação, cultura organizacional e reputação, enquanto evitam as consequências prejudiciais de uma abordagem ho- mogênea. Investir na diversidade não é apenas a coisa certa a se fazer, mas também a coisa inteligente a se fazer para garantir um futuro próspero e sustentável para as empresas e a so- ciedade como um todo. 130 Em um mundo cada vez mais in- terconectado e multicultural, as em- presas precisam ser capazes de se relacionar e se comunicar eficazmen- te com uma ampla gama de clientes, parceiros e comunidades. Ter uma equipe diversificada facilita esse pro- cesso, fornecendo insights culturais e linguisticos valiosos que podem infor- mar estratégias de negócios e impul- sionar o crescimento internacional. Além disso, a diversidade nas empresas promove a justi¢a social e a igualdade de oportunidades. Ao pro-

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porcionar um ambiente onde todas as pessoas são tratadas com equidade e respeito, independentemente de sua identidade, as empresas desempe- nham um papel ativo na luta contra a discriminação e na promoção da jus- tiga social. Isso nao apenas fortalece os lagos dentro da empresa, mas tam- bém contribui para uma sociedade mais justa e inclusiva como um todo. Por fim, investir em diversidade e inclusao nao é apenas uma questao ética, mas também uma estratégia de negocios inteligente para garan- HRWAGAZIN tir a sustentabilidade a longo prazo. Empresas que abraçam a diversidade estao mais bem posicionadas para se adaptar e prosperar em um ambiente empresarial em constante mudanga, onde a inovagao, a agilidade e a resi- lincia sao essenciais para o sucesso. Portanto, ao reconhecer e valorizar a diversidade, as empresas nao apenas melhoram seu desempenho financei- ro e reputagao, mas também contri- buem para um mundo mais inclusivo e equitativo para todos. 131

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Jornalista especializado em Comunicação Empresarial e Marketing Digital. Presidente do Rotaract Club de São Paulo Avenida Paulista na gestão 2022/2028. Vice- Presidente do Rotaract Club de São Paulo Avenida Paulista na gestão 2023/2024. Conselheiro no Conselho Municipal da Juventude durante a gestão 2019-2021. Atuação destacada na área de diversidade, « equidadeeinclusão: * Montagem de comitês de diversidade em empresas; Promogao de debates e discussdes sobre o tema Presidente da Subcomissao de Direitos LGBTQIA+ na Comissao de Diversidade, Equidade e Inclusao do Rotary - Distrito 4563 de Sao Paulo; « Palestrante sobre diversidade e inclusao; 132

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Amplie Seus Horizontes! LIVRO DIGITAL: BANDEIRAS DO PRECONCEITO Sobre: O preconceito é um fardo que confunde o passado, ameaça o futuro e torna o presente inacessível. Preconceito e respeito sao totalmente opostos, num momento em que a humanidade precisa de uniao, ainda ha tantas pessoas se prendendo a discriminacgao de todos os tipos. Esse livro digital é uma critica a hipocrisia social, é um alerta, pois é essencial semear a fraternidade, a humildade e a afeicao a todos.

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Publicação — : EA Exemplos de Editora HR Ma preconceitos: ; SE Racial; Site á : — «Gênero; www.editorahr.com — * Sexual; ; — *Religioso; Escritor EA ; *Socioeconômico; Comendador Helio Reis “*ldade; ' : *Aparéncla; - *Etnico; Diagramagao & Capa. ae Leonardo Constancio *Lingufstico; _ *Deficiéncia; -*Status Marital. Revista: ayes shld sabia que existem tantos de preconceito?

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ARTESANATO O Encanto do Artesanato de Recife — PE Fotos arquivo pessol de Bruno Alves Feitosa 136

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Nos ricos corredores culturais de Recife, o artesanato floresce como uma expressão viva da alma pernam- bucana. Com suas cores vibrantes e técnicas tradicionais transmitidas de geração em geração, os artesãos da região tecem histórias em cada peça produzida. Desde os delicados ren- dados até as esculturas de barro que emanam ancestralidade, cada obra carrega consigo a identidade única de Pernambuco, encantando visitantes e residentes com sua beleza singular. Em feiras de rua e mercados de artesanato, os turistas têm o privilégio de mergulhar na riqueza cultural da cidade, explorando uma variedade de produtos que refletem a diversidade e acriatividade do povo pernambuca- no. Do frevo ao maracatu, do coco ao manguebeat, o artesanato de Recife é mais do que uma simples manifes- tação estética; é um testemunho vivo da rica historia e da vibrante cultura da regiao. 137

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@editorahr yh [A ~ y) —— ) “A SOLTE SUA IMAGINACAO & CONCORRA A UM KINDLE: / / Quer ganhar um Kindle? / Chegou a hora de mostrar todo o seu talento! PARTICIPE DO NOSSO CONCURSO DE CONTOS enviando sua história de até 2 laudas, até 25/04/2024 para reis123@hotmailcom ou pelo whatsapp (19) 99822-4249, O MELHOR CONTO GANHA UM KINDLE.

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Edital para o Concurso de publicação de Contos Tema Livre - 2024 Organizada pelo Editora HR , Revista HR Magazine. O texto deverá ter até 2 laudas e o nome do autor. A HR Magazine podera usar os textos em edições al ternadas conforme plena autorizagao dos autores. A participagao é gratuita e o melhor texto selecionado por nossa equipe con- correra a um kindle que é um e-reader ou leitor digital, pratico e de facil ma- nuseio com o melhor da tecnologia para sua leitura. O prazo para participagao é envio imediato até a data limite de 25 de abril de 2024. Direitos Autorais Nosso intuito é publicar textos que muitas vezes ficam engavetados por falta de oportunidades. Os direitos autorais continuam para cada autor. Nao havera venda portanto somente divulga¢ao de cultura através das linhas escritas. 139

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